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Eve: O Despertar Sexual

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Um conto erótico de Eve
Categoria: Heterossexual
Contém 2512 palavras
Data: 07/07/2026 15:41:21
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Olá, meu nome é Eve.

Tenho 19 anos, sou branquinha, de olhos claros e cabelos pretos lisos. Adoro escrever. Sempre adorei. Mas ultimamente, escrever se tornou algo muito mais profundo pra mim.

Sou ninfomaníaca. Sim, estou falando abertamente. Atualmente faço tratamento psicológico pra tentar lidar com isso, mas nem sempre é fácil. Tem dias que a vontade é tão forte que parece que vai me consumir. Tem dias que eu me sinto suja, quebrada, fora de controle. E tem dias que eu simplesmente aceito que essa sou eu.

Escrever essa história tem sido uma forma de colocar pra fora tudo que vivo dentro da minha cabeça. É quase como uma terapia. Colocar as palavras no papel (ou na tela) alivia um pouco esse fardo pesado que carrego. É uma forma de organizar o caos, de dar sentido ao que sinto, mesmo que seja sujo, intenso e às vezes vergonhoso.

Vou tentar contar minha história de forma cronológica, desde o começo... mas não garanto nada. Meu estado mental varia muito. Tem dias que consigo ser mais organizada, outros que só consigo escrever o que estou sentindo no momento, sem ordem, sem filtro. Então pode ser que eu pule um pouco no tempo, volte, ou me perca em detalhes. Vai depender de como eu estiver no dia.

Espero que vocês entendam.

Essa é a minha história. Crua. Real. E muito, muito íntima.

PARTE 1 - O INÍCIO DE TUDO

Meu nome é Eve, tenho 19 anos agora, mas vou contar como tudo começou quando eu ainda era bem novinha. Sou branquinha, pele bem clarinha, olhos verdes claros que chamam atenção, cabelos pretos lisos que chegam até metade das costas. Sempre fui magrinha, mas com curvas que começaram a aparecer cedo: peitos médios e empinados, cintura fina, quadril arredondado e uma bundinha que já chamava olhares mesmo quando eu tentava esconder.

Eu sempre fui muito curiosa com sexo. Desde novinha sentia um fogo estranho dentro de mim, uma vontade que não sabia explicar. Hoje eu sei que sou ninfomaníaca, mas naquela época eu só sabia que meu corpo reagia de um jeito que me deixava envergonhada e ao mesmo tempo louca de tesão.

Tudo começou no último ano do ensino médio. A professora de Biologia passou um trabalho em dupla. Fui sorteada com a Camila, uma menina da minha sala que eu conhecia pouco, mas que morava perto de casa. Combinamos de fazer o trabalho na casa dela.

No primeiro dia, tudo normal. Ficamos na sala dela, pesquisando no computador, rindo de besteira. O irmão dela, Lucas, era alguns anos mais velho, tinha uns 22 ou 23 na época. Alto, moreno, corpo definido de quem malhava. Ele passava pela sala de vez em quando e eu sentia um frio estranho na barriga quando ele olhava pra mim.

No segundo dia, cheguei na casa da Camila como combinado. Bati na porta, mas ninguém atendeu. A porta estava encostada, então empurrei devagar e entrei, como ela tinha dito que podia fazer.

• Camila? Sou eu, Eve!

Ninguém respondeu. A casa parecia vazia. Caminhei até a sala e foi quando eu vi.

Lucas estava sentado no sofá, pernas abertas, bermuda abaixada até os joelhos. Ele segurava o pau grosso na mão, duro, e se masturbava devagar, os olhos fechados, gemendo baixinho. A cabeça brilhante subia e descia na mão dele, veias marcadas, o saco pesado balançando levemente.

Eu gelei. Meu coração disparou, mas não consegui sair. Fiquei parada na entrada da sala, escondida atrás da porta entreaberta, sentindo um calor subir pelo meu corpo inteiro. Minha bucetinha pulsou de repente, molhando a calcinha.

Lucas era grande. Muito maior do que eu imaginava que um pau pudesse ser. Ele apertava a base e deslizava a mão pra cima, gemendo baixo:

• Porra... que delícia...

Eu mordi o lábio, as pernas tremendo. Sabia que devia ir embora, mas meu corpo não obedecia. Fiquei ali, assistindo ele se masturbar, sentindo minha calcinha ficar encharcada. Meu clitóris latejava, os bicos dos meus peitos endurecendo contra o sutiã.

Ele acelerou o movimento, a mão subindo e descendo mais rápido. A cabeça do pau brilhava de pré-gozo. Eu apertava as coxas uma contra a outra, tentando aliviar a pressão que sentia entre as pernas.

Foi quando ele abriu os olhos e me viu.

Lucas parou por um segundo, surpreso, mas não cobriu. Pelo contrário, um sorriso safado apareceu no rosto dele enquanto continuava segurando o pau duro.

• Eve...? — perguntou, a voz rouca.

Eu fiquei vermelha, sem saber o que dizer. Mas não saí. Meus olhos não conseguiam desgrudar daquela rola grossa na mão dele.

Eu fiquei paralisada na entrada da sala, o coração batendo tão forte que parecia que ia sair pela boca. Meu rosto queimava de vergonha, as bochechas ardendo como se estivessem em chamas. Eu sabia que deveria virar as costas e sair correndo, pedir desculpas, inventar alguma desculpa... mas meu corpo simplesmente não obedecia.

Uma mistura confusa de emoções explodiu dentro de mim.

Vergonha. Uma vergonha profunda, avassaladora. Eu me sentia uma invasora, uma menina bisbilhoteira pegando algo que não deveria ver. Meus olhos não conseguiam parar de olhar para aquela cena: Lucas, o irmão mais velho da minha colega, completamente exposto, a mão grande deslizando para cima e para baixo naquela rola grossa e dura. Eu me sentia suja só por estar ali, assistindo.

Medo. Medo de ele ficar bravo, de me chamar de pervertida, de contar pra Camila, de todo mundo na escola descobrir que eu tinha visto aquilo. Meu estômago revirava só de imaginar.

Mas por baixo de tudo isso... havia algo muito mais forte. Algo que me assustava ainda mais.

Excitação. Um tesão repentino, quente, quase doloroso. Minha bucetinha pulsava de um jeito que eu nunca tinha sentido antes. Estava molhada, encharcada, a calcinha grudando na pele. Meus mamilos estavam duros, roçando desconfortavelmente contra o sutiã. Um calor subia pela minha barriga, descia pras pernas, fazia meus joelhos tremerem. Eu sentia uma vontade louca de apertar as coxas, de me tocar ali, bem naquele momento.

Eu mordi o lábio inferior com força, tentando controlar a respiração ofegante. Meu corpo inteiro formigava. Era como se uma porta tivesse se aberto dentro de mim, liberando algo selvagem e faminto que eu nem sabia que existia.

Lucas me encarou, surpreso no começo, mas logo um sorriso safado e confiante surgiu nos lábios dele. Ele não cobriu. Continuou segurando o pau, agora mais devagar, como se quisesse que eu visse melhor.

E eu continuei olhando. Não conseguia parar.

Meu coração batia descontrolado. Vergonha e desejo brigavam dentro de mim, mas o desejo estava vencendo. Eu me sentia suja, errada... e absurdamente excitada por isso.

Foi nesse exato momento que eu entendi: eu não era mais a mesma menina inocente que tinha entrado naquela casa.

Algo dentro de mim tinha acordado.

Lucas continuou me olhando, o pau ainda duro na mão, brilhando na ponta. Ele não parecia bravo. Pelo contrário, um sorriso lento e safado se abriu em seu rosto enquanto ele me observava parada ali, vermelha como um tomate.

• Eve... vem aqui — chamou ele, a voz baixa e rouca, quase um sussurro. — Não precisa ter medo. Vem mais perto.

Meu coração disparou. Eu sabia que deveria virar e sair correndo. Sabia que aquilo era errado. Mas meus pés se moveram sozinhos. Dei um passo hesitante, depois outro, até parar a poucos metros dele. Minhas pernas tremiam, as mãos suadas, o rosto queimando de vergonha.

• Eu... eu não queria... a porta tava aberta e... — gaguejei, sem conseguir olhar nos olhos dele.

Lucas soltou o pau devagar e estendeu a mão pra mim.

• Shhh. Vem. Eu te ensino. Você nunca fez nada disso, né?

Eu balancei a cabeça, envergonhada demais pra falar. Meu corpo todo ardia. A bucetinha latejava, molhada de um jeito que me deixava ainda mais constrangida. Eu nunca tinha visto um pau de perto, muito menos tocado.

Ele pegou minha mãozinha trêmula e a trouxe devagar até seu membro. Quando meus dedos tocaram a pele quente e dura, eu soltei um suspiro assustado. Era tão quente, tão grosso, pulsando na minha palma.

• Assim... segura firme, mas não muito apertado — murmurou ele, guiando minha mão. — Vai subindo e descendo devagar.

Eu obedeci, timidamente. Minha mão pequena mal conseguia fechar em volta daquela rola grossa. Comecei a mover para cima e para baixo, bem devagar, com muito receio. Meu rosto estava pegando fogo, o coração batendo tão forte que eu tinha certeza que ele conseguia ouvir.

• Isso... assim mesmo, Eve. Tá gostando? — perguntou ele, a voz rouca.

Eu mordi o lábio, envergonhada demais pra responder. Mas não parei. Meu corpo traía minha mente. Eu sentia uma excitação louca, uma vontade estranha de agradar ele. Minha bucetinha pulsava a cada movimento da minha mão.

Lucas gemeu baixinho, o que me deu um pouco mais de coragem. Ele colocou a mão sobre a minha, me ensinando o ritmo, apertando um pouco mais.

• Agora mais rápido... isso... você tá indo bem pra uma primeira vez.

Lucas segurou minha mão com mais firmeza, guiando o movimento.

• Assim, Eve... aperta um pouquinho mais. Sobe e desce devagar, sentindo a pele... isso... tá vendo como ele tá duro por sua causa?

Eu estava tremendo inteira. Minha mão pequena deslizava pela rola grossa e quente dele, sentindo as veias pulsando contra minha palma. Era tão diferente do que eu imaginava. Quente, duro, mas a pele era macia. Eu me sentia extremamente envergonhada, o rosto queimando, mas não conseguia parar. Meu corpo todo formigava, especialmente entre as pernas, onde minha calcinha já estava encharcada.

• Eu... eu tô fazendo direito? — perguntei baixinho, a voz quase um sussurro, sem coragem de olhar nos olhos dele.

• Tá indo muito bem, garota — respondeu ele, gemendo baixo. — Você tem uma mãozinha tão macia... continua... acelera um pouquinho agora.

Eu obedeci, tímida, aumentando o ritmo. Meu braço subia e descia, sentindo o pau dele pulsar na minha mão. Cada gemido que ele soltava me deixava mais molhada, mais corajosa. Eu mordia o lábio inferior com força, sentindo uma mistura louca de vergonha e excitação. Era errado. Eu sabia que era errado. Mas não conseguia parar.

Lucas respirava mais pesado. Ele segurou meu queixo com delicadeza e levantou meu rosto.

• Agora eu quero que você experimente com a boca. Só beija primeiro, tá bom? Não precisa ter medo.

Meu coração disparou. Eu olhei pro pau dele, brilhando na ponta, e senti um frio na barriga. Nunca tinha feito aquilo. Nunca nem tinha beijado um menino direito. Mas o desejo era maior que o medo.

Eu me aproximei devagar, o rosto queimando de vergonha. Dei um beijinho tímido na cabeça do pau dele. O cheiro era forte, masculino. Depois, com muito receio, abri os lábios e coloquei só a cabecinha na boca.

Lucas soltou um gemido grave.

• Isso... chupa devagar... usa a língua em volta...

Eu obedeci, desajeitada. Minha língua tocou a cabeça quente, sentindo o gosto salgado do pré-gozo. Chupei devagar, com vergonha, mas cada gemido dele me encorajava. Ele segurava meu cabelo com carinho, sem forçar, só guiando.

• Que boquinha gostosa... isso, Eve... desce um pouco mais... não precisa colocar tudo...

Eu tentei descer mais, mas engasguei. Tirei o pau da boca, baba escorrendo pelos lábios, e olhei pra ele envergonhada.

• Desculpa... eu nunca fiz isso... tô fazendo errado?

Lucas sorriu, passando o polegar no meu lábio inferior.

• Você tá indo ótima pra primeira vez. Relaxa a boca... respira pelo nariz... isso...

Eu voltei, mais confiante agora. Coloquei mais da rola na boca, chupando com mais vontade, a língua girando como ele tinha pedido. Meu corpo ardia. Eu apertava as coxas uma contra a outra, sentindo minha bucetinha latejar de excitação.

Lucas gemia mais alto, a mão no meu cabelo.

• Caralho, Eve... você aprende rápido... continua assim... vou gozar...

Eu não parei. Chupei com mais força, tímida mas curiosa, querendo ver o que aconteceria. Quando ele gozou, foi forte. Jatos quentes e grossos encheram minha boca de repente. O gosto era forte, salgado, cremoso. Eu engasguei um pouco, mas engoli parte, o resto escorrendo pelos cantos da boca.

Lucas puxou minha cabeça gentilmente pra trás, olhando pra mim com desejo.

• Engoliu um pouco... boa garota. Primeira vez e já foi assim...

Eu estava vermelha, ofegante, com porra escorrendo no queixo. Me sentia suja, errada... mas absurdamente excitada. Meu corpo todo tremia de desejo.

Lucas acariciou meu rosto.

• Quer aprender mais coisas amanhã?

Eu assenti, tímida, sem conseguir falar.

Pela primeira vez na vida, eu tinha acabado de dar minha primeira punheta e meu primeiro boquete.

E eu já queria mais.

Saí da casa da Camila com as pernas ainda tremendo. Durante todo o caminho pra casa, minha cabeça girava. O gosto dele ainda estava na minha boca. Meu corpo inteiro parecia diferente — quente, sensível, vivo de um jeito que eu nunca tinha sentido.

Cheguei em casa, cumprimentei minha mãe rapidamente e fui direto pro quarto. Tranquei a porta, me joguei na cama e fiquei olhando pro teto, o coração ainda acelerado.

Não conseguia parar de pensar.

Lembrava da textura quente e dura do pau do Lucas na minha mão. Do jeito que ele pulsava quando eu mexia. Do gemido grave que ele soltou quando eu coloquei na boca. Do gosto salgado quando ele gozou na minha língua. Do jeito que meu corpo inteiro tinha reagido — a bucetinha latejando, molhada, os mamilos duros, um fogo que eu nunca tinha sentido antes.

Eu me sentia suja.

Me sentia errada.

Mas, acima de tudo, me sentia viva.

Levantei a saia devagar e enfiei a mão na calcinha. Estava encharcada. Assim que meus dedos tocaram meu clitóris, soltei um suspiro trêmulo. Comecei a me tocar devagar, relembrando cada segundo.

“Eve... você tem uma boquinha tão gostosa...”

Gemi baixinho, enfiando um dedo dentro de mim. Nunca tinha me masturbado pensando em alguém de verdade. Era sempre só uma vontade vaga. Agora era diferente. Eu via o rosto dele, sentia o cheiro dele, o gosto dele.

Meu corpo se contorcia na cama. Acelerei os movimentos, dois dedos entrando e saindo enquanto esfregava o clitóris com a palma da mão. Os gemidos que eu tentava segurar escapavam mesmo assim.

Eu tinha chupado um pau.

Tinha dado minha primeira punheta.

Tinha engolido porra pela primeira vez.

E eu tinha adorado.

Quando gozei, foi forte. Meu corpo inteiro tremeu, as pernas se apertando, um gemido abafado contra o travesseiro. Fiquei ali, ofegante, olhando pro teto enquanto a realidade caía sobre mim.

Algo tinha mudado.

Eu não era mais a mesma Eve de antes. A menina tímida, estudiosa e inocente que entrou naquela casa tinha ficado pra trás. No lugar dela, havia uma garota que sentia um fogo constante entre as pernas, uma curiosidade perigosa, uma fome que eu sabia que não ia conseguir controlar.

Eu me toquei mais uma vez naquela noite. Depois outra. E outra.

Cada vez pensando no pau do Lucas. No gosto dele. No jeito que ele gemeu meu nome.

Deitada na cama, suada e com a calcinha encharcada, eu finalmente admiti pra mim mesma:

Eu quero mais.

Eu preciso de mais.

E eu sabia que, cedo ou tarde, eu ia voltar pra aquela casa.

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