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Confissões de uma Arquiteta: Meu Primeiro Ménage

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Um conto erótico de TTT
Categoria: Heterossexual
Contém 5699 palavras
Data: 31/07/2026 09:59:12

Oiii, gente, é a Tainá de novo aqui, com mais uma novidade, prometi da última vez que tinha mais história e nossa... esse ano tá bem agitado kkkk

Esse relato aqui vai ficar meio longo, já peço desculpa desde já, mas é que não quero só contar a parte da ação, quero contar tudinho, para vocês entenderem como que tudo aconteceu de fato.

Já digo para vocês que me arrependo muito de ter feito isso, e vocês vão entender o porquê, acho que foi uma das maiores merdas que já fiz, mas eu explico depois kkkkkk

Mas vamos lá, a grande novidade que tenho para contar, não é só sobre homem não, tá!!! Tô super feliz porque depois de anos pagando aluguel no Brooklin, finalmente consegui financiar um apartamento pequeno em Moema.

Meu pai ajudou com boa parte da entrada e eu já tinha juntado o restante aos poucos. Em vez de continuar jogando dinheiro embora com aluguel, agora estou pagando o próprio imóvel.

É um apartamento compacto, 48 m², num prédio novo de 20 andares, bem localizado, a poucas quadras da estação. Nada luxuoso, mas é meuuuuuuuu.

Mas ai vem o problema neh. O apartamento veio completamente cru.

O antigo dono tinha comprado na planta para a filha, mas os planos mudaram e o lugar ficou parado por mais de um ano. Nunca tinha sido habitado. Quando recebi as chaves, encontrei paredes sem pintura final, piso só no contrapiso em alguns cômodos, banheiro com problemas de impermeabilização e uma cozinha que ainda precisava de vários ajustes. Por isso não consegui me mudar na hora.

Combinei de ficar temporariamente no apartamento da Letícia aqui em SP, dormindo no sofá-cama da sala, enquanto resolvia as reformas.

E gente… a vida de obra é um inferno, juro. As idas e vindas começaram a comer minhas tardes e meus fins de semana inteiros. Eu saía do trabalho já morrendo, pegava Uber ou ia de carro até Moema, e lá ficava acompanhando pedreiro, eletricista, o cara do porcelanato, o montador dos armários… tudo. O banheiro então? Absurdo. O ralo do box não escoava direito, a parede do chuveiro tava com uma umidade estranha e o encanador da construtora demorava SEMANAS pra aparecer. Eu ficava horas em pé, de capacete, respondendo mensagem do trabalho com uma mão e apontando defeito com a outra. Chegava na casa da Letícia morta, corpo doendo, cabeça cheia de orçamento e vontade de sumir.

Foi nesse vaivém todo que comecei a esbarrar com o síndico. Seu Roberto, 59 anos, aposentado, sempre de camisa social. O homem aparecia quase toda vez que eu tava no prédio. “Você precisa avisar a administração com antecedência quando for receber material”, “Doutora, o horário de obra é até as 18h”, “Doutora, o elevador de serviço tá com prioridade pro 8º”.

Nunca foi grosseiro, mas era aquele tipo de fiscalização constante que irrita pra caramba. Eu respondia com educação forçada e seguia minha vida.

A outra presença incômoda era a dona do 72, com quem eu dividia a vaga de garagem. Mulher de uns 40 e poucos, poucos anos mais velha que eu, magra, cabelo sempre impecável, unha feita, roupa de academia cara até pra ir na padaria. Andava toda pomposa, queixo erguido, como se o prédio inteiro fosse extensão da casa dela. Claramente esposa-troféu. Desde o primeiro dia seca pra caralho.

A gente se conheceu no dia que eu estacionei pela primeira vez na minha vaga, que ficava bem na frenta da vaga dela. Ela já tava lá, de braço cruzado, nem deu “boa tarde” e foi direta:

"Olha, a vaga é dividida. Se o seu carro ficar na frente, precisa deixar a chave para eu não ficar tendo que te chamar sempre. Combinado?"

Explicou as regras desse jeitão, falou que qualquer atraso “prejudicava a rotina dela”. Eu fiquei só acenando com a cabeça, já engolindo a raiva.

Nas poucas vezes que a gente se cruzava no elevador ou na garagem, a mulher mal respondia o “boa tarde”. Eu já tinha batizado ela mentalmente de “a mesquinha do 72” (por pouco não é a bruxa do 71).

E olha que teve dia que foi bem difícil. Numa dessas correrias de obra, eu acabei esquecendo de deixar a chave do meu carro em cima do para-brisa. Foi rapidinho, subi pra resolver uma coisa no apartamento e esqueci. Poucos minutos depois o interfone tocou. Era ela, voz alta, mal-humorada pra caralho:

"Você esqueceu de deixar a chave do carro. Tô atrasada. Vem tirar para mim, por favor."

Eu corri pra baixo com cara de quem queria sumir. Peguei a chave, murmurei um “desculpa” e ela só acelerou o carro sem nem olhar pra mim.

Até que, numa quinta-feira no fim da tarde, cheguei na garagem cansada da porra, depois de passar estresse com o pedreiro. Vi que o carro tinha acabado de ser manobrado, eu tinha deixado o meu na frente, agora tava atrás.

Já tava preparada pra encontrar a vizinha chata… mas quem desceu do carro foi um homem. Uns 47 anos, alto, cabelo grisalho nas laterais, barba por fazer de dois dias, camisa polo e calça jeans. Ele me cumprimentou com um aceno educado.

"Boa tarde. Você é a do 84, né? A que tá reformando. Acabei de chegar, quer que tire o carro para você sair?"

Confirmei, já na defensiva. Ele se apresentou como Eduardo, marido da “mesquinha”. Falou que a mulher tinha viajado a trabalho e que ele tava usando o carro dela no lugar. A conversa foi curta e civilizada. Ele perguntou se a reforma tava andando, comentou que o prédio tinha uns probleminhas de acabamento mesmo sendo novo, e desejou boa sorte.

Perguntei se ele usava o carro também, já esperando que não fosse encontrar com a esposa sempre!

Aí ele me mostrou que o carro dele ele deixava em uma vaga que tava alugando, apontou para vaga, vi que era um carro bem chique, um BYD dos últimos modelos. Achei demais, meu sonho de consumo!

Achei ele simpático e… sim, bonito de um jeito discreto. Mas nada além disso. Não flertou, não segurou o olhar demais, não fez nenhum comentário fora do tom. Só foi educado e subiu.

Nas semanas seguintes as idas ao apartamento continuaram. O banheiro seguia dando dor de cabeça: agora o registro do chuveiro tava vazando e a água quente demorava uma eternidade pra chegar. O APARTAMENTO ERA NOVO, NÃO ERA PARA TÁ PASSANDO POR ESSAS SITUAÇÕES!!!

O encanador da construtora tinha sumido de novo. Eu tava perdendo a paciência de verdade. o Síndico ainda ligou reclamando mais uma vez de eu passar do horário na questão da mudança, tava bem estressada.

Então depois de mais uma visita frustrada, desci pra garagem e encontrei o Eduardo de novo, tirando umas sacolas do porta-malas.

Aproveitei e fui falar com ele. Já tava de saco cheio e acabei desabafando um pouco:

"Cara, tô no meu limite com esse síndico. Toda vez que eu venho o homem aparece. Parece que tem radar. É um saco, sério."

O Eduardo soltou uma risada, ai já percebi que falei merda:

"O Roberto? Ahh, ele é amigo meu de longa data. Ele é bem legal, juro. Só é meio rigoroso mesmo, disciplinado pra caralho. É o tipo de cara que se a regra existe, tem que seguir. Mas de coração, ele não é chato não."

Fiquei olhando pra ele meio sem graça.

"Sério? Porque pra mim ele só aparece pra me dar bronca."

"Nãooooo. O Roberto é gente boa. A gente até treina junto quase todo dia. Academia do prédio, todo santo dia. Ele é super regrado com isso."

Eu dei uma risadinha sem querer.

"Academia? Ele? Com esse jeito de senhor de camisa social? Parece que não levanta nem uma garrafa d’água."

O Eduardo abriu um sorriso maior:

"Nãooooo, o Roberto tá super em forma. Acho que você não reparou direito, mas ele tá até melhor que eu, viu."

"Sério?? — fiquei genuinamente surpresa.

"Sério. Um dia você aparece lá. A gente vai praticamente todo dia umas 20h. A academia é boa."

Falei que só tinha visto a academia uma vez, no dia da minha primeira visita, e nunca tinha tido oportunidade de usar. Ele insistiu de leve:

"Aparece amanhã, aí você conhece."

Eu acabei falando que talvez desse uma passada. E gente… no dia seguinte eu fui.

Cheguei umas 19h50, de shortinho preto e um topzinho básico. A academia do prédio é bem moderna, sério. Espelho grande, aparelhos novos, ar-condicionado gelando, um cantinho de peso livre bem organizado.

Quando entrei, os dois já estavam lá. O Eduardo de regata e short, e o Roberto com uma camiseta de treino e um short de academia.

Realmente, aí eu percebi o que o Eduardo tinha falado.

O Roberto era bem magro, mas bem definido, braço marcado, cheio de veia. O rosto ainda era de homem de quase sessenta, mas o corpo não batia com a idade. Me surpreendeu.

A gente ficou conversando enquanto treinava. Papo leve, sobre o prédio, sobre a obra, sobre como o bairro tava mudando. Em um momento fui fazer agachamento e senti uns olhares. Não descarados, mas olhares.

No final do treino, quando eu já tava me preparando pra ir embora, o Eduardo falou:

"A gente vai na sauna agora. Quer ir junto?"

Eu olhei pra roupa.

"Tô só de short e top… não sei se é a melhor ideia."

O Roberto deu de ombros.

"Sem problema. A gente tira a camisa e entra só de short mesmo. Coisa rápida."

Eles realmente tiraram as camisetas ali mesmo e foram. Eu acabei entrando junto, ainda de roupa de academia. A sauna seca era pequena, bem quente. Os três apertados no banco de madeira. O papo rolou fácil. Contei um pouco do que eu fazia, porque tinha mudado pro prédio, o drama da reforma, o banheiro que não acabava nunca. Eles ouviram, riram de algumas partes, deram uns conselhos.

Mas depois de uns minutos eu não aguentei mais.

"Gente, não dá. Tô me sentindo estranha com essa roupa grudada. Vou lá no apartamento rapidinho trocar. Coloco um biquíni e volto.

Quero experimentar a piscina também, ainda não entrei."

Eles acenaram.

Fui até o apartamento, tirei a roupa suada, coloquei um biquíni preto simples e voltei com a toalha enrolada. Quando cheguei perto da sauna seca, os dois já estavam saindo:

"Vem pra molhada" — o Eduardo falou. — "É melhor."

Nós três entramos na sauna molhada. O vapor quente bateu na hora.

Em poucos minutos a gente tava completamente ensopado, o cabelo grudado, a pele brilhando.

Fiquei ali uns dez minutos, sentindo o calor, a sensação estranha e boa de estar aproveitando o prédio pela primeira vez de verdade.

Pela primeira vez desde que peguei as chaves, me senti um pouco em casa.

Na saída, o Roberto se despediu primeiro.

"Tenho que jantar com a minha esposa. Até amanhã, se aparecerem."

O Eduardo olhou pra mim.

"Vou pular rapidinho na piscina. Você vai?"

Pulei junto. A água tava morna, gostosa. Fiquei uns minutos e saí antes dele. Peguei a toalha, subi pro apartamento ainda pingando, e a noite acabou ali.

Gente… eu saí dali com a cabeça cheia. Não sabia bem o que tinha acontecido, mas tinha acontecido alguma coisa.

E gente… depois daquela primeira noite na sauna, eu acabei treinando com eles mais umas duas ou três vezes. Sempre no mesmo horário, sempre o mesmo clima meio estranho e gostoso ao mesmo tempo. Nada demais acontecia, mas já tinha virado uma rotina meio perigosa.

Até que um dia, já bem de noite, o banheiro resolveu me foder de novo. Eu tava sozinha no apartamento, tentando terminar uns detalhes, quando o registro começou a pingar forte e a água quente simplesmente sumiu. Já era quase nove da noite. Não tinha como chamar ninguém da construtora naquela hora. Fiquei puta da vida.

Desci pra ir embora e, na garagem, esbarrei com o Eduardo de novo. Sem pensar muito, pedi ajuda.

"Cara, tô desesperada. O banheiro tá um caos de novo. Você consegue dar uma olhada?"

Ele subiu comigo. Quando entrou no apartamento, parou um pouco, olhou em volta e elogiou:

"Tá ficando bonito, hein. Já tem umas coisas suas aqui… ficou com a sua cara."

Fomos pro banheiro. Ele ajoelhou, mexeu no registro, abriu a caixa de inspeção, ficou um tempo analisando e aí falou:

"Vou chamar o Roberto. Ele manja mais disso do que eu."

Em poucos minutos o síndico apareceu. Entrou no apartamento com aquela cara de quem tava sempre pronto pra resolver problema alheio. Os três apertados de novo dentro do banheiro pequeno. Roberto ajoelhado no box, Eduardo segurando a lanterna, eu no canto tentando não atrapalhar.

O homem mexeu, apertou, trocou uma peça que tinha no kit de emergência dele e, depois de uns vinte minutos, a água voltou a sair quente e o vazamento parou.

"Pronto. Temporário, mas vai te aguentar até a construtora aparecer de verdade."

Eu quase chorei de alívio.

"Gente, sério… muito obrigada. Finalmente vou conseguir tomar banho e estrear esse banheiro direito."

Eles foram se despedindo, mas antes de saírem eu ofereci água, comida, qualquer coisa. Os dois recusaram. Aí eu falei:

"Tá, e um vinho? É sexta-feira…"

Os dois se olharam. Eduardo deu de ombros.

"Um pouquinho não vai matar ninguém."

Abrimos a primeira garrafa ali mesmo na sala. Começamos a beber, conversando sobre a obra, sobre o prédio.

Em um momento o celular do Eduardo tocou. Era a mulher dele. Ele foi pra varanda atender. Eu ouvi trechos. Ele mentindo descaradamente, falando que tinha saído pra encontrar uns amigos, que tava num bar.

Quando voltou, fez cara de paisagem.

Perguntei pro Roberto da esposa dele. Ele falou que ela tava viajando a trabalho.

Nós três continuamos bebendo.

Acabamos a primeira garrafa, abrimos a segunda.

O tempo foi passando sem a gente perceber. Quando dei por mim, já era quase dez da noite.

"Gente, preciso tomar banho de verdade agora. Tô fedendo a tinta e poeira."

Eles se levantaram pra ir embora. Eu acompanhei até a porta, agradeci de novo e fechei.

Entrei no banheiro, liguei o chuveiro, a água quente veio… e do nada começou a pingar forte de novo de um canto estranho. A pressão caiu. Eu fiquei ali, molhada, de toalha enrolada no corpo, puta da vida. Peguei o celular e mandei mensagem pro Eduardo (não tinha o número do Roberto):

“Cara, deu merda de novo no banheiro. Tô de toalha aqui. Consegue vir?”

Ele respondeu rápido:

“Porra. Tô fora do prédio agora, fui encontrar uns amigos. Já falo pro Roberto ir aí antes. Ele resolve mais rápido. Espera um pouco.”

Fiquei esperando, só de toalha, cabelo molhado, pés descalços no piso frio. Uns dez minutos depois bateu na porta. Era o Roberto. Ele entrou, me viu daquele jeito e ficou um segundo desconcertado, desviou o olhar rápido.

"Deixa eu ver isso aí…"

Foi pro banheiro de novo, ajoelhou, mexeu, apertou, xingou baixinho. Pouco depois o Eduardo chegou também, subiu e entrou rindo:

"Olha só o circo que a gente montou de novo…"

Quando terminaram, o vazamento parou de verdade. Eu, ainda só de toalha, andando de um lado pro outro descalça, brinquei:

"Pronto, acabei com a noite de vocês dois de novo. Fica mais um pouco? Tenho vinho e uns trem pra comer."

Eles aceitaram. Enquanto eu ia terminar o banho de verdade, os dois ficaram na sala. Ouvi o Roberto mexendo na cozinha, preparando alguma coisa rápida.

Saí do banheiro com o cabelo ainda úmido, de pijaminha de cetim curto, e me juntei a eles.

Comemos rapidinho o que o Roberto tinha improvisado, abrimos a terceira garrafa e o papo soltou de vez. Eu já tava bem mais soltinha.

Me sentei no sofá ao lado do Eduardo, me apoiei nele e estiquei as pernas em direção ao Roberto.

"Tô um pouco bebinha já…" — falei rindo.

Os dois perguntaram se eu queria que eles fossem embora. Eu neguei na hora.

"Não. Tenho que compensar por ter arruinado a sexta de vocês."

Eles riram. Continuei falando que tava exausta da correria, da obra, da vida. Perguntei de novo das esposas, de como era quando elas ficavam cansadas e estressadas igual eu.

O Eduardo deu de ombros:

"Eu dou o cartão e falo pra ela gastar até aliviar."

Eu ri. O Roberto falou, mais sério:

"Eu faço massagem nela. Pé, costa, o que ela pedir."

Olhei pra ele, já sem nenhum filtro:

"E você faz massagem no meu pé agora?"

Ele nem hesitou.

"Claro."

Puxou meus pés pro colo dele e começou a massagear com jeito. Eu me deitei de lado, apoiando a cabeça no colo do Eduardo. O clima mudou rápido. O silêncio ficou pesado, o toque do Roberto nos meus pés foi ficando mais lento, mais demorado.

Em um momento eu levantei o rosto, olhei pro Eduardo e beijei ele.

Foi um beijo fundo, molhado, sem nenhuma pressa.

Enquanto a gente se beijava, o Roberto continuava nos meus pés.

O beijo era bem devagar e intenso, eu passava minha língua dentro da boca inteira dele.

Roberto continuava focado no meu pé, revezando sua atenção entre um pé e outro.

Não sei se foi pela posição que eu tava, mas esse foi um dos beijos mais diferentes que eu dei, com certeza, as nossas línguas tavam muito profundas, um no outro, dançando e se enrolando, bem devagar. Eu apertei bem forte seu cabelo, e a gente não se soltou um segundo.

Durante uma pausa rápida do nosso beijo, eu olhei pro Roberto e sem pensar muito, eu deslizei meu pé esquerdo até a boca dele. Ele aceitou na hora. Começou a beijar, chupar os dedos, passar a língua devagar.

E enquanto isso voltei a beijar o Eduardo.

Eu gemia baixinho dentro da boca do Eduardo, que segurava meu rosto e aprofundava o beijo.

Ficamos assim um bom tempo. Um beijando minha boca com vontade, o outro chupando e lambendo meus pés.

Até que eu me separei um pouco do beijo, olhei pro Roberto e falei, a voz já rouca:

"Vem pro sofá também..."

O Roberto subiu pro sofá sem dizer nada. Se acomodou do outro lado, e de repente eu tava no meio dos dois. O Eduardo puxou meu rosto de novo e voltou a me beijar daquele jeito profundo, explorando minha boca sem pressa.

Enquanto isso, o Roberto passou a mão pela minha perna, subindo devagar por baixo do pijama de cetim, apertando a coxa, subindo mais, até encontrar a calcinha já molhada.

Eu soltei um gemido baixo dentro da boca do Eduardo quando o dedo do Roberto passou por cima do tecido úmido, pressionando de leve o clitóris. Ele fez isso algumas vezes, devagar, sentindo o quanto eu já tava molhada, e depois puxou a calcinha pro lado. Dois dedos dele entraram em mim sem dificuldade. Eu abri mais as pernas, empurrando o quadril contra a mão dele, enquanto continuava beijando o Eduardo com vontade.

O Eduardo desceu a mão e abriu o botão do meu pijaminha, puxando o cetim pra baixo até expor meus seios e começou a apertar.

Eu tava maluca já nesse ponto. Nunca tinha feito nada parecido, e de repente tava lá eu, pronta para encarar dois caras de uma vez.

Acho que por conta da bebida, eu não tava ainda entendendo e nem parando para analisar o que eu ia fazer, só sabia que tava com tesão, e que os dois iam matar esse tesão. Era só isso que eu conseguia pensar.

Eu peguei na cabeça do Eduardo, apertei os cabelos dele com bastante força e puxei a cabeça dele para baixo, arrancando ele do nosso beijo e conduzi a cabeça dele até meu peito.

Ele olhou bem fundo no meu olho e começou a chupar e sugar o meu peito. De vez em quando dava uma leve mordida no mamilo e logo voltava a sugar.

Eu soltei o cabelo dele e segurei a nuca, empurrando a boca dele contra o meu peito. O Roberto, ainda com os dedos dentro de mim, se inclinou e começou a beijar meu pescoço do outro lado, mordendo a orelha e sussurrando bem baixinho:

"Que buceta molhada."

Olhei para ele e puxei a cabeça dele para meu outro seio, Eduardo tava no direito e Roberto no esquerdo.

Eu tava completamente entregue, mas ao mesmo tempo, no controle. Eu tirei a parte de cima do pijama e ainda mantive a parte de baixo. Ainda assim eu tava com as pernas abertas para o Roberto e o seu dedo tava enfiado bem dentro de mim.

Eu fiquei olhando os dois, se deliciando com meus peitos, observei como cada um mamava, as vezes dando pausas e mordiscando meus peitos. TAVA MUITO GOSTOSO e meu tesão TAVA A MIL!

Roberto tirou os dedos, chupou eles na minha frente e desceu a cabeça. A língua dele encontrou minha buceta quente e molhada. Começou a lamber devagar, subindo até meu clitóris, chupando com pressão, enfiando a língua dentro de mim. Eu soltei um gemido mais alto, abrindo mais as pernas, empurrando a boceta contra a boca dele.

O Eduardo se ajeitou, abriu o zíper da calça e tirou o pau pra fora. Estava duro, era bem grosso, uns 16cm e a cabeça já tava brilhando.

Eu não pensei duas vezes e agarrei o pau dele, comecei lentamente a subir para cima e descer para baixo com minha mão, bem lentamente.

Eduardo jogou a cabeça para trás e ficou maluco.

Eu então parei, trouxe a mão para a boca e lambei a mão inteira, tudo olhando bem fundo nos olhos dele. E voltei com minha mão úmida para segurar e punhetar aquele pau.

Como eu disse, não era muito grande, mas em termos de grossura, eu quase não conseguia fechar a mão.

Roberto parou de me chupar e subiu novamente para meu ouvido, dessa vez ele disse bem baixinho enquanto tirava calça dele:

"Vai dar conta dos dois!?"

Ah meu amor, no tesão que eu tava, eu tava me achando A DEUSA nessa hora, sério. Segurei ele pelo pescoço, apertei mesmo, queria mostrar que eu sabia muito bem o que eu tava fazendo e que eu que tava no comando daquela porra.

Eu soltei o pau grosso do Eduardo, levantei devagar ainda segurando o pescoço do Roberto, e empurrei ele pro chão. Eu tava praticamente enforcando ele mesmo. Joguei ele lá, virei minha bunda para para o Eduardo e terminei de tirar por completo meu pijama, descendo com a calça de cetim até embaixo, enquanto minha bunda ficava arrebitada para o Eduardo.

Meu rosto chegou bem perto de Roberto, aí levantei de novo novamente, soltei os pés do pijama, ainda tava de calcinha.

Olhei para Roberto e pisei na cara dele, nessa hora lembrei de quando ainda era nova no prédio, e de quando eu detestava esse cara, e cá estava eu agora, pisando na cara dele kkkkkkkkk

Eduardo tava batendo punheta sozinho, olhei para ele meio de costas e chamei ele pelos dedos, e apontei para a minha bunda.

Ele veio mergulhar o rosto dele na minha bunda. Eu mesma puxei minha calcinha pro lado e afundei o rosto dele na minha bunda.

Enquanto isso tava adorando esfregar a sola do meu pé no rosto e na boca do Roberto, passava bem lentamente, para cima e para baixo, como se estivesse limpando meu pé nele.

O filha da puta do Eduardo começou a lamber tanto minha buceta quanto um pouco do meu cu.

Aquilo tava interessante, então eu puxei Roberto para cima, e posicionei ele em minha buceta.

Os dois estavam ajoelhados no chão, um chupava minha buceta, outro meu cuzinho.

Vi que Eduardo tava batendo uma punheta violenta, ele tava com muito tesão também. Mas Roberto ainda tava de calça, eu queria ver o pau dele.

Eu levantei ele mais uma vez, nessa hora ele veio me beijar, e eu fui direto com a mão no pau dele, por cima da calça.

Ele entendeu rapidamente e tirou a calça. Depois a camisa.

Olhei para baixo e vi o pau dele, o pau devia ter uns 14cm, e era um pouco torto para cima, meio arrebitado. Segurei com vontade e comecei a punhetar ele.

Eduardo que estava atrás de mim, subiu passando sua língua por todo meu corpo. E ficou atrás de mim.

Nessa hora, era minha vez de brilhar. Desci e ajoelhei na frente dos dois.

Os paus tavam bem apontados para mim, ao mesmo tempo, super duros.

Eu olhei aquilo por um segundo e caiu a ficha, os dois tinham a idade do meu pai, eu ia dar para DOIS CARAS AO MESMO TEMPO e os dois podiam ser meu pai.

Roberto então tinha uma cara de senhor kkkkkk, mas o corpo pelo menos era bem fortinho e definido, era até bizarra a diferença.

E lá estava eu, no meio de dois homens com tesão a mil, esperando para eu chupar eles.

Virei um pouco o corpo e engoli o pau do Eduardo enquanto agarrei o pau do Roberto. Desci a boca devagar, sentindo ele preencher minha garganta, babando, fazendo barulho molhado. Ele segurou meu cabelo e começou a foder minha boca com movimentos lentos e profundos.

Eu gemí em volta do pau do Eduardo, os olhos revirando. Enquanto isso eu apertava bem forte o pau do Roberto.

Depois eu passei para o pau do Roberto, fui até o final também, o máximo que podia. Sempre olhando bem fundo nos olhos deles.

Comecei a revezar entre um pau e outro, e até fui ousada, juntei os dois paus, encostei um no outro, eles não esboçaram nenhum reação, e comecei a esfregar um pau no outro enquanto passava minha língua por tudo.

Ah e esqueci de contar um detalhe kkkkkk as bolas do Roberto eram muito estranhas, sério, eram muuitoo caídas, tipo bem caídas mesmo.

Nessa hora eu comecei a chupar as bolas dos dois, então reparei bem em todos os detalhes.

Roberto então se afastou, me puxou e colocou de 4 no sofá, enquanto Eduardo foi para minha frente, mais uma vez. Roberto começou a me foder com força, segurando minhas coxas, batendo a bacia contra a minha, o som molhado enchendo a sala.

Eu tava sendo usada dos dois lados. O Eduardo fodia minha boca, o Roberto fodia minha buceta, cada vez mais fundo, e começou a meter forte, segurando meu quadril com as duas mãos. Cada estocada fazia eu engasgar no pau do Eduardo.

"Porra… que buceta apertada" — o Roberto rosnou atrás de mim.

O Eduardo tirou o pau da minha boca, se abaixou e beijou minha boca suja de saliva e pré-porra, enquanto o Roberto continuava me fodendo. Depois se levantou de novo e enfiou o pau de volta na minha garganta. Eu tava babando, os olhos lacrimejando, o corpo inteiro tremendo.

Em um momento o Roberto parou, tirou o pau e se deitou no sofá. Eu entendi na hora. Subi em cima dele, encaixei a buceta no pau duro e desci devagar, sentindo ele me abrir de novo. Comecei a rebolar, sentando fundo, enquanto o Eduardo se posicionou atrás de mim. Ele passou o pau molhado de saliva na minha bunda, esfregou a cabeça no meu cu e empurrou devagar.

Eu soltei um gemido longo quando ele entrou. Os dois dentro de mim ao mesmo tempo.

Fiquei parada alguns segundos, só sentindo a pressão absurda. NUNCA TINHA TIDO UMA PENTRAÇÃO DUPLA, NEM COM VIBRADOR OU ALGO DO TIPO! É SURREAL!

Depois o Roberto começou a me foder por baixo e o Eduardo por trás, em ritmos diferentes. Eu tava completamente preenchida, gemendo alto, o corpo suado, o cabelo grudado no rosto.

O Eduardo segurou meus seios por trás, apertando, enquanto metia fundo no meu cu. O Roberto chupava meus mamilos quando conseguia alcançar.

Não durou muito. O orgasmo veio forte, do fundo da barriga, me fazendo tremer e apertar os dois paus dentro de mim. Eu gozei gritando, o corpo todo se contraindo. FOI MARAVILHOSO.

Os dois se soltaram de dentro de mim e quiseram inverter a posição. Eu pedi apenas para o Eduardo, que tava com o pau no meu cu, dar uma limpada rápida no pau. Gente kkkkk ele foi correndo para a pia da cozinha, molhou e esfregou o pau e voltou.

Ele me colocou na posição de papai e mamãe, no chão mesmo e mandou a ver, Roberto ficou em pé assistindo, segurando o pau duro.

Eduardo começou a bombar bem forte dentro de mim, ele me agarrou me envolvendo bem forte em seus braços equanto bombava dentro da minha buceta com muita força.

De repente, depois de um ou dois minutos bem intenso ele soltou tudo dentro de mim. TUDO! E eu senti a porra dele esparramando dentro da minha buceta, soltei um gemido bem meigo, sentindo tudo que ele tinha guardado para mim. Ele saiu bem devagar de mim e sentou no sofá, EXAUSTO.

O Roberto se ajoelhou no chão, viu a porra escorrendo da minha buceta, se aproximou, apontou o pai, encaixou em mim e afundou tudo dentro de mim. Eu comecei a rir, pensei que eles iam ter nojinho um do outro, mas lá estava Roberto, misturando seu pau com a porra do amigo. Roberto bombeou bem forte dentro de mim, ele soltava uns gemidos fortes e continuava com todo empenho dentro da minha buceta.

Eu pensei que ele fosse gozar lá dentro também. Mas ele tirou o pau da minha buceta, passou por cima das minhas pernas, apontou para meu peito, soltou a mão e pediu para eu chupar.

Eu tava em uma posição meio merda, porque ele tava em cima do meu peito, meio qeu sentado em mim, e eu tinha que forçar a cabeça para cima para poder chupar ele, mas fiz o que eu pude kkkkkkk

Eu olhei e percebi que Eduardo tava batendo uma punhetinha olhando a gente, seu pau ainda tava meia bomba, quer dizer, os caras eram velhos neh kkkkkk não iam tá prontos para duas em seguida uma da outra, mas lá estava ele empenhado em deixar seu pau grosso duro mais uma vez.

Roberto começou meio que a foder minha boca enquanto isso, ele fez uma posição de prancha e começou literalmente a foder minha boca, não tava rápido e nem muito forte, mas ele tava curtindo muito aquilo, dava para ver. Se fosse um pau maior, com certeza ia sofrer para conseguir aquela posição, mas tava lidando bem com o pau dele.

Roberto tirou o pau e começou a gozar, eu deixei minha boca bem aberta para receber tudo, mas um pouco veio dentro, e o resto ficou no meu rosto, eu comecei a sentir jatos quentes escorrendo pelo queixo.

Roberto se jogou no chão também e ficou ao meu lado, bem ofegante. E não tinha como, soltei um belo de um:

"PUTA QUE PARIU, que noite!"

Olhei para Eduardo, ele tava tentando com todas as forças deixar seu pau duraço novamente, ele ficava me olhando, jogada no chão, toda gozada, e não conseguia desviar o olhar.

Eu comecei a levantar e foi até engraçado, ele se ajoelhou na minha frente, meio afobado, devia tá com muito tesão ainda, e veio e me deu um beijo.

Ele começou a afundar a língua dentro da minha boca de novo, exatamente como aquele primeiro beijo intenso que a gente teve, só que dessa vez nossa saliva se misturava com a porra do Roberto.

Quando olhei para baixo, vi que o pau dele tava duro de novo, o milagre tinha acontecido kkkkkkkk

Então comecei a instigar ele e pedir para ele gozar em mim.

Roberto observava tudo, admirava, na verdade.

Eduardo não demorou muito e disse que ia gozar, ele me empurrou de leve, eu cai no chão novamente, ele mirou em mim e saiu um pouco de porra, dessa vez no meu peito, e um pouco no meu queixo. Saiu bem menos do que da primeira vez.

Ficamos ali um tempo, ofegantes, suados, o sofá destruído. A gente deitou pelado no sofá, os três juntos, o corpo mole, a mente em branco.

Até que Roberto levantou, completamente exausto e começou a se vestir.

Nós não trocamos muitas palavras, foi tudo muito direto e simples, ele foi até a porta, mandou um "boa noite" kkkkkkkkkkk e saiu pela porta.

Eduardo foi logo em seguida, ele me deu um beijo demorado antes de sair e se mandou.

E gente… foi assim que aconteceu. De uma hora para outra, os dois tinham se mandado e eu tava em êxtase ainda.

E vou falar um negócio para vocês, de verdade, me arrependo muito.

Porque eu acabei de mudar para essa porra desse prédio, e nem é alugado, é MEUUUU, então eu nem imagino como essa porra vai ser daqui para frente.

Isso aconteceu quase dois meses atrás. Eu cheguei a encontrar o Eduardo algumas vezes, já que a gente divide a vaga. Mas o Roberto praticamente desapareceu kkkkkkk pelo menos isso, o cara era chato demais, cobrava coisa para caramba e agora sumiu.

Parece que o chá de buceta serviu para isso pelo menos, deixar ele na dele e eu na minha.

Já o Eduardo, o meu maior gosto é encontrar a metida da mulher dele e ver que a piranhazinha nem sabe, mas é corna.

Dos dois, o que eu mais teria vontade de transar de novo é o Eduardo, e acho que vai rolar de novo, porque ele ainda dá trela pra mim, nas rápidas vezes que a gente se encontro, ainda rola uns olhares, comentários, outro dia eu pedi para ele tirar o carro e ele deu uma rápida pegada na minha bunda. Eu ainda brinquei dizendo "sai pra lá!"

Então com ele, é uma questão de quando só, agora o Roberto, não sei, não sei se tenho vontade e não sei se faria de novo. Só se os dois viessem de novo, acho que aí faria. Porque, realmente, dessa vez foi bem especial.

É isso meus queridos, tenho uns outros casinhos ai que podia contar também, nada nesse nível ainda, mas se quiserem ouvir, dá um toque ai nos comentários. Me fala o que você achou, me manda o seu alô!!! Eu vou adorar escrever para vocês e lembrar de tudo como foi, essa parte me dá bastante tesão também. Beijossssss!!

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