🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Bia – Final da suruba bestial

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Da série Putices
Um conto erótico de Incensatez
Categoria: Grupal
Contém 2493 palavras
Data: 29/07/2026 17:28:32

Acordei de madrugada, tudo escuro, só dava para ver a luz do alpendre entrando por debaixo da porta do bangalô onde a putaria havia acontecido horas antes. Acordei sentindo o frio gelado do ar condicionado.

Passei as mãos tentando me situar, lembrar do que havia acontecido. Me dei conta de que estava deitada no meio dos dois, a cama ampla e nós três encolhidos sobre ela. Beth de costas para mim com as pernas dobradas sobre as minhas e seu Paulo deitado de lado, mas virado pra mim.

Todos completamente nus. Não era à toa que eu estivesse morrendo de frio.

Tudo parecia um sonho, como se estivesse acontecendo com outra pessoa. Começou com o sexo abusado com a mineira casada no começo da semana. Quem diria que uma mãe de família pudesse ser tão devassa. Não bastasse me introduzir no sexo lésbico, ontem resolveu acabar com a minha ‘fobia’, como ela fala da minha aversão a homens.

Só ela mesma para me convencer a participar da orgia que rolou ontem nesse quarto. Seu Paulo, o vendedor de toalhas da praia do Mutá, pelo menos era um conhecido. Negro alto, das mãos grandes, o peito largo e um sorriso simpático, foi o escolhido. Nunca imaginaria que além de vender toalhas, nas horas vagas ele era um michê.

Um profissional do ramo chegou e comeu as duas ao mesmo tempo. E ainda vai receber pelo ‘serviço’. Cobrou caro; eu não pagaria, mas Beth disse que pagava tudo. Então tá, deixei a doida tarada assumir a conta.

“Ummh!”

Seu Paulo gemeu entre um ronco e outro ao meu lado. Senti um calor vindo do seu corpo forte, o que levou minhas memórias a ficarem mais nítidas. Gozei com ele dentro de mim, aquela porra branca melecando o meu útero e ele urrando num beijo devasso. Foi bom, só não foi melhor do que trepar com a quarentona mãe de três filhos.

Que loucura! Mas foi ainda pior: Beth me fez provar o sabor azedo do orgasmo do homem. Sinceramente não gosto. Não acho graça nenhuma em engolir gala, mas até que gostei de foder com o vendedor de toalhas. Muito educado, muito gentil, mas um devasso na cama. Só não é mais que a mineira virada de costas pra mim.

Minha família não pode nem sonhar com o desbunde que foi minha semana em Porto Seguro. Meu pai me deserda se imaginar que eu trepei com uma mulher casada e depois chupei pau de homem que eu mal conhecia.

Tudo por culpa dessa louca que eu conheci por acaso aqui. Não é à toa que não basta o marido para satisfazer as perversões dessa esposa recatada e do lar, como ela mesma gosta de falar com um toque de cinismo no olhar e no riso.

Beth se mexeu abraçando o travesseiro; seu Paulo cruzou a perna sobre as nossas, ficou mais próximo e me deixou mais confortável no meio dos dois. Diminui o frio e só então prestei atenção o pau mole encostando na minha cintura. Não devia ter acontecido, mas foi. Comecei a sentir desejos libidinosos aflorando em meu corpo.

Senti a buceta estufar, endurecer e esquentar. Movi o quadril como se estive numa foda lenta. Um medo gostoso de alguém perceber que eu queria trepar. o proibido é sempre mais gostoso. Seu Paulo roncava; até Beth ronronava como uma gata.

Passei a mão no cacete, um dedo percorrendo a extensão do membro flácido. Me senti uma garota atrevida fazendo arte com um homem que não era meu namorado. Um preto muito atraente. Minha vagina começou a suar. Movi a cintura mais ritmada, enquanto alisava com a outra mão o meu corpo, dos seios descendo em direção ao meu ventre até encontrar meus pentelhos bem curto no alto do monte. Deixei o dedo médio me abrir, explorar minha fenda como um curioso e terminar com um carinho suave na ponta do grelo.

Tomei coragem e segurei com cuidado o falo preto, ainda mole, carnudo e grosso. Meu coração foi ficando acelerado. O corpo tremeu de desejo, mas eles permaneceram quietos; só se ouvia o ressonar de ambos.

O pau preto começou a inchar com as minhas carícias ousadas. O pau foi endurecendo aos poucos, foi esquentando o meu quadril. E seu Paulo quieto, roncando mais baixo, e eu olhando seu rosto esperando o homem abrir o sorriso pra mim. Fiquei surpresa quando senti um dedo que não era o meu me fazendo um carinho. Só a ponta do dedo me excitando o grelo.

Eu tinha acordado o vendedor de toalhas, mas ninguém falou nada; eu punhetava seu Paulo como dava e ele me siriricava como se fosse um marido.

Os primeiros sussurros começando a surgir acanhados. Sinto minha vagina ser bulinada como eu mais gosto. Senti um caldinho escorrendo de mim, molhando os dedos compridos do preto. Seu Paulo colocou a mão sobre o meu monte, inteira me tampando a xoxota. O monte era duro como uma pedra. Percebi um dedo curioso invadir minha fenda, depois outro abrindo meus lábios e me deixando ainda tensa de desejo.

Me deu coragem pra aumentar os movimentos do quadril. Subindo e descendo como se estivesse numa foda. A sacanagem foi ficando fora de controle. Eu movendo a cintura e minha buceta protegida nos dedos do seu Paulo, e ainda por cima fodida pelos dedos abusados do homem.

“Oooh!”

Gemi sem querer e ouvi uma voz sussurrada no ouvido.

“Sssh, Beth ainda dorme.”

Olhei de lado, mas a mineira continuava de costas. Virei o rosto pra ele e vi o sorriso bonito se abrindo pra mim. Ninguém precisava dizer nada; a sacanagem corria solta entre nós. Eu apertando o tronco com força e ele metendo os dedos como se fosse meu dono.

O frio já não me incomodava. A putaria envergonhada ficando mais abusada. Pensei em acordar Beth; foi quando seu Paulo me sugou o peito, quase uma mordida que terminou com as lambidas agitadas fazendo brotar o meu bico.

O pau preto mal cabia na palma da mão, mais parecia um ferro quente. Começou a minar o pré gozo do alto da pica. E seu Paulo mamando meu peito como se fosse um bebê morrendo de fome.

Foi impossível suportar.

“Aiiii! Aiiii!”

Gemi baixinho com medo da Beth, agora eu queria seu Paulo só pra mim. O pau duro rasgando meu útero e gozando dentro de mim. O medo dos homens se transformou num desejo egoísta de sentir um macho me enchendo de gala. Foi a primeira vez que essa ideia surgiu pra mim.

Seu Paulo abriu a boca e mostrou a língua agitada, eu fiz o mesmo e nos beijamos com as línguas se lambendo ao mesmo tempo. Não demorou e a língua comprida invadiu minha boca e me lambeu o céu da boca. Fui ficando alucinada, minha tetas cheias de sangue, minha xoxota minando meus sucos.

Eu ainda beijava quando me dei conta de uma mão afagando minha coxa. Mão delicada e pequena que foi subindo até encontrar a virilha. Olhei de rabo de olho; ela ainda de costas pra mim.

“Anda, Paulo, ela tá precisando. Entra nela.”

A voz rouca de Beth, quase um grunhido. Já não era mais um segredo compartilhado com o homem ao meu lado. Era a sacanagem dos três voltando a nos unir. Beth e virou nos olhando e o negro bonito ficou por cima de mim.

Eu me senti uma virgem prestes a ser deflorada na frente de uma mulher que podia ser minha tia. Seu Paulo afastou minhas pernas com as suas e me tocou com a ponta do seu cacete. Fez um carinho abrindo os lábios e massageando o meu grelo. Eu fui me entregando, dobrando as pernas e subindo num abraço a cintura do michê contratado pra me ensinar a gozar com um homem.

Os movimentos foram ficando mais ritmados, seu Paulo forçando seu membro a furar minha fenda.

“Aaaah! Aaaah!”

“Isso, deixa o Paulo te arrombar, garota.”

Beth falando e seu Paulo metendo a pica como se fosse uma faca. Passou a cabeça e não demorou a entrar a metade da rola. Grossa e quente que me rasgou a buceta, mas seu Paulo queria mais, muito mais. Entrou de novo enterrando a verga dura inteira no meu ventre.

Eu senti uma dor lancinante, como se fosse mesmo uma virgem. Ainda mais com a fúria que seu Paulo enterrava o caralho no meu útero. O homem estava alucinado, também com uma bucetinha ainda apertada. Tem homem que ainda valoriza uma xoxota apertada.

“Oooh! Oooh! Seu Paulo!”

“Isso, mulher, aproveita a fome do Paulo. Fez ele ficar ainda mais tarado do que antes.”

“Aaah! Aaaiiih! Eu, eu vou gozar. Eu vou gozar!”

Seu Paulo me dobrou como se eu fosse uma boneca de pano, os braços segurando as minhas pernas no ar e ele batendo, trombando seu corpo no meu. Eu estava completamente entregue aos seus desejos.

Ele metendo os ferros e eu gozando sem parar. Um melado descia da xana lambuzando o caralho do negro charmoso. Seu Paulo tinha idade pra ser meu pai. E eu ali dando como uma vadia quase num abominável incesto.

Pensar nisso me deu uma descarga de adrenalina, me deixou com um tesão ainda mais forte. Já não havia mais dor, era só a sacanagem indecente me fazendo gozar e suar.

Olhei para o lado e levei um beijo de língua da minha amiga. A mulher que me fez o sexo por outro prisma. A língua de Beth era maravilhosa, ainda mais com um pau comendo a xoxota. Minhas coxas completamente babadas e a rola do negro entrando e saindo, furando e abrindo.

Acabei num orgasmo com a língua de Beth se enrolando na minha. Adorei, um orgasmo de mulher apaixonada pela nova amiga.

“Beth! Beth! Onde você vai?”

“Uma coisa que eu quero experimentar. Paulo prometeu que topava.”

“Você não vai embora, vai?”

Beth sumiu e eu fiquei sentindo a rola preta rasgando o meu buraquinho apertado. Não sei como ele aguentava, aguentava fuder sem parar, sem gozar. Mesmo assim, agarrei o seu peito com as mãos espalmadas, as unhas cravadas nos seios.

Surgiu Beth ajoelhada atrás dele, exibindo um riso malicioso, riso de puta safada.

“Falei que eu pagava o seu preço, mas que o senhor faria tudo o que a gente quisesse, não foi?”

Ele não disse nada; foi ficando quieto esperando o que Beth queria. Ouvi uma risada abafada. O riso tão próprio de Beth.

“Patife, achei que eu seria a primeira. E você não é mais virgem, Paulo?”

Ele gemeu, um gemido profundo. Eram os beijos de Beth no ânus. Seu Paulo foi voltando a me comer enquanto a língua de Beth lubrificava o seu cu. Até teve cuspi uma dedada no rabo.

“Madame, eu, eu…”

“Relaxa, Paulo, nem vai doer. Tô vendo que você já está acostumado com esse tipo de sacanagem.”

Beth deu uma risadinha mordaz e ajoelhou atrás do seu Paulo. Vi o homem tenso, fechando os olhos, meio envergonhado, meio nervoso.

“Aaah! Aaah, Beth!”

“É só começo, ainda tem mais, Paulo. Foi bom me comer a bunda, não foi?”

“Você é muito gostosa, madame.”

“Você também, Paulo. Agora vai, mete os ferros na menina. Enche a Bia de porra enquanto… Aaah! Rapaz que cuzinho gostoso.”

O homem perdendo a vergonha, comecei a ver que havia prazer em ser enrabado também. Ele me encarou e voltou a me estocar com o seu mastro. Mais bravo, mais quente que antes, nem sei como era possível.

“Aaaah! Aaaah!”

Gritei me agarrando aos seus braços, ainda dobrada com as pernas balançando no ar. Vi Beth cavalgando o negro tesudo e dizendo bobagens. Só pra texto seu, Paulo com mais vontade de me comer.

Um grito forte de homem ferido e o cacete do Paulo vomitando no meu ventre.

“Goza Paulo, encheu a mocinha de porra? Eu tô doida pra te provar, provar vocês dois.”

O homem se fez mais intenso, metendo a rola mais fundo. Não demorou muito pra sentir seu cacete vomitando aquela gala de homem devasso. Grossa e nojenta. Parecia tanto que ele não parava de gemer e tremer.

“Isso homem assim. Só não pode engravidar a garota e eu quero um pouco pra mim.”

“Aaah! Aaai! Dona Beth.”

Beth fez um carinho com as mãos nas costas do homem que ela ainda enrabava.

“Tá doendo, Paulo?”

“Um pouco.”

“Nem se compara com o que você fez comigo, querido.”

Vi um sorriso orgulhoso no rosto do homem. Os dentes brancos, surgindo.

“Machuquei a senhora?”

“Mas era o que eu esperava do senhor. Não é mesmo, Bia? Um pau desses eu não ia aproveitar?”

“Mas precisava, dona?”

“Barba, cabelo e bigode. Não é assim que os homens falam? Então só falta… Será que eu posso?”

Seu Paulo resmungou algo e saiu de cima de mim. Beth ajeitou os cabelos e desceu engolindo o cacete melado do homem. Aquela de mistura de porra com os meus sabores.

Dava para ouvir os barulhos molhados que ela fazia lambendo e chupando o cacete do homem. Gulosa, segurando a rola e engolindo ela ainda dura ao máximo na boca.

Ele ajoelhado e ela de quatro.

“Hmmm! Bom, muito bom. Adoro, bem que eu estava precisada.”

“E eu?”

Beth soltou uma gargalhada; seu Paulo também.

“Não bastou ele te encher de porra, foi ainda quer mais?”

“Eu quero provar também.”

“Piranha, eu sabia que você era uma piranha tímida. Vai, Paulo, deixa ela te provar também.”

Ele veio e eu senti o cheiro forte de sexo. A ponta rombuda na minha cara. Abri a boca e o homem enfiou a rola com força. Me fudeu a boca muito mais do que fez com ela. Ele socando, senti a cabeça chegar na garganta. Foi quando Beth me deu um beijo de língua na xana. Aquela língua tarada me lambendo o grelo, depois me abrindo a buceta e chupando por dentro.

“Mmmm! Mmmm! Bia, Bia.”

Beth bebia a nata que seu Paulo depositou no meu útero. O creme escorrendo na cara da mineira casada e ela mordendo os beiços da vulva. Sugou a gala do Paulo. Era tanta putaria, tanta sacanagem que eu fui ficando outra vez com vontade.

Com a rola dura ainda dentro da boca e os beijos safados da minha amante na xota. Senti aquele frisson, como uma descarga elétrica percorrendo meu corpo. Só tive tempo de fechar os meus olhos.

Esguichei na cara da Beth ao mesmo tempo que seu Paulo depositava um naco de porra na minha boca. Não era muito, mas era o suficiente para me aguçar o paladar com o sabor azedo do macho que Beth resolveu contratar.

Claro que depois disso tudo, todo mundo voltou a dormir abraçados de novo.Pena que estavam acabando as férias que resolvi tirar.

Até hoje me lembro e me vem a saudade daqueles dias com os dois, principalmente Beth, safada que nunca vi mais. Já eu, Paulo, revi ano passado de volta a Porto. Muito simpático, muito gostoso.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Insensatez_01 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →