🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Garoto do EB / Ep 10

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Michel
Categoria: Gay
Contém 2888 palavras
Data: 28/07/2026 00:01:36
Última revisão: 28/07/2026 00:07:29

[Esse é meu primeiro conto envolvendo sexo explícito rsrs, espero que gostem apesar da minha pouca experiência]

Após Emiliano me deixar em casa, tirei as roupas civis, tomei um banho longo até a água quente tirar qualquer vestígio da minha pele que o EB havia deixado e me joguei no colchão. Depois de dias pisando em lama, ouvindo gritos de madrugada e lidando com a tensão constante do quartel, sentir o cheiro limpo do meu próprio travesseiro parecia um luxo indescritível. Não havia nada no mundo como a minha própria cama — o único lugar onde o cérebro finalmente desacelerava e eu não precisava me explicar para ninguém.

Dormi feito uma pedra por quase doze horas seguidas.

Quando acordei na tarde de sábado, porém, o silêncio do quarto começou a incomodar. O corpo estava descansado, mas a cabeça continuava a mil, remoendo cada piada do Dagoberto, a postura covarde do Gustavo e o desfecho seco que tive com ele no vestiário do batalhão. Precisando respirar um pouco de ar puro, vesti uma camisa simples, calça jeans e fui até um barzinho tranquilo de bairro, longe do circuito dos militares. Sentei-me em uma mesa isolada no canto da varanda, pedi uma bebida gelada e fiquei apenas observando o movimento calmo da rua.

Enquanto bebia devagar, sentindo a brisa suave da tarde, meu celular vibrou no bolso.

Era uma mensagem de texto. Um número conhecido:

“Preciso falar com você. Me diz onde você tá.” — Gustavo.

Apertei os lábios, encarando a tela por alguns segundos. A tentação de ignorar e deixá-lo no vácuo foi grande, mas a mágoa entalada na minha garganta precisava de uma resolução. Respondi apenas com o nome do bar e o endereço.

Menos de vinte minutos depois, vi a figura larga do Gustavo dobrar a esquina. Ele estava sem a farda, vestindo uma camisa preta ajustada e calça jeans. Sem a casca militar e a postura de "brabo" do Terceiro Pelotão, ele parecia diferente — mais humano, mas com os olhos estampando uma ansiedade nítida.

Ele se aproximou da mesa e puxou a cadeira da minha frente, sentando-se em silêncio.

— O que você quer, Gustavo? — perguntei seco, sem dar espaço para rodeios, mantendo o olhar fixo no dele.

— Michel... a gente precisa conversar sobre o que aconteceu ontem no banheiro. E no pátio — ele começou, a voz baixa, olhando para os lados para garantir que a mesa ao lado não ouvia. — Você saiu irritado pra caramba...

— Irritado? — soltei uma risada curta e amarga, inclinando-me para a frente. — Eu não fiquei irritado, Gustavo. Eu fiquei com nojo. Você me beijou na barraca no meio do Pólux, me segurou no escuro, e no dia seguinte tava rindo e dando tapinha nas costas do Dagoberto. Depois ainda me usou de piada pro Rocha e pra tropa inteira rir no pátio!

— Porra, Michel, você não entende! — ele rosnou num sussurro desesperado, cruzando os braços sobre a mesa. — Eu tenho que manter a minha postura lá dentro! Se eu não entrar na zoeira do Dagoberto, se eu não fizer a média com o Rocha, os caras começam a reparar no jeito que eu te olho. Eles começam a desconfiar! Você quer que o batalhão inteiro descubra sobre a gente?

— O problema não é você se proteger, Gustavo — rebati, a voz fria e firme, sustentando o olhar dele sem tremer. — O problema é que pra você se proteger, você precisa pisar em mim. Você é um covarde que prefere me ver feito de chacota do que ter a coragem de mandar o Dagoberto calar a boca. Eu não sou seu brinquedo de esconderijo. Se for pra ser assim, você fica do seu lado com o Dagoberto e me deixa em paz.

Gustavo travou o maxilar. O rosto dele queimou de frustração e a respiração ficou pesada. Ver que eu não estava mais disposto a ceder, que a minha postura firme não era da boca para fora, fez a marra dele desmoronar por completo. Ele passou a mão pelo cabelo, soltando um suspiro derrotado.

— A gente não pode conversar sobre isso aqui — Gustavo murmurou, a voz quase sumindo. Ele me encarou com um olhar suplicante, algo que eu nunca tinha visto vindo dele. — Por favor, Michel. Vem comigo. Minha casa tá vazia. Vamos conversar direito lá.

Olhei para a cara dele, pesando a decisão. A raiva ainda queimava no meu peito, mas a dor e o desejo velado que existiam entre nós dois falavam mais alto. Ajeitei o copo na mesa, me levantei e disse apenas:

— Vamos.

O trajeto no carro dele foi feito em absoluto silêncio. A tensão que preenchia o espaço entre o banco do motorista e o do passageiro era densa, quase sufocante, mas já não era mais feita apenas de ressentimento.

Assim que chegamos à casa dele, Gustavo trancou a porta de entrada e encostou a testa no batente de madeira por alguns segundos, assimilando que finalmente estávamos seguros de qualquer olhar do batalhão.

Ele se virou devagar para mim. Sem a farda, sem os gritos do Rocha, sem a plateia do Dagoberto, ele parecia desarmado.

— Me desculpa — a voz dele saiu crua, sem qualquer filtro. Gustavo deu dois passos lentos na minha direção, parando a centímetros do meu corpo. — Eu fui um babaca. Fui covarde. Fiquei com tanto medo de perder o meu espaço e de ser exposto naquele quartel que esqueci como isso te atingia. Ver você me empurrar no banheiro ontem... me fez perceber que eu tava te perdendo.

Senti meu peito balançar. A sinceridade nos olhos dele dissolvia os últimos resquícios da minha armadura.

— Você me machucou, Gustavo — murmurei, mantendo o olhar firme no dele.

— Eu sei... e eu odeio ter feito isso — ele respondeu, erguendo a mão grande e hesitante até o meu rosto, tocando a minha bochecha com uma delicadeza que não combinava com o tamanho dele. — Deixa eu consertar.

Desta vez, não houve desespero, força bruta ou pressa. Gustavo se aproximou devagar e selou meus lábios num beijo profundo e denso. Era um pedido de desculpas em forma de toque, uma entrega sincera que desfaçava a distância que tínhamos construído desde a volta do Pólux.

Puxei o corpo dele pelo colarinho da camisa preta, colando o peito dele no meu. O beijo esquentou rapidamente, carregado de todo o desejo represado durante os dias de chuva e lama na mata. A boca dele buscou a minha com uma fome contida, as mãos firmes segurando a minha cintura e me puxando contra o corpo largo e quente dele.

Caminhamos às cegas pelo corredor até o quarto dele. A luz fraca da tarde entrava pela janela, iluminando a entrega pura entre nós dois. Deitamo-nos na cama grande, e ali, longe dos muros cinzentos e da hipocrisia do Exército, o "brabo" do Terceiro Pelotão se desfez completamente em minhas mãos.

Cada toque do Gustavo era intenso e cuidadoso. Ele beijou meu pescoço, sussurrando elogios baixos entre as respirações desreguladas, como se quisesse garantir que cada pedaço do meu corpo soubesse que ele pertencia a mim naquele momento.

Ele deslizou as mãos por minhas costas, arrancando minha camisa com cuidado, como se estivesse lidando com algo frágil e precioso. Os dedos dele percorreram a linha da minha coluna, fazendo meus músculos se contraírem em uma sensação que misturava ansiedade e prazer. Quando a camisa caiu ao chão, ele parou por um instante, olhando para mim com olhos escuros e brilhantes, como se estivesse absorvendo cada detalhe do meu corpo como se fosse a primeira vez.

Eu agarrei o colarinho da camisa dele com mais força, puxando-o até o meu ouvido.

— Você tá demorando muito, recruta — sussurrei com voz rouca. — Quero que você me mostre quem é o chefe aqui, mas sem essa delicadeza!

Gustavo riu baixinho, um som rouco que vibrou no meu peito.

— Cuidado com o que pede, Michel — disse ele, deslizando uma mão para a minha bunda e apertando com força.

Ele virou o meu corpo de uma vez, pressionando o meu peito contra a cama e afrouxando o cinto da minha calça com movimentos rápidos e firmes. Ele afastou a minha calça e minha cueca boxer até os tornozelos, deixando o meu corpo exposto ao ar frio do quarto. Depois, ele puxou o meu cabelo com força, levantando a minha cabeça para que eu olhasse para ele. Ele afrouxou o zíper da calça com um movimento rápido, expondo o seu pênis duro e quente.

— Abre a boca — ordenou ele, com voz rouca e autoritária. Eu obedeci, sentindo o cheiro forte e masculino dele invadir o meu nariz.

Gustavo guiou o seu pênis até a minha boca, pressionando a cabeça contra os meus lábios.

— Chupa, vai... — ele disse...E eu comecei a chupar com cuidado, sentindo o sabor dele na minha boca. Ele gemeu de prazer, puxando o meu cabelo com mais força e aprofundando o pênis na minha boca.

— Isso mesmo — ele sussurrou, movendo-se lentamente. — Você é tão bom nisso Michel, caralho, que delícia!

Eu continuei chupando, sentindo o prazer crescer a cada segundo. Ele empurrava seu pênis contra minha garganta fazendo eu dar umas engasgadinhas.

— Não pare. — ele disse, aumentando a velocidade dos movimentos. — Essa sua boca está me deixando louco! — Eu engasguei levemente, mas ele não parou, continuando a se mover na minha boca com força.

Depois de alguns minutos, ele puxou o pênis da minha boca, deixando o meu rosto molhado de saliva. Ele virou o meu corpo de uma vez, pressionando o meu peito contra a cama e posicionando o seu pênis em meu cuzinho.

— Você tá pronto? — ele perguntou, e eu acenei rapidamente, ansioso para sentir ele dentro de mim. Ele entrou devagar, fazendo eu gemer alto e agarrar a cama com força. — Isso mesmo. — ele sussurrou, movendo-se lentamente. — Vou te fuder gostoso.

Eu gritei o nome dele cada vez que ele se movia, sentindo o prazer crescer a cada segundo.

— Mais forte. — eu pedi, e ele obedeceu, aumentando a velocidade e a força dos movimentos. Eu sentia o meu corpo se contrair, a sensação de prazer que percorria o meu corpo era incrível.

Gustavo parou de repente, puxando o meu corpo para cima e fazendo eu sentar no colo dele.

— Quero ver você sentando. — ele disse, segurando a minha cintura com as mãos.

Eu me ajustei no seu colo, sentindo o seu pênis entrar em mim de uma vez, fazendo eu gemer alto. Eu comecei a rebolar lentamente, movendo o meu corpo de cima para baixo e sentindo o prazer crescer a cada segundo.

— Ai, delícia, seu pau é muito grande caralho! — falei sussurrando enquanto eu rebolava sem parar por cima daquela pica.

— É, todo seu, rebola gostoso vai, não para! — ele disse, colocando suas mãos em minha cintura e puxando em ''vai e vem''

Eu continuei rebolando, sentindo o meu corpo se contrair e a sensação de prazer que percorria todo o meu ser. Gustavo começou a gemer e se contorcer um pouco sobre a cama ficando deitado, eu gemi o nome dele com todas as forças, sentindo que ele estava prestes a gozar segurando o meu corpo contra o seu

— Caralhooo, porra, delicia caralho! — disse Gustavo, ele gozou bastante dentro de mim.

— Nossa, que gostosooo! — falei soltando uns gemidinhos, enquando o pau de Gustavo continuava dentro de mim.

Depois de um instante, eu me deitei ao lado dele, sentindo o coração dele bater forte e rápido. Ele puxou o cobertor para cobrir nós dois, acariciando o meu cabelo com cuidado.

Após uns minutos, fomos para o banheiro, um banho demorado juntos para tirar o peso do corpo, o clima entre nós virou algo leve e acolhedor, como nunca tínhamos vivido antes. Gustavo pegou o celular e pediu dois hambúrgueres artesanais gigantes e refrigerante.

Enquanto esperávamos a entrega, sentamo-nos no sofá da sala. Ele jogou uma coberta pesada sobre nossos ombros, me puxando para encostar a cabeça no peito dele enquanto colocava uma série de ação na TV. Era uma cena surreal: o mesmo cara que no pátio mantinha o maxilar trancado e a cara fechada agora me fazia cafuné em silêncio, deixando o ritmo da sua respiração desacelerar junto com a minha.

Comemos na sala mesmo, entre risadas baixas sobre os episódios da série e desabafos sem a pressão do quartel. Quando o sono bateu, voltamos para a cama grande do quarto dele. Dormimos agarrados a noite inteira, embalados pelo som suave do vento na janela.

No domingo de manhã, acordei com o cheiro de café passado. Gustavo já estava acordado, encostado no batente da porta com duas xícaras na mão e um sorriso calmo de canto de boca. Tomamos café juntos e, pouco antes do almoço, ele me levou de volta para casa.

Passei o restante do domingo no aconchego do meu quarto. Aproveitei o dia para organizar meu fardamento civil e militar, engraxar os coturnos e colocar a mente no lugar. Saber que eu e Gustavo tínhamos acertado os ponteiros dava uma paz enorme, mas a sombra da segunda-feira no batalhão ainda pesava no fundo do meu estômago.

A segunda-feira chegou implacável sob o céu cinzento da madrugada.

Aos cinco para as seis da manhã, a lata velha do Emiliano dobrou a esquina do batalhão com o motor rangendo. Eu vinha no banco do passageiro, devidamente fardado e com o coturno brilhando.

— Preparado pro massacre, 114? — Emiliano brincou, engatando a primeira marcha para encostar perto do portão principal. — O rumor lá no Primeiro Pelotão é que o Rocha acordou vomitando fogo hoje.

— Nem me fala — soltei um riso soprado, ajustando a boina na cabeça. — O importante é passar despercebido. Se o Rocha não falar meu nome até o meio-dia, já considero uma vitória.

Desembarcamos juntos e caminhamos em direção ao pátio central, onde o Terceiro Pelotão já começava a se alinhar em fileiras rígidas.

O clima no pátio era tenso. O Sargento Rocha já nos aguardava no centro do concreto, caminhando de um lado para o outro com o chicote tático batendo contra a perna e uma cara de poucos amigos.

— ALINHAR! SENTIDO! — o grito do Rocha cortou o ar da manhã feito uma lâmina. — Olhem pra cara de vocês! Dois dias de folga e já voltaram com cara de mortos-vivos?!

Ele parou no centro da formação, cruzando os braços e encarando a tropa com um olhar de puro veneno.

— Hoje a moleza acabou! Antes da instrução teórica, nós vamos medir quem veio aqui pra ser soldado e quem veio pra fazer peso na terra! Teste de Aptidão Física de emergência! Flexões, barra fixa e abdominais! Os piores tempos e as menores marcas vão passar a semana inteira na faxina pesada dos banheiros e do pátio de manobras!

Um murmúrio abafado percorreu as fileiras.

— AQUELE QUE ABRIR A BOCA VAI FAZER MAIS CINQUENTA! — Rocha esgoelou, a saliva voando. — VÍTOR E GUSTAVO! Na frente agora!

O teste foi brutal. Rocha contava a execução de cada recruta com um rigor absurdo, anulando flexões que descessem um centímetro a menos do padrão. Vítor manteve a execução impecável do início ao fim, liderando a pontuação. Gustavo, movido pela força bruta, cravou números altos nas barras, embora o rosto queimasse de suor sob os gritos do sargento.

Eu me concentrei ao máximo. Lembrei dos conselhos do Tenente Brito no Pólux e mantive o ritmo constante, travando o abdômen e ignorando a queimação nos braços. Não fiquei entre os primeiros, mas passei longe da rabeira.

Dagoberto, por outro lado, sofreu. O peso extra e o cansaço do acampamento cobraram a conta. Na décima flexão, seus braços tremeram e ele desabou de barriga no pátio, sob as risadas abafadas dos instrutores e os gritos irados de Rocha.

Quando a sessão de tortura física finalmente terminou e a tropa tentava recuperar o fôlego em forma, o Tenente Brito aproximou-se ereto, trazendo uma prancheta de couro sob o braço.

Rocha prestou a continência e se afastou dois passos. Brito assumiu a frente da tropa, olhando com seriedade para os rostos suados do Terceiro Pelotão.

— Silêncio na tropa — a voz firme do Tenente acalmou o pátio. — Antes de liberá-los para a higienização, vou passar a nova escala da Guarda Noturna para a madrugada de hoje. Os recrutas escalados para a segurança do Posto de Comando e do Perímetro Leste devem se apresentar às vinte e duas horas no corpo da guarda.

Brito ajustou os óculos e leu os nomes diretamente da prancheta

— Recruta 114 Michel... Recruta 115 Dagoberto... Recruta 116 Vítor... e, do Primeiro Pelotão, Recruta 089 Martins.

Martins? O mesmo Martins que o Emiliano tinha me contado na padaria durante o fim de semana? Olhei de relance para o lado e vi um garoto alto, de postura tranquila e olhar atento no Primeiro Pelotão concordar com a cabeça ao ouvir seu nome. Ele parecia ter uma calma genuína, nada parecido com a pose agressiva da maioria ali.

Do outro lado do pátio, Dagoberto fechou a cara, resmungando baixo por ter pegado o pior horário da madrugada, enquanto Vítor mantinha a mesma expressão serena de sempre.

Procurei o Gustavo na fila. Nossos olhares se cruzaram por um segundo no meio do pátio. Ele parecia incomodado por não estar na mesma escala que eu, mas havia algo a mais na expressão dele — uma tensão diferente, um peso no olhar toda vez que ele olhava para o Dagoberto. Dava para sentir que ele tinha algo urgente para me falar, mas a rigidez da forma não permitia um único piu.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 15 estrelas.
Incentive Derick Femboy a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Seu conto como sempre está incrível! E sinceramente pra mim a história está mais me cativando do que qualquer cena de sexo, não fique preocupado em escreve-las se você não acha necessário pra história (e pergunta, vc já serviu ao exercito? pq tem muita coisa que vc escreve que está muitíssimo bem acurado)

1 0
Foto de perfil genérica

Obg pelo comentário ❤️, fico feliz que esteja gostando, sobre o Exército eu acabei servindo em 2019, mts lembranças ainda em minha memória, a história é um pouco baseada sobre algumas coisas que aconteceram comigo kk

0 0
Foto de perfil genérica

hahaha eu tbm servi, por isso percebi que tinha algumas coisas que batiam mesmo hahaha

0 0
Foto de perfil genérica

Seu conto está excelente e estou viciado em ler eles kk, está muito bom, sobre a cena entre Michel e Gustavo da pra ampliar mais um pouco. Mas gostei

1 0
Foto de perfil genérica

O conto continua excelente!

Porém a cena do sexo não teve um clímax, parece que foi algo rápido, senti mais tesão lendo a cena dos dois juntos na barraca do que a cena do sexo. Você pode tentar detalhar mais da próxima vez, Gustavo pode chupar o Michel, fazê-lo gozar também. Quem sabe o Michel faz o ativo também, põe fogo nesse sexo amigo.

Uma dica: você disse que não tinha tanta experiência, então dá uma lida em outros contos daqui. Tem uns autores excelentes assim como você. No mais já estou ansioso pelo próximo capítulo hehehe

1 0
Foto de perfil genérica

Obg pelo comentário e pelas dicas ❤️, tentando melhorar os próximos nessas questões 😊

1 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →