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O corno que eu sempre quis ser, e agora me realizava (parte 2)

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Um conto erótico de
Categoria: Heterossexual
Contém 2469 palavras
Data: 31/07/2026 09:57:12

Saí de nosso apartamento ainda muito excitado. Passei pela portaria da nossa torre morrendo de vergonha, mas ainda mais excitado justamente por isso. Um dos porteiros me cumprimentou e apenas acenei, com vergonha de olhar em sua direção e perceberem meu estado. Me dirigi ao meu

carro e só após ter saído do prédio e parar no primeiro sinal, me olhei no espelho. Meu reflexo mostrava um rosto brilhando como se estivesse lambuzado em óleo. Pura porra e saliva. Olhei para minha calça e a mancha do meu gozo estava ligeiramente mais clara, mostrando a absorção do tecido era rápida, mas sentia o úmido e agora endurecido no local.

Assim que entrei no flat, ao invés de ir direto para o banho, tirei toda a roupa e fiquei me admirando no espelho. Tive nova ereção em me ver naquele estado e sem parar de lembrar tudo o que havia acontecido. Comecei a me masturbar e logo parei, lembrando do momento em que minha deliciosa esposa havia me ordenado não me tocar, como se houvesse dado aquela ordem novamente. Tremi de excitação. Peguei o celular e rapidamente tratei de colocar o áudio que havia gravado novamente para escutar e não suportei a excitação e voltei a me tocar, chegando em menos de 1 minuto a um novo orgasmo que voou longe, atingindo o espelho na parede.

Relaxei o corpo na cama, pensando sobre tudo. Passei a mão na cara, a mesma com que havia me masturbado, misturando um pouco do que espirrou da minha própria porra com os sucos que já estavam ligeiramente secos. Tinha conseguido realizar meus sonhos. Minha fantasia de ser um corninho da minha esposa estava se tornando real. Mais que real. Estava tudo muito além do que eu imaginava. E eu estava adorando. Tanto que meu corpo relaxou ao ponto de acabar dormindo ali, naquela posição e todo sujo de orgasmos.

Acordei com o alarme do celular, quase pulando da cama com o susto. A realidade do dia-a-dia me trouxe de volta, e fui logo ao banho para me arrumar para o trabalho. E não foi nada fácil me concentrar no trabalho. Minha mente não parava de assimilar tudo e pensar em tudo o que

ocorreria de agora em diante. Por duas vezes colegas de trabalho me chamaram e eu estava nas nuvens. Quando percebia e respondia, olhava para baixo e notava que minha ereção não cessava. Precisei me concentrar muito para conseguir dar a devida atenção às minhas tarefas, mas tudo foi por água abaixo quando perto do meio da tarde, quando todos da empresa já tinham retornado do almoço e voltavam a produzir, recebo uma mensagem dela no whatsapp:

- Corno. Está aí?

- Oi amor, tudo bem? Estou sim. Tentando trabalhar.

- Tudo bem. Acabei de acordar. Não entendi. Por que tentando?

- Ah, amor. É que não consigo parar de pensar em tudo o que aconteceu ontem.

- Entendi. Você saiu daqui e foi pra onde?

- Fui direto pro flat. Cheguei lá, sentei na cama e não consegui parar de relembrar tudo.

- Era o que você queria? Era isso o que imaginava quando me exibia naqueles grupos de putaria?

- Não. Na verdade nunca cheguei a imaginar nada exatamente assim. Tinha a fantasia, mas minha imaginação não tinha chegado a tanto.

- Mas você gostou, né? Era isso o que você queria, não era? Quando ficava mostrando fotos minhas para desconhecidos... Era o que você queria que acontecesse, certo? Era ter a sua esposinha toda gostosa e certinha no pau de outro, não era?

- Era, amor. Era sim... Eu queria isso, sim. E só de conversar com você assim, já estou de novo excitado.

- É? Bom saber... Então vai gostar de saber que só acordei agora porque meu namorado acordou cheio de tesão e veio logo montando em mim, abrindo minhas pernas e enfiando aquele pau dele na minha buceta. Eu nem tinha conseguido abrir os olhos ainda e ele já estava afastando minhas

pernas e me possuindo. Foi meu café da manhã. Acordei gozando e ele me dando leitinho... Na xoxota e na boca... Parece até que o saco dele não para de encher e toda hora tem que ficar esvaziando. O tesão é tanto que minha bucetinha já está até doendo, esfolada de tanto atrito.

- Nossa, amor... Você está me deixando muito excitado.

- Olha isso! – e mandou uma foto da buceta toda avermelhada, irritada – Ele que tirou e mandou te mostrar. Ela está toda esfolada. Falei que não estou aguentando levar tanta rola na buceta e ele logo cantou que então vai precisar usar meu cu. – Ela disse isso e eu quase gozei nas calças.

- Nossa, amor! Mas o cuzinho? Você não dizia que não curtia? Que não gostava? Eu cansei de te pedir e você sempre me negou... – recebo então nova foto, dessa vez dela na cama, descabelada, peitos molhados, e o pau dele em cima de um dos bicos dos seios, repousando, grande, também

molhado.

- Meu namorado tirou essa foto pra mostrar pro corno como a mulher tem que estar depois de gozar...

- Você está linda, amor!

- Obrigada! E quando ao meu cuzinho, como ele é meu, eu dou pra quem eu quiser. Você nunca mereceu. Já o meu namorado, depois de detonar a minha buceta, ele sim, merece... Olha como ele já está com fome de novo... – e mais uma foto enviada, desta vez da minha linda esposinha de

quatro, com as duas mãos afastando as nádegas, expondo ao máximo aquele cuzinho virgem, brilhando de lubrificação, e a cabeça do pau dele na portinha, o pau já duro, prontinho para arrombar aquele buraquinho nunca explorado, mas sempre desejado. – Ele disse que quer o meu cuzinho e eu não vou negar...

- Poxa, Gio, mas você nunca liberou ele para mim e eu sempre te pedi...

- Para de choramingar, corno! Já falei que você nunca mereceu. Ele, sim! E agora o meu cuzinho vai ser dele, e só dele! Você nunca vai provar dele. Só vai olhar meu rabo alargando. Vou tirar uma foto para cada vez que ele comer meu cu, pra você ter os registros. Pra lembrar de como era e de como ficou...

Apesar de excitado, ainda tentei reclamar, na vã esperança de uma mínima clemência, mas a verdade era que o que eu queria mesmo era tudo aquilo e antes que eu pudesse escrever qualquer coisa mais, ela enviou um áudio: - “Corno, escuta eu gemendo nesse pau... Sei que você gosta de ouvir, então aproveita. Ele agora está esfregando a cabeça do pau no meu cu, escorregando pra cima e pra baixo... Ele está me deixando louquinha de novo. Ele está esfregando o pau na porta da minha bucetinha, se lambuzando nela, e então indo com ele pra portinha do meu cu... Está tão gostoso... Eu nunca imaginei um dia dar ele... Mas pra ele eu quero dar. Quero muito... Meu cuzinho está até piscando, chamando por pau...”

Nossa, ouvir aquele áudio foi extremamente prazeroso e senti meu pau expelir o pré-gozo, lambuzando minha cueca. Olhava ao redor, receoso, mas ao mesmo tempo quase ignorava tudo, só para seguir sentindo o prazer que minha Giovanna me dava. Ela mandou mais dois áudios gemendo, sentindo prazer e descrevendo o quão maravilhoso era sentir aquele pau querendo invadir seu cu, até que de repente meu telefone toca. Era uma chamada de vídeo dela. Recusei e falei que não conseguia atender naquele momento, pois estava no trabalho. Não é uma sala exclusiva para mim. Fico em uma baia com mais três pessoas. Um quadrado com cada um em uma quina. Baia que dividia as paredes com outras baias. Um setor grande, mas graças ao trabalho híbrido, não ficava mais com sua totalidade preenchida. Minha sorte era estar só na minha baia, mas todas as ao redor tinham ao menos duas pessoas trabalhando. A proximidade era razoável, então se atendesse uma chamada ali, fatalmente seria escutado por todos na conversa, mas minha amada agora era também minha dona e assim que teve sua segunda chamada de vídeo cancelada, mandou um áudio, ordenando: - “Ô seu corno medroso! Atende essa merda! Não quero nem saber onde você está! Você vai fazer exatamente o que eu quero, e eu quero que você atenda minha ligação de vídeo! Eu quero que você assista o pau do meu namorado me arrombando o cu! Entendeu? Atende essa merda!”.

O áudio por si só já me deu um misto de sensações, pois de tanto tesão, novamente tive um curto jorro de gozo por sob a calça, como quando fiquei escutando na noite passada os dois transando à distância; e ao mesmo tempo o medo de ter sido ouvido por algum colega de trabalho. Me levantei e me dirigi ao banheiro, me afastando de perto de pessoas para poder atender a ligação de vídeo. Entrei em um dos reservados e atendi. A cena de imediato foi o cu dela afastado. O celular já estava na mão dele. Minha esposinha estava de 4 para ele, gemendo e me chamando: - “Hmmm... Olha, corno! Olha bem esse cuzinho virgem! Olha essas pregas indo embora! Esse pau maravilhoso vai estrear o meu cuzinho que você tanto quis e nunca vai ter!”

O namorado abusava nos closes, mostrando a cabeça intumescida de seu pau e o cuzinho piscando convidativo da minha esposa. Encostava a cabeça do pau no cuzinho, forçava um pouquinho e quando sentia que ia entrar, escorregava para cima e para baixo, dando mais e mais tesão a ela e

a mim. Ele então fixa a imagem no cuzinho dela e fala: - “Ela quer muito que você veja isso...” E começa a empurrar, desta vez abrindo lentamente a portinha do cuzinho dela, entrando bem devagar, como em câmera lenta, afastando as pregas e invadindo aquele buraquinho. E seguiu empurrando e filmando, me permitindo ver cada milímetro daquela cabeça penetrando. Giovanna agora gemia com vontade extra. Era certo de que nossos vizinhos estariam ouvindo. Quando finalmente a cabeça daquele pau passou, pude ver o cuzinho dela morder o pau dele. Ele sentiu e parou, ela sentiu e gemeu, e eu pude perceber o quanto ambos sentiram, pois ele gemeu e falou: - “Ah... Que cuzinho maravilhoso! Que delícia sentir essas preguinhas se abrindo pro meu pau... Mordendo meu pau...” E minha esposinha, acompanhando: - “Ai... Ai, meu cu... Ai, como é gostoso... Ai, que pau delicioso... Arromba esse cuzinho virgem, vai... Abre o meu cuzinho todinho, pro corno ver... Enfia esse pauzão nesse meu cu, pro corno ficar só olhando... Ai, que gostoso! Puta que pariu, que macho! Me fode, meu gostoso! Me fode, que eu sou toda sua! Mostra pro corno como um homem de verdade tem que fazer!”

Gozei... Por sorte estava no banheiro, em um reservado, então pude finalmente gozar sem precisar ser na roupa. Seria muito difícil explicar no escritório o motivo de estar com uma poça na calça.

Ele voltou a enfiar o pau, desta vez sem tanta delicadeza. Foi empurrando com um pouco mais de intensidade. Minha esposa urrava de prazer sentindo cada prega arrebentar, e a cada centímetro que aquele pau entrava, mais ela implorava por pau: - “Ai, caralho! Esse pau não acaba! Puta que pariu, que pau delicioso! Vai! Invade o meu cu! Arromba ele! Vai, meu macho! Enfia! Que caralho grosso! Isso vai me matar de tanto prazer...!” Seus gemidos agora eram quase gritos. Se antes eu já tinha quase certeza, agora não tinha mais dúvidas de que nossos vizinhos estavam cientes de minha esposa estar me traindo. Tanto tempo juntos, ela jamais tinha gozado de forma tão escandalosa. Qualquer um saberia facilmente que aquelas palavras eram de uma mulher genuinamente sendo fodida ao limite do prazer.

Gozei mais um pouco... Sujei a mão, a parede do reservado e agora também o chão. Ela não parava de gemer e falar alto. Minha excitação era tanta que mesmo com o volume no celular estando baixo, em nenhum momento eu me toquei que os gemidos e frases em alto tom saindo daquela boquinha preciosa da minha esposa, saiam alto também no áudio em meu celular. – “Olha bem, seu corno! Olha bem como esse cu está abrindo! Mas só olha, porque você não encosta nele! Esse teu pauzinho não chega perto dele! Já gozou aí, olhando sua esposinha levando pau no cu? Ai, que tesão de caralho!” Eu estava louco de tesão, e então o macho alfa avisou que ia gozar e falou: - “Olha bem, corno! Vou gozar no fundo desse cuzinho! Vou lambuzar a tua esposinha de porra de macho! Olha só! Vou gozar! Vai, gostosa! Vai, minha puta! Abre essa bunda que eu vou arrombar esse cuzinho e te encher com mais porra! Presta atenção, corno! Vai, gostosa! Agora! Goza, minha puta! Goza que eu vou gozar!” E com os movimentos acelerados, socando ferozmente aquele pau no cuzinho da minha esposa, tirando urros de tesão da minha deusa, escutando o som do corpo dele se chocando na bunda dela, ambos deram o gemido derradeiro juntos e gozaram. Ele socou mais algumas vezes forte no cuzinho dela, como se empurrasse bem fundo seu gozo dentro dela, e então retirou seu pau, ainda expelindo porra, gozando por sobre a bunda dela. Ele então espalhou a porra com a mão por toda a extensão das nádegas da minha esposa e falou: - “Que mulher deliciosa! Corno! Tá vendo essa bunda? Tá vendo esse cuzinho?” E focou a chamada em toda a porra que brilhava por sobre toda a extensão da bunda da minha esposa, seguindo para o cuzinho, ainda dando close, mostrando a porra que começava a escorrer de dentro, pingando nos lençóis da nossa cama, escorrendo também pela bucetinha. – “Então... Esse cuzinho todo gozadinho, gostoso... Todo meu!” E levou o celular até o rosto da minha esposa. – “Olha como a sua esposinha está acabada! Tchau, corno! Vai voltar ao trabalho!”

Sem forças, ela apenas respirava ofegante e ele desligou a chamada. Me levantei para sair do reservado e escutei alguém dando descarga. O tesão imediatamente virou pavor. Além dos meus vizinhos de apartamento saberem que sou corno, algum colega do trabalho agora também sabia. Não tive coragem naquele instante de fazer nada. Apenas fiquei parado, contendo minha excitação, limpando onde conseguia, aguardando a pessoa sair. Após alguns minutos, escutei a porta do banheiro se fechando. Saí do reservado, me recompus o quanto conseguia e voltei para meu computador, olhando sutilmente ao redor. Ninguém olhava. Ninguém demonstrava suspeitar de nada. Meu tesão absurdo ficou travado no receio de alguém do trabalho ter descoberto e falar algo, me prejudicando. O fato é que, agora, eu não tinha o que fazer a respeito. Tentei ficar o mais tranquilo possível e concluir o dia. Precisava terminar tudo e correr para o apartamento, como minha Gio havia mandado. Estava ansioso por vê-la, por sentir seu cheiro, por receber novas ordens... Novamente excitado com tais pensamentos, louco por encontrar minha HotWife...

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