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Contando as aventuras

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Um conto erótico de RicardoNatal
Categoria: Heterossexual
Contém 925 palavras
Data: 08/07/2026 20:33:22

Vou narrar agora o dia em que minha namorada quis saber de alguma aventura minha e eu contei e ela gozou muito comigo...

Estávamos deitados na cama, ainda vestidos com roupas leves depois de um dia preguiçoso. A luz do abajur estava baixa e ela estava com a cabeça no meu peito, uma perna jogada por cima da minha, traçando círculos preguiçosos com a unha na minha barriga e vez por outra tocava no meu por cima da cueca.

De repente, ela quebrou o silêncio com a voz manhosa:

— Paixão… posso te perguntar uma coisa bem pessoal?

— Claro, Coração. Pode perguntar o que quiser.

Ela hesitou por um segundo, mordendo o lábio inferior, como se estivesse reunindo coragem. Então levantou o rosto e me olhou nos olhos.

— Eu fico pensando… nas suas experiências antes de mim. Quero que você me conte. De verdade. Como eram as outras mulheres? O que você fazia com elas? Você sempre foi safado como é agora???

Eu levantei uma sobrancelha, surpreso, mas já sentindo um calor subir pelo corpo.

— Tá com ciúme, Coração?

— Um pouquinho… — confessou ela, com um sorrisinho safado. — Mas também tô ficando molhada só de imaginar você me contando. Quero detalhes. Me fala… quem foi a primeira que você fodeu de verdade?

Minha mão desceu instintivamente para a coxa dela, apertando de leve. Meu pau já começou a inchar dentro da cueca só com o tom provocador dela.

— Tem certeza que quer ouvir isso? — perguntei, testando.

Ela assentiu, deslizando a mão devagar pela minha barriga, parando bem perto do meu pau.

— Tenho. Quero saber tudo. Começa pela primeira vez. Como foi? Ela era safada?

Eu respirei fundo e comecei:

— Foi numa noite que saímos pra comer um lanche e depois fomos estacionar num lugar mais escuro, perto da represa. Estava quente pra caralho. Ela estava de shortinho folgado e uma blusinha justa e sem sutiã.

Começamos a nos beijar como sempre, mas dessa vez ela tava mais desesperada. Depois de me punhetar bastante e me chupar com a cabeça quase batendo no volante, sentou no meu colo, no banco do motorista, e começou a rebolar bem gostoso por cima do meu pau, mesmo com a roupa ainda no lugar.

Minha namorada soltou um suspiro trêmulo e enfiou a mão por dentro da minha cueca, segurando meu pau já duro.

— Ela era virgem mesmo? Nunca tinha feito nada? — perguntou, apertando devagar.

— Nada. Nem chupada, nem dedo… só beijo e uns amassos. Mas tava louca de tesão. Ela voltou para o banco dela, tirou só o short e, depois de eu afastar meu banco pra trás ela voltou a montar de frente enfiando a perna entre a porta e o meu banco.

Quando eu passei a mão, ela tava encharcada, pingando na minha perna. Tremia inteira de nervoso e excitação.

Ela começou a masturbar meu pau mais rápido, respirando contra meu pescoço.

— E você… o que você fez? — a voz dela saiu quase um gemido. — Foi devagar? Ou meteu tudo de uma vez?

— Fui bem devagar no começo… Coloquei a cabeça do pau na entradinha e fiquei deslizando o pau, misturando nossos líquidos. Até que ela cravou as unhas em minhas costas e gemeu alto quando empurrei só a cabeça...

Nesse momento achei que ela fosse desistir... vi lágrimas inundarem seu rosto... ainda quis recuar mas fui impedido por ela que pediu: vai, por favor....

Ficou com a testa encostada na minha, ofegando. Dizia “devagar… tá doendo mas não para”.

Minha namorada soltou um gemidinho de ciúme e apertou meu pau com força.

— Você chamou ela de puta também? — perguntou, com um tom possessivo que me deixou ainda mais excitado.

— Chamei… Ela tava tão apertadinha que eu quase gozei só de entrar. Depois de um tempo ela começou a rebolar, pedindo pra eu meter mais fundo. O carro inteiro tava balançando. Ela aguentou meu pau todo, mas teve que acostumar com a rola dentro dela... só depois que começou a subir e descer quicando no meu pau... Eu gozei muito gostoso dentro dela.

Enquanto eu terminava de contar, ela já estava completamente molhada e desesperada.

Sem dizer mais nada, ela tirou a própria blusa e o shortinho, ficando completamente nua. Em seguida puxou minha cueca pra baixo, liberando meu pau duro e latejante.

— Vem, Paixão… — murmurou, a voz carregada de tesão e ciúme. — Agora eu quero que você me foda. Quero sentir esse pau que já fodeu virgem no carro. Quero apagar ela de você.

Eu subi em cima dela, abri suas pernas e meti de uma vez, bem fundo. Ela arqueou as costas e gemeu alto, cravando as unhas nas minhas costas.

— Isso… assim, Paixão! Mais forte! — pediu, rebolando contra mim. — Me fode como você fodeu ela naquele carro…

Eu comecei a meter com força, estocadas profundas e ritmadas, enquanto segurava seus seios. Ela estava encharcada, apertando meu pau a cada investida.

— Você gosta de ouvir isso, né, Coração? — rosnei no ouvido dela. — Gosta de ficar com ciúme e mesmo assim ficar louca pra levar meu pau.

— Gosto… porra, eu adoro… — gemeu ela, as pernas tremendo. — Me conta mais enquanto mete… mas não para de me foder!

Eu aumentei o ritmo, batendo fundo e rápido. O quarto encheu-se do som molhado dos nossos corpos. Ela gozou primeiro, forte, apertando meu pau e gemendo meu nome. Não aguentei muito mais e gozei logo depois, enchendo ela bem fundo enquanto ela ainda tremia.

Ficamos abraçados, suados e ofegantes. Ela deu um beijo molhado na minha boca e sussurrou:

— Eu te amo, Paixão… mas da próxima vez quero ouvir outra história.

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