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8 mulheres que fizeram algo que não deveriam ter feito – Livre da culpa, briguentinha se entrega e confessa seu amor – 14

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Um conto erótico de Sortudo
Categoria: Heterossexual
Contém 4931 palavras
Data: 29/07/2026 18:03:47

Após Monica aparecer em meu quarto no começo da madrugada querendo fazer amor, tirei seu atraso fazendo tudo que poderíamos fazer até quase o amanhecer quando terminamos com seu oral no banho.

Tão chocante como aparecer em meu quarto querendo sexo depois de virar a cara para mim por duas semanas, foi me dizer que cancelaria o casamento, pois se casasse não duraria muito porque sempre sentiria falta daqueles prazeres que só eu e meu pau grande poderiam lhe dar.

Monica decidiu contar a nossos pais logo no café da manhã do domingo, um dos poucos momentos que estariam juntos e me propus estar presente, como irmão, dando apoio porque tinha uma carta na manga contra papai, se fosse necessário.

Após o banho fomos para a cozinha, eu de bermuda e camiseta e ela com seu pijaminha usual de short e blusinha exibindo suas curvas e coxas maravilhosas que sempre cobicei quando a via assim.

Dividimos as tarefas e só conversamos sobre assuntos aleatórios e pouco depois das 7, quando já estava quase tudo pronto, mamãe chegou com seu pijama mais contido com calça comprida e blusa de manga curta, em algum tecido bonito e confortável. Naquele momento, azul com bolinhas brancas. Mesmo tudo escondido, eu sabia as delicias que ele escondia por baixo.

Assim que nos viu, mamãe soube o que tinha acontecido. Nós dois não estávamos apenas de bem preparando o café da manhã, uma situação inédita, como sorriamos fácil. Ela não quis ser intrometida, mas usou seu status de mãe para praticamente ter a resposta que queria.

– Pelo que vejo fizeram as pazes e foi durante a noite pois até a hora de ir dormir, você estava brava com seu irmão, falou olhando para Monica.

– Fizemos sim mamãe. Estamos de bem, muito de bem, falou empolgada demais.

– Imagino como foi feita. Nada contra, mas você vai se casar em menos de uma semana.

Monica olhou para o corredor e para a escada e não vendo ninguém, respondeu.

– Foi como está pensando sim. Você sabe muito bem que depois da primeira é impossível não querer mais.

Esperta, formou uma cumplicidade com mamãe.

– E como vai resolver isso? Vai se casar já tendo amante?

– Sei como resolver isso, não se preocupe.

Mamãe sendo inteligente já devia estar pensando nas possibilidades, uma delas a que Monica contaria logo após.

De surpresa por estarem acordadas tão cedo em um sábado de manhã, apareceram também Moana e Morgana com seus pijamas de shortinhos iguais ao de Monica.

Seus olhares para nós, já eram de quem sabia o que tinha acontecido, pois teria sido impossível não terem escutado e olhavam estranho para Monica como se quisessem entender o porquê ela tinha ido contra tudo o que pregou naqueles dias. Era um assunto para conversarem como irmãs em particular, então começamos o café estranhamente com os dois que ficaram mais quietos nas refeições naqueles dias, eu e Monica, sendo os mais falantes e risonhos.

Quando papai chegou, ainda sentia vergonha de olhar para mim, mas fingiu e tentou manter naturalidade. Mamãe também fingia não saber nada sobre ele fazendo-o acreditar que eu não tinha contado nada como combinamos.

A conversa sempre intensa por parte de minhas irmãs e mamãe não fluiu e houve apenas comentários esparsos. Monica esperou todos terminarem e só quando papai ameaçou se levantar, foi que puxou o assunto.

– Espere papai. Preciso falar algo para vocês.

Papai voltou a se acomodar e todos olhavam para ela que estava visivelmente nervosa. Talvez por isso não foi falando aos poucos como deveria e soltou tudo de uma vez.

– Quero dizer a vocês que não vou mais me casar.

Papai e minhas irmãs olharam estupefatos para Monica. Mamãe a olhou preocupada, já tendo pensado nessa possibilidade. Antes que qualquer um conseguisse falar, continuou.

– Fui muito precipitada porque o namorava há 5 anos, mas não me sinto preparada e só tenho 22 anos ainda e nem terminei a faculdade. Pensei bem e será melhor agora do que na hora do casamento ou me separar daqui alguns meses. Sei que vou dar muitos prejuízos a vocês, mas considerem minha festa dada mesmo que eu me case no futuro. Aí farei um casamento só para as pessoas intimas.

Monica gaguejou um pouco mas foi muito bem e deu o recado completo, mesmo falando pouco. Antes de cobranças, nosso pai queria entender.

– Quando eu disse que era muito nova para casar, você disse que o amava.

– Desculpe por não ter te ouvido. Eu o amava, ou achava que o amava. Esse é o problema. Não sei mais o que sinto e não posso me casar assim. Vocês querem que eu leve um casamento a frente só para não termos prejuízos, mesmo que eu possa ser infeliz com ele, perguntou fazendo chantagem emocional.

– Não se trata disso. Teremos sim gastos inúteis, mas a preocupação é se estará tomando a melhor decisão.

– Papai, só de não ter a certeza se ainda o amo é a garantia de ser a decisão certa. E não impede de nos casarmos no futuro se eu estiver errada.

– O que você acha Laura, papai perguntou a mamãe e ficamos todos curiosos sabendo que ela conhecia o motivo.

– Acho que é uma decisão muito precipitada, mas ela tem 22 anos e não vou força-la a fazer o que não quer e depois ser cobrada por ter estragado a vida dela. Como já disse que não vai querer festa quando casar, quem está pagando os prejuízos será ela. Dará um trabalho enorme. Pagaremos multas porque muitas coisas não podem mais serem canceladas e o constrangimento será grande diante da família dele e de todos que receberam o convite. Tem certeza Monica? Posso te ajudar, mas será você quem vai resolver tudo isso.

Monica não hesitou um segundo.

– Tenho certeza. Posso estar errando, mas é melhor errar antes do que descobrir que errei depois.

Não precisei usar a carta na manga com papai, mas para mim e talvez mamãe, foi evidente que ele sentia peso na consciência pelo que fazia e decidiu ser um pai compreensivo, aliás ele sempre foi, mas naquele momento foi mais do que nunca pelos problemas que a decisão de Monica causaria.

– Tudo bem então. Ele já sabe?

– Não. Vou falar com ele daqui a pouco.

– Resolva isso o quanto antes com ele e com a família. Amanhã converse com todo mundo que contratou e veja o que consegue cancelar com multa para não perder tudo. Só uma última pergunta. Você não está fazendo isso porque se apaixonou por outro, ou está?

Monica travou, ficou vermelha e foi impossível não olhar para mim e pior que ficou me encarando como se pedisse minha ajuda. A vendo olhar para mim, papai também me olhou com os olhos arregalados e engoliu em seco. Por nossa conversa na manhã anterior, na hora se deu conta do que estava acontecendo.

Monica demorava a responder e me encarando ele sabia que tinha que aceitar a situação por mais que desgostasse, então facilitou a vida da filha.

– Não precisa me contar. Se é ou não, o problema é seu e se for, seu motivo é ainda mais relevante para não casar. Você e sua mãe resolvam isso. Estou indo para o clube com seu tio, falou olhando para mim parecendo dizer que a aceitação do não casamento de Monica por minha causa era a retribuição por meu silencio.

Nossas irmãzinhas olhavam para nós dois não acreditando no que estava acontecendo e o motivo que levou aquela decisão de Monica. Sempre quietinha, Morgana estava mais contida, mas Moana estava inquieta.

Assim que nosso pai se foi, ela não aguentou e nem me esperou sair da mesa após eu ter estado quieto o tempo todo.

– Você não vai casar por causa dele, perguntou apontando para mim com mamãe acompanhando tudo.

– Sim, esse é o motivo.

– Mas você está furiosa com ele.

– Estava furiosa comigo mesma porque percebi que meu casamento estava afundando. Aí descontava nele.

– Você está trocando seu futuro com uma cara legal, por alguém que fez o que ele fez conosco?

– Não mais com você pelo que estou sabendo. Nem com a Morgana e a Victoria. Ele liberou vocês. Pensei bem e pôr o conhecer, tenho a certeza absoluta que se alguma de nós realmente recusasse, ela nunca teria publicado aquele vídeo. Só lamento que meu comportamento tenha feito algumas aceitarem com medo de me prejudicar.

– Não acredito no que estou ouvindo.

– Se culpas existem você é a pessoa menos indicada para julgar. A culpa é da Livia que inventou aquela maluquice e sua que concordou com ela. Depois você inventou gravar e pior, passar o vídeo para as outras cometendo aquele erro. Não estou mais brava com você, então pare de culpa-lo. E já disse a ele, que se eu estivesse no lugar dele teria feito o mesmo. A Victoria e a Morgana estão liberadas e mesmo assim querem estar com ele, antes mesmo de saberem que eu não ia casar. Só você fica aí de birra.

Moana também parecia se culpar e ter peso na consciência e por isso estava descontando em mim, fora nossa eterna rixa de irmãos. Emburrada, se levantou e foi batendo o pé pela escada em direção a seu quarto.

Nem mamãe e nem Morgana pareciam bravas com a decisão de Monica nos olhando com olhares serenos. Fiquei triste vendo Moana sair daquele jeito.

– Me desculpe fazerem vocês brigarem.

– Logo passa. Ela é assim, mas se arrepende, mamãe falou.

Era hora de as deixar, inclusive Monica e se falei a todas, foi a ela a quem me dirigi.

– Vou dormir, mas estou em casa. Para qualquer coisa, qualquer coisa que precisar de minha ajuda, só me chamar.

– Obrigado Vik. Bom saber, mas o que tenho que fazer agora, só eu posso fazer.

Por mais que estivesse preocupado com sua conversa com o noivo, não consegui me manter acordado após aquela noite maravilhosa e intensa e desmaiei em minha cama.

Quando acordei a tarde tinha mensagens de Livia e Suzi em meu celular mostrando que já sabiam o que tinha acontecido. Livia me pediu para ir dormir com ela na segunda à noite, mas disse que que passaria lá, mas dormiria em casa pois tinha compromisso com nossas mães na terça-feira. Necessitada, disse que não trabalharia após o almoço e me esperaria lá pelas duas da tarde.

Suzi estava eufórica dizendo que não tínhamos mais impedimento para namorar e esperaria com paciência que a procurasse pois tínhamos feito amor na quinta-feira e sabia que eu deveria ter compromissos a cumprir com as outras.

Monica veio a meu quarto e se deitou abraçada a mim contando que tinha dormido até aquela hora, após ter conversado com o noivo e que apesar de ele ter ficado muito triste, já tinha previsto por seu comportamento naqueles dias, como ela previu. Foi uma conversa difícil em que ele insistiu para que ela mudasse de ideia sem conseguir.

Além disso, contou que tinha feito uma agenda de tudo o que tinha que fazer na próxima semana para cancelar todos os contratos e tentar dar o menor prejuízo a nossos pais. Contou que mamãe iria a ajudar em tudo, menos na terça-feira porque tinha compromisso o dia todo comigo.

Mais tarde jantamos juntos eu, Monica, mamãe e Morgana, apenas sanduíches e pela primeira vez em dias voltamos ao comportamento normal, mas Moana não apareceu e meu pai estava ainda com meu tio, sabe-se lá fazendo o que.

Pelo acontecido aquela manhã, após o jantar cada um foi para seu quarto deixando a casa em total silencio. Eu não dormiria tarde porque ainda não tinha me recuperado totalmente por ter ficado acordado a noite inteira anterior, mesmo com o sono do dia.

Prestes a apagar a luz, Moana invadiu meu quarto sem a ter autorizado, trancou a porta e veio até ao lado de minha cama com a cabeça baixa vestindo seu pijaminha. Por um tempo longo ficou sem falar nada, muito diferente de como sempre agia. Poderia ter perguntado o que queria, mas dei todo o tempo que ela precisava a admirando.

Sua imagem era linda. Mingnonzinho, tinha curvas acentuadas em total sincronia. Estava de shortinho e blusinha sem sutiã que demarcava seu corpo que eu já conhecia de calcinha e sutiã ou biquini. Seus seios arredondados e perfeitos eram grandes por seu tamanho e estufavam a blusinha deixando transparecer seus mamilos.

Tudo em Moana é bonitinho, perfeito e gostoso. Coxas grossas, quadril redondo, bumbum empinado e cheio, além da cintura bem fina e barriguinha reta. Mais loira do que eu, mais como Morgana, tem olhos lindos cor de mel, narizinho empinado e rostinho redondo lindo. Terrivelmente graciosa.

A imaginando nua, se depilasse os pelinhos, pareceria muito mais nova, quase uma menina por sua estrutura, mas sua personalidade combativa não deixava dúvidas que já era uma mulher que sabia o que queria.

No entanto, naquele momento parecia frágil como nossa doce irmãzinha Morgana. Respirando fundo, enfim falou me tirando da contemplação por seu corpinho deslumbrante.

– Me desculpe Vik. Você teve um momento de péssimo irmão, mas por amor percebeu que estava errado e voltou a ser o ótimo irmão que sempre foi e nos liberou do compromisso que teríamos que fazer sexo com você sem ser nossa vontade. Por orgulho continuei te maltratando, mas não vou mais fazer isso porque também tenho que admitir meu erro. Quero aproveitar para parar de ter briguinhas infantis com você. Nos amamos e não faz sentido.

Nem parecia Moana falando daquela forma dócil e de cabeça baixa. Quem parecia estar a minha frente era Morgana, ela sim com essas características. Meu peito apertou de felicidade com a possibilidade de pararmos com aquelas birras.

Sentei apoiado na cabeceira e fui bem para o canto do colchão estreito só para dar espaço a ela.

– Venha aqui se sentar, falei batendo a mão ao lado na altura de minha barriga.

Quietinha e de cabeça baixa, ele veio e se sentou na posição de yoga de frente para mim. Peguei sua mão apoiada no joelho e a segurei carinhosamente.

– Você não imagina como estou feliz irmãzinha e o que falou é tudo que também quero, só que também fiz muita birra e preciso pedir desculpas por minhas criancices. Eu te amo demais. Sabe o que a mamãe falou? Que brigamos tanto porque nos amamos mais do que apenas como irmãos.

Finalmente ela levantou a cabeça e me encarou. Eu continuei.

– Mamãe pode ter razão e ser isso mesmo, mas não consigo amar as outras duas menos do que amo você, e então não sei se ela está certa.

– Então pode ser que você ame a nós três além do amor de irmão. Talvez por isso fez aquele pedido.

– Deve ser, porque nunca conseguiria abrir mão de uma de vocês.

Moana parecia menos tensa, mas ainda se mantinha dócil como se quisesse algo. Como um filho se comporta quando quer pedir algo aos pais.

– Então você me quer como elas?

– Ahhhh Moana, não quero te assustar de novo.

– Fale tudo, por favor. Vamos acabar com os segredos.

Tomei folego e falei mais do que falei a qualquer uma das outras.

– Eu sempre desejei todas vocês desde novinho. Principalmente vocês três e a mamãe. Como era impossível, em meus pensamentos eu era egoísta, pois é egoísmo puro querer ter todas vocês como namoradas e como mulher..... pela vida toda.

Tomei um folego e ela se aproveitou.

– E agora que não é impossível, você ainda quer ser egoísta e nos ter todas, já que me disse que eu me assustaria?

– A realidade é imensamente melhor do que a imaginação e agora após o que já aconteceu com algumas é que mais quero as ter todas para mim. Não conseguiria abrir mão de nenhuma por vontade própria e se fosse mesmo obrigado abrir mão de algumas, você três e a mamãe nunca seriam as escolhidas. Só que sinto remorso por estragar o futuro de vocês como estraguei o casamento da Monica. Principalmente vocês duas tão novinhas. Acho que respondi sua pergunta do quanto te quero.

Em um rompante, Moana descruzou as pernas e veio até mim montando em meu colo me encarando. Felizmente meu pau estava calmo com aquela conversa séria.

– Não precisa ter remorso se for escolha nossa como foi da Monica cancelando o casamento. Você não a obrigou e certamente não pediu também. Deve até ter falado para ela pensar bem. A mamãe pode estar parcialmente errada com você porque também ama as outras, mas está totalmente certa sobre mim. Desde novinha te amo mais do que irmão.

Fiquei totalmente surpreso por sua revelação e a deixei continuar, mas levei minha mão perdida a sua coxa quente e macia, enquanto segurava sua mão com a outra.

– Como você, achava impossível e talvez por saber que era errado, era mais fácil brigar do que admitir. Quando te enviei aquele vídeo e você pediu o que pediu, fiquei brava, mas lá no fundo era minha chance. Só que pela besteira que fiz, precisei ficar do lado da Monica no começo. Depois deixei de estar brava e fiquei com muito ciúme por não ser eu quando cada uma delas contava o que tinha acontecido. Nem a Monica falava mal do sexo com o irmão que a fez trair o noivo que amava. Eu te quero Vik, primeiro e muito além do que qualquer uma delas te quis antes de estarem com você. Não tenha remorsos e me tome para você, pois é o que sempre desejei. Vou ser uma namorada muito melhor do que fui irmã. Vou fazer tudo o que você quiser. Tudo e nunca mais vou discutir ou brigar.

Estava em choque por sua entrega, mas a achei exagerada e após nos desculparmos, toda aquela rixa tinha ficado para trás. A envolvi com meus braços grandes e a puxei para meu peito a abraçando bem espremida sentindo seus seios firmes apertados em meu peito. Tão menorzinha que as outras, tão gostosinha de a abraçar e a envolver.

– Eu te amo e te quero como você é Moana. Adoro seu jeitinho combativo.

Sem olhar para mim com o rosto em meu peito, ela aliviou minhas preocupações.

– Sei que você se preocupa que isso possa parecer submissão e você não quer mudar quem sou. Não é submissão. É amar tanto que quero satisfazer suas demandas, te fazer feliz, não brigar, como você também deve querer ser comigo. Quero parar de te contrariar em tudo por birra e aceitar suas decisões por ter confiança total em você como sua mulher. Se tiver algo que não goste, vou conversar com jeitinho. Estou parecendo a Morgana, não estou? Mas é só com você, pois pode esperar que com os outros não mudarei nada, falou sorrindo.

– Prometo te amar, cuidar de você, ser um namorado bom, participativo e te fazer feliz. Só não posso prometer que será a única.

– Eu sei Vik. Se eu tivesse me declarado a você antes disso tudo acontecer, você seria só meu, mas fui covarde e preferi brigar. Agora é tarde e eu sabendo não será traição como o papai faz com a mamãe. Agora chega de conversa Vik. Mal posso esperar para ser sua e saiba que aos 21 anos, o máximo que fiz com um garoto foram uns beijos e ele pegar em meus peitos por cima da roupa, porque quando me lembrava de você não os deixavam ir além.

A soltei do abraço, a afastei de meu peito e olhei em seus olhos.

– A partir de agora ninguém mais te beija e muito menos toca em você. Você agora é minha.

– Isso Vik. Me toma. Esse é o dia mais feliz de minha vida. Eu te amo mais do que tudo.

Inclinado minha cabeça avancei e toquei seus lábios macios e quentinhos.

Mesmo dizendo que trocou beijos com garotos, seu beijo era ainda todo sem jeito me deixando feliz com sua pouca experiência. Primeiro a beijei nos lábios e depois invadi sua boquinha com a língua e só quando sentia os movimentos que eu fazia, foi que começou a fazer igual.

Não tinha o direito de escolher o melhor dia de minha vida com tantos maravilhosos que tive naquelas 2 semanas, mas aquele era o fechamento de ter conseguido aquelas 8 mulheres lindas, mesmo que a consumação com Morgana e Victoria ainda estivesse para acontecer.

Moana era uma coisinha deliciosa, gostosinha sendo levinha e pequena. Teria todo cuidado do mundo, afinal seria a primeira vez que tiraria uma virgindade e caiu de ser ela, minha adorável briguentinha.

Meu pau já estava duro como pedra e ela se esfregava nele indo para a frente e para trás me fazendo sentir o calor imenso de sua bucetinha e até um pouco de umidade. Interrompendo quis ter toda a certeza que ela sabia o que estava fazendo.

– Você não está com medo como a Morgana e a Victoria que querem perder a virgindade juntas para uma dar apoio a outra?

Ela respondeu com carinha de excitada sem parar de esfregar.

– Estou mais ansiosa do que receio. Sei que vai doer mesmo, mas de um jeito ou outro ele vai entrar todo porque é o que eu quero e jamais te dividiria com outra em meu momento com você. Eu teria muito ciúme.

Minhas mãos que corriam por seu corpinho de pijama, as levei a seus seios redondos e bonitos e senti que também eram firmes, gostosos e enchiam minhas mãos, grandes por ela ser pequena.

– Ahhhhhhhhh Vik, que delicia de mão forte. Sonhei com isso desde novinhaaaaa.

– E sonhei com você mais novinho ainda.

– Deveríamos ter feito algo desde aquela época, só que eu tinha medo de te perder como irmão e a casa estava sempre tão movimentada.

– Ainda assim, mesmo depois de cinco, a sua vai ser minha primeira virgindade, você sabia?

– Auuuuufffffff. Eu imaginava, por isso me antecipei a Morgana e a Victoria. É tão excitante a minha ser a primeira virgindade que você irá tirar.

– Vou ser muito cuidadoso, mas antes disso quero te ver nua. Poderia ir tirando enquanto fosse acontecendo, mas quero ver o que me pertence.

– Não estou com vergonha, mas tenho tanto medo de que você não goste depois de estar com aqueles mulherões que são a Mamãe, Monica, Livia, titia e a Suzi.

Apertei seus seios com força sentindo toda a resistência de suas carnes e ri para ela me olhando apreensiva.

– Pelo que estou sentindo, você não perde para nenhuma delas e pelo que me lembro te vendo de biquini ou calcinha e sutiã, tem um corpo tão lindo, gostoso e perfeito como cada uma, só que vem em uma embalagem menorzinha. Em algum lugar li ou ouvi que tudo que é do melhor vem em embalagens menores, falei sorrindo.

Moana veio para a frente se agarrando em meu pescoço e me beijou feliz. Não tirei as mãos daquelas gostosuras por cima da blusinha. Assim que beijou fogosa, se afastou novamente.

– Ahhh Vikkkk. Assim eu te amo mais ainda, mesmo que não seja possível. Você é perfeito. Minha autoestima foi aos céus.

– Já que está lá em cima, fique em pé e fique peladinha para seu homem.

Seu corpinho tremeu e era evidente que se excitou com o quem falei.

– Não fala assim Vik. Tenho medo de acordar e descobrir que é um sonho, falou saindo de meu colo e ficando em pé ao lado da cama.

– Já, já com as dores que vai sentir vai ter a certeza que não é um sonho, nem seu e nem meu. Conheço todo esse seu corpãozinho e o adoro e o desejo, mas faltam os detalhes e

estou louco para conhece-los.

– E eu louca para conhecer seu detalhe, porque todo o resto já conheço e acho lindo e adoro cada pedacinho.

– Se é assim, vai conhecer antes do que eu e pode desistir.

Sob seu olhar atônito, tirei a camiseta velha de dormir e levantando a bunda da cama empurrei também o short até os joelhos e depois meus pés o empurrou o resto o tirando. Os olhinhos de Moana estavam fixos o olhando deitado em meu púbis todo imponente, grosso e passando bastante do umbigo.

A deixei observar por um bom tempo e como ela não saía daquele estado hipnótico, a tirei dele.

– E então, melhor desistir?

– É lindo demais Vik. Rosinha, quase transparente, com um formato bonito. Quando decidi que me entregaria a você e ouvindo que era grande fui pesquisar como aguentar um grande e vi muitas e muitas fotos, mas nenhum era assim bonito. Se eu não tivesse lido as explicações que é por lá que saem os bebês e ela se alarga muito, mesmo sabendo disso, não teria coragem, mas o que li me deu a certeza que vou conseguir. Não vou desistir por nada, falou puxando a camisetinha bem rápido pela cabeça,

Sem me dar chances de me deixar apreciar aquelas gostosuras, se inclinou para a frente e já empurrou o shortinho e a calcinha branca e logo voltou a ficar ereta esperando minha reação.

Meu queixo veio em meu colo e literalmente de boca aberta contemplei aquela perfeição mingnonzinho maravilhosamente linda e gostosa. Seus seios redondos e cheios extremamente firmes ficavam empinados com suas aréolas de 2 centímetros protegendo os mamilos eriçados como a borracha de um lápis. A cor um leite com chocolate bem clarinho por ser loirinha.

A bucetinha com apenas um risquinho e pelinhos ralos loiros mais escuros que os cabelos, penteadinhos como os ruivos de Suzi. Queria apreciar em silencio por um tempo, mas sua ansiedade era evidente e não quis a fazer esperar.

– Você é maravilhosa, perfeita e gostosa com G maiúsculo irmãzinha. Não tem nada a mais ou a menos e os detalhes são ainda mais lindos do que imaginava quando me masturbava pensando em você.

Moana sorriu feliz.

– Eu também pensava em seu detalhe quando me masturbava, só que não tão grande, falou safadinha. Só não sabia se queria depilada ou com pelinhos e deixei assim, pois é mais fácil depilar do que crescer.

– Vou adorar de qualquer jeito, mas ela está lindinha loirinha. Vem aqui e deite-se em meu lugar. Quero degustar você todinha.

Enquanto veio tomar posição deitada em meu lugar, Moana me fez um pedido irrecusável.

– Vik, estou tão apreensiva e mal vejo a hora. Você pode me degustar depois?

Nem retruquei porque não queria deixar minha irmãzinha mais nervosa e já fui me ajoelhar entre suas pernas babando por aquela joiazinha loira com a fenda aberta e escorrendo.

– Quer vir por cima e controlar?

– De jeito nenhum. Como é a primeira virgindade que você vai tirar, quero que a tome e não que eu me tire.

Adorei a escolha de minha irmãzinha corajosa que se mostrou ainda mais destemida.

– Vou pegar o gel lubrificante.

– Não precisa, estou vazando. Só coloque sua camiseta embaixo porque com certeza vai sangrar.

Só naquele momento me dei conta disso, mas se Moana queria daquele jeito, iria ter e já coloquei a camiseta sob seu bumbum e me aproximando comecei a pincelar sua fenda meladinha e rosa.

– Se deite sobre mim e me beije porque vou gritar muito Vik, mas se eu não te empurrar ao invés de te puxar, não pare. Aprendi na internet umas técnicas para facilitar a penetração e vou usa-las.

Seria mesmo bom abafar seus gritos pois a casa estava em silencio absoluto e até nosso pai lá embaixo poderia ouvir. Ele não tinha mais o poder de impedir, mas para que o provocar?

Já deitado sobre seu corpinho pequeno com uma mão ainda segurando o pau em sua fenda, tivemos até dificuldade de beijar pela diferença de altura, mas nos curvando e nos esticamos conseguimos.

Achando a portinha, empurrei afundado só a pontinha para que não escapasse e tirei a mão deixando o caminho livre. Na primeira pressão real, seu corpinho se retesou todo parecendo dor e devia ser porque gemeu forte, mas abafado em minha boca.

Suas mãos ainda me puxavam, mas com as unhas fininhas cravadas em minhas costas e a dor que eu sentia não devia ser nada comparada a que ela começava a sentir. Mais do que qualquer uma, até por ser virgem e menorzinha aquele buraquinho resistiu, mas pela força com que me puxava com as mãozinhas em minhas costas, não desisti e logo senti que aquela florzinha se abria com Moana pagando o preço e gemendo abafado ainda mais forte.

Devagarinho, pois a cada travada que ela dava, a esperava se distensionar fui a penetrando e só interrompíamos o beijo pra tomar folego. Um beijo mais de contenção do que prazer naquele momento. Uns 3 minutos depois senti um obstáculo que certamente era sua virgindade e meu pau estava mais comprimido do que nunca. Lembrei que mais de uma com quem fiz amor antes ter dito que para meu pau qualquer buceta seria apertada, mas aquela de Moana não tinha precedentes.

Já tinha receio de meu esperma nem conseguir sair, se bem que ainda perguntaria a ela se estava protegida e se não estivesse gozaria fora. Depois de ter parado antes de romper seu selinho ficamos mais uns 2 ou 3 minutos até ela se acostumar e então Moana falou.

– Minha virgindade é sua Vik. A tome.

Nem tive tempo de falar nada, pois sabendo que gritaria forte, Moana me beijou novamente. Coloquei muita pressão naquele selinho resistente até que o rompi e foi possível sentir o encaixe da glande e um som maravilhoso que jamais tinha ouvido com as outras.

Cloc.

Minha irmãzinha Moana tinha perdido sua virgindade e eu tinha tirado minha primeira virgindade.

*****

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Comentários

Foto de perfil de Stell4

Ótimo conto!

Muito excitante.

Aguardando continuação...

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