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Namorada da Buceta peluda e seu cheiro PT.3

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Um conto erótico de Feticheterapia
Categoria: Heterossexual
Contém 1143 palavras
Data: 31/07/2026 10:21:17
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

De volta! Como estão as coisas por ai?

Continuando a narrativa sobre como minha ex se transformou numa amante de coisas nojentas (e que me deixavam louco), aqui está a 3a parte

(Se ficou excitado ou excitada, deixe as estrelinhas ou comente pra mais gente gozar juntos hahaha)

Pra entender a transformação da minha namorada, veja os dois primeiros contos!

IMPORTANTE: Estou usando IA para edição e correção. Me ajuda a publicar mais rápido. Inclusive quero ouvir o que vocês

mais gostaram! Quem sabe eu não passei por uma situação parecida que vale contar?

_____________________________________________________________

Depois do estrago feito no rosto dela, eu lambendo aquele misto de porra e saliva, sentindo o gosto dela na minha língua, a respiração ofegante ainda ecoando pela cozinha, fiquei de frente pra ela, nossos corpos colados, suor e gozo escorrendo.

Ela passou a mão no próprio rosto, limpando os restos, e levou os dedos à boca.

— Hum... gostoso.

Fomos pro banheiro. Ela abriu o chuveiro e entramos. A água quente batendo nos nossos corpos, o vapor começando a encher o ambiente. Peguei o sabonete, mas antes que pudesse ensaboar, ela segurou minha mão.

— Espera.

— O que foi?

Ela olhou pra baixo, pro meu pau, ainda semi-duro, coberto de suor e melado de nós dois.

— Não lava ele ainda.

— Como assim?

— Quero sentir o cheiro de você hoje. Depois você lava. Só... passa água no corpo, mas não lava o pau.

Olhei pra ela, surpreso. Ela falava sério. O olhar dela tinha algo diferente — uma segurança, um deboche. Ela já tinha entrado no jogo.

— Tá bom.

Passei água no corpo, nada de sabão. Ela fez o mesmo. O vapor quente só intensificava os cheiros. Suor, porra, buceta, cu — tudo impregnado no ar.

De repente, ela se virou, apoiou as mãos na parede do box e arqueou as costas, empinando a bunda na minha direção. A água escorria pelas costas dela, deslizando entre os pelos. E que visão era aquela. O cu dela era uma moldura de pelos pretos grossos e encaracolados que contornavam toda a região interna da bunda, formando um desenho selvagem que subia do períneo e se espalhava como pequenos redemoinhos ao redor do ânus. Os fios mais longos, molhados pela água, pendiam pesados, grudados na pele — alguns finos e outros grossos como arames, todos se encontrando no centro daquele alvo perfeito. A água batia e escorria, fazendo os pelos se moverem como algas na corrente.

Ela virou o rosto por cima do ombro:

— Limpa ele com a boca. Do jeito que ele tá.

Nunca pensei que fosse ouvir isso dela. Sem hesitar, me ajoelhei no box. A água batia na minha cabeça e escorria. Abri aquela bunda com as duas mãos e vi o cu dela — suado, levemente sujo do dia, com aqueles pelinhos pretos molhados, grudados.

Enfiei a cara.

Passei a língua devagar, sentindo o gosto. Ela gemeu baixinho. O cheiro era forte — o suor acumulado do dia, o resíduo do sexo. Eu lambia sem parar, limpando cada dobra, sentindo os fios de pelo na língua.

— Isso... lambe bem... quero sentir sua língua lá dentro...

Ela se abriu mais, arqueou mais. Enfiei a língua no cu dela enquanto a água quente escorria em nós dois. Ela se masturbava por baixo, os dedos mergulhados naquele bucetão peludo.

Fiquei ali por minutos, até ela tremer, quase gozando.

— Para, para, senão eu caio.

Ela se virou, me puxou pra cima e me beijou. Senti meu próprio gosto na boca dela. Uma bagunça de sabores.

Ela desligou o chuveiro e pegou a toalha. Se secou primeiro — passou por todo o corpo, pelos pelos, por entre as pernas. Depois, com um sorriso no canto da boca, jogou a toalha no meu peito.

— Sua vez. E não vai lavar ela não, hein? Essa toalha agora é minha. Quero que você se seque com o cheiro da minha buceta.

Segurei a toalha ainda morna. Levei ao rosto. Inspirei fundo. O cheiro dela estava impregnado no algodão. Passei no corpo, sentindo cada fibra carregada do odor dela.

Ela ainda estava lá, de pé sob a luz amarela do banheiro, as gotas escorrendo pelo corpo. A visão era de parar o coração. Não se via mais a região da pele na buceta — apenas um amontoado de pelos pretos, densos, que cobriam todo o monte de Vênus, se estendendo pelo períneo até o cu. Grossos fios encaracolados se espalhavam como uma mancha escura e selvagem, contrastando com a pele clara dela. Alguns fios mais longos escapavam pelas laterais, formando pequenos tufos irregulares que subiam em direção à barriga. A água ainda escorria, pingando das pontas dos pelos, criando pequenos veios que desenhavam caminhos no meio daquele matagal. Ela passou a mão distraidamente, ajeitando alguns fios, e eu vi o volume — aquele volume que nenhuma depilação conseguiria disfarçar.

Saímos do banheiro, pelados. Ela foi direto pra cama, deitou de bruços, a bunda pra cima. Os tufos de pelo saindo do rego ainda molhados.

— Vem.

Deitei ao lado. Ela se aninhou em mim, as costas coladas no meu peito. Estávamos suados de novo — o calor do banho, o corpo grudando.

Virei ela de frente e enfiei a cara no meio das pernas dela. Ainda cheirosa, ainda molhada, com gosto de banho mal dado.

— Você vai me chupar de novo?

— Até você dormir.

Ela riu e passou a mão no meu cabelo enquanto eu descia.

Ela dormiu primeiro. Eu fiquei ali, deitado, sentindo o cheiro de nós dois no lençol, na toalha amassada no chão, no corpo dela ao lado.

A luz da lua entrava pela cortina, iluminando o corpo dela na cama. Ela estava de bruços, a bunda levemente levantada, e a visão era de tirar o fôlego. Os pelos pretos que contornavam o cu se espalhavam desordenados pelo lençol branco, formando uma mancha escura e irregular. Alguns fios mais longos escapavam pela fenda, se estendendo pelo início das coxas. Era um matagal denso, que não se via mais a pele por baixo — apenas aquele emaranhado de fios grossos e encaracolados que subiam do cu, passavam pelo períneo e se perdiam na buceta, que estava virada pra baixo, escondendo o resto daquele tesouro. A respiração dela fazia os pelos se moverem levemente, como um bosque ao vento.

Pela primeira vez, eu tinha alguém pra dividir um dos meus maiores fetiches. E isso era muito forte.

(Continua...)

Comenta e dá estrelinha para mais gente sentir prazer vendo este conto, tá?

Gosto de contar e explorar meus fetiches, acho isso terapêutico. Se você tem algum desejo reprimido e gostaria de expressá-lo, no sigilo, ou não, manda um e-mail para

>>>>>>>>>> Feticheterapia@gmail.com

Pessoalmente, me atraio por mulheres (CIS ou TRANS), contudo acredito que todo mundo merece um espaço para desabafar sobre os seus mais sórdidos desejos.

Adoraria ouvir sobre o que te dá tesão e poder dividir também um pouco de tudo que me excita.

Grande abraço - FT

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