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EVELYN E O CLIENTE

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Um conto erótico de Evelyn
Categoria: Heterossexual
Contém 2410 palavras
Data: 31/07/2026 13:23:34

Evelyn tinha 26 anos, era natural de Curitiba, e carregava a beleza típica das mulheres daquela terra - pele clara e macia, cabelos loiros que caíam suaves sobre os ombros, e olhos verdes que brilhavam como pedras de esmeraldas à luz do sol. Tinha 1,65m de altura, pesava 58kg distribuídos em curvas perfeitas, e mantinha o corpo esculpido na medida certa - praticava academia regularmente, mas sem exageros, sem músculos em excesso, apenas o suficiente para manter aquela silhueta estonteante que chamava atenção por onde passava. Não tinha filhos, e o corpo externava a firmeza e a vitalidade de quem ainda não tinha passado pelas transformações da maternidade.

Ela morava numa casa ampla em uma cidade tranquila com o marido, André, que trabalhava com tecnologia e atendia clientes, às vezes, em sua residência.

Naquela tarde, André estava reunido com um cliente importante - Marcelo, empresário do ramo de construção civil, um homem alto, forte, de pele morena e mãos grandes, na faixa dos 40 anos. Estavam na sala de reuniões do escritório de informática, André mostrando alguns relatórios no notebook, quando ouviram a porta da cozinha se abrir.

Era Evelyn.

Ela vinha direto da piscina, o biquíni minúsculo ainda molhado, o corpo brilhando sob a luz que entrava pela janela. A pele clara contrastava com o vermelho do biquíni, que mal cobria o necessário. Os seios cheios, a barriga lisa, os quadris largos - ela era uma visão que parava o trânsito.

- Desculpa a interrupção - ela disse, com um sorriso educado. - Não sabia que estava acompanhado.

- Marcelo, essa é minha esposa. Evelyn, esse é o Marcelo, cliente.

Marcelo se levantou, estendeu a mão. Ela apertou, e André viu o olhar dele percorrer o corpo dela - rápido, mas não rápido o suficiente.

- Prazer, Marcelo. Bem-vindo à nossa casa.

- O prazer é todo meu, Evelyn.

Ela sorriu, deu meia-volta e seguiu para o banheiro, os quadris balançando sob o biquíni molhado. Marcelo acompanhou cada passo com o canto do olho.

- Desculpa a falta de educação - André disse, rindo. - Ela passa o dia na piscina.

- Imagina. Casa bonita, esposa bonita... você é um homem de sorte.

- Obrigado.

Uns vinte minutos depois, Evelyn saiu do banho. Vestia apenas uma toalha branca que mal cobria o corpo - ia do meio dos seios até o meio das coxas, deixando os ombros nus e as pernas de fora. O cabelo loiro ainda molhado pingava água nos ombros.

Ela passou pela sala novamente, a caminho do quarto, mas parou quando viu André.

- Amor, você vai demorar? Tô pensando em pedir um almoço.

- Mais uns 20 minutos, acho. Esse calor está de matar.

Ela ficou ali, conversando, a toalha ameaçando escorregar a cada movimento. André viu Marcelo tentando manter os olhos nos monitores, mas o olhar dele escapava para ela - para os ombros nus, para as pernas, para o decote da toalha que mostrava mais do que escondia.

- Desculpa, Marcelo - André disse, se levantando. - Vou tomar um banho rápido, esse calor está insuportável. Já volto.

- Fique à vontade.

André saiu em direção ao banheiro, mas antes de fechar a porta, pegou o celular e abriu o aplicativo das câmeras de segurança. A sala do escritório tinha umas, discretas, instaladas havia meses para segurança do equipamento.

Ligou a ducha. A água caiu forte.

E colocou o celular no suporte, assistindo.

O que André assistiu a tudo pela câmera

A imagem e o som chegavam nítidos, em tempo real. A câmera da sala do escritório pegava o ângulo perfeito - a mesa com os monitores ao centro, as cadeiras, a porta. E os dois.

Assim que André fechou a porta do banheiro e ligou a ducha, Marcelo ficou paralisado. Não desviava o olhar de Evelyn - ela continuava ali, de pé, a toalha branca mal cobrindo o corpo, o cabelo loiro ainda gotejando pelos ombros.

Ele tentou disfarçar, virou-se para os papéis, mas os olhos voltavam para ela como se presos por um imã. Evelyn percebia. E, na tela, André viu o sorriso dela se abrir devagar - aquele sorriso que ele conhecia tão bem, o mesmo que precedia cada uma das noites mais quentes do casal.

- Seu marido é um homem ocupado - Marcelo disse, a voz visivelmente rouca.

- Ele é.

Ela não saiu. Ficou ali, passando a mão pelo cabelo molhado, o movimento lento, deliberado, fazendo a toalha se deslocar um centímetro. André viu o peito dela quase aparecer. Viu Marcelo engolir seco.

- Marcelo, né? - ela disse, inclinando a cabeça. - O que você faz?

- Construção civil. Sou engenheiro.

- Engenheiro... - ela repetiu, saboreando a palavra. - Deve entender bem de estrutura.

O duplo sentido pousou no ar como uma bomba. E então ela olhou para baixo.

André viu o momento exato em que os olhos verdes dela encontraram o volume na calça social de Marcelo. O tecido escuro estava esticado, quase rasgando, marcando um contorno que não deixava dúvidas. Era grande. Muito grande.

Ela não desviou o olhar. Ficou ali, imóvel, os olhos fixos naquele volume, os lábios se separando num quase suspiro. André viu a língua dela passar devagar pelo lábio inferior. Viu os olhos dela escurecerem de desejo.

- Nossa - ela murmurou, a voz quase inaudível. - Parece que a reunião foi produtiva.

- Desculpa, Evelyn, eu...

- Não desculpa - ela cortou, dando um passo à frente. - Não desculpa nada.

A Evelyn, como sempre, não era mulher de rodeios ou perdas de oportunidades. Assim, André a viu se ajoelhar.

O movimento foi lento, gracioso, ensaiado. A toalha se abriu na frente, revelando o vale entre os seios. Ela se ajoelhou entre as pernas abertas de Marcelo, as mãos pousando nos joelhos dele, subindo devagar pelas coxas, até alcançarem o cinto.

Os dedos dela brincaram com a fivela, sem pressa. Ele prendeu a respiração, as mãos cravadas nos braços da cadeira.

- Deixa que eu cuido disso - ela disse, a voz baixa, quente.

O zíper desceu.

E André viu o pau dele saltar para fora.

Na tela, a imagem se gravou na mente dele. Era enorme - devia ter uns 22 centímetros ou mais, grosso, da grossura de uma lata de refrigerante, moreno, com a cabeça rosada e brilhante, já endurecida, pulsando, com veias grossas correndo pela haste. A pele morena contrastava com os dedos claros de Evelyn, que o seguraram com as duas mãos, como quem segura um tesouro.

André viu o rosto dela. Os olhos verdes arregalados, a boca entreaberta, o fascínio estampado. Ela não disfarçou. Ficou ali um instante, apenas admirando, os polegares deslizando pelas veias, sentindo cada centímetro.

- Meu Deus, Marcelo - ela sussurrou, e a voz dela saiu trêmula de tesão. - Isso é uma obra de arte.

Ela passou a mão por todo o comprimento, da base à cabeça, sentindo o peso, a dureza. Levou-o ao rosto, encostou a bochecha na haste quente, fechou os olhos, inalando o cheiro dele.

- Delícia - ela murmurou.

Então abriu a boca e chupou.

André viu a cabeça rosada desaparecer entre os lábios dela. Viu as bochechas dela se contraírem, sugando, enquanto a mão direita massageava a base. Viu ela ir descendo aos poucos, engolindo cada vez mais, o queixo esticado, os olhos fixos nele - e viu Marcelo jogar a cabeça para trás, as mãos indo para os cabelos loiros dela.

- Caralho, Evelyn - o gemido dele chegou claro pela câmera. - Que boquete...

Ela acelerou. A cabeça dela subia e descia num ritmo que André conhecia bem - ela era boa nisso, sempre foi, e agora estava dando o melhor de si para aquele estranho. A mão livre desceu para o saco dele, apertando de leve. Ela engolia fundo, babava, sujava a calça social dele, e não ligava.

André viu os olhos dela encontrarem os dele enquanto chupava. Viu a safadeza naqueles olhos verdes. Viu ela tirar a boca por um instante, o fio de saliva ligando os lábios à cabeça do pau, e dizer:

- Gostoso assim? Ou você quer mais?

- Quero mais - ele grunhiu.

Ela riu, baixinho, e voltou a chupar com ainda mais fome. A mão apertou mais o saco. A outra segurou a base e começou a bater uma punheta no ritmo da boca.

- Para - ele pediu, ofegante, puxando a cabeça dela. - Para, senão eu vou gozar.

Ela parou. O sorriso safado nos lábios molhados e brilhantes.

- E daí? Goza na minha boca.

- Não. Quero você de outro jeito.

Foi quando ele a puxou pelos braços. André a viu ser levantada, virada de costas, inclinada sobre a mesa do escritório - o notebook escorregando para o lado, uma caneta rolando pelo chão. Ela apoiou as mãos na superfície, a bunda empinada, a toalha ainda pendurada na cintura.

André viu Marcelo tirar a toalha, extremamente cheio de tesão.

A imagem na tela mostrou a bunda perfeita dela - redonda, firme, ainda úmida do banho. E entre as pernas, a bucetinha rosada apareceu, depilada, já molhada, aberta, pronta para o prazer.

- Porra - ele murmurou, e a voz dele saiu reverente. - Que bucetinha linda, será que me aguentará?

Ele cuspiu na mão, passou no pau. André viu a mão morena dele guiar a cabeçona arroxeada até a entrada, viu Evelyn se inclinar mais, empinando, oferecendo-se por completo.

- Enfia - ela pediu, a voz trêmula. - Enfia tudo, Marcelão.

E ele meteu.

O pauzão inteiro, de uma vez.

André viu o corpo dela se sacudir na mesa, as mãos arranhando a superfície, o grito que escapou:

- Isso... assim... fundo... tudo...

Ele começou a meter. O ritmo era forte, acelerado, sem piedade. André viu os quadris dele batendo na bunda dela produzindo um som de palmas, viu o pau moreno entrando e saindo daquela bucetinha clara, viu o contraste das peles, o brilho da lubrificação.

- Gostosa - ele grunhia, as mãos cravadas nos quadris dela. - Bucetinha apertada...

- Mais - ela pedia, sem vergonha. - Mais, Marcelo, quero tudo...

Ele metia cada vez mais forte. André viu os seios dela balançarem a cada estocada. Viu as unhas dela deixando marcas na mesa. Viu o suor escorrendo pelo rosto dele, a camisa social amassada.

André começou a cantarolar no banheiro, a ducha ligada, dando tempo. Dando todo o tempo do mundo para eles transarem o quanto quisessem e pudessem.

Ele viu Evelyn gozar. O corpo dela se arqueou inteiro na mesa, os dedos se abrindo, o grito:

- Marcelo... eu vou gozar... e gozou gostoso dentro da bucetinha dela.

E o corpo dela tremendo, se apertando, espremendo o pau dele. Um orgasmo. Depois outro. Ela gozava repetidas vezes, sem parar, enquanto ele continuava metendo, incansável.

- Caralho, você é insaciável - ele grunhiu.

- É você - ela respondeu, ofegante. - Esse pau é de outro mundo...

Mais algumas estocadas e o ritmo mudou. Ele puxou o pau, ainda duro, brilhante. Evelyn se virou rapidamente, ajoelhou-se na frente dele, abriu a boca e o fez gozar novamente.

André viu ele gozar nela - jorros grossos, quentes, abundantes, que recebeu tudo de boca aberta, os olhos fixos nos dele. Ela engoliu parte devagar, passou a língua nos lábios, o resto que escorreu pelo queixo e seios.

- Delícia - ela disse, se levantando. Precisamos repetir a dose.

Ela se recompôs. Ajeitou a toalha, passou a mão no cabelo, como se nada tivesse acontecido. Marcelo caiu na cadeira, ofegante, a camisa aberta, o pau ainda pulsando.

- Vou ali me vestir - ela disse, com a voz calma. - Quando meu marido voltar, diz que fui fazer o almoço.

Ela saiu, os quadris balançando, deixando Marcelo atordoado na sala do escritório.

André desligou a ducha. Enxugou o corpo, se vestiu, e esperou mais alguns segundos no banheiro, dando tempo para que os dois se recompusessem completamente. Quando saiu, a expressão era a mais neutra que conseguiu.

- Pronto - ele disse, entrando na sala. - Esse banho salvou minha vida.

Marcelo estava sentado, os papéis organizados na frente dele, o rosto recomposto. Mas André viu o brilho nos olhos dele, o suor na testa, a camisa levemente amassada.

- Tranquilo - Marcelo disse, a voz um pouco rouca. - Acho que já resolvemos tudo por hoje.

- Ótimo. Qualquer coisa, me liga.

- Com certeza. E... agradece à Evelyn pela hospitalidade.

- Pode deixar.

Ele se levantou, apertou a mão de André, e saiu. O carro ligou e partiu.

André fechou o portão.

Subiu as escadas.

Ela estava no quarto, deitada de costas na cama, ainda só de toalha. Quando o viu entrar, sorriu.

- O cliente foi embora?

- Foi.

André se sentou na beira da cama. Passou a mão na perna dela, devagar.

- Vi tudo - ele disse.

Ela não se assustou. Apenas sorriu, dizendo: Eu tinha certeza de que estavas assistindo.

- E o que achou, fui bem?

- Achei que você está com muito tesão.

- Tô - ela respondeu, a voz baixa. - Muito.

- Eu também.

André puxou a toalha, revelando o corpo nu. A bucetinha ainda estava molhada, vermelha, aberta, escorrendo esperma, marcada pelo sexo intenso que ela tinha acabado de ter.

- Vem cá - ele disse.

Ela veio.

Ele deitou-a na cama e abriu suas pernas. Passou a língua devagar por toda a extensão, sentindo o gosto dos dois - o mel dela misturado com o suor e o esperma de Marcelo. Ela gemeu alto, os dedos cravados nos lençóis.

- Lambe - ela pedia. - Lambe tudo...

Ele lambeu. Cada centímetro, cada dobra, cada resquício. O clitóris inchado, os lábios abertos, a entrada pulsando. Sentiu o gosto do outro homem na mulher dele, e o tesão subiu como uma onda.

- Chupa essa bucetinha suja de porra - ela gemia. - Chupa...

Ele chupou com vontade, a língua encontrando o ponto exato, fazendo ela se contorcer.

- André, eu vou gozar...

- Goza - ele disse, a boca ainda nela. - Goza na minha boca.

Ela gozou com um grito, o corpo inteiro tremendo, a vagina se apertando contra a língua dele.

Ele subiu sobre ela, o pau duro, e entrou de uma vez.

Ela gemeu, abraçando-o com as pernas.

- Agora é a nossa vez - ele disse.

- Sempre foi - ela respondeu, beijando-o.

E começaram, lentos no início, depois mais rápidos, mais profundos. Evelyn montou nele, depois virou de quatro, depois de ladinho - explorando todo o tesão daquela mulher linda, ao jeito deles, até gozarem juntos, os corpos suados, os lençóis amassados.

Ficaram ali, abraçados, a respiração voltando ao normal.

- Ele volta amanhã - André disse. - Para fechar o contrato.

Ela riu, baixinho, aninhando-se no peito dele.

- Então amanhã vou receber ele de biquíni novamente.

André apertou-a contra o peito, um sorriso nos lábios.

- Tomara que a reunião seja longa, pois você estará a sós com ele para assinar o contrato. Portanto, dê o seu melhor, metam muito, falem sacanagem mais alto, gema no pauzão dele, exprima seu tesão ao máximo, pois estarei escondido no quarto de hóspedes assistindo a tudo, cheio de tesão.

evelyneandre100@hotmail.com

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Foto de perfil genéricaEvelyn do ménageContos: 25Seguidores: 84Seguindo: 1Mensagem Adepta ao ménage masculino, swing, dupla penetração, sexo interracial, corno, amigo, boquete, infidelidade, beijo na boca, puta, esposa, penetração, traição, hotwife, amigo, sexo, casada, sexo oral, cuckold, comedores, putaria, tesão, marido, vizinho

Comentários

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Mais um corno manso e uma puta safada, esse tipo de conto com mulheres e homens vulgares, onde o homem entrega a mulher com muita facilidade e sem uma preparação, está dominando a CDC.

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