Retomando as aulas, comecei a procurar estágio, precisava trabalhar né, mandei um milhão de currículos, até que uma construtora grande me chamou para uma entrevista.
Fui até o local ainda nervoso, embora já não fosse tão tímido quanto antes. Primeiro conversei com o pessoal do RH. Depois, conheci o gestor responsável pela vaga. Eles me explicaram que eu iria começar auxiliando os demais engenheiros e aos poucos eu iria ganhando mais funções.
Quando a entrevista terminou, o gestor olhou o relógio e perguntou se eu tinha mais alguns minutos. Disse que a obra onde o estagiário trabalharia ficava perto dali e que poderia me mostrar um pouco da rotina da empresa.
Chegando lá, ele me apresentou a algumas pessoas da equipe, mas deixou claro que eu ainda era apenas um candidato. Todos me receberam bem e desejaram boa sorte no processo.
Fomos até o setor de compras, ficava na obra mesmo, se eu fosse aprovado, eu precisaria passar por ali quase todos os dias para acompanhar pedidos, materiais e liberações.
Um perfume adocicado tomou o ambiente quando entrei.
O gestor me apresentou à Patrícia (gerente do setor, devia ter uns 45 anos), Renata (analista, essa parecia ter uns trinta anos) e Luísa (estagiária, essa tinha um rostinho de menina), pensei, essa aí deve ser menor aprendiz, kkk, eu ficava tentando adivinhar as coisas sobre as mulheres.
Não sabia de qual das três vinha, mas aquele cheiro despertou em mim uma estranha sensação de familiaridade. Por mais que tentasse, não conseguia lembrar onde já o tinha sentido.
Tentei não criar expectativa, mas aquilo parecia um bom sinal. Não deveriam mostrar o local de trabalho para todos os candidatos.
Após tudo isso, eles disseram que iriam entrevistar mais uns candidatos e me dariam o retorno em até uma semana.
Isso foi sacanagem, eu achei que já iria sair dali contratado, me apresentaram tudo, e me falam uma dessas, aff.
Voltei para casa, com aquela ansiedade a mil por hora, quando cheguei em casa, Rodrigo percebendo que eu estava mais radiante já achou que eu tinha saído com alguém, ele ainda ficava fazendo essas piadinhas, mas eu sempre cortava, não queria mais nada em família não.
Mandei mensagem para o Lucas, falei que estava confiante que iria ser chamado, ele me deu os parabéns e falou que se eu passasse, poderíamos sair para comemorar.
Ai, ai, esse Lucas, sempre com segundas intenções...
Cada vez que o telefone tocava eu corria para atender, era telemarketing uma vez, venda de celular, venda de consórcio, venda de plano funerário, puta que o pariu, nada da construtora, isso me deixava um pouco irritado.
Eu fiquei tão tenso com isso que eu mesmo mandei mensagem para o Lucas perguntando se ainda estava de pé de ir lá jogar videogame.
Bicho safado, queria, mas agora disse que teria que ver quando teria tempo, só para me provocar.
Depois de algumas horas ele respondeu que eu poderia ir na casa dele no dia seguinte.
Eu perguntei se Júlia estaria lá.
Ele respondeu que não, e questionou se eu só jogaria com ela lá.
Falei que não, que iria lá jogar da mesma forma, mas também queria saber como seria jogar com uma nova jogadora.
No dia seguinte, fui para lá cedo, os pais dele e a Júlia ainda estavam em casa quando cheguei, eles perguntaram o motivo da visita, falei que tínhamos trabalho da faculdade para fazer, a Júlia nos olhou já sabendo que não tinha trabalho nenhum e sabia o que iria acontecer ali.
Tomamos café, os pais dele saíram e ficaram apressando a Júlia para sair também, gritaram "Júliaaaaa, se não sair agora você terá que ir de condução!", eles dariam carona para ela, enquanto Lucas estava no banheiro, Júlia veio se despedir de mim e falou:
— Que bom que você veio, o Lucas está bem estressado ultimamente, acho que precisava de uma boa limpeza nos dentes, divertam-se.
E saiu sorrindo.
Aquilo me deixou sem jeito, ela sabia o motivo de eu estar ali, eu também sabia, Lucas também sabia, mas era para ser um segredo.
Bom enfim, todos saíram de casa, fiquei na sala jogando videogame enquanto Lucas enrolava no banheiro.
Lucas saiu do banheiro apenas com uma toalha na cintura. Fingiu que procurava alguma coisa no armário enquanto eu tentava continuar olhando para a televisão. O problema era que eu não fazia ideia do que estava acontecendo no jogo. Meu olhar insistia em voltar para ele.
— Perdeu o foco? — perguntou, sem nem olhar para mim.
— Tô jogando.
— Tá mesmo?
Levantei os olhos. Ele já estava me encarando, com aquele sorriso de quem sabia exatamente o efeito que estava causando.
Ele veio até mim, e sentou-se no meu colo e começou a me beijar com muita intensidade e eu gostava disso.
Foi tirando minha roupa, com força e eu me deixando levar, ficando cada vez mais passivo ali com a situação.
Fiquei completamente nu, nisso ele ficou em pé e puxou minha cabeça para chupá-lo, que rola gostosa, mamei muito nele, ele forçava minha cabeça contra a pica dele, eu engasgava, mas não parava, apertava a bunda dele com força.
Ele me virou de quatro, eu estava tão passivo que nem tentava resistir, fiquei de quatro para ele e empinei bem a bunda, ele já veio socando, como fazia tempo que eu não fazia sexo anal, doeu um pouco, soltei um gemido alto, nisso ele deu um tapão na minha bunda, o que me fez sentir mais prazer, então comecei a sentar com força no pau dele.
Ele percebeu que eu estava gostando daquilo e começou a me xingar de viadinho, de putinha e eu ia sentando com mais vontade, às vezes vinha um tapa na bunda, na costela e cada vez mais forte, eu me contorcia todo mas metia mais forte.
Até que meu telefone tocou, eu deixei tocar, estávamos quase gozando, ele socou mais umas vezes e encheu meu cuzinho de porra, nossa estava cheio dessa vez, senti aquele jato dentro de mim.
Fiquei anestesiado, um misto de dor e prazer.
O telefone tocou novamente, estava insistindo aquele número, resolvi atender.
Eita era da construtora. Disseram que eu tinha passado, informaram a data do exame médico, os documentos que eu precisava levar e quando eu iniciaria, tudo isso era em uma semana.
Fiquei feliz com a vaga.
Contei ao Lucas, que também ficou contente e disse que tínhamos que comemorar.
Eu disse que já tínhamos comemorado.
Ele disse para comemorarmos novamente, me levou até o banheiro, eu ainda estava com meu cuzinho um pouco dolorido, mas estava excitado, ele falou para eu entrar no chuveiro que ele já voltava, comecei a tomar banho, ele retornou e trouxe uma calcinha estampada "Fode com força!".
Achei bem estranho, de onde ele tirou uma calcinha dessas?
Ele disse:
— É da Júlia, você não conhece ela de verdade!
Fiquei um pouco sem palavras, mas falei, você deve ter armado isso, seus pais nunca deixariam ela usar uma roupa dessas!
— Eles não sabem, ela esconde, e eu já descobri o esconderijo dela.
Fiquei excitado com aquilo, ele me deu a calcinha e mandou eu colocar.
Resisti um pouco, falei que iria molhar, ele já me puxou pelos cabelos com força e disse.
— Tá esquecendo quem manda aqui?
Eu parecia uma garotinha nas mãos dele, coloquei a calcinha, e empinei a bundinha para ele, ele veio sem dó e socou mais umas vezes, gozou novamente.
Depois do banho nos trocamos, fomos almoçar, ele colocou a calcinha da irmã para secar, me mostrou os "segredinhos" que ela escondia, tinha vibrador, lubrificante, máscara, chicote...
Não pareciam coisas da Júlia, também estava muito estranho o lugar onde ela havia escondido tudo, qualquer um poderia achar ali.
Esperei os pais dele chegarem, fiquei até o jantar, quando Júlia chegou, começou a fazer piadinhas, perguntando se nos comportamos, se escovamos os dentes.
Dia acabou, hora de voltar para casa, eu estava cansado e cheio de histórias novas para pôr no currículo, ou não.
No caminho ainda veio uma mensagem no celular, dessa vez da Júlia.
— Percebi que vocês encontraram os brinquedinhos que deixei. Pelo estado da calcinha, alguém obedeceu direitinho ao que estava escrito. Acho que já sei quem foi... Agora vocês me devem uma nova!
Nem respondi. Achei melhor apenas voltar para casa e me preparar para os próximos dias
