Eu não morava longe do bar do Miguel; depois que saímos, decidi ir a pé para casa, a pensar no que tinha acontecido. Porra, nunca sequer percebi ter qualquer tipo de atração por outros homens e, naquela noite, sem saber explicar, tive uma vontade enorme de dar o meu cu para o Miguel e gostei; faziam anos que eu não tinha tanto prazer numa foda. Não era a primeira vez que fodi fora do meu casamento; sei que sou um cara bonito e gostoso, a mulherada me dá muita atenção e eu não sou de ferro, mas nada se comparava ao prazer de gozar sendo fodido, porra, fiquei pensando naquilo...
Quando cheguei em casa, fui recebido pelos meus três filhos e pela minha mulher, logo esqueci o que havia acontecido. Lá em casa há sempre muita agitação com três rapazes pequenos. Não fui logo dormir; primeiro almocei com eles, quis aproveitar um pouco a minha família. Depois contei para a minha esposa como tinha sido a noite, claro que a foda eu ocultei; ela tem mente aberta como eu e ficou contente por eu ter gostado do trabalho, iria ser um bom extra que passaríamos a ganhar para o orçamento familiar.
Depois do almoço fui dormir; estava exausto, pedi à minha mulher que me acordasse no fim da tarde, pois queria passar mais algum tempo com ela e os rapazes antes de voltar ao bar para trabalhar, o que aconteceria por volta das 22h. Acordei antes de a minha esposa me chamar, comecei a lembrar da foda com o Miguel e o meu pau ficou duro como pedra, e ela entrou no quarto para me acordar; como eu estava a dormir só de cueca, ela reparou logo no meu volume.
- Nossa, maridão, que volumão é esse?
- Acordei com tesão, amor.
A Rute é safada, não é por acaso que já vamos ao quarto, filho. Ela adora foder; assim que viu o meu pau bem duro, ajoelhou‑se logo, no chão, junto à cama, agarrou o meu pau e puxou‑o para fora.
- Adoro te ver assim, amorzão.
A safada estava muito grávida, oitavo mês de gestação, mas, mesmo assim, me fez uma mamada deliciosa, que só terminou quando gozei na sua boquinha. Ela é louca por isso, e eu também; ela tomou o meu leite todinho e, no fim, levantou‑se toda satisfeita, depois deitou‑se na cama e abriu bem as pernas. Eu sabia o que ela queria: adoro lamber aquela sua xoxotinha, fiz um linguado nela até que ela tivesse o orgasmo também. Ela geme muito na hora e eu fico doidão; ultimamente, as nossas fodas eram assim, com o barrigão enorme que ela tem, não arriscamos foder.
- Vai tomar meu gato, tens que estar bem cheio para os viados darem muito em cima de ti.
- Queres vir comigo?
- Depois, tomo, vou ver os rapazes; se os deixar muito tempo sozinhos, vão fazer asneiras....
Sorri e fui ao duche, ele nem imaginava o quanto davam mesmo. A partir dali, o tempo passou muito rápido e logo chegou a hora de ir trabalhar.
Quando cheguei ao bar, só lá estavam o David e o Raul, os outros dois barmens. Perguntei pelo Miguel, e contaram-me que ele, por norma, só chega depois da meia‑noite, hora em que o bar abre. Como eles já trabalhavam lá há muito tempo, explicaram-me o trabalho que eu precisava fazer; então fiquei com o Raul a organizar as bebidas no balcão e o David iria guardar no armazém, que fica na parte de trás do bar, os produtos que tinham chegado durante a tarde.
Na noite anterior, eu mal tinha conversado com eles; o Miguel ficou quase sempre ao meu lado ensinando‑me as rotinas do bar, mas logo me entendi com o Raul. Ele é bastante conversador, e conversa vai, conversa vem, eu aproveitei para perguntar sobre algumas coisas que tinha achado estranhas no dia anterior:
- Cara, é normal vocês irem embora com clientes? — Tinha achado estranho os dois irem embora cedo com clientes na noite anterior.
- Não, cara, mas às vezes acontece; porém ontem não foi esse o caso.
- Não?
- Não — sorriu maliciosamente — os caras com quem eu e o David fomos embora são os nossos namorados.
- Me desculpa, cara, estava te julgando errado.
- Estavas nada, já saí daqui com muitos clientes. Se são gostosos e eu estou afim, não tenho problemas com isso, mas ontem não foi esse o caso. Isso te incomoda?
- Não, só achei estranho vocês terem ido embora cedo e não terem ajudado a arrumar as coisas no fim.
- O normal é ajudarmos a arrumar tudo, mas o Miguel ontem deixou‑nos ir embora mais cedo; acho que ficou interessado em ti.
- Que é isso, cara? Somos amigos de infância — tentei disfarçar.
- Tu és um puto de um gostosão, fazes bem o estilo dele; e ele notou que ficaste vidrado quando ele estava a comer aquele segundo cara, ele comentou isso comigo.
- Como não havia de ficar? Aqui só acontece putaria; mas eu estava, era espantado, de ver como aquele cara gemia no pau dele.
- Tu gostaste de ver, que eu sei. - Riso sacana. — Eu notei que ficaste com tesão, ou vais negar?
- Vais dizer que tu não ficaste?
O safado veio até junto de mim, passou a mão na minha bunda e falou bem ao ouvido. Gostei da ousadia dele e me deixei levar.
- É claro que fiquei, mas para mim é normal. Já tu, segundo o que sei, és macho, casadinho e papaizinho.
E o safado começou a enfiar a mão por dentro das minhas calças e foi direto à minha bunda; eu não falei nada e comecei logo a ficar de pau duro, e ele continuou e senti o dedo dele rodopiando o meu buraquinho.
- Aposto que o Miguel ontem comeu este cuzinho — e enfiou o dedo no meu cu.
- Aaaiii porraaaaa… — gemi. — Vocês aqui são todos assim?
- Assim como? — E enfiou um segundo dedo e enterrou os dois. Nossa!
- Safados, porra.
- Isso somos. Bem safados, mas tu também és, que foste logo dando o cu para o nosso chefão no primeiro dia.
- Quem disse?
- Ninguém, foi este cuzinho.
Ele tirou as mãos de dentro das minhas calças e começamos a nos beijar. Porra, aquela vontade de dar o cu estava outra vez no máximo. O Raul é um garoto, deve ter uns 25 anos, um carinha bonito, com cara de safado, baixinho, deve ter 1,70 m, todo bem feitinho com o corpo tatuado. Já eu, com os meus 1,92 m de altura, era um gigante ao seu lado, mas o carinha sabia me deixar louco e, enquanto nos beijávamos, ia sempre passando a mão na minha bunda.
- Aposto que estás sentindo uma falta do caralho do pauzão do nosso chefão — e voltou a levar a mão ao meu reguinho e começou a estimular o meu buraquinho — o Miguel fode bem para caralho.
- O que importa isso? — falei apertando o pau dele, que estava bem duro dentro das suas calças. — Agora estou aqui contigo e aposto que tu estás cheio de vontade de me comer.
Eu lá queria saber do Miguel, aquele garoto era um safado, e tinha despertado novamente a minha vontade para dar o cu; eu queria que fosse ele a me comer.
- Um papaizão gostoso como tu me deixa cheio de tesão…
‑ Uhmmm… deixa ver esse tesão.
Desapertei o cinto das suas calças e ele largou novamente a minha bunda e puxei‑as um pouco para baixo; o pau dele apareceu já bem duro.
- Estás bem teso, seu safado.
‑ Deixaste‑me assim, caralho; agora vou ter que te comer.
- Gostas de foder um macho como eu, é? — A pergunta não era inocente. O garoto podia não ser comedor, eu segurava no seu pau e punhetava‑o.
- Com um macho como tu, eu topo tudo — e o safado levou a mão ao meu cuzinho — vou te foder todinho, Chicão.
- Que delícia…
Demos mais um beijo e eu não parava de agarrar o seu pau; depois, sorri para ele e, em seguida, ajoelhei‑me na sua frente. Eu não conseguia tirar o olhar do seu pau, puxava o prepúcio para baixo e me aparecia aquela cabecinha rosinha; nossa, me crescia água na boca. Ele tem um belo pau. Mas caralho, o que estava a passar comigo? Sempre tinha sido heterossexual e eu estava cheio de vontade de mamá‑lo, então fui logo dando uma sugadinha naquela cabeçona…
- Porraaaa, cara — ele estremeceu todo quando botei a boca no seu pau.
- Tens aqui um belo pau, cara. Estou cheio de vontade de mamá‑lo — falei bem safado enquanto batia uma punhetinha nele e ele levou a mão à minha cabeça.
- Então, chupa gostoso, papizão; porque tu despertaste o macho que tenho dentro de mim, vou te foder todinho.
Porra, me dava tesão ouvi-lo falar assim; botei a minha boca naquela pica e a chupei muito bem. Era do tamanho da do Miguel, uns 18 cm, sabia a pau mal lavado, mas gostei do sabor, e comecei a dar sugadas bem gostosas naquela cabeça rosadinha; o garoto gemia, era delicioso mamá-lo assim, caralho, e eu já sabia como chupar um pau.
- Porra, Chicão, que boquinha é essa? Uhmmmmmm...
Eu continuava dando sugadinhas naquela cabecinha saborosa e depois abocanhava-a o máximo que podia. Botei o meu para fora e comecei a punhetar-me, e o garotão, sempre gemendo de prazer, começou a forçar a minha cabeça contra o seu.
- Engole tudo, seu gostosão.
O cara fez mais pressão na minha cabeça, o pau dele sumiu na minha boca e o meu nariz tocou nos seus pentelhos; eles tinham um cheiro forte de pau, e isso me excitava muito. Eu sentia o meu cu latejar e ele começou literalmente a foder a minha boca, caralho, aquilo me dava tesão, eu me engasgava, babava muito, mas ele não tirava o pau da boca, sempre a fode‑la; eu sentia o meu cu cada vez com mais contrações, nossa, queria ser muito enrabado. Ele ficou assim um tempo até que me soltou e me deixou respirar.
- Me come, cara — falei logo, não sei explicar, mas eu estava morrendo de vontade de dar o cu para ele.
- Estás assim com tanta vontade, seu gostosão?
- Estou, cara.
- Tens uma boca do caralho, sabias?
- Sabia, mas o meu cu é melhor.
- Já vou ver… levanta‑te daí…
Levantei‑me, e ele me debruçou sobre o balcão do bar, e eu empinei a minha bunda toda para ele.
- Fode‑me!
Porra, eu estava louco para dar para ele. Queria logo o pau dele me comendo, mas ele não me fodeu de imediato; sorriu bem safado, ajoelhou‑se atrás de mim e apertou minha bunda com as mãos.
- Que caralho de bunda mais gostosa, Chicão.
- É tua, safado.
- És uma delícia de macho, sabias? — e senti a língua dele passar no meu reguinho, tremi todo, adorei.
- Caralhoooo Raul… Uhmmm… Porraaaa… — Aquilo era tão bom.
- Que cuzão, Chicão, nossa, estou louco por ele, vou me divertir muito com ele — e enfiou o dedo polegar nele.
- Aaaiiii, nossaaaaa… que isso é tão gostoso… desde que me fodas, podes te divertir à vontade — e o safado se empolgou e enfiou novamente dois dedos no meu cu; porra, aquilo já era tão bom, que gemi gostoso — aí, caralho, uhmmmm.
- Este cuzinho já levou piroca, está bem soltinho, que tesão.
- Me come logo, garotão, estás a me deixar louco.
- Estás no ponto, papaizinho…
Ele levantou‑se e encostou o seu pau no meu cu e começou logo a forçar. Caralho, só então percebi que o meu cu estava todo ardido desde ontem, e senti dor.
- Vai com calma, garoto.
- Vou o caralho, se aguentaste bem o pau do Miguel, também vais aguentar o meu — e meteu quase a metade.
- Aaahhhhh, seu sacaninha.
- Tu gostas, que eu sei, seu gostoso.
- Gostoso, mas vai com calma, cara.
- Sê macho, porra, senão perco o tesão — e enfiou o resto.
- Aaaiiii, porraaaa… seu sacana gostoso — nossa, meu cu ardia, mas era uma delícia; senti tudo dentro de mim.
- Estou todo dentro, Chicão.
- Meu cu é teu, seu sacana.
Ele não esperou e começou logo a me socar; o meu cu ardia, mas eu queria tanto aquilo e, quando se gosta, o tesão vem e, em poucas estocadas, comecei a ter um prazer do caralho!
- Cuzão bom — o garotão segurava a minha cintura e dava estocadas fortes no meu cu.
- Porra, tu comes bem, Raul, isso fode‑me gostoso, fode.
Estava tão boa aquela foda, nossa, que prazer o Raul me estava dando; o garotão não ficava atrás do Miguel, e foi então naquele momento que reparei que o David nos observava e estava a bater uma punheta, e o Raul falou:
- Vem te juntar a nós.
O David ficou parado, não falou. Eu olhei para o seu pau, o garotão tinha um picão.
- Vem, cara — falei eu também.
- Posso mesmo? Não quero me entrometer na vossa foda.
- Vem logo, cara, vem dar de mamar ao nosso papaizão; ele quer.
O safado do Raul não parava de me socar, e vi o David se aproximar. Eles são da mesma idade; ele foi tirando a roupa e logo ficou todo peladinho. Olhei para ele e reparei melhor: ele é moreno e também tatuado, com alguns pelinhos no peito e barbudo, um pouco mais alto que o Raul. O seu pau também é um pouco maior que o do Raul, devia ter uns 21 cm, encostou‑o na minha boca.
- Nem acredito que vou te dar de mamar, Chicão – agarrei o pau dele, que, além de grande, era grosso e cheio de veias, e olhei nos seus olhos.
- Podes acreditar, estou cheio de vontade de te mamar. És tão safado como o Raul?
- Ele é mais…
Entendi logo: o David tem aquele ar de machinho, mas deveria ser passivo. Eu, então, me apoiei na cintura dele e botei a boca naquele seu pau gostoso, e comecei a mamá‑lo. Nossa, estava tão salgadinho; o carinha estava muito excitado e já estava alargando gotinhas de porra. Aquilo me excitou muito e comecei a mamá‑lo com vontade, e, porra, que sensação maravilhosa! Nunca tinha sentido um prazer assim, mamando, ao mesmo tempo que era bem socado no cu.
- Olha só como o nosso papaizinho dá o cu — falou o Raul, todo safado, para o seu amiguinho.
Eu estava completamente submisso a eles e rebolava gostoso no pau do Raul, sempre mamando o David, com muita vontade.
- Que homão do caralho e chupa bem.
- Queres comê‑lo?
- Não, cara, quero gozar nesta boquinha barbuda.
- Vem cá, sê macho, cara.
O Raul saiu de dentro de mim, foi até o David e agarrou o pau dele, tirando‑o da minha boca; eu fiquei sem reação, só os observando; e notei que eles tinham muita química entre si.
- Tens que dar mais uso a este pauzão, vais gozar, mas é dentro do cu do nosso papaião, entendeste? Deu um tapinha na cara dele e depois começaram a se beijar.
Porra, aqueles garotos eram muito foda. Eu os observava bem excitado com aquilo; quando pararam de se beijar, o Raul, o mais safado, veio até mim e deu‑me uma palmadinha na bunda.
- Chega cá, seu gostosão, já te vamos dar piroca
Deitou‑me em cima de uma mesa, de barriga para cima, abriu bem as minhas pernas, e ofereceu o meu cu para o David; depois veio até o meu rosto e falou‑me bem sacana:
- Estás louquinho para provar o pauzão do David, não estás, Chicão?
- Tu és um sacana, Raul — e olhei para o David, já estava no meio das minhas pernas a roçar o seu picão no meu cu. — O que ele disse é bem verdade. Fode‑me, garotão.
O David sorriu, bem sacana, veio sobre mim e começou a enfiar o seu pau; nossa, como era gostoso! O David é muito masculino, tem aquele seu peito peludo, é barbudo e tem a voz grossa; isso mexia comigo e me deixou ainda mais excitado. Assim que ele começou a me penetrar, senti o meu cu ainda mais alargado; o pau dele era maior do que os anteriores que já tinha recebido, grosso.
- Aaaiii, nossaaaa, porraaaa, Davidão, tu és bem grandão — e o sacaninha enfiou tudo.
- Mas este cuzinho gosta e gosta bem. — e deu‑me uma estocada bem forte, porra que delícia.
- Caralhooo seu safado, me fode bem gostoso então, porra!
As minhas palavras o deixaram bem puto e ele começou a socar o meu cu sem dó. Nossa, que tesão, ele também fodia bem, o meu pau estava a estourar; e eu só queria mais.
- Aaaiiii, isssooooo fode Davidãooooo — ele dava socadas cada vez mais fortes. — Ai, porra, que tesãoooo.
- Toma, papaizão, tesão é foder um macho como tu, caralhoooo...
Eu ia gemer mais, mas o Raul agarrou o meu cabelo e meteu o seu pau pela minha boca adentro; nossa, tinha novamente o meu cu e a minha boca cheios, só que eu não ia aguentar mais aquele prazer, não; já sentia um calor a subir dentro de mim, ia gozar em breve.
- Caralho, ele gosta mesmo de pica, Raul.
- Fode-o bem fodido que o nosso papaizão gosta, vamos deixá‑lo viciado nas nossas pirocas.
Mas eles imaginaram que eu já estava. Porra, nunca tinha sentido um prazer assim. Ficamos a foder assim algum tempo, mas eu cheguei ao meu limite e tirei o pau do Raul da minha boca.
- Aaaaaaiiii, porra! Eu vou gozar, seus putões! Soca, soca bem forte, Davidão!
O Raul enfiou novamente o pau na minha boca e o David começou a me socar com tudo, e caralho, o meu primeiro jato saiu. Que puta de gozada boa.
- Foda‑se, ele está gozando sem se tocar — falou o David para o Raul.
- Fode bem o Chicão, que ele gosta de piroca.
- Porraaaa, é muito tesão ver um cara assim, macho, a gozar com o meu pau. Eu vou gozar também, cara.
Nossa, eu senti logo a leitada dele inundar o meu cu, caralho; já estava bom, ficou ainda melhor. Eu gozava muito e mamava o Raul cheio de vontade; estava a ter uma das melhores sensações da minha vida. Que gozada, nossaaaa! O meu peito ficou cheio de porra e o David ficou a encher o meu cu de leite. Só quando o meu pau começou a jorrar menos leitinho o Raul tirou o pau dele da minha boca.
- Queres provar o meu leitinho, queres?
- Quero.
- Então toma.
Ele estava a se punhetar e começou a gozar na minha cara; percebi que gozar assim lhe dava tesão, e eu achei excitante, eu próprio já tinha gozado muitas vezes assim em caras de muitas mulheres.
- Vou encher essa tua barbinha de macho de porra.
O garoto gozou pra caralho, fiquei com o meu rosto, mas principalmente a minha barba, coberto de leite. O David continuava a me socar, já tinha gozado e o pau dele ia amolecendo muito lentamente dentro de mim; eu estava completamente satisfeito.
- Caralho, vocês são foda, estou arrebentado.
O safado do Raul sorriu e veio me beijar, lambendo parte da sua porra na minha barba.
- Não é para ficar com moleza, não, temos um bar para abrir dentro de meia‑hora.
- És sempre assim, filho da puta.
- Sempre, e ainda mais com caras gostosos como tu.
O David nos observava divertido; depois os dois me puxaram e começamos a nos beijar, os três, e aqueles dois safadinhos lamberam o meu corpo nas partes que estavam meladas de leitinho. E depois fomos correr para fazer o serviço; o bar tinha que abrir à meia‑noite...
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