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Um conto erótico de Karina
Categoria: Heterossexual
Contém 765 palavras
Data: 09/07/2026 00:42:36

Quando Maria deixou o quarto ei fiquei parada, pensando. Eu amava (amo) Thiago, mas alguma coisa em mim estava mudando e realmente, o que Maria me disse era uma verdade. Eu tenho 18 anos e vou ficar a vida com o Thi, não conhecer mais nada na vida, entretanto, outro pensamento passava em minha mente - o Thi era suficiente.

Eu fui me maquiar, estava linda, maquiagem perfeita, perfume doce, leve. Cabelo cacheado, preso num coque elegante, deixando uma mecha solta no rosto. Vestidinho de um tecido molinho, azul, um decote lindo que valorizava meus seios, sexy, mas não vulgar. Como disse no conto anterior, decidi não usar sutiã, coloquei uma calcinha preta de renda, linda. Mas me veio um sentimento de irrelevância, porque sabia que mais linda e gostosa que estivesse, Thiago não faria nada, aquilo me deu um desespero.

Eram quase 23h30 quando o Thi mandou mensagem avisando que havia chegado, dei uma última ajeitada no cabelo, verifiquei a altura do vestido, eu estava me amando. Passei na sala, meu pai me deu um beijo, avisei a hora que voltava, ele me deu boa noite e pediu pra sempre ir falando com ele no celular. Retribuí o beijo e disse pra ele não se preocupar.

O Thiago estava lindo, me esperava encostado no carro, barba bem feita, cabelo curtinho, camiseta brando, calça jeans. Meu moreno é lindo. Meu coração acelerou ao vê-lo. Cheguei até ele e nem falei nada, o abracei, minhas mão atrás da sua nuca, e dei um beijo lento, quente, minha língua não pediu licença e invadiu a sua boca, procurando pela dele. Ele retribuiu, passou seus braços na minha cintura, suas mãos quase na minha bunda (poderiam estar) e minha língua encontrou a sua. Um beijo cheio de tesão, desejo, fome.

Mas ele parou repentinamente, eu fiquei sem ar, mas queria mais, muito mais. Thiago me olhou admirado, mas assustado:

- Tudo bem? Ele perguntou.

- Tudo ótimo, meu amor! Respondi com um olhar carinhoso para ele.

Ele abriu a porta, e agradeci e entrei. Esperei ele entrar. Coloquei uma música romântica. Ele entrou, colocamos o sinto (nessa hora, instintivamente me lembrei do Lúcio, parei alguns segundos, coração disparou, senti um calor que subia pela espinha e dissipava na boca, minhas coxas se contrariam no impulso, e senti minha buceta molhar, lágrimas vieram aos olhos, e pude sentir o cheiro dele). FUi trazida devida à realidade com o Thiago me chamando.

- Tudo bem, Ka? Disfarcei como pude:

- Tudo, amor! Mas minha voz saiu falhada, arrastada.

Thiago arrancou o carro, forcei minha mente a se concentrar no momento em que estava, olhei pro Thi, conversamos coisas triviais. Coloquei minha mão esquerda na coxa do Thi ele olhou assustado, levei a conversa pra um lado mais quente, propositalmente. Subi minhas mãos, senti seu pau duro embaixo da calça, ele resistiu, mas falei manhosa pra ele:

- Eu quero te sentir, amor!

Ele gemeu, punhetei ele por cima da calça.

- Eu tô louca por você, amor. Soltei meu sinto, fui na direção dele. Abaixei seu zíper, desabotoei a calça, puxei sua cueca. Senti minha buceta enxarcada, coração errava todas as batidas. Puxei o pau do Thiago pra fora, eu babava, pela boca e pela buceta, ofegava. Peguei o pau dele senti o coração dele pulsando naquele mastro lindo, não era muito grande, era normal 14, 15cm. Eu admirei. molhei meus lábios, olhei pro Thiago, seu peito subia e descia, numa respiração curta, rápida, eu sorri pra ele. Coloquei ele todo na minha boca. Que sensação, parecia que estava flutuando. Mas Thiago me puxou para o chão e para longe dele.

Em prantos ele disse:

- Não podemos, não podemos! Meu Deus, pecamos, pecamos!

Eu não acreditei, eu senti algo que não conseguia distinguir. Era raiva, culpa, medo. Thiago guardou seu pau, já mole! Dei um murro na janela do quarto.

- Amor, você que não podemos! Somos cristãos, é pecado! Thiago falou todo carinhoso

Eu estava puta.

- Foda-se! Eu te amo, eu quero você! Falei gritando e as lágrimas vieram.

Thiago se assustou, ele pegou a direção da minha casa, ficou com a expressão séria, de um jeito que nunca vi.

- Você precisa pensar e pedir perdão a Deus. Thiago falou com uma voz grave, gelada, rastejante.

Chegamos na minha casa em silêncio.

- Nos vemos no culto domingo. Disse o Thiago, o tom de voz era o mesmo

Eu desci do carro, bati a porta com violência. Thiago saiu lentamente. Eu peguei meu celular, que estava na minha bolsinha. Estava furiosa. Eu não precisava de perdão, eu precisava de rola. Procurei o contato de Lúcio e chamei.

Continua...

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