[Janeiro de 1986 — Europa]
Marie encontrava-se nua, em meio a sauna, com apenas um roupão de algodão recobrindo seu corpo. Sua pele molhada, revestida pelo suor e calor, brilhava em tom perolado; já os fios de seus cabelos grudavam em sua tez.
A garota, em seus quase 19 anos, estava corada, com seu olhar baixo rumo aos próprios pés. A respiração trêmula. E atrás dela estava o homem, Adam, com seu corpo protegendo o de Marie, a segurando entre seus braços. Abraço firme, ele dava.
Ela sentia as mãos do homem deslizando sobre seu corpo, vagarosa, e acarinhando em calmo ritmo. Na cintura os dedos dele afundavam, e no braço dela a mão dele deslizava. Enquanto Marie empinava o quadril, contra o homem, sentindo roçar em suas nádegas o pênis de Adam.
— Pai… Papai… — Marie gemia, entre arquejos, apreciando a respiração gelada de Adam que batia em sua pele. Estreitava as vistas, deixando-se ir pelas sensações. Os braços dele, deslizando pelos seus, um arrepio causavam. Em um arrepio, esteve, quando um beijo de Adam veio.
— Já te disse o quanto você é linda, minha princesa? Tão perfeita que me enche de tesão — Adam sussurrava, sensual, no ouvido da garota, onde na orelha dela sua língua passeava, a molhando e fazendo-a arrepiar por inteiro. Nele, o corpo dela encaixava-se.
— Vou fazer você sentir-se maravilhosa… Então confia no teu pai, meu cisne — as mãos largas do homem desceram, indo dos braços de Marie e encontraram sua vulva exposta. Molhada e o clítoris já enrijecido, ele esfregou-a com a ponta de suas digitais. Movimento lento que aos poucos acelerava.
O corpo da mulher era pequeno, de porte fino e delicado, esticando em arcos suaves e curvas dotadas de volúpia. Seus seios eram minúsculos, mal ocupando a própria palma, de mamilos rosados saltando na pele branca. As nádegas eram redondas e carnudas, moldadas em sua maciez pelo mais leve dos toques.
E sua vulva, pequena, se abria ao toque e expunha os fluidos obscenos que dela vazavam. O vapor que subia, em seu doce sabor, misturava ao calor da sauna e ao suor dos corpos.
Adam, então, começava a beijar a garota, descendo por seu pescoço, onde imprimia seus lábios e marcava-na com sua língua. A outra mão agarrava o pescoço dela, gravando-a com suas digitais e dominando-a com virilidade.
Ela sentia suas pernas fraquejarem e sua vagina tremer. O calor subia até a cabeça, deixava-a em branco. E ela agarrava a mão do homem que brincava com sua vulva e invadia sua vagina. Com os outros dedos, Marie massageava os próprios seios, estimulando seus mamilos.
— E pensar que minha filhinha gemeria assim… Tão fofo — grave e profunda era a voz do homem. Em sua rouquidão, ela ressoava na sauna. Um beijo na bochecha dela, se seguiu, e então um leve mordiscar, sem força foi feito.
— Eu te amo… Te amo… Papai, eu te amo — Marie de repente foi beijada por Adam. Sua língua adentrou a boca da garota, e lá ocupou-se de dominá-la. Os lábios domados por ele. Entre a troca de salivas, os arquejos dela ocuparam o ambiente.
Dentro da garota, em sua vagina, os dedos do homem brincavam e sua mão movia-se com habilidade. E, então, o chapinhado dos toques do homem aceleravam, mais intensos dentro da vagina da garota. Molhado e erótico era ritmo.
A vulva de Marie escorria, líquido viscoso, e grudou nos dedos de Adam. E entre cada estímulo, pingava ainda mais, caindo sobre o assoalho. Sensível, ela já sentia que novamente iria gozar.
A garota, e suas pernas, cederam. O corpo esticado e os pés retorcidos. Sentia, em um choque único, prazer escorrer por todo seu corpo. Da vagina subia até sua cabeça, em um arrepio energético. Vulva pulsando e pernas tremendo. Um esguicho, curto, escapou de repente. Coração acelerado.
Ao gozar, então, sentiu seu corpo por um momento desligar, sem força e entregue ao homem. Arquejava, rápida.
— Parabéns… Esse foi incrível, princesa — Adam tirava seus dedos de dentro da vagina de Marie, vendo um filete viscoso crescer e logo romper. Ria brando, vendo a face corada da garota. Um leve beijo, ele depositou no topo dos fios dela, em que logo alisou-a em seu rosto com delicadeza.
— Eu me sinto como se estivesse tão leve… — Marie exclamou, com seu corpo relaxado e sem forças, escorrendo pelo assento da sauna e sentando-se no chão. E, em frente a ela, o pênis de Adam se fixava, forte e viril.
— Quer meu pau, querida? — o homem riu, pegando seu órgão entre os dedos. Ele assistia a garota contemplar seu membro. O olhar dela perdido, passeando pelo penis dele, admirava-o crescer. Ela mordia o canto dos lábios, quando afundou seu rosto na virilha do homem.
— O pau do meu pai… É tão enorme — Marie murmurou, fungando o órgão do homem, tendo o odor viril que o marcava invadindo suas narinas e ocupando-lhe a mente. Forte, o suor era salgado, com leve tom almiscarado.
— Pai… Posso ver você se masturbar? — a garota aos poucos deslizava sua cabeça pela virilha do homem. Ela encarava, em súplica, ele em seus olhos. Ao mesmo, Marie estimulava o próprio clítoris, com a ponta de seus dedos.
— Claro… Seu pai vai fazer isso, meu bem — Adam, com a ponta de seus dedos, segurava o próprio pênis. Balançava-o no ar, acertando o rosto de Marie, que arquejava em cada golpe. E então, ele agarrou o membro, longo e grosso, e deslizou sua mão por ele. Subia e descia.
— Tão… Lascivo — a garota murmurava, baixo, admirando o órgão do homem. Hipnotizada estava, vendo-o enrijecer-se pelo aperto dos dedos de Adam. Da glande certo líquido escorria, pingando ao chão e lambuzando-o por completo.
Minutos em silêncio passaram.
Adam prosseguia o movimento erótico. Com força ele deslizava sua mão, sentindo suas veias e membro pulsarem. O escroto, que pendia no ar, balançava em cada estocada. Por vezes, o homem parava de esfregar seu membro, apenas para sacudi-lo frente a garota.
Marie, enquanto observava hipnotizada pela lascívia, roçava seu clítoris, estimulando-se junto ao homem. Gemia, alto e em tom molhado, tendo seus lábios entreabertos e a língua posta para fora. E acordava de volta, quando era golpeada em seu rosto pelo órgão de Adam. O impacto, que era recebido entre arquejos; o cheiro de suor e pré-gozo misturados invadiam os sentidos.
E novamente distraía seu olhar naquele pênis.
— Onde você quer que eu ejacule? Eu já estou quase lá — Adam acelerou o movimento. Com mais força esfregava e sentia o órgão pulsar entre cada estocada. A outra mão já agarrava o cabelo de Marie, atrás da cabeça dela.
— Me cobre com sua porra… Me marca inteira, a sua filha — em voz amena e tom suplicante, Marie implorou. Sua cabeça guiada pelo homem, sentindo seu rosto roçar-se na glande dele.
E, de repente, ele ejaculou. O esperma, em seu tom prateado, era expulso do membro de Adam e despejado sobre o rosto de Marie. Quente, ele grudava na garota e, em sua textura espessa, escorria pela face dela e gravava-se em sua tez. Seu cheiro adocicado inundava o olfato, e com volúpia preenchia-na em sua mente.
Estava ela, em todo seu rosto, recoberta pelo esperma de seu próprio pai, que desenhava sua delicadeza e marcava-na com lascívia.