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Um conto erótico de majin boo
Categoria: Gay
Contém 723 palavras
Data: 28/07/2026 18:38:48
Assuntos: Dominação, Gay, leite, rabudo

Semana passada eu comi.

Comi dois rabudos que me serviram com gosto. Um deles excepcional: alto, carnudo, rabudão, com uma cuceta que parecia feita sob medida. O outro, uma puta formada, de rabo decente e submissão já treinada.

O primeiro eu já conhecia. Tinha me mamado semanas antes, carente, quase faminto. Me falou que estava difícil achar macho de verdade na cidade e que me queria com uma urgência que não disfarçava. Era adorador de macho do tipo que se derrete no primeiro cheiro. Logo de cara me perguntou se podia cheirar meu suvaco. Não queria perfume, nem sabonete, nem nada doce. Queria o que era meu: o suor acumulado, o cheiro de academia, de saco cheio, de homem que não se lava demais.

Encontrei ele no estacionamento da academia. Estava no jeito que ele pediu. Sentei no banco da frente e ele foi direto. Enfiou o nariz na axila, cheirou fundo e soltou um gemido baixo, quase de menina. Naquele dia meu saco estava particularmente pesado, farto, e a piroca já babava de leve. Ele sentiu o cheiro, gemeu de novo e confessou, a voz embargada:

— Assim eu fico menininha…

Meu pau estralou.

É um pau preto, vinte centímetros, pentelhudo, grosso o bastante para abrir qualquer um. Ele gostou. Elogiou. Depois virou bezerro: mamou com vontade, gemeu com a boca cheia, bateu a cara no pau, sugou o mel que escorria, engoliu até me esvaziar. Jatadas densas encheram a boca dele; o leite escorreu pelos cantos, sujou o queixo, o peito, as mãos. Ele ficou feliz. E eu sabia exatamente o que ele imaginava: ser enseminado.

Ficamos um tempo sem nos falar. Mas eu sabia que ia comê-lo.

Semana passada aconteceu.

Cheguei de saco cheio de propósito. Tomei só uma ducha rápida, sem sabão, só para tirar o excesso e preservar a essência. Quando abri a porta do quarto dele, já o coloquei de quatro. Queria ver e provar a cuceta. Ele dizia que fazia tempo que não dava, mas tinha preparado o buraco direito: limpo, cheiroso, macio. Cai de boca. Ele se abriu como uma flor. Um tesão puro.

Depois deitei. Ele estava doido para mamar de novo. Chupou o pau babão, engoliu as bolas, passou a pica inteira na cara, se soltando, deixando a fêmea sair. Levantei o braço e o convidei. Na hora ele parou tudo, enfiou o nariz no suvaco e gemeu. Foi pro outro lado, esfregou o rosto, cheirou como quem se alimenta. Naquele momento eu soube: estava no ponto.

Mas ele foi além.

Com o rabo empinado, pegou meu pé 43 e chupou. Limpou com gosto, com felicidade explícita, a língua passando entre os dedos, lambendo a sola, sugando. Eu só observava, duro, o pau latejando.

Coloquei ele de quatro de novo. Passei um pouco de gel. Ele abaixou a cabeça. Eu enfiei.

Tinha sacado uma capa. Coloquei em cima do rabo dele, mas ele não fez questão. E eu, tomado, não quis. Quem é macho de verdade sabe o quanto é difícil esse desejo. Fazia meses que eu só comia de capa. Aquele cu foi o um por cento.

Que delícia de cu. Um abraço macio, apertadinho, quente. Foi difícil não leitar nos primeiros minutos. Me segurei. O pau babava, o cu já deslizava sozinho, e ele, de cabeça baixa, gemia igual puta, me realizando por completo.

Parei um pouco. Mordi o rabo. Mandei ele sentar.

Ele rebolou. Eu delirei. Estava perto demais. Retomei o controle, coloquei de quatro outra vez. Dessa vez eu estava pronto. Coloquei o pé perto do rostinho dele e enfiei o pau fundo, observando. Ele, previsível, pegou o pezão e chupou enquanto eu metia.

Gozou gemendo. Eu também. Leitei fundo naquele cuzinho. Ainda escorria quando eu saí.

Fui tomar banho sabendo que aquele dia aquele macho tinha virado macho-fêmea.

O segundo foi mais simples. Puta convicta. Me esperou de porta aberta e rabo empinado. Nesse eu só meti de capa. Deixei ele mamar um pouco, depois leitei na cara. Ele também gostava de pezão. Foi além: cheirou a meia que eu uso na academia, aquela rasgada, pesada de suor. Depois eu fiz o que qualquer macho faria. Espanquei o rabo até ficar vermelho. O viado pediu leite na cara e tomou. Ficou feliz. Eu, aliviado do saco.

Dois rabudos. Um excepcional. Outro funcional.

Os dois me serviram.

E eu comi.

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