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Larissa – Visitas

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Um conto erótico de Larissa
Categoria: Heterossexual
Contém 961 palavras
Data: 30/07/2026 03:20:52

Depois do tio, do cunhado e do chefe, eu descobri que o tesão vinha também da diferença. Do homem que nunca teria chance. Comecei a deixar a porta mais fácil de abrir. E a boca mais suja.

O Mendigo

Era terça de manhã. Roberto tinha saído. Eu estava de vestidinho curto quando a campainha tocou. Abri e vi ele: sujo, barba por fazer, cheiro forte de rua. Pediu esmola.

Eu olhei alguns segundos a mais e falei:

— Entra. Eu te dou alguma coisa melhor que dinheiro.

Ele entrou. Fechei a porta. O cheiro dele encheu a sala. Eu me aproximei, passei a mão no peito sujo e desci até a calça.

— Quanto tempo faz que você não fode uma mulher de verdade? Fala.

Ele engoliu em seco. Eu apertei o pau por cima do tecido.

— Tira essa porra e me mostra. Quero ver se ainda funciona.

Puxei o zíper, tirei o pau sujo e grosso e segurei.

— Olha só… ainda endurece. Que delícia de pau fedido. Posso limpar?. Tá dando agua na boca..hum

Me ajoelhei e engoli fundo, gemendo com a boca cheia. Depois tirei, baba escorrendo, e falei olhando pra cima:

— Agora você vai me foder. Levanta essa puta e enfia esse pau sujo em mim até o fundo. Mete com força, caralho.

Me virei de quatro no sofá, levantei o vestidinho e abri a bundinha com as duas mãos.

— Enfia. Me fode. Usa essa buceta casada, vagabundo. Quero sentir seu pau fedido me abrindo.

Ele meteu com fome. Eu gemia alto:

— Isso… mais forte… me fode como se eu fosse puta de esquina… enfia tudo… quero gozar no seu pau sujo…

Gozei escorrendo. Ele gozou dentro. Eu ainda de quatro, ofegante, falei:

— Nem vou tomar banho. Quero sentir sua porra descendo na minha coxa o dia inteiro.

O Entregador de Pizza

Sexta à noite. Pedi pizza de propósito. Abri a porta de camisola fina, sem nada por baixo. O entregador era jovem, magro.

— Boa noite, a pizza…

Eu sorri e falei:

— Entra. Eu tô com uma fome diferente.

Ele entrou. Eu coloquei a caixa na mesa, me virei e levantei a camisola até a cintura.

— Olha essa buceta. Já tá pingando só de imaginar seu pau. Quer foder a cliente?

Puxei o short dele, segurei o pau duro e falei:

— Enfia esse pau em mim agora. Me fode em pé. Quero sentir você gozar dentro da casada.

Sentei na mesa, abri as pernas e puxei ele pela camisa.

— Mete. Me fode gostoso. Usa essa puta. Enfia fundo e me faz gozar no seu pau de novinho.

Ele meteu. Eu gemia sem vergonha:

— Isso… mais forte… me fode… quero que você me encha… goza dentro, caralho… enche a buceta da puta…

Gozei na mesa. Ele gozou dentro e saiu quase correndo. Eu fiquei escorrendo, falando sozinha:

— Mais um pau. Mais uma porra escorrendo.

O Limpador da Piscina

Toda quarta ele vinha. Eu passei a ficar de biquíni fio dental. Naquela manhã tirei o top na frente dele e falei:

— Para de fingir que não tá olhando. Vem cá e me fode.

Ele veio até a beira. Eu entrei na água, puxei o short dele e segurei o pau grosso.

— Olha esse pau. Quero ele dentro de mim agora. Me fode na piscina. Enfia tudo.

Me virei, levantei a bunda pra fora d’água e abri.

— Mete. Me fode com força. Usa essa puta casada. Quero sentir seu pau me abrindo enquanto a água bate.

Ele meteu. Eu gemia alto:

— Isso… mais fundo… me fode… tapa essa bunda… me faz gozar no seu pau…

Gozei gemendo. Ele gozou dentro. Eu fiquei flutuando, o biquíni de lado, e falei:

— Deixa a porra escorrer na água. Quero nadar com seu leite dentro de mim.

O Mecânico

O carro quebrou. O mecânico veio. Mãos pretas de graxa, cheiro de óleo. Eu abri a porta de shortinho e falei logo:

— Pode olhar o motor… e depois pode olhar outra coisa.

Enquanto ele estava abaixado, passei a mão na coxa dele e subi até o pau.

— Tá duro já? Que delícia. Quero esse pau sujo de graxa me fodendo.

Puxei ele pra dentro da garagem, abaixei o shortinho e abri a bunda no capô.

— Enfia. Me fode. Suja essa puta de graxa e de porra. Mete com força, mecânico.

Ele meteu com as mãos sujas. Eu gemia:

— Isso… me fode… marca minha pele… usa essa buceta… quero sua porra escorrendo nas minhas coxas…

Gozei apoiada no carro. Ele gozou nas minhas costas. Eu passei o dedo na porra e chupei, olhando pra ele:

— Gostoso. Agora limpa o pau na minha boca.

O Jovem Testemunha de Jeová

Sábado de manhã. Dois jovens de terno. O mais novo era bonito. Eu abri a porta de vestidinho curto e falei só pra ele:

— Entra. Eu tenho umas dúvidas… bem pecaminosas.

Ele entrou. Começou a falar de Deus. Eu me sentei na frente dele, abri as pernas e levantei o vestido.

— Para de pregar. Olha essa buceta. Já tá molhada só de te ver de terno. Quer foder uma pecadora?

Me ajoelhei, abri a calça dele e tirei o pau duro.

— Que pau bonito pra quem prega pureza. Vou chupar até você esquecer a bíblia.

Chupei fundo, gemendo. Depois subi no colo dele, enfiei o pau dentro de mim e balancei.

— Me fode. Enfia esse pau de santinho na puta casada. Goza dentro. Me enche de pecado.

Ele gozou rápido, gemendo. Eu continuei me mexendo e falei no ouvido dele:

— Isso… goza mais… me fode até o fim… sua puta agradece o leite…

Quando ele saiu, a gravata torta e a cara vermelha, eu fechei a porta e fiquei encostada, ainda latejando, sorrindo:

— Mais um.

Qualquer campainha agora era convite.

E eu abria a perna junto com a porta.

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