Deitada de costas na cama da cabine, inteiramente nua sobre os lençóis de algodão, ouvia o chiado abafado da água caindo no banheiro. O Miguel até tinha sugerido tomar banho comigo depois que saímos do spa, mas neguei. Preferi o chuveiro sozinha. Apressar o passo e saturar o ambiente agora seria um erro amador. O desejo precisa de ar para queimar; se você entrega tudo de uma vez, perde a graça.
Estiquei a mão até o criado-mudo e peguei uma pequena bala de menta congelante que guardava na bolsa. Coloquei-a na boca, girando o tablete na língua até sentir a mucosa gelar por completo. Passei a ponta dos dedos pela minha barriga, descendo até o monte de vênus. Bastou imaginar aquele frescor concentrado tocando a minha carne quente para sentir a pele esquentar ainda mais.
O barulho da água cessou. A porta do banheiro se abriu e a névoa morna invadiu o quarto. O Miguel saiu nu, com os cabelos úmidos caindo pela testa e gotas escorrendo pelo peito. Ele encarou minha nudez na cama e caminhou até o colchão.
Ajoelhou-se entre as minhas pernas abertas, com o olhar fixo em mim.
— Tô aqui, vó... — disse ele, a voz rouca. — O que você quer que eu faça?
Retirei a pastilha da boca e segurei-a entre o polegar e o indicador.
— Primeiro, abre a boca.
Ele obedeceu, curioso. Posicionei a bala sobre a língua dele e empurrei devagar até que ele a acomodasse.
— Deixa dissolver um pouco... sente o gelado na boca — orientei, vendo o guri franzir a testa com o choque térmico imediato. — Esse é um truque antigo. O contraste do gelado da menta com o calor da minha buceta vai me fazer sentir cada milímetro do que estiver provando.
Antes que ele descesse o rosto, puxei-o pela nuca e selei meus lábios nos dele num beijo fundo e faminto. A língua dele, gélida e mentolada, invadiu a minha boca enquanto o membro ereto dele pressionava a minha coxa, firme e pulsante bem ao lado da minha virilha. A rigidez do pau dele roçando ali fez meu corpo inteiro estalar. Por um segundo, a tentação de pular todas as etapas e puxá-lo direto para dentro de mim passou pela minha cabeça; mas me mantive firme. O controle e o progresso cadenciado do prazer valiam mais do que a pressa.
Parti o beijo devagar, saboreando o resto da menta que ficara nos meus lábios, e guiei a cabeça do meu neto para baixo, cravando os dedos no cabelo dele até posicioná-lo bem diante da minha virilha.
— Sem pressa. Passa a língua primeiro na dobra da coxa.
Ele obedeceu. O guri começou o trajeto lá embaixo, na altura dos meus joelhos, prensando os lábios no interior da minha coxa antes de deslizar a língua gélida pela pele macia. Subia milímetro a milímetro num ritmo torturante, alternando beijos úmidos com sopros leves de ar mentolado que faziam os poros da minha coxa se arrepiarem de imediato.
— Mais devagar, Miguel... — segurei a cabeça dele pelo cabelo, travando o avanço afobado do guri no meio do caminho. — Se você correr, estraga a graça. Deixa a fome aumentar. Saboreia a pele.
Apesar da minha própria buceta pulsar em desespero por aquele toque gelado logo de uma vez, mantive a mão firme no couro cabeludo dele, ditando a cadência. Ele soltou um rosnado abafado contra a minha coxa, acatando a ordem. Ele passou a traçar círculos lentos com a ponta da língua macia na parte mais sensível da minha carne interna, subindo a boca bem devagar até encostar na dobra exata da minha virilha. O choque térmico do hálito gélido de menta atingindo em cheio a minha pele quente e hipersensível arrancou-me um arrepiado violento e um suspiro longo, fazendo minha bacia dar uma leve fisgada involuntária para cima.
— Agora abre com os dedos.
Com as mãos trêmulas, ele usou os polegares para afastar os lábios maiores, expondo a carne rosada.
— Tá muito molhada, vó...
— É por tua causa. Agora posiciona a boca no centro, mas não encosta no botãozinho — ordenei, a voz falhando ligeiramente quando senti o calor da respiração gélida dele a milímetros da minha intimidade. — Quero que você passe a língua só pelos lábios. Lambe por fora. Nada de tocar lá no meio ainda.
O Miguel assentiu contra a minha pele, nitidamente angustiado pela restrição, mas totalmente submisso. Com os olhos fixos nos meus, ele começou a contornar a borda da minha buceta com a ponta da língua mentolada. Ele dava lambidas compridas, subindo de baixo para cima ao longo dos lábios maiores, colhendo a umidade que escorria enquanto soprava aquele ar gélido direto na carne quente. Ele beijava, sugava as dobras externas com suavidade e passava a língua de novo, criando um suplício delicioso que fazia o meu ventre contorcer-se de expectativa.
A tensão na minha virilha chegou ao limite; a carne pulsava tanto que quase parecia ter vida própria.
— Isso... — gemi abafado, cravando as unhas no ombro dele e puxando-o com força. — Agora chega. Dá uma boa lambida de baixo para cima... pega ele em cheio.
Ele não esperou uma segunda ordem. O Miguel abriu a boca e passou a língua inteira, quente e mentolada, num golpe firme e contínuo que arrastou desde a base até o topo, achatando o meu clitóris com vontade.
O choque do toque direto fez o meu corpo responder no ato. A minha coluna arqueou no ar, tirando o quadril do colchão, enquanto os meus pés se fincavam nos lençóis e um gemido alto e arrastado escapava pela minha garganta.
O Miguel se afundou na minha intimidade. A língua gelada dele começou a trabalhar o ponto mais sensível de forma contínua, criando um choque térmico avassalador a cada passada. As minhas coxas se tencionaram ao redor das orelhas dele.
— Isso... agora me engole com a boca.
Ele envolveu a carne com os lábios, sugando com firmeza enquanto o ar fresco da menta queimava manso na minha pele sensível. Minhas pernas estremeceram.
O Miguel manteve o rosto colado na minha virilha, erguendo o olhar para me encarar de baixo. Aquele guri de ar ingênuo tinha dado lugar a um homem com o peito estufado, nitidamente vaidoso e satisfeito por me ver arqueada, dominada pelas reações que ele mesmo arrancava de mim. Ao ver o orgulho estampado nos olhos dele, senti uma onda de satisfação me invadir. O meu aluno estava se saindo melhor do que o encomendado.
Sem soltar os cabelos dele, inclinei a bacia para cima e comecei a esfregar a minha vulva diretamente contra a boca dele, usando o rosto do meu neto como apoio para saciar a minha própria fome. Puxei a cabeça dele pela nuca com força, colando a carne quente e úmida contra o hálito de menta.
— Isso, meu querido... — murmurei de olhos fechados, no ritmo do roçar forte que eu imprimia sobre os lábios dele. — Olha o que você tá fazendo comigo... Tá um espetáculo, tô orgulhosa de você.
— A tua buceta é deliciosa, vó... — o Miguel falou abafado contra a minha intimidade, a voz rouca vibrando direto na minha carne enquanto a língua dele trabalhava sem parar. — É quente, é muito molhada... O teu gosto com essa menta é a melhor coisa que eu já provei na minha vida.
— Então não para... — ordenei, dando um puxão mais firme no cabelo dele e enterrando o meu clitóris na boca aberta do guri. — Continua lambendo tudo. Chupa a tua avó como se não existisse mais nada no mundo!
— A boca tá uma delícia, querido... mas use os dedos também — falei, arfante, a voz falhando ligeiramente com o calor acumulado no ventre.
Segurei o pulso firme do Miguel e puxei a mão dele direto em direção ao meu rosto. Olhando bem no fundo daqueles olhos castanhos, que me encaravam faiscando de tesão e devoção, abri a boca devagar. Envolvi o indicador e o médio dele juntos, cravando os meus lábios na base das falanges do meu neto numa chupada funda e gulosa. Deslizei a língua entre as dobras da pele dele, girando em volta das articulações, molhando cada milímetro com a minha saliva até ver os dedos do guri brilhando, completamente besuntados.
Soltei a mão dele e guiei o punho dele para baixo, encostando a ponta dos dedos besuntados na entrada quente e aberta da minha intimidade.
— Agora sim... enfia esses dois dedos na tua avó.
O Miguel engoliu em seco, com o queixo ainda lambuzado do meu suco, e introduziu-os de uma vez na minha cavidade. Sentir a carne justa dar passagem para a grossura das falanges dele arrancou-me um suspiro rasgado, mas o guri só sabia empurrar para dentro e para fora, reto e afobado.
— Não é assim, Miguel... não é só empurrar e puxar — murmurei, segurando o pulso dele para travar o movimento e inclinar a sua mão no ângulo certo. — Curva os dedos para cima, em formato de gancho. Como se tivesse chamando alguém com a mão... É nesse pontinho rugoso que você tem que esfregar.
O Miguel me olhou atento, com as sobrancelhas levemente franzidas de concentração e a boca entreaberta, absorvendo cada instrução. Ele dobrou as falanges lá dentro, curvando os dedos num gancho firme, e pressionou a carne interna para cima. Quando a ponta dos dedos dele roçou em cheio no meu ponto mais sensível, o meu corpo deu um salto involuntário na cama. Soltei um gemido gutural, grave e sem controle, fechando os olhos enquanto a minha cabeça afundava no travesseiro.
O rosto do Miguel se transformou no ato. A expressão de menino compenetrado deu lugar a um sorriso convencido, o olhar brilhando de puro triunfo ao ver o efeito direto do seu toque no meu corpo.
— É aqui, vó? — ele provocou, a voz rouca e abafada, empurrando os dedos curvados com mais força contra a minha parede interna.
— É aí mesmo, querido... — respondi num suspiro entrecortado, abrindo os olhos para encará-lo. — Agora não para. Roça esse ponto sem dó enquanto você volta a chupar.
O Miguel abaixou a cabeça no mesmo segundo. Ele começou a movimentar os dedos curvados num ritmo ritmado e preciso lá dentro, massageando aquele ponto rugoso, enquanto a boca gélida de menta abocanhava o meu clitóris com uma fome renovada. O contraste do gelado na carne externa com a quentura dos dedos cravados no meu fundo criou um curto-circuito no meu sistema nervoso.
O som molhado e obsceno dos dedos dele entrando e saindo da minha lubrificação, misturado ao barulho da sucção da boca dele no meu centro, tomou conta de toda a cabine. As veias do pescoço do Miguel se saltavam pelo esforço, a testa dele suava, e eu só conseguia me contorcer sobre o lençol, sentindo a tensão no fundo da minha barriga virar um nó insuportável prestes a explodir.
— M-Miguel... — a minha voz saiu falhada, completamente picotada pelo arfado rápido que saía do meu peito. — Não para... agora não...
Ele fincou os joelhos no colchão para ganhar apoio e ergueu os olhos de novo. O rosto dele estava vermelho pelo esforço, mas o olhar vinha carregado de um domínio sombrio e compenetrado. Ele me encarava sem piscar, saboreando cada estremeção da minha pele, ciente de que tinha a avó inteiramente nas mãos.
— Vai, meu querido... — supliquei, cravando as unhas nas costas dele até sentir a carne firme sob meus dedos. — Me faz gozar... faz a tua vó gozar na tua boca!
O Miguel não respondeu com palavras. Ele apenas travou o maxilar, manteve o olhar fixo no meu e intensificou a carga. A mão dele virou um pistão ritmado, curvando as falanges com força contra o ponto rugoso a cada investida, enquanto a boca abocanhava o meu clitóris com uma sucção contínua e devastadora.
Ele acelerou o ritmo até o limite. O som do meu suco batendo contra os dedos dele virou um estalo molhado e frenético.
A sensação no meu ventre virou uma pressão insuportável, um choque elétrico que subiu direto pela minha espinha. A minha visão embaçou por um segundo, as coxas prensaram as orelhas do Miguel com toda a força do meu corpo e o meu quadril travou no alto, incapaz de recuar diante daquele ataque impiedoso.
— Isso! Isso! Miguel, aahh!
A represa ruiu de vez.
A minha buceta descarregou uma onda avassaladora de contrações violentas, espremendo os dedos curvados do Miguel como um vício enquanto jorrava o meu líquido quente e denso direto na boca e no queixo dele.
— Aaaaah... meu Deus, querido... ahhh! — o urro rasgou a minha garganta, grave, longo e totalmente descontrolado, ressoando pelas paredes da cabine.
Minhas pernas tremiam em espasmos incontroláveis, prensando a cabeça do meu neto contra a minha virilha enquanto o meu quadril chacoalhava no ar, entregue aos baques do orgasmo. Cada contração do meu ventre parecia ordenar que ele ficasse ali, e o Miguel, brilhante e implacável, não recuou um milímetro. Manteve os dedos fincados no meu ponto rugoso, massageando as últimas fisgadas do meu interior, enquanto a boca dele continuava sugando com firmeza, engolindo até a última gota do meu gozo com uma ganância linda de se ver.
Fiquei sem ar, a cabeça tombada para trás sobre os travesseiros, o peito subindo e descendo numa arfada pesada. O choque de calor e frio foi aos poucos dando lugar a um torpor delicioso, repousando cada músculo do meu corpo sobre o algodão egípcio.
Quando a última contração cedeu, o Miguel finalmente retirou os dedos devagar e ergueu a cabeça.
O rosto do meu neto era o puro retrato do triunfo. O queixo, os lábios e a ponta do nariz dele brilhavam sob a luz do quarto, cobertos pelo meu suco misturado ao resto da menta. Ele passou a língua pelos lábios com lentidão, saboreando o resultado do que tinha acabado de fazer, enquanto o pau dele — ereto, duro e pulsante — batia no ar logo acima do meu quadril, pedindo a cota dele de recompensa.
O Miguel debruçou-se sobre mim, apoiando o peso do corpo nos braços ao lado dos meus ombros. A respiração dele vinha quente e desgovernada contra o meu pescoço, e a cabeça do pau duro dele roçava sem dó na dobra da minha coxa, deixando um rastro quente na pele ainda úmida.
— Vó... por favor... — pediu ele, a voz num sussurro rouco e desesperado, com os olhos castanhos fixos nos meus. — Deixa eu te comer agora... Não aguento mais esperar, tô explodindo.
Eu ainda arfava pesado, mas a proximidade do corpo dele fez a minha carne reagir de imediato. Bastou o roçar daquela glande rígida contra a minha coxa para um arrepio forte subir pela minha espinha. A minha intimidade, completamente ultrasensível e latejante do orgasmo recente, deu uma fisgada involuntária, umedecendo-se de novo no ato. Era absurdo como o simples fato de estar ali, nua, sendo cobiçada com tanta fome pelo meu próprio neto, mantinha o meu tesão no topo, me deixando à beira de um novo colapso com qualquer toque.
Se eu deixasse aquele pau entrar em mim agora, não haveria volta. Perderia o controle da situação.
Olhei de relance para o relógio de pulso na mesa de cabeceira. O ponteiro marcava faltar menos de vinte minutos para o nosso horário de jantar. O destino me entregava o gancho perfeito.
Apoiei as palmas das mãos no peito quente do guri e empurrei-o com firmeza para trás, cortando o contato.
— Nada disso, Miguel. Olhe a hora. Falta pouco para o jantar e a nossa mesa no restaurante tem horário marcado. Não vou perder o jantar por causa da tua afobação.
— Você vai me deixar assim?! — ele soltou um rosnado de pura frustração, sentando-se no colchão e encarando o próprio membro ereto, apontado para o teto, com as veias saltadas. — Pelo amor de Deus, vó... Olha o meu estado!
Fiquei de pé ao lado da cama, sentindo o ar condicionado da cabine bater na minha pele nua e ultrasensível, arrancando-me um último arrepio saboroso. Caminhei até o banheiro para me lavar, mas parei na porta, virando o rosto para encarar a cara amarrada e frustrada do meu neto.
Dei um sorriso de canto, saboreando o domínio absoluto sobre o desejo dele, e disse:
— Tenha paciência, querido. Esperar também faz parte do aprendizado... Se comportando no jantar, quando a gente voltar, eu te dou exatamente o que você quer.
Girei a maçaneta e fechei a porta do banheiro, deixando o Miguel sozinho na penumbra do quarto para lidar com o próprio veneno.
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• Saga Principal
• O Mundo é Meu! – Amor em Família: Prólogo
• O Mundo é Meu! – Amor em Família: Vol. I – A Madrasta
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• Série Derivada
• A Madrasta – Volume I: Quem Planta Colhe
• A Madrasta – Volume II: Paixão Desenfreada
• A Madrasta – Volume III: Desejo Por Um Fio
• A Madrasta – Volume IV: Em Nome do Pai
Descubra nos primeiros volumes como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta e conheça as outras mulheres da família que moldaram o apetite desse guri. O conteúdo é totalmente explícito e sem censura.
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