A manhã seguinte amanheceu e eu ainda estava cansado. Tinha passado a noite inteira me masturbando. Aquelas fotos da Camila nua aumentaram meu tesão pra caralho. Fiquei alternando entre as três imagens salvas e vídeos pornô na internet até umas duas da manhã. Só parei quando ouvi a chave na porta: minha mãe Lúcia chegando do serviço, às onze da noite, cansada, moída, carregando sacolas de supermercado. E sai é , ajudei ela a guardar as coisas e voltei pro quarto.
Agora de manhã, ao entrar no banheiro depois de me levantar, escovo os dentes na frente do espelho. Meu pau já está duro dentro da cueca, latejando só de lembrar das fotos. Não aguento. Termino de escovar, saio do banheiro e vou direto pro quarto. Fecho a porta, pego o celular, abro a pasta escondida e coloco a primeira foto da Camila nua na tela.
Baixo a cueca de uma vez. O pau de vinte centímetros pula pra fora, grosso, as veias saltadas. Começo a bater devagar, olhando os seios grandes e pesados dela, os mamilos escuros, a cintura fina e a buceta depilada entre as coxas. Aperto mais forte, subo e desço a mão, já sentindo o pré-gozo escorrer. Mudo pra segunda foto: ela de lado, a bunda volumosa em destaque, a tatuagem da serpente subindo na coxa. Bato mais rápido. Troco pra terceira: Camila de quatro, a bunda empinada, o cu e a buceta à mostra. Imagino metendo naquilo enquanto a mão sobe e desce com força no meu pau, o barulho molhado do pré-gozo enchendo o quarto silencioso.
Eu continuo batendo forte, a mão subindo e descendo rápido no pau grosso enquanto olho as fotos da Camila nua. Os seios pesados, a bunda empinada, a tatuagem da serpente… o tesão sobe sem controle. Sinto as bolas contraírem e gozo jatos fortes e quentes de porra que escorrem pelos dedos e sujam o lençol. Fico ofegante, o pau ainda latejando, e limpo a mão na camiseta.
Após gozar, sigo em frente com meu plano. Estava na hora da segunda fase.
Me arrumo rápido, visto a calça jeans, a blusa preta e o capuz, e saio a pé pelo bairro. Na esquina acabo dando de cara com Kailane. Ela me vê, corre e me abraça apertado, me beijando calorosamente na boca.
Ao lado dela está o pai, Armando. Cinquenta e dois anos , Bombeiro aposentado, negro, alto, forte, cara fechada. Ele me encara de cima a baixo e fala grosso:
— Você aqui, Anderson?
Me pega pelo pescoço com a mão grande e aperta:
— Eu soube da suspensão da minha filha.
Eu gaguejo, a voz saindo fraca:
— S-sim… eu sei… me desculpa…
Ele me empurra e me joga no chão com facilidade.
— Vou ficar de olho em você, seu vagabundo.
Vira as costas e sai andando pesado pela calçada. Kailane me ajuda a levantar, me beija de novo e fala baixo:
— Deixa ele… tá puto porque a esposa saiu de casa.
Ela se despede com mais um beijo e some.
Eu sigo meu caminho até o bairro vizinho. Na avenida principal vejo uma sex shop com a porta aberta e as vitrines cheias de vibradores, roupas e acessórios. Paro na frente, olho as coisas expostas e penso baixo, um sorriso torto no rosto:
— Camila… agora eu vou brincar com você de verdade.
Eu entro na sex shop. As vendedoras me encaram de cima a baixo. Uma delas, de braços cruzados, fala com grosseria:
— O que você quer?
Eu ignoro a cara feia e começo a olhar as prateleiras. Pego um vibrador rosa grosso, com várias velocidades e uma cabeça arredondada. Depois um plug anal preto, médio, com base alargada. Mais um conjunto de algemas de couro, uma venda preta e um collarin com corrente. Por último, um outro vibrador mais fino, curvado, feito pra estimular o ponto G.
Levo tudo até o balcão e falo:
— Vou levar esses aqui.
Pago com as notas amassadas que tirei da sacola do Jorge. A vendedora embrulha sem dizer mais nada.
Saio e passo numa loja de eletrônicos duas quadras depois. Compro dois mini cameras escondidas, daquelas pequenas que parecem carregador de celular, com gravação noturna e cartão de memória.
Volto pra casa, subo direto pro quarto e coloco tudo dentro de uma caixa de sapato velha. Fecho a tampa, olho pela janela em direção à casa da Camila e falo baixo:
— Próxima fase está começando oficialmente, gostosa…
Nesse momento ela sai pela porta de casa, de roupa de academia. O top preto aperto os seios grandes e pesados, marcando os mamilos. A legging colada marca a buceta, as coxas cheias e principalmente aquela bunda volumosa e redonda que balança a cada passo. A tatuagem da serpente aparece na coxa esquerda. Meu pau endurece na hora dentro da calça, latejando só de ver ela atravessar a calçada.
Aproveito que Camila saiu e desço rápido. Pego os vibradores, o plug anal e as duas mini câmeras escondidas, coloco tudo dentro de outra caixa de sapato e escrevo um bilhete:
“Tenho brinquedos pra você. Aguarde as instruções.”
Deixo a caixa escondida atrás do vaso de planta perto do portão dela e saio andando rápido.
Vou até a escola buscar Kailane. Ela já está no portão quando eu chego. A gente volta de mãos dadas até o meu apartamento. Minha mãe ainda não chegou.
Assim que tranco a porta do quarto, eu pego as algemas, a venda preta e o collarin com corrente. Kailane ri safada quando vê.
— Hoje você vai ser minha putinha de verdade.
Coloco a venda nos olhos dela, fecho as algemas atrás das costas e coloco o collarin no pescoço, segurando a corrente. Ela já está ofegante. Eu tiro a roupa dela toda, deixo ela nua de joelhos na cama e falo baixo no ouvido:
— Vou arrombar seu cu de novo, gata…
Cuspo no cu dela, posiciono meu pau grosso e enfio de uma vez. Kailane grita, o corpo se contorcendo por causa das algemas. Eu meto fundo e com força, puxando a corrente do collarin pra trás, fodendo o cu apertado dela sem piedade. O barulho molhado enche o quarto. Ela geme alto, a venda nos olhos, as mãos presas atrás das costas, a bunda tremendo a cada estocada. Eu continuo metendo forte até sentir ela gozar gritando, o cu se contraindo em volta do meu pau, e logo em seguida eu gozo fundo dentro dela, enchendo o cu de porra quente.
Após foder o cu de Kailane, eu a deixo deitada na cama, ainda ofegante e com as algemas soltas. Saio do quarto e vou até a sala.
Pego o Samsung velho e digito a mensagem pra Camila:
“segunda fase: você deve fazer vídeos usando cada um desses brinquedos e instalar essas mini câmeras no seu quarto”
Ela responde quase na hora:
“não. como assim vc vai me gravar?”
Eu digito frio:
“obedece, vadia. você está nas minhas mãos, adúltera”
A resposta dela demora um pouco:
“ok… mais quando tudo isso vai parar? eu já te enviei as fotos”
Eu mando a última mensagem:
“quando eu quiser. você tem até amanhã à noite pra me enviar tudo”
E desligo o Samsung.
Após isso Kailane continuava dormindo no meu quarto, ofegante e nua por baixo do lençol. Eu me visto rápido, pego as várias sacolas de lixo acumuladas na cozinha e desço.
Aproveito pra olhar o movimento da rua. A rua do conjunto é estreita, asfalto irregular, calçadas esburacadas e postes tortos. Do meu lado ficam os blocos de concreto do conjunto, com varais de roupa nas janelas e som de televisão vazando. Do outro lado, as casas mais antigas, entre elas a da Camila, com o muro baixo e o portão de ferro preto. Nessa hora da tarde o movimento é fraco: um ou outro carro passando devagar, uma motinho barulhenta, duas senhoras conversando no ponto de ônibus e um cachorro vira-lata farejando o meio-fio.
Estou jogando as sacolas na lixeira da esquina quando vejo Camila saindo de casa. Ela está suada, o cabelo preto preso de qualquer jeito, a blusa colada no corpo molhado de suor, a legging marcando as coxas e a bunda. Vem caminhando rápido na minha direção.
Quando chega perto, para na minha frente, ainda ofegante, e fala baixo:
— Você pode me ajudar, Anderson? É urgente.
Sigo Camila. Ela me leva até o quarto dela, no segundo andar da casa. Enquanto subo a escada atrás dela, a bunda grande e redonda balança dentro da legging suada, cada passo fazendo o tecido marcar ainda mais. Meu pau fica duro e latejando dentro da calça só de olhar.
Dentro da casa o choro da bebê ecoa de algum cômodo. Brinquedos espalhados pelo chão da sala e do corredor. No quarto dela, a cama de casal desfeita, roupas jogadas numa cadeira. Camila pega as duas mini câmeras em cima da cômoda. Do lado, aberta, está a caixa com os vibradores e o plug que eu tinha deixado pro ela. Ela não faz ideia de que fui eu quem enviou.
— Instala pra mim, Anderson — ela pede, ofegante. — Eu vi um vídeo de instrução no YouTube, mas não consegui.
— Deixa comigo.
Olho o quarto rápido e escolho dois pontos: um no alto do guarda-roupa, outro atrás de um porta-retrato na parede oposta. Dos dois ângulos a cama fica completamente visível. Enquanto eu instalo e testo as câmeras, Camila começa a arrumar malas no chão.
— Vai viajar? — eu pergunto.
— Não… a bebê vai pra casa da minha mãe.
Termino o serviço, limpo as mãos e falo:
— Pode ver se tá funcionando.
Ela pega o celular, abre algum aplicativo e fica vermelha de vergonha.
— Eu… eu não comprei isso…
Eu sorrio de canto e respondo:
— Isso não é da minha conta, né?
Ela mete a mão na bolsa, me entrega trinta reais sem olhar na minha cara. Eu guardo o dinheiro, desço as escadas e saio pela porta. Na calçada, baixo a voz e falo sozinho:
— Meu plano está funcionando…
Chego em casa, subo e abro a porta do quarto. Kailane está nua em cima da minha cama, de quatro, a bunda empinada, o cu ainda um pouco aberto e piscando de tesão. Ela olha por cima do ombro e fala safada:
— Você foi aonde, amor?
Vamos pro segundo round…
Eu a pego pela cintura com as duas mãos e enfio meu pau de uma vez no cu dela, ainda frouxo e molhado da porra que eu tinha gozado antes. O leite escorre quando eu enterro até o fundo. Kailane grita alto, a bunda tremendo:
— Aih… caralho…!
Eu não espero ela se acostumar. Começo a meter com brutalidade, estocadas secas e profundas, o quadril batendo forte nas nádegas dela. O cu faz barulho molhado a cada investida, a porra antiga sendo empurrada pra dentro e pra fora, escorrendo pelas bolas e pelas coxas pretas. Seguro a cintura com força e fodo sem dó, puxando ela pra trás a cada estocada, fazendo o pau sumir inteiro.
— Toma, puta… — eu gemo, aumentando a velocidade.
Kailane enterra o rosto no travesseiro, gemendo abafado, a voz já rouca. Eu aperto mais a cintura, os dedos cravando na carne, e meto ainda mais forte. O barulho da pele batendo enche o quarto. O cu dela, já arrombado da foda anterior, se abre fácil ao redor do meu pau grosso, mas ainda aperta a cada vez que eu puxo pra fora. A porra escorre sem parar, fazendo tudo mais escorregadio e barulhento.
Eu mudo o ângulo, empinando ainda mais a bunda dela, e começo a foder de cima pra baixo, as estocadas caindo pesadas. Kailane grita a cada golpe, o corpo inteiro se sacudindo. Eu cuspo no cu dela e continuo metendo, vendo o líquido se misturar com a porra que já estava lá. As nádegas dela ficam vermelhas das palmadas que eu começo a dar enquanto fodo, o som seco misturado com o barulho molhado da penetração.
— Mais forte… porra… arromba… — ela consegue falar entre os gemidos.
Eu obedeço. Meto com tudo, rápido e fundo, as bolas batendo na buceta molhada a cada estocada. O cu dela faz barulho de arrombamento, se abrindo e fechando ao redor do tronco grosso, a porra sendo chacoalhada pra fora a cada movimento. Eu puxo o cabelo dela com uma mão, forçando a cabeça pra trás, e continuo fodendo sem parar, o suor escorrendo pelo peito, a respiração ofegante, o pau latejando dentro daquele buraco quente e largado.
Não diminuo o ritmo. Continuo metendo brutalmente, sentindo o cu dela cada vez mais frouxo e molhado, os gemidos dela cada vez mais altos e desesperados, até o quarto inteiro cheirar a sexo e porra.
Eu e ela nos abraçamos suados, ainda ofegantes, o meu pau molhado de porra encostado na barriga dela. Nesse momento meu iPhone toca em cima da mesinha. Atendo. É a minha mãe.
— Filho, hoje não vou poder ir embora… vou dobrar o turno até amanhã.
— Tá bom, mãe.
Desligo. Kailane me olha e sorri. A gente se abraça de novo, apertado. Eu falo no ouvido dela:
— Vamos aproveitar a noite…
Ela se levanta na hora, me empurra de costas na cama e desce. Pega meu pau ainda sujo e semi-duro com a mão e enfia na boca de uma vez. Chupa com vontade e tesão, a língua girando na cabeça, a boca descendo até quase engolir tudo. Faz barulho molhado, saliva escorrendo pelo tronco e misturando com o resto de porra que ainda estava nele. Usa as duas mãos: uma apertando a base, a outra massageando as bolas. Sobe e desce rápido, chupando forte, engasgando de propósito e voltando a engolir fundo. Os olhos dela estão fechados de tesão, os seios balançando a cada movimento da cabeça. Ela chupa como se estivesse faminta, a boca quente e apertada, a língua pressionando a veia de baixo, o barulho safado enchendo o quarto enquanto meu pau volta a ficar completamente duro dentro da garganta dela.
Ela continua me chupando com vontade, a boca quente subindo e descendo no meu pau. Mas na minha cabeça as fotos da Camila nua começam a passar: os seios grandes e pesados, a bunda empinada de quatro, a tatuagem da serpente na coxa. Eu fico ainda mais duro dentro da boca da Kailane. Sinto o tesão subir rápido demais.
— Engole, vadia… tudo… — eu gemo.
Gozo forte, jatos quentes e grossos direto na garganta dela. Kailane engole a maioria, a garganta se contraindo ao redor do pau, mas deixa um pouco vazar pelo canto da boca, escorrendo pelo queixo e pingando no peito. Ela tira a boca devagar, limpa o canto dos lábios com o dedo e cai ofegante ao meu lado.
A gente se abraça e dorme juntos na cama bagunçada. Mas minha ansiedade é evidente. Mesmo de olhos fechados, a única coisa que eu quero é ver quais vídeos a gostosa da Camila vai me enviar.