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8 mulheres que fizeram algo que não deveriam ter feito – As delicias de Moana e a prima safada, nova namorada, de lingerie vermelha – 15

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Um conto erótico de Sortudo
Categoria: Heterossexual
Contém 5356 palavras
Data: 31/07/2026 09:53:05
Última revisão: 31/07/2026 12:05:55

Caros leitores. Esse é uns dos poucos contos meus que chega ao capitulo 15, tendo o mesmo numero de leitores no primeiro dia de publicação do primeiro capítulo, em torno de 2.500 leitores. Agradeço esse retorno e quero fazer um agradecimento especial aos que comentam capitulo após capitulo, me estimulando. Também os que dão estrelas, cujos números também são inéditos com quase todos com mais de 300 em cada capitulo. Continuem comentando e dando estrelas, se acharem que merece, é claro.

*****

Cloc.

Aquele foi o maravilhoso som de meu pau estourando a cerejinha de minha irmãzinha Moana. Naquele momento ela perdia sua virgindade e eu tirava a primeira virgindade.

Tudo aconteceu porque ela veio a meu quarto, tarde da noite do domingo no dia em que Monica anunciou a todos que não iria mais se casar. O anuncio tirou o peso de suas costas por ter sido ela quem gravou e me enviou aquele vídeo comprometedor.

Moana gritou por longos segundos em minha boca beijando e depois de uns 2 minutos se acostumando, separou nossos lábios.

– Pronto Vik, o mais difícil já foi. Agora vá até o fundo sem parar, mas com cuidado. Seu pau parece muito maior em mim do que quando o vi de tão preenchida que estou me sentindo, falou dando um leve sorrisinho.

– Estou sentindo um quente diferente. Deve ser sangue.

– Deve ser pouquinho. Não estou sentindo dor. Continuaaaaa, pediu e logo voltou ao beijo.

Eu ia abrindo caminho a força, mas devagar porque o importante era não machucar e não transformar sua primeira vez em pesadelo. Daquele jeito tirando um pouquinho para aliviar e afundando mais do que antes, abria aquele canalzinho tremendamente apertado. Moana apertava os olhos em evidente desconforto e dor, mas jamais deixou de me puxar com suas mãozinhas. Para a distrair um pouco quando ele já estava na metade, perguntei a ela algo muito importando interrompendo o beijo.

– Você está protegida? Toma pílula? Sua bucetinha é tão deliciosa que não quero gozar fora a não ser que seja perigoso. Ohhhuuuu.

– Simmmmmm. Desde os 18 anos. Goza dentro. Quero minha primeira..... completa. Ahhhhhnnnn.

Como gemia e gritava cada vez menos parecendo ir se acostumando, afinal pau não vai engrossando até a raiz, não a beijei porque queria olhar em seus olhos cor de mel lindos demais, fora toda a beleza de seu rosto redondinho.

Também era para me convencer que eu comia a sexta daquelas 8 mulheres, e justo aquela que sempre brigava comigo escondendo seu amor por mim. Se Monica teria preferência por eu ter arruinado seu casamento, daria também preferência a Moana, pois sabia o que era amar alguém desde novinho sem ver chances de se tornar realidade e ela era a única que já me amava antes daquele episódio do vídeo. Para continuar a distraindo com meu pau quase chegando a 2/3 após uns 5 minutos, contei minha decisão.

– Ahhhhh irmãzinhaaaaaa, sua bucetinha é a mais apertada entre todas apertadas que experimentei, falei olhando em seus olhos.

Seus gemidos eram mais contidos porque com nenhuma antes fui tão devagar. Era uma conquista deliciosa e eu não tinha pressa nenhuma.

– É gostoso, perguntou querendo confete.

– Dói muito. Ela está espremendo demais, mas é a dor mais deliciosa que já senti. Muito mais do que gostoso, nem consigo definir. Ohhhhuuuuuuuuuuu.

– Ahhhhhhhhhn, sinto o mesmo. Eles estão brigando como nós. Ele insistente e ela teimosa, mas ele está ganhando e ela adorandoooooo perder, falou gemendo e sorrindo.

Sorri de volta porque era bem aquilo que eu sentia e um reflexo de nós dois, mas não seria mais assim.

– Não vamos mais brigar depois de hoje e nem eles. A Monica me pediu preferência porque estraguei o casamento dela e achei justo, mas você também terá preferência porque era a única que me amava antes. Te amo tanto minha irmãzinha. Ohhhhhhhhhh, gritei baixinho sentindo meu púbis encostar em seus pelinhos loiros.

Não acreditava que tinha entrado tudo porque imaginei que sua bucetinha só aguentaria uns 2/3, mas na verdade ela só tinha 10 a 12 centímetros de altura a menos do que as outras, ainda que aparentemente parecesse muito menor. Na hora também me vieram imagens do pornô onde vi paus enormes de negros entrando inteiros nas bucetas de loirinhas pequenas como Moana.

– Aaaaahhhhhhhhhhhiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii Vikkkkkk. Eu queria o ter inteiro, mas nunca imaginei que aguentaria e ainda mais que entrasse todo. Estou me sentindo tão, tão, tão cheia.

– A embalagenzinha flexível é perfeita para meu pau. Deve ser o mesmo aperto de uma camisinha, mas nunca usei uma. Ohhhhuuuuuuu.

Não me mexia para que Moana se acostumasse, seu canal afrouxasse um pouquinho e eu pudesse começar o vai e vem sem machuca-la, mas só aquela sensação divina já me levaria ao paraíso.

– E comigo nunca vai usar. Quero esse contado direto de nossos corpos. Ahhhh Vik, sonhei tanto com isso. Agora só falta gozarmos juntos e você dentro de mim. Vai. Começa.

Com cuidado fui puxando até quase a glande sair e fui enfiando devagarinho, mas a safadinha levantou o quadril engolindo parte dele mais rápido.

– Sua safadinha. Está tão gostoso que me pau nem vai diminuir depois de gozar e vou continuar, mais uma ou duas vezes, já avisei chegando ao fundo novamente.

Ela sorriu em meio a feições de dor e prazer.

– Ahhhhhhhhmmmmm. Esperei até os 21 anos com a esperança que fosse com você que perderia a virgindade, então também não ficarei satisfeita. Faça dessa a melhor primeira vez que qualquer mulher já teve Vik. As outras podem ter tido primeiro você, mas nenhuma terá tido a felicidade de perder a virgindade com você. Ahhhhhhh.

Conforme as dores iam diminuindo para ambos e meu pau escorregava mais fácil com sua lubrificação mesmo ainda sob muita pressão, foi ficando mais gostoso. De repente seus olhos ficaram vidrados.

– Me beija Vik. Vou gozar muito forteeeee.

– Eu também, falei antes de a beijar e abafar nossos gemidos de prazer imenso enquanto minha porra passava doloridamente por meu canal inundando o útero de minha irmãzinha.

Enquanto jatos e jatos de porra quente e espessa se espalhavam, seu corpinho se retorcia e tremia de um prazer nunca antes sentido. Para dizer a verdade, o meu também foi diferente, talvez por ser tão apertado e seu útero ser imaculado. Fora isso, eu já tinha imaginado estar engravidando Suzi, mas no caso dela era só porque pensava em como seria uma filha ruivinha, mas naquele momento pensei realmente que um dia iria com certeza engravidar Moana, o que deixou meu gozo mais poderoso.

Minhas estocadas não chegaram nem a metade da intensidade do que eu já tinha feito antes com as outras, mesmo quando meu esperma foi a lambuzando e facilitando o vai e vem deixando mais gostoso. Tamanha era a compressão que aquele gozo pareceu meu mais longo, na verdade não pareceu, foi mesmo o mais longo, mas mesmo assim quando terminou eu queria mais e mais, mas tinha que esperar o seu terminar para recomeçarmos.

O problema foi que demorou muito e até deixei de beija-la pois seus lábios não correspondiam mais. Quando terminou, pensei que se prostraria, mas sua reação foi outra.

– Ohhhhh deus. Nunca senti nada tão poderoso e delicioso, nem de perto. Enquanto gozava, parecia que eu estava no céu Vik. Você me levou ao céu, falou empolgadíssima.

Meu vai e vem continuava incessantemente, mas calmo.

– Foi meu gozo mais longo. Acho que por ser tão apertadinha e não ter parado de apertar, o prolongou.

Ele me olhou sorrindo e satisfeita.

– Sério? Com tantas mulheres lindas e gostosas?

– Cada uma tem sua peculiaridade.

– A minha foi ser virgem e ter a buceta apertadinha?

– Sim, mas tem muito mais. Ser minha primeira virgem. Você é linda e gostosa, mas diferente. Saber que essa bucetinha me esperou desde novinha. Ser loirinha. E pela primeira vez na vida eu ter vencido você sem que retrucasse, brinquei estufando meu pau no vai e vem.

Essa última foi mesmo só provocação.

– Ahhhhhhmmmm Vik. E de hoje me dia você pode vencer todas porque nunca mais vou retrucar. Eu já te amava e hoje você fez e me disse tantas coisas maravilhosas. Essas agora e o que falou antes que vou ter preferência. Fora esse pau delicioso, que parece hipnotizar as mulheres, falou o apertando ainda mais.

Eu sorri.

– Não é hipnotismo porque todas as vezes que gozam, ele está escondido lá dentro, brinquei.

– Então é poder mesmo. O poder de dar o que as mulheres gostam e precisam, mas em meu caso como já disse, muito antes foi amor, só que tive a sorte de ter um homem legal, lindo e com esse plus, sorriu.

– Esse homem também não fica satisfeito facilmente com uma mulher tão linda e gostosa, falei voltando a acelerar as estocadas, um pouco mais intenso do que antes.

– Ainda dóiiiiii, mas está mais gostoso Vik. Ficaria a noite toda fazendo isso e gozando vez após vez.

– Ohhhhh. Só não vamos fazer a noite inteira porque iria a inutilizar por dias e não quero esperar para repetir. Diferente das outras, você vai vir quando eu te chamar. Qualquer dia, qualquer hora. Não que vá ser todo dia, amenizei.

– Vikkkkkkkkkkkk. Eu vou amar correr até você sempre que você quiser. Estou adorando ser diferente.

Minhas estocadas iam aumentando, mas quando a sentia gemer mais forte, reduzia um pouco.

– Não significa que você também não possa vir por conta própria. Por ora, você e a Monica serão minhas mulheres pela vida toda. A mamãe e a titia, minhas amantes. Agora que não temem mais a Monica, vamos ver como ficam as outras.

De seus olhinhos começaram a escorrer lágrimas me apertando o coração, pois parecia ser de felicidade.

– Não importa quantas sejam, eu com certeza estarei com você para sempre. É muito amor Vik. Me faz gozar de novooooo.

Acelerei e era tão delicioso aquele pocinho fervente e super apertado, que mesmo tendo acabado de gozar há pouco, gozei de novo.

– Estou gozandooooooooo.

Apressada me puxou para o beijo e deu um grito gigantesco em minha boca gozando forte, muito forte, talvez mais do que o primeiro pois com a lubrificação do esperma certamente estava mais gostoso e sentia menos dores.

Minha irmãzinha gozou além daquele tempo em que as outras gozavam quando não tinham gozos em sequência e continuei a estocar o alimentando.

Vendo que ia longe, mesmo com meu pau tendo perdido pouco da ereção, acelerei um pouco mais querendo dar a minha irmãzinha um gozo tão longo quanto os mais longos que dei naqueles dias.

Incrivelmente, espremido como estava além daquele calor intenso, da lubrificação e de ainda estar na primeira vez de minha irmãzinha, voltei a ficar duro e senti que se demorasse mais um pouco o seu, conseguiria gozar novamente.

– Se você continuar gozando, vai conseguir me fazer ter outro orgasmo e bater todos meus recordes de gozar 3 vezes em tão pouco tempoooooooo.

Se Moana não iria continuar gozando, após minha provocação, olhou transtornada em meus olhos e continuou gozando. Claro que me fez perder o controle e a estocava ainda mais forte, já ouvindo os ruídos de nossos corpos se chocando, mas ainda faltando muita potência para que eu chegasse ao máximo.

Levei seu gozo, ou gozos por mais uns 3 minutos e então meu terceiro chegou mostrando o quanto estava adorando comer minha irmãzinha briguenta, ou ex-briguenta.

– Estou gozando meu amor. Ohhhhhhhhh.

Me olhando espantada pôr a ter chamado de meu amor, seu gozo teve um último ápice e depois que meu esperma terminou de jorrar, o encerramento foi rápido para nós dois. Moana parecia entorpecida, mas quando sentiu que eu sairia de cima dela, mostrou o quanto tinha adorado.

– A melhor primeira vez de todas, tenho certeza.

Sorrindo deixei sua bucetinha bem usada, caí de seu lado e a puxei para se deitar parcialmente sobre o meu corpo a abraçando bem juntinha.

O sexo era suficiente, pois foi muito mais intenso do que imaginei e deixaria para a degustar na próxima vez. Enquanto descansava, após pensar nas delicias que fizemos, imaginei se Victoria e Morgana seriam tão gostosas como ela, por serem também mingnonzinhos.

Se fossem e tinha quase a certeza que seriam, além de tudo tinham grande chance de serem passivas como minha tia por seus jeitos dóceis e frágeis o que poderia as tornar mais dependes de mim do que todas as outras, mesmo de Moana que ao menos no sexo se mostrou bem passiva comigo.

Quando se refez estava empolgada.

– Nunca ouvi de amigas que tiveram um orgasmo tão longo e tão forte. Na primeira algumas nem gozaram e o meu foram minutos, mas pareceram ser um atrás do outro que nascia quando o anterior morria.

Ela pensou um pouquinho e continuou.

– Também nenhuma delas teve a primeira vez com o homem que amou desde novinha, Nem com um que tem um pau imenso e nem com o irmão que deixa tudo mais quente e no meu caso, tive com os três em um só.

– Foi mesmo maravilhoso e por isso vamos ficar por aqui. Te degusto na próxima.

– Vou sentir falta, mas acho que vou precisar de uns 2 dias de descanso pois estou a sentindo esfolada.

– Se for só isso teve sorte e até sangrou.

– Deve ter sido pouquinho, ou não pararia.

– Posso degustar muito esse corpinho, sem te penetrar, a provoquei.

– Esteja a vontade. Você disse que vai me solicitar a qualquer hora e qualquer lugar, me provocou parecendo excitada.

– Para quem me contrariava em tudo, você está gostando muito do que falei.

– Estou mesmo. Passei anos querendo fazer amor com você e achando que nunca faria, então agora não vou perder nenhuma chance meu amor, falou me lembrando de como a chamei.

– Meu amor mesmo.

– Adorei ser chamada assim. Dá a sensação de termos algo a mais além do amor de irmãos e do sexo.

– E temos. Não sei definir o que é porque não inventaram termos para irmãos tendo uma relação que temos, mas temos algo muito intenso e profundo.

Moana, veio mais por cima e me deu um beijo apaixonado.

– Agora estou indo e nem sei se vou dormir. Boa noite, meu amor.

– Poderia falar para dormir aqui, mas o dia hoje foi complicado com a revelação da Monica. Na próxima você dorme. Boa noite.

Seu sorriso me deixou feliz e a acompanhei voltar a colocar o pijaminha, depois destrancar a porta e se ir. Como Moana, não conseguia deixar de pensar o quanto foi especial aquela sua primeira vez para ela e para mim e assim dormi. Talvez rindo sozinho.

No café da manhã da segunda-feira, mesmo não tendo mais aulas com presença obrigatória naquela última semana de aulas, não iria porque queria tomar café tranquilamente com Monica e mamãe que sairiam para resolver os problemas do cancelamento do casamento.

Não achamos que Moana fosse aparecer aproveitando para dormir, principalmente eu achando que descansaria, mas do nada ela apareceu toda sorridente, completamente diferente da enfezadinha que sempre foi. Na hora, mamãe e Monica se olharam e logo olharam para mim, que balancei a cabeça de levinho confirmando e é claro que não deixaram de a provocar, depois que ela conversou comigo toda descontraída.

– Você parou de ser enfezadinha por causa dele, Monica falou apontando para mim.

Era evidente que retribuía a cobrança de Moana da manhã anterior, quando perguntou a Monica se deixaria de casar por minha causa. Claro que minha irmãzinha ficou constrangida por sua mudança de atitude repentina e diferente de sempre, apenas concordou.

– Foi sim.

Monica não estava brava, era evidente, mas não perdeu a oportunidade.

– Depois de tudo o que ele fez conosco?

– Para Monica. Eu errei e já pedi perdão a ele e como você disse ontem, ele já até tinha nos dispensado, mas a história é longa. Agora vocês vão sair, depois eu conto.

Monica parou e mamãe parecia aliviada pelo fim de nossas brigas, mas porque também pediu que eu tivesse cuidado quando fosse desvirginar minhas irmãzinhas e Moana não dava sinal de ter se machucado, mas apostava que ela estava muito dolorida por ser tão apertadinha.

Quando sobramos só eu e Moana, meu pai apareceu estando atrasado para o trabalho, mas com certeza tinha me esperado, pois me chamou para conversarmos em seu escritório.

Moana ficou apreensiva pensando que pudesse ser pelo que fizemos na noite anterior, mas balancei a cabeça para ela que não devia ser isso e me fui atrás dele.

– Queria falar com você. Foi evidente que a Monica não vai casar por sua causa.

– Não sei porque está entrando nesse assunto? Te avisei que poderia acontecer, não só com ela mas também com as outras. E outra coisa, sou o mais novo dos quatros e 4 anos mais novo do que a Monica. Porque está falando comigo e não com ela, a irmã mais velha?

Sabia que ele tinha medo que uma das filhas descobrisse, pois se ele cobrasse Monica, ela viria conversar comigo e eu contaria a ela. Isso na cabeça dele, pois nunca contaria para minhas irmãs, por elas e não por ele.

– Conversamos que eu não vou interferir, mas fica difícil acontecendo dentro de minha casa.

– Ou você aceita e fingi que não vê nada, ou nos coloca para fora de casa ou você é quem deve pensar em sair. O titio também poderia sair e irem morar juntos, dei a sugestão que na verdade era o que eu gostaria que acontecesse.

Duvido que eles também não quisessem, mas tinham medo de meu avô se abandonassem as filhas dele, mas duvido que mesmo se morassem juntos, conhecidos desconfiariam deles, sempre imaginando que era para facilitar terem mulheres juntos.

– Qual desculpa eu iria dar, se saísse?

– Ahhh pai, você é especialista em arrumar desculpas. Faz anos que faz isso para ter seus momentos com meu tio.

Ele me olhou ciente que não iria ganhar a discussão e não tinha o que fazer. Terminando a conversa, achei que iria continuar fingindo que não via nada.

Durante a manhã, fiquei bastante com Moana e a tranquilizei dizendo que o assunto com papai era sobre eu trabalhar. Namoramos bastante, ela ficou em meu como em minha cama com vários amassos, mas não além. Almoçamos só nós dois porque minha mãe e Monica ficariam o dia todo fora e Morgana estava na casa de Victoria e ia almoçar com ela e titia.

Moana só ficou triste quando avisei que iria me encontrar com Livia logo mais, mas ela mesmo disse que era algo com que devia se acostumar, mas que tinha sido muito bom ter passado aquela manhã só comigo, depois de nossa noite. Ela até ganhou mais carinhos e beijos antes que eu saísse.

No caminho para o apartamento, pensava em como seria com Livia. Ela foi a segunda com quem fiz amor e foi muito bom, mas já fazia duas semanas e não havia mais o empecilho Monica. Livia ia manter a palavra que queria mesmo ser minha namorada?

Assim que cheguei e Livia abriu a porta e me mandou entrar ficando escondida atrás dela fiquei curioso, mas logo descobri o motivo. Minha prima maravilhosa estilo modelo estava com um conjunto completo de lingeries vermelhas de rendas parecendo ter saído de uma revista erótica e seu sorriso safado completava a visão celestial, ou melhor, infernal naquele vermelho para lá de quente.

– Que saudade meu namorado. Veja o que sua namorada comprou para nosso início de namoro.

Na hora me veio um pensamento – “Tal mãe, tal filha”. Livia era só a segunda que usava lingeries extremamente sensuais para mim, depois de minha tia. Suzi tinha até usado, mas não sensual, pois sua calcinha e sutiã vermelhos eram normais e a vi vestindo.

Nenhuma daquelas mulheres gostosas precisaria de qualquer adorno para me fazer as desejar, e nem fizeram isso na primeira vez a não ser titia por eu a ter mandado as usar para mim depois da dica de minha mãe que ela era passiva. No entanto, iria adorar ver como todas ficariam em lingeries sensuais como minha prima estava naquela hora.

A cintura de sua calcinha era só uma tira elástica de 1 centímetro com 2 triângulos, um na frente e outro atrás de rendas vermelhas como todo o resto. Seu sutiã também tinha a mesma tira por baixo dos seios e na ponta dos triângulos passando pelos ombros e indo para as costas. Mas tinha mais, muito mais. Livia usava uma cinta liga bem larga do sutiã a calcinha na mesma renda e com ligas que desciam por seus quadris largos, seu bumbum empinado, suas coxas torneadas e prendiam as meias transparentes também vermelhas. Nos pés, sapatos vermelhos de salto alto.

Era sensual, mas também sexy, provocativo e quando ela se virou, seu bumbum engolia uma parte da calcinha me fazendo o desejar novamente me dando a certeza que foi o primeiro bumbum que eu tive e seria o primeiro que teria pela segunda vez.

Diante de meu estado catatônico engolindo em seco pois não tinha mais saliva, ela sorria feliz por ver que seu esforço rendia frutos. Pegando em minha mão foi puxando para seu quarto.

– Vem Vik. Quero tudo em minha cama.

Fui quase arrastado por estar desorientado, mas acompanhava seu leve rebolado com cada polpa subindo e descendo alternadamente, sua cintura fina e suas costas lindas e quando entramos em seu quarto, se virou para mim e começou a me despir primeiro levantando a camiseta.

– Espero que não tenha se cansado muito com a Moana. Você não sai daqui enquanto cada buraquinho meu não tiver sido devidamente comido.

Não sabia como as informações corriam tão rápidas entre elas, mas estavam sempre atualizadas. No caso de Moana, achei que nem tinha sido ela, mas Monica quem contou a Livia naquela manhã.

Depois que tirou a camiseta, arranhou meu peito me arrepiando.

– Você não imagina como estou tarada. Desde aquele dia só gozei com os dedos lembrando de tudo o que fizemos. Você, acho que não teve tempo de pensar em mim, me provocou.

Ela já abria minha calça apressada.

– Qualquer homem que fizesse amor com você e não se lembrasse todos os dias depois, nem poderia se considerar homem.

Tendo abaixado minha calça com meu pau quase metade para fora da cueca o agarrou.

– E você é muito homem né priminho. Como nenhum que conheci. Tão novinho já satisfaz 6 mulheres e viciou todas nesse pau gostoso e imenso. Todas com a bucetinha esfolada e pulsando quando se lembram dele, só que agora ele é meu. Me fode meu namorado. Vamos deixar as preliminares para depois. Tire você essa roupa ou não vou conseguir deixar de chupar seu pau.

Enquanto tirava a calça e a cueca ela foi para sua cama, subiu nela e ficou de 4 com aquela lingerie vermelha. Quase gozei sem me tocar, ainda mais com seu olhar safado.

– Está bom assim ou prefere no papai e mamãe ou te montando, perguntou oferecida.

– Se você se colocou assim, é porque quer nessa posição, só que com certeza vou gozar rápido demais com a visão que terei.

– Vem. Eu também vou gozar só com a cabecinha. Depois você continua socando e gozamos mais uma vez, falou safada.

– Posso tirar uma foto? Mesmo que você se vista assim de novo nunca será a primeira vez e quero guardar essa visão. Sem você olhar na foto ninguém vai saber.

– Você pode fazer o que quiser comigo priminho. Tenho total confiança em você e agora é meu namorado. Só que é melhor mesmo não mostrar o rosto.

Fui até minha calça, peguei o celular e subi em sua cama me colocando de joelhos atrás daquela visão divinamente erótica e sexy. Fiz apenas duas porque não tinha jeito de ficar mais sensacional e jogando o celular na cama, afastei sua calcinha enterrada.

Mais uma vez me encontrava com aquela bucetinha lindinha, depilada com dois fiozinhos rosas de cada lado de sua fenda, mas tinha a certeza que daquele momento nos encontraríamos sempre. Enquanto a pincelava Livia mostrava o quanto era safada.

– Ahhhhhhh, preciso tanto dele. Não quero gozar só com a cabecinha, então enterra de uma vez, nem que vá doer e esfolar. Se gozar comigo, goza uma parte lá dentro, mas tira e também lambuza todo meu cuzinho, aí quando terminar na frente, você enfia atrás.

Qualquer mulher falando isso já levaria o tesão aos céus, mas aquele avião com corpo de modelo e usando aquela lingerie, quase me fez gozar antes da hora. Se ela era tão safada comigo, não podia a decepcionar, então encostei em seu furinho, segurei na cintura sobre aquela cinta-liga de rendas e comecei a penetrar encontrando tanta dificuldade como encontrei em nossa primeira vez, mas estava muito melada.

Seu grito de dor e prazer foi tão longo como a penetração que ia arregaçando aquela bucetinha que Livia disse desde a primeira vez que estaria arruinada para outro pau e que teria que virar lésbica se não pudéssemos continuar.

– Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiihhhhhhhhhh. Arromba minha bucetinha de novo priminho. Estou gozandoooooooooooooooooo.

Eu tinha chego a seu colo de útero em 30 segundos sabendo que iria a esfolar, mas valeu a pena por seu gozo descomunal. Sentindo aquele aperto quente e a deliciosidade daquele canal tendo a visão de seu corpo de lingerie vermelha, também gozaria, mas deu tempo de dar ao menos algumas estocadas com bastante virilidade.

– Aaaauuunnn. Aaaauuunnn. Aaauuunnnn, Livia gemia a cada estocada sempre gozando. Então o meu aconteceu sentindo um mar de esperma inundar o útero de minha prima linda.

Não me esqueci do que ela pediu e depois de uns 4 jatos, o tirei e espirrei uns 3 em seu cuzinho o deixando esbranquiçado e melado e então voltei a penetra-la continuando o ir e vir poderoso com Livia gozando sem parar, parecendo ser ainda mais forte depois que melei seu cuzinho.

Meu pau não diminuía diante daquela visão dos sonhos e sentindo sua bucetinha gozando me apertando poderosamente. Me lembrando o quanto facilitou preparar o cuzinho de Monica com os dedos, levei um e o encharcado com o esperma que cobria suas preguinhas, o enfiei com calma, mas pareceu que eu jogava gasolina no fogo pois eu orgasmo ficou mais forte e Livia tremia e pulava toda descoordenada.

Como não foi difícil, com toda aquela lubrificação levei o segundo dedo e esse sim entrou muito apertado e só quando meu pau saía eu ia conseguindo colocar mais um pouco dele.

– Aaaahhhhuuu. Bommm, consegui dizer aliviando minha preocupação de a estar machucando.

Meu pau entrava, tão, tão justo que ia moldando aquela buceta apertadinha só para ele fazendo minha prima monumental nunca mais querer outro. Assim que coloquei o segundo dedo naquele aperto esmagador, os abri o pouco que consegui a alargando e então os tirei e também me afastei até que meu que saiu de seu canal e o levei para seu cuzinho todo besuntado de esperma.

– Fode meu cuzinho Vik. Adorei quando você fez isso na outra vez, falou entre gemidos e gritos de um orgasmo que teimava em reacender a cada estimulo.

Empurrei forte no centro de suas preguinhas e a glande foi entrando, parecendo que Livia ajudava as forçando abrirem. Quando toda a chapeleta se encaixou, soltei meu pau e levei de volta a mão a sua cintura a segurando firme.

Poderia dar tapas no bumbum ou segurar seu cabelo, mas eu estava com muito tesão pôr a segurar sobre aquela cinta liga de rendas vermelhas. Com cada uma daquela mulheres, em algum momento me pegava pensando que não acreditava que estava acontecendo o que estava acontecendo e com Livia foi naquele momento.

Eu era o maior sortudo do mundo por ter recebido aquele vídeo, mas achei que nunca conseguiria fazer sexo por mais de uma vez com cada uma delas e estava acontecendo com a promessa de cada uma de continuarmos. Era muita, muita areia para meu caminhãozinho, mas não iria reclamar.

Fui enfiando em seu cuzinho impressionantemente apertado e delicioso com Livia nem conseguindo mais gemer alto em seu gozo sem fim. Minha priminha tinha sido muito safada e generosa comprando aquele conjunto, então me lembrei de algo que vi me vídeos e daria a ela.

Fui a puxando para trás enquanto ia me sentando sobre as canelas e panturrilhas. Quando sentei nessa posição, não tinha mais como Livia ficar de 4, então a puxei pelas costas e ela veio se sentando até que estava sentada em meu colo com meu pau enterrado naquele buraquinho apertado até o fundo.

– O que você vai fazer comigo, conseguiu perguntar.

Enquanto meus movimentos já denunciavam o que eu faria, respondi sua pergunta.

– Vou te dar uma foda de pornografia como vi lá e encher todos seus buracos deliciosos de uma vez.

– Aaaahhhhhhhmmmmm, gemeu sem conseguir falar, mas senti meu pau sendo quase decapitado por aquele anelzinho.

Com as duas mãos em sua barriga zerada, uma foi para baixo entrando sob a calcinha até que espalmei sua buceta. A outra passeou rápido por seus seios e beliscou seus mamilos. Ainda a provoquei falando em seu ouvido por trás.

– Você disse que nossa relação seria de iguais, então não sei se posso te mandar fazer algo, mas eu preciso para fazer o que eu quero.

– Pode mandarrrrr. Eu te obedeçooooo, falou apressada.

– Seja uma boa putinha e abra as pernas.

Em segundos Livia tinha as pernas abertas ao máximo. Seu orgasmo aprecia ter perdido um pouco de forças, mas não tinha apagado totalmente e se tivesse iria o reacender com nitroglicerina.

Se pouco antes eu tive meu pau eu sua bucetinha e dos dedos no cuzinho, agora tinha invertido e comecei a enfiar dois dedos em sua bucetinha felizmente muito escorregadia de meu esperma e seu caldinho.

– Vikkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, gritou gemendo enquanto meus dedos se afundavam com calma para não a machucar, afinal disputavam espaço com meu pau.

Foi seu último grito, pois levei a outra mão a seu rosto e enfiei dois dedos entre seus lábios e depois os afundei em sua boca.

– Chupa bem putinha do priminho como você é.

Sua língua começou a trabalhar em meus dedos como se fosse meu pau. Seu corpo já tremia novamente enquanto com o quadril em mola a levava para cima e para baixo. Não parei por aí.

– Como não tenho 3 mãos, me ajuda. Aperta seus seios e torce seus biquinhos.

Livia gemeu em meus dedos e logo tinhas as mãos por dentro do sutiã vermelho. Mordi seu pescoço antes de nos levar ao orgasmo próximo, ou melhor ao meu porque forte ou fraco o dela ia se sucedendo um após o outro. Meus dedos em sua bucetinha se alternavam com meu pau em seu cuzinho em um vai e vem inverso.

– Essa é minha foda total. Três buracos, três penetrações e não poderia ser com outra. Você é minha putinha mais safada, mas de agora em diante vai se comportar e ser safada só quando estiver comigo, não vai.

– Hammm, hammm, gemeu lambendo meus dedos e balançando a cabeça afirmativamente.

– Você merece ser a primeira priminha a ter uma tripla penetração. Se esforçou e comprou essa lingerie linda para seu namorado. Agora vou gozar nesse bumbum maravilhosoooooooooo.

Livia ficou louca sentindo meu esperma e todos seus furinhos preenchidos e tremia como uma eguinha chucra pulando em meu colo me dando a certeza que seu rabinho ficaria todo esfolado.

Não via seu rosto, mas sabia que seus olhinhos deviam estar girando de prazer. De novo enchia suas entranhas de esperma, o que se tornaria com certeza frequente, mas não em todas as vezes. Na maioria só aquela delicia de bucetinha e sua boca carnuda me fariam muito feliz.

Quando acabou fui tombando para o lado a levando junto e assim que estávamos de conchinha no colchão, fui liberando todos seus buraquinhos com delicadeza. Nem eu e nem ela falamos algo, porque respirávamos forte e estávamos nos recuperando daqueles gozos incríveis.

Enquanto descansava, tive o pensamento que nem Moana, nem Morgana e nem Victoria teriam aquela experiencia, pois pequenas como eram, as machucaria demais. E porque precisaria, se Moana era uma maravilhosa delicinha com sua bucetinha super apertada, o que também devia ser o caso da outra irmãzinha e da priminha.

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