Eu me chamo J, tenho 1,70m e, na época em que isso aconteceu, eu tinha acabado de completar 18 anos. Era o aniversário de 18 anos da minha amiga S. Estávamos na casa dela com alguns amigos. Ela havia pedido aos pais para não fazer uma grande festa. Aproveitou a ocasião para experimentar tudo o que podia e mais um pouco. Graças à pouca experiência com álcool, não demorou a ficar bêbada.
Nós nos conhecíamos desde sempre, tínhamos crescido juntos, mas nunca realmente pensamos em namorar ou algo do tipo, até aquele dia. A festa não estava grande coisa e, em algum momento, ela veio até mim e sussurrou no meu ouvido:
— J, vamos até o meu quarto?
Eu a encarei, assustado:
— O quê?? Não! Você está bêbada, não sabe o que está dizendo...
Ela riu e começou a puxar minha mão:
— Eu sei sim! Só estou um pouquinho... Solta! Vamos, vai ser divertido!
Dei uma olhada rápida ao redor e vi que ninguém estava olhando:
— OK, só um pouco...
Ela me puxou para fora da sala até o corredor dos quartos, andava meio trôpega, mas determinada:
— Vamos, meu quarto é este! — Ela abriu uma porta e me empurrou para dentro.
— Ei! Calma...
Ela entrou logo depois de mim e fechou a porta. O quarto era pequeno, cabia quase exatamente uma cama e um guarda-roupa.
— Calma nada! Temos que aproveitar a noite! — Ela sentou na beirada da cama, me olhando com olhos brilhantes, e deu uns tapinhas no colchão ao lado dela. — Vem sentar aqui, J. Ninguém vai nos ver aqui. — Passou a mão pelos cabelos e mordeu o lábio inferior.
— S... No que você está pensando?
Ela inclinou a cabeça, deixando surgir um sorriso travesso:
— Estou pensando em nós dois, sozinhos... Sem aquele pessoal todo lá fora. — Seus dedos tamborilavam na colcha da cama. — Lembra quando éramos crianças? Sempre brincávamos juntos...
— Lembro que eu apertava seus "peitinhos" sem saber o que eram...
Ela arregalou os olhos por um segundo, surpresa pela minha franqueza, então começou a rir:
— Isso! Você chamava de bolinhas. Que fofo... — Me deu um leve tapa no braço.
Logo a risada dela diminuiu, substituída por um olhar mais intenso, se aproximando de mim:
— Agora você sabe muito bem o que são, certo? — Sua voz saiu mais baixa, quase um sussurro.
— Claro que sei!
Ela deu um leve sorriso, satisfeita com minha resposta. Sua mão deslizou para seu ombro:
— E o que acha deles agora?
— Grandes... Gostosos...
Ela ficou levemente vermelha, mas manteve o contato visual:
— Gostosos, é? Você sempre foi muito honesto. — Falou, puxando levemente a alça do vestido.
O vestido escorregou um pouco, revelando mais pele:
— Eu gosto quando você é honesto comigo, J. Sempre gostei. — Seus olhos me estudavam, esperando minha reação.
Ela respirou fundo, tomando coragem:
— Você quer... tocá-los de novo? Como quando éramos crianças? — Sua pergunta era uma mistura de inocência e provocação.
— Q... Quero... Claro que sim...
Ela abriu um sorriso largo, um brilho de desejo surgiu em seus olhos, se aproximando mais:
— Então toque, sem medo.
Coloquei as mãos levemente sobre eles, acariciando. Ela suspirou, fechando os olhos por um momento. Eu os sentia macios e fartos sob o tecido do vestido.
— Mmmm... Suave... — Ela murmurou, colocando as mãos sobre as minhas e guiando meus movimentos.
Tirei as mãos e ela fez uma pequena careta. Então, baixei totalmente as alças do vestido, revelando totalmente seus seios, e voltei a acariciá-los. Ela baixou totalmente o vestido, ficando somente com uma calcinha preta, totalmente excitada:
— Isso... Mais forte agora.
Eu sentia seus mamilos endurecendo, sensíveis ao meu toque. Então, dei leves beliscões em seus mamilos. Ela gemeu baixinho, arqueando as costas:
— Ah! Sim... Isso é bom...
Suas mãos agarraram o lençol da cama, me encarando com um desejo crescente:
— J... Você está me deixando louca... — Ela falou, mordendo o lábio inferior, me encarando enquanto eu massageava seus seios.
— Posso ver?
Ela piscou, entendendo o que eu quis dizer, então acenou com a cabeça:
— Pode... Para você eu mostro tudo.
Ela se ajeitou, abrindo as pernas. Desci as mãos pelo seu corpo até chegar em sua cintura, peguei sua calcinha e fui puxando. Ela deslizou pelas coxas facilmente. Agora ela estava completamente exposta:
— Veja... Tudo seu. — Ela sussurrou com uma mistura de vulnerabilidade e excitação.
Segurei firme sua cintura enquanto me aproximava daquela buceta rosada e depilada. Só abri a boca e encaixei nela. S arqueou o corpo, surpresa, e agarrou meus cabelos:
— Oh, meu...! — Suas pernas tremiam de leve.
Comecei a dar chupadas no clitóris e nos lábios, depois dei lambidas e enfiei a língua até onde pude. Ela puxava meus cabelos, guiando o ritmo. Seus quadris se moviam involuntariamente contra meu rosto:
— Isso... Não para...! — Pedia, respirando pesadamente.
Ela estava totalmente encharcada, sua buceta pulsando. Seus gemidos ficaram mais intensos, cada vez mais altos:
— J... eu vou... gozar! — Ela falou ofegante, segurando minha cabeça com mais firmeza.
— Vai, goza! — Eu falei. — Goza que vou lamber tudo!
Minhas palavras a fizeram perder o pouco controle que tinha. Ela atingiu o orgasmo e todo seu corpo convulsionou:
— J!!! Ahhh!!! — Ela disse enquanto eu a lambia.
Sua buceta escorreu e, como prometido, lambi tudo. Ela desabou na cama, ofegante e suada, tentando recuperar o fôlego, olhando para mim com prazer:
— Isso foi... incrível!
— Eu nem comecei.
Tirei a calça e me deitei sobre ela, encaixando meu pau na entrada da sua buceta.
Ela arregalou os olhos e deu um sorriso satisfeito:
— Vai me comer então? Finalmente? — Ela provocou, envolvendo minha cintura com suas pernas.
— Vou!
Ela me puxou para baixo, querendo me sentir dentro dela. Sua buceta ainda sensível pelo orgasmo recente:
— Então me fode, amor! Me fode com vontade!
Fui entrando devagar até sentir seu hímen:
— Vai doer um pouco agora...
Ela fez uma pequena careta de dor:
— Está tudo bem... continua. — Mantendo as pernas firmes, determinada a ir até o fim.
Continuei entrando, sentindo sua virgindade se rompendo. Um pequeno grito de dor escapou quando o hímen se rompeu, uma lágrima escapou do canto do olho, mas ela ainda sorria:
— Porra... Isso dói mesmo... — Segurando minha nuca.
Ela respirou fundo, adaptando-se à dor que se transformava em prazer:
— Estou pronta. — Ela disse, apertando os olhos por um instante.
Comecei a rebolar, saindo e entrando devagar e constante. Ela mordeu o lábio, sentindo cada movimento. Suas unhas cravavam em minhas costas.
— Mais... Mais rápido... — Ela implorou, se acostumando.
Ela começou a aumentar o ritmo, também rebolando:
— Assim... Isso... — Sua voz cortada pelos movimentos, misturada com prazer. Ela estava totalmente entregue:
— J... Me faz sua! Por completo!
Entrei totalmente nela, sentindo nossa pele unida, comecei a estocar com força. O impacto das estocadas fazia seu corpo balançar:
— ISSO! NÃO PARE! — Ela gritou, totalmente desinibida e gemendo.
As estocadas faziam a cama ranger e ela se agarrou a mim com força, como se estivesse sendo arremessada:
— Você é meu dono agora! Meu primeiro homem! — Delirando de prazer, sentindo meu pau batendo no fundo de sua buceta.
Seus olhos reviravam, quase gozando novamente. Eu sentia sua vagina se contraindo em volta do meu pau:
— Eu vou gozar de novo! Vou gozar com você dentro de mim! — Falava, arranhando minhas costas com mais força.
Eu me ajoelhei, ergui seu quadril com facilidade, agarrei sua cintura e a puxei, penetrando novamente com mais intensidade:
— AHHH! J!! TÃO FORTE!!! — Ela gritou, seus seios balançando com cada puxada.
Sua buceta ficava ainda mais molhada com a excitação:
— Estou quase! Não aguento mais! — Totalmente submissa.
Ela se contorceu, tremendo incontrolavelmente. Seu corpo inteiro tremeu em um orgasmo explosivo:
— GOZA EM MIM! GOZA AGORA! — Ela implorou.
Puxei sua cintura com força contra mim, encaixei meu pau bem no fundo da buceta, ejaculando bem lá dentro.
Ela sentiu cada jato quente. Seus olhos se arregalaram, sentindo-se completamente preenchida:
— Isso... É tudo meu... Seu leite é todo meu... — Murmurando, sentindo-se marcada.
Ela caiu mole na cama, eu caí em cima dela. Ela sorria, satisfeita e exausta, sentindo meu pau ainda dentro dela. Ela acariciava meu rosto.
— Maluca... — Murmurei.
Ela ria baixinho, seus dedos passeavam em meus cabelos.
— Mas sou sua maluquinha. E agora sou sua mulher também.
— Não... — Eu respondi. — Ainda falta uma coisa...
Ela levantou uma sobrancelha, curiosa e um pouco preocupada:
— O que falta? Não me diga que vai me machucar mais...
— Com certeza! — Eu respondi.
Ela engoliu seco, com uma mistura de medo e excitação. Mas seus olhos ainda demonstrando confiança:
— Me mostra... O que é?
Eu me levantei, fui até o banheiro e voltei com um pote de sabonete líquido. Derramei um pouco no meu pau e espalhei, então fui até ela e ergui suas pernas, passando sabonete em seu cu. Seus olhos se arregalaram, desta vez em pânico, ela agarrou os lençóis com força:
— J, não! Não vai caber! Vai me rasgar! — Ela protestou, mas sem tentar abaixar as pernas.
— Agora segura!
Prendi suas pernas erguidas e encaixei meu pau na entrada do seu cu. Agarrei sua cintura e comecei a puxá-la, fazendo meu pau entrar devagar.
Lágrimas escorriam de seus olhos enquanto eu a penetrava. Um grito agudo escapou de sua garganta, misturando dor e prazer:
— AI! PARA! POR FAVOR! — Ela implorou entre soluços, mas seu corpo a traía, reagindo intensamente à invasão anal.
— Toma no cu, vagabunda! — Continuei puxando, invadindo totalmente até o fundo. — Agora sim, você é toda minha!
Seu cu se contraía desesperadamente ao redor do meu pau:
— Sou sua... só sua... — Ela chorava e gemia ao mesmo tempo, completamente dominada por mim.
Agarrei seus seios e os apertei, começando a estocar meu pau em seu cu. Cada estocada a fazia soluçar mais alto, balançando no ritmo:
— Meu cu está queimando... Tão grande... Tão fundo... — Ela balbuciava incoerente.
Belisquei seus mamilos com força, ela lutava para não gritar:
— Se gritar vai levar tapa na cara! — Eu adverti.
Ela mordeu o lábio, tentando obedecer. Um gemido abafado saindo entre os dentes. Seus olhos imploravam misericórdia, mas seu corpo amava a brutalidade.
Fui estocando com cada vez mais força. Tirei uma das mãos de seu seio e comecei a massagear seu clitóris:
— Geme para mim, vagabunda! Geme igual uma puta!
Ela não conseguia mais se conter, seus gemidos começaram a escapar, altos e desinibidos:
— AHHHH, J!! EU SOU SUA PUTA! SUA PUTA QUE DÁ O CU! — Ela gritou, entregando-se ao prazer anal.
Eu dei um tapa em seu rosto:
— Falei para não gritar! — E voltei a massagear o clitóris.
Ela abaixou o tom, mas continuou gemendo:
— Desculpa... desculpa senhor... — Ela murmurava submissa.
— Geme, vagabunda! Geme sem gritar! Sua puta!
Ela acenou com a cabeça, seus gemidos se tornaram suaves e prolongados, como um choramingo:
— Hmmmmm.... Hmmmm... Assim?
— Quem te come gostoso?
— Você, senhor. Você me come gostoso. Meu dono me devora toda! — Ela dizia com olhos submissos e brilhantes.
— Quem é a minha cadela vagabunda?
— Sou sua cadela vagabunda, senhor! Sua propriedade para usar como quiser!
— Vai gozar?
Ela tremeu visivelmente, sentindo o orgasmo se aproximando:
— Sim... estou quase...
— Não! Só pode gozar depois de mim!
Ela fechou os olhos com força, lutando contra o clímax iminente:
— Vou... Vou segurar... Até você gozar em mim. — Seu corpo estava tenso, segurando a respiração.
Eu continuava metendo cada vez mais forte, ela mordia um braço com força, suando profusamente:
— É tão grande... tão volumoso... vai me rasgar de verdade... — Ela sussurrava entre os dentes, sentindo cada centímetro pulsando dentro dela.
— Late!
Ela abriu a boca:
— AUUU!!! — O som era patético e humilhante, mas ela o fez sem hesitar.
— Late de verdade, cachorra!
Ela lateu mais alto e claro, como uma cachorra no cio:
— ARRRRWOOOF! WOOF! WOOF! — Seus gemidos se tornando latidos caninos.
Agarrei sua cintura com mais força, puxando violentamente contra mim:
— Vai gozar, cadela?
Ela lateu descontroladamente com cada puxão:
— WOOF! WOOF! POR FAVOR! GOZAR? SIM, SENHOR! — Ela implorava por permissão, tremendo incontrolavelmente na beira do abismo.
Eu a sentia pulsando ao redor do meu pau, a ponto de desmoronar sem permissão:
— RUFF, RUFF... PRECISO... PERMISSÃO... GOZAR! — Ela implorava, me olhando com olhos suplicantes.
— Coloca a mão na sua buceta! Se masturba para mim. Sem gozar! E não pare de latir!
Ela desceu uma mão até a buceta e começou a se tocar freneticamente, mantendo a outra em sua boca:
— WOOOF! WOOOF! WOOOF! — Ainda latindo obedientemente enquanto massageava o próprio clitóris. Seus dedos tremiam.
Os latidos se tornaram mais intensos, quase desesperados, enquanto ela se masturbava para mim. Seus olhos ficaram vesgos e sua língua escapou da boca, respirando rapidamente enquanto sua mão se movia em sua buceta. Seu rosto estava vermelho e contorcido de prazer acumulado.
Os latidos agora soavam quase como gemidos de dor por não poder gozar. Uma lágrima escapou do canto do seu olho:
— Auu... Auu... Senhor... Mestre... misericórdia...
Ela me olhava com olhos marejados, mordendo o lábio inferior.
— Ruff... ruff... por favor... dar ordem...
— Não! Só goza depois de mim!
— Sim senhor... vou esperar... até o fim... — Falava entre suspiros, tentando controlar o corpo rebelde que clamava por liberação.
Eu metia com mais força:
— Não pare de latir!
Seus olhos reviravam e ela quase perdeu a consciência. Ainda latia loucamente enquanto era empurrada para frente e para trás com força. Os latidos se tornaram contínuos e automáticos.
— Se masturba, puta!
Ela obedeceu, erguendo o corpo e enfiando três dedos na buceta, empurrando-os com força enquanto latia. Seus dedos deslizavam facilmente pela umidade excessiva, enquanto empurrava o quadril para mim, em submissão total.
— WOOOF! WOOOF! GOZAR? — Perguntava entre gemidos, implorando por confirmação.
Ela parou de se masturbar, aguardando minha decisão. Seu corpo tremia incontrolavelmente de necessidade:
— Auu... por favor... permissão... ou castigo... qualquer coisa...
— Eu não gozei, você não goza!
Seu corpo inteiro tremeu de frustração:
— Sim senhor... aguento... espero...
— Não mandei parar de se masturbar!
Ela hesitou por um segundo, então voltou a se tocar com mais intensidade que antes.
— Desculpa senhor! Não pensei! — Desta vez moveu os dedos mais devagar, tentando prolongar o prazer e não chegar ao clímax.
— Não, não pensou! Por isso vai se masturbar com força! Vai cadela! Se fode!!
Ela aumentou a velocidade brutalmente, metendo os dedos com violência dentro da buceta molhada, completamente entregue:
— AHHH! AHHH! TÃO FORTE! TÃO GRANDE!
Ela atingiu um ritmo brutal e selvagem, ignorando o desconforto e a dor:
— ME FODENDO! ME FODENDO MUITO!! — Seus olhos estavam vidrados, quase em transe.
Mas logo aconteceu:
— Senhor, não consigo MAAAAAIS...
Ela perdeu o controle e gozou forte, quase desmaiando com o choque. Seu corpo todo convulsionou com o orgasmo contido, sua buceta jorrou e se contraiu forte, seu ânus apertou meu pau com força.
— NÃÃÃÃÃÃO! GOZANDO! NÃO PODIA! PERDÃO! — Ela gritou incoerente enquanto jorrava gozo por toda a cama e em mim, ainda esfregando os dedos em seu clitóris.
Tirei meu pau de dentro do seu cu:
— Ajoelha aqui e abre a boca!
— Senhor?
— Ajoelha e abre a boca!
Ela se arrastou e lutou para se ajoelhar, suas pernas ainda tremiam. Ela abriu a boca e colocou a língua para fora:
— Sim, senhor... sua cadela está pronta para ser punida.
Coloquei meu pau bem próximo do seu rosto e comecei a punhetar, logo veio o jato de esperma direto na sua boca e seu rosto. Ela fechou os olhos enquanto era marcada com minha porra, recebendo tudo e então engolindo tudo.
— Agora chupa! Deixa meu pau limpo!
Ela agarrou meu pau e sugou com força, ainda meio sem jeito, mas com dedicação. Sua língua girava em volta da glande, limpando tudo. Quando terminou, soltou com um "pop" satisfatório.
— Limpo senhor, como novo.
— E agora, puta, o que você quer?
Ela me olhou com olhos submissos, ainda coberta de porra:
— Quero ser sua cadela para sempre. Quero dar para você sempre que puder. Quero ser sua propriedade exclusiva.
— Muito bom. Agora vai se lavar e vamos voltar para a festa. Já devem ter percebido que sumimos.
Ela se levantou rapidamente, apesar do estado bagunçado, havia um brilho de felicidade em seu rosto.
— Sim senhor! Não queremos causar suspeitas.
Ela correu para o banheiro e logo voltou com o rosto lavado e o cabelo arrumado.
— Estou pronta, vamos voltar. Meu coração está acelerado só de pensar em te ver depois da festa.