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8 mulheres que fizeram algo que não deveriam ter feito – Irmã noiva aparece em meu quarto e faz o impensável – 12

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Um conto erótico de Sortudo
Categoria: Heterossexual
Contém 4834 palavras
Data: 25/07/2026 09:20:57
Última revisão: 25/07/2026 10:14:32

Depois de uma tarde intensa de sexo com a ruiva Suzi, fui para casa feliz e satisfeito, tão satisfeito que decidi antecipar e avisar minhas duas irmãzinhas e minha priminha Victoria que elas estavam liberadas do compromisso de sexo comigo.

Me senti um bom irmão e primo as liberando e acabando com suas ansiedades. Eu tinha mamãe e titia como queria e com certeza continuaria a fazer amor com elas, independentemente de como Monica reagiria. Também poderia ter minha prima Livia e Suzi dependendo da situação após o casamento e não precisava fazer amor com as 3 mais jovens, mesmo elas sendo lindíssimas e eu as desejando muito. As liberando, não me odiariam e voltariam a me tratar bem novamente me deixando feliz.

Na manhã seguinte recebi uma mensagem de Victoria que queria falar comigo à tarde e imaginei que fosse para me agradecer por ter abandonado minhas intenções, então a recebi logo após o almoço, mas ela trouxe junto minha irmãzinha Morgana, a mais jovem das três com 20 anos.

Tímidas não conseguiam falar, então dei empurrãozinho.

– Você queria falar comigo Victoria, então fale.

– Então, recebemos sua mensagem ontem à noite, Victoria falou timidamente

Além de meigas, gentis e dóceis, ela e Morgana sempre foram tímidas.

– Devem ter ficado felizes e aliviadas.

Victoria olhou para Morgana que olhava para ela, então as duas voltaram a olhar para mim.

– Não, nenhum, nem outro porque não queremos ser dispensadas. Queremos perder nossa virgindade com alguém que amamos e nos ama, só que pelo que as outras falaram, você é muito grande lá embaixo, então queremos saber se você aceita fazer isso com nós duas juntas?

Quase cai da cadeira, literalmente, porque meu braço escapou do apoio e me desequilibrei. Foi bom, porque elas sorriram aliviando um pouco a tensão.

– Vocês estavam bravas por serem obrigadas a fazer comigo algo que não queriam e agora me falam isso?

Dessa vez foi Morgana quem falou.

– No começo ficamos chateadas, porque não é algo legal de ser obrigada a fazer, mas eu e a Vic, como só Morgana e Moana a chamavam, já conversávamos sobre perder nossas virgindades, só não tínhamos encontrado a pessoa certa e logo pensamos que você seria essa pessoa quando veio com essa história. No início precisávamos dar apoio a Monica e fingimos estar mais bravas do que estávamos. Só não esperávamos a surpresa de que todas falaram sobre como você é avantajado, mas ainda queremos que seja você, se for cuidadoso conosco e aceitar nós duas juntos.

Fiquei muito satisfeito com suas explicações e não vou ser falso dizendo que não as queria, mas foi impossível não vir uma pergunta em minha mente e não me intimidei, nem com a chance de as fazer desistirem.

– Vocês vivem sempre juntas e até perder a virgindade querem fazer juntas. Por caso já brincaram sexualmente uma com a outra? Nada vai me chocar e seria muito hipócrita se as julgassem.

As duas ficaram vermelhas com tomate, já me dando a resposta que eu queria, mas esperava ouvir delas. Victoria foi a mais corajosa, mas falou quase gaguejando.

– Por estarmos sem namorados, não que fizemos algo com os que tivemos porque não fizemos, estávamos curiosas e nos beijamos..... nos tocamos nos seios e lá embaixo e fizemos a outra gozar com os dedos, sempre de lingerie e sem ter ido até o final. Não somos lésbicas, quis deixar claro.

Me lembrei de Suzi e seu trauma inicial porque queria dar a mesma tranquilidade a elas.

– Não sei se sabem, mas a Suzi teve um trauma com o namorado que a agrediu na primeira vez dela e para que ela não ficasse assustada e tivesse todo o controle, dei a ideia dela me amarrar de verdade e ela adorou e fez isso ficando tranquila. Posso fazer isso com vocês. Controlam tudo, vão até onde quiserem e se quiserem parar, param. Se depois da primeira se sentirem seguras e confortáveis, me soltam, mas se quiserem me manter amarrado, eu aceito.

Pela primeira vez não vi a timidez em seus rostinhos quando se olharam e riram safadinhas.

– Se for assim, nem terei medo, mas de qualquer jeito quero estar com a Morgana.

– Agora nem iria aceitar uma por vez depois do que me contaram e ofereceram e eu adoraria ver as duas brincando uma com a outra. Vocês aceitariam?

– Homens!!! Já li que adoram assistir mulheres se pegando. Eu aceito fazer só o que já fizemos, disse minha irmãzinha com olhar safadinho.

– Eu também, respondeu Victoria.

Na hora me lembrei que se conseguisse que mamãe brincasse com titia seriam as mães se pegando em um dia e as filhas em outro. Meu pau duro sob a calça parecia que iria explodir de tão duro.

– Onde faríamos isso, perguntei sabendo que elas não tinham liberdade para fazerem em suas casas, como suas mães.

– Eu poderia pedir para minha mãe deixar a casa livre, mas seria estranho. O bom seria um lugar neutro e tranquilo, falou minha priminha.

Lembrei-me que levaria mamãe e titia ao Motel, a primeira vez de nós três e sugeri também as levar lá.

– Poderíamos ir a um Motel. Somos todos maiores de idade e você tem carro Victoria.

– Eu topo, mas em um longe dessa cidade e vamos com meu carro. Vai ser também nossa primeira vez.

– Eu também, Morgana respondeu parecendo eufórica.

– Vou ver quando posso e aviso vocês. A semana que vem não tem mais aulas e já estamos de férias, então pode ser qualquer dia. Antes do casamento, deixei claro.

Aquelas duas mingnonzinhas deliciosas se olharam felizes.

– Não vai demorar Vik. Só vai te faltar a Moana, já que a liberou também e ela sempre briga com você, falou Morgana.

– Não me importo, eu a amo e por isso a liberei também, mesmo sendo ela a responsável de ter gravado aquele vídeo. Terei feito amor com 7 das 8 mulheres mais lindas que eu conheço e ela não vai me odiar. Posso pedir algo?

– Pode, Victoria falou apressada.

– Sem brincadeiras entre as duas até lá. Quero as duas bem taradinhas, falei sorrindo.

– Só fazemos as vezes, não será problema. Não temos experiencia nenhuma, então será você quem vai dizer o que temos que fazer, minha linda irmãzinha loira se manifestou.

As duas eram exageradamente meigas e dóceis e não era raro que alguém de nós abusasse da bondade delas e as mandassem fazer algo. As vezes elas não aceitavam, mas na maioria sim. Talvez Victoria pudesse ter puxado sua mãe e ser passiva querendo que alguém a guiasse, mas Morgana não tinha a quem puxar porque ninguém em casa era como ela. Talvez minha avó materna.

De qualquer forma, jamais abusaria daqueles dois docinhos, como mamãe se referia as duas.

A última conversa que tivemos, foi elas dizendo que ainda precisariam fingir estarem zangadas comigo, pelo menos para Monica e Moana e como sempre, entendi a situação e tanto quanto elas, não queria que demorasse.

Quando o dia terminou e fui dormir, tinha passado sem sexo e foi bom, mesmo que eu tenha sentido falta, mas aquela conversa com Morgana e Victoria me deixou empolgado e feliz. Só precisava descobrir quando conseguiríamos.

Quando acordei no sábado, não havia nenhuma programação de sexo. Para quem realizava todos os desejos como eu estava realizando, aceitava muito bem me controlar e me poupar para as próximas vezes que seriam maravilhosas com duas mulheres em cada uma delas, em uma as mães e na outra suas filhas. Muita sacanagem, como mamãe e titia queriam.

No entanto, fui pego de surpresa durante meu café da manhã solitário, quando meu pai veio e me convidou para almoçar com ele. Logo desconfiei que ele estava encucado do porque eu estava o evitando e queria saber o motivo.

Ele me levou a um restaurante rustico distante, onde tinha frutos do mar que sabia que adoro e em um canto tranquilo, foi direto após termos feito os pedidos.

– Diga qual é o problema Victor.

Ele sempre me chamava pelo nome, mesmo com todas as mulheres me chamando de Vik. Meu coração disparou, mas durante o trajeto tinha decidido que diria a verdade não só sobre o ver com meu tio, como sobre o que faria com minha mãe, minha tia e talvez com minhas irmãs, mas sobre elas ainda não tinha decidido.

Aquele vídeo da despedida de solteira de Monica abriu o caminho para que eu conseguisse o que sempre desejei delas e sabia como conseguir o que queria de meu pai e meu tio. Que culpa eu tinha se minha família aprontava e deixava rastros?

– Vi você e meu tio entrando sozinhos no Motel e depois os vi na oficina e até gravei com o celular.

Meu pai ficou branco como uma vela e provavelmente eu tinha estragado nosso almoço sendo tão direto, principalmente o seu. O vi engolindo em seco querendo me dizer algo, mas parecia não saber o que dizer. Desculpas não aditariam se falei que tinha o vídeo.

– Me perdoe filho. Não queria ser assim e até tentei não ser, mas não consigo mais há um bom tempo.

Até fiquei com dó, pois ele não tinha culpa de suas preferencias, mas devia ter se separado de minha mãe antes.

– Não é a mim que precisa pedir desculpas, mas a minha mãe a quem anda enganando e traindo. Pior do que você fez com meu tio, foi dizer que seria bom que ela e titia tivessem amantes. Muito baixo de sua parte.

Novamente o vi engolindo em seco. Dessa vez ficou mudo, não tendo como explicar sua canalhice. Minha adrenalina estava nas estrelas e aproveitei seu silencio.

– Vou aproveitar sua ideia e resolver o problema seu e de meu tio sendo o amante que vocês querem que a mamãe e a titia tenham. Darei a elas o que vocês não dão.

Meu pai me olhava abismado, praticamente em choque. Mesmo assim conseguiu falar.

– Você não pode. Elas são sua mãe e sua tia.

Quem era meu pai para dizer isso?

– Você é homem, meu tio é homem e vocês transam. Isso também não pode, como não pode trair e você faz sexo com o marido de sua cunhada, tio de seus filhos. Não estou pedindo, estou avisando e talvez possa ser também amante de minhas irmãs e minhas primas, se elas quiserem.

Se não tivesse dito que tinha o vídeo, papai teria me agredido naquele momento, dentro do restaurante, mas receoso se segurou na agressão, no entanto mostrou sua contrariedade.

– Isso é imoral. Não vou permitir.

– Vou mostrar o vídeo para suas filhas e elas vão dizer quem é o imoral.

– Não, isso não Victor. Elas nunca vão me perdoar.

– Por elas que ficariam arrasadas não pretendo mostrar, mas se alguma delas quiser algo comigo, vai acontecer e você não fazer nada, vai fingir não ver. Em seu caso é melhor nem mudar sua rotina com meu tio para que suas esposas e filhas não desconfiem.

– Você não vai contar para elas?

– Não quero estragar a vida de ninguém pai. Você vive sua vida com meu tio, continua a fingir ser marido de minha mãe e eu vou tentar algo com ela e com a titia. Para conseguir talvez conte que vi vocês com amantes, o que elas já desconfiam, mas nunca vou contar quem é.

– Você promete que não mostra? Além da família, também destruiria minha reputação e de seu tio e trabalhamos para seu avô.

– Você promete que se vir algo estranho em casa com mamãe ou com minhas irmãs, vai ignorar? E também vai convencer meu tio a fazer o mesmo?

– Eu prometo, mas nunca force a barra com elas pois se fizer mal a uma de suas irmãs, nada me importará.

– Prometo. Como disse, nunca tive a intenção de mostrar.

Por fim, chegamos a um acordo e conseguimos almoçar. Meu pai até confessou algo que não precisava.

– Quando casei com sua mãe a amava, mas já tinha dúvidas sobre minha sexualidade e como ela queria muitos filhos decidi atender seu desejo o quanto antes pois talvez não conseguisse depois de um tempo e por isso vocês são uma escadinha. Por sua mãe ser muito linda me segurei por anos, mas pôr fim a verdade foi cruel e não me segurei mais. Lá atrás, acho que era bissexual, mas com o passar do tempo comecei a não sentir mais tesão por mulher e me dei conta do que sou. Seu tio já tinha tido um caso bem antes e em um descuido nosso aconteceu e estamos juntos há alguns anos.

– Vocês deveriam ter se separado e então fazerem o que queriam.

– Deveríamos sim e até conversamos várias vezes, mas fomos adiando, já que tínhamos bons álibis e nunca ninguém desconfiou. Sabíamos que pensavam que tínhamos amantes e foi até bom para encobrir a verdade.

– Por isso a mamãe vai acreditar em mim se disser a ela que vi vocês com amantes.

– Desde quando sente algo por sua mãe? E sua tia?

– Desde novinho. Acho elas as mulheres mais lindas que conheço.

– E são. Elas mereciam ter tido maridos mais interessados nelas. E eu e você, vamos ficar bem Victor?

– Se eu fizer a mamãe e a titia felizes, vamos sim. Minha raiva atual é porque vocês as trataram mal.

– Está bem. Me desculpe filho.

– Vamos continuar fingindo que nada está acontecendo. Você é meu pai e sempre foi um bom pai de seus filhos, então pela família, estamos bem.

Na volta para casa, combinamos que diríamos que meu pai queria falar comigo sobre fazer estágio na empresa de vovô, se uma delas perguntasse, mas é claro que para minha mãe, minha tia e Livia eu contaria tudo.

Aquele sábado a tarde fiquei um pouco desnorteado, mesmo a conversa tendo terminado bem. Meu pai foi a casa de meu tio, para possivelmente contar as novidades e eu deixaria para outro dia contar a mamãe. Quis ficar quieto em meu canto e fui dormir cedo para um sábado, em torno das 11 horas da noite e se sempre deixava um abajur de led com a luz suave acesa, decidi dormir no escuro total que era como dormia quando algo me incomodava.

Demorei para dormir pensando em tudo que aconteceu naquele dia, sobre minha irmãzinha e Victoria e sobre nossos pais, mas acho que a meia-noite já dormia.

Durante a madrugada do sábado para o domingo estava dormindo pesado quando fui acordado sentindo o lençol sendo levantado, alguém se deitando e depois senti seu corpo nu queimando se aconchegar ao meu. Olhei no relógio e era pouco mais da uma da manhã descobrindo que eu tinha dormido pouco e por isso o sono que ainda sentia estava me desorientando.

Pensei que fosse Morgana, já que iríamos marcar para fazer amor o mais breve possível e ela poderia estar só querendo dormir nua comigo, porem aquele corpo parecia maior do que o seu. Deduzi então que poderia ser mamãe, necessitada de sexo tendo fugido de seu quarto e vindo até o meu. Sem ter certeza, o melhor seria perguntar.

– Quem é? Está muito escuro.

– Sou eu seu maldito gostoso.

O tom não era agressivo, mas me lembrei quem tinha me chamado assim dias atrás e na tranquilidade da madrugada, meu coração disparou sentindo aquele seio generoso em meu peito, com seu corpo nu parcialmente deitado sobre o meu. Achei que estava sonhando pois tinha certeza que aquela era a voz de Monica, mas seria impossível ela estar ali.

– Monica? Perguntei sem ainda acreditar que era ela.

– Sim, sou eu. Você me tornou dependente desse pau delicioso, seu desgraçado.

Novamente não era uma ofensa, mas uma rendição consciente. A certeza me despertou totalmente.

– O que você está fazendo aqui? Você me odeia.

– Eu não te odeio Vik. Eu odeio te amar como te amo. Mais do que eu deveria. Depois daquele dia não consigo pensar em nada mais que não seja em você e seu pau monstruoso. Me fode Vik, bem forte pois hoje ela não está sequinha. Preciso tanto. Depois conversamos.

– E sua noite de núpcias? Seu marido vai saber.

– Eu resolvo isso Vik. Por favor, me come e me vira do avesso como fez com as outras, pediu desesperada.

Jamais negaria um pedido de minha irmã sabendo que ela poderia ficar de bem comigo, fora isso só um maluco para não querer fazer amor com aquela deusa implorando. Saí de baixo dela e fui para o canto apertado de minha cama de solteiro. Monica entendeu e logo estava deitada em meu lugar.

– Que quentinho gostoso. Vou adorar dormir com você Vik. Agora vem, falou me puxando para cima de si.

Subi sobre seu corpo fervendo e me encaixei entre suas pernas sentindo o calor e seu melado intenso em sua fenda com a certeza que faria um papai e mamãe de meu jeito, enérgico, não me importando se minhas irmãzinhas escutassem, se estivessem em casa.

O quarto delas duas era o primeiro depois da escada, em seguida o de Monica que dormia sozinha e no final o meu, menor do que os delas, mas não me importava pois era mais privativo. O de meus pais era no térreo do outro lado da casa e não ouviriam, mas se ouvissem, o que poderiam fazer?

Estiquei o braço e acendi o abajur com a luz tênue, suficiente para vermos o que estaríamos fazendo e me convencer que era mesmo Monica além de também aproveitar de sua beleza.

– Quero olhar para você que junto com a mamãe são as mulheres mais lindas que já vi.

– Você também é lindo Vik. Meu tipo de homem, não bastasse seu pau, falou taradinha

– Posso te beijar? Estou com muita vontade e naquele dia você não queria.

– Essa noite você só não pode deixar de fazer tudo o que fez aquele dia e mais tudo o que não fez, falou oferecida.

– Cuidado com o que você pede, falei enquanto meu pau pincelava sua fenda escorrendo.

– Sei o que você fez com a Livia e a Suzi e também quero, mesmo sendo virgem lá trás. Só me arrependo de não ter sido sua primeira em tudo. Vai Vik. Mete sem dó em sua irmã noiva e me faça gozar a noite toda.

Depois desse pedido a conversa acabou e só continuaria após a ter atendido. Achei a portinha e comecei a meter sentindo a dificuldade, mas nada me deteria. Parecia ainda ser um sonho estar me enterrando naquela bucetinha deliciosa de minha irmã que era minha mulher ideal.

– Ahhhhhhhiiiii Vik, que saudade desse pauzão.

Depois de ser tão oferecida eu tinha planos que poderiam avançar até o final da manhã de domingo, mesmo que todos naquela casa soubessem o que estaria acontecendo. Imaginei que aquela fosse sua verdadeira despedida de solteira e não deixaria nada para trás, nem seu maravilhoso bumbum que ela ofereceu.

Com só a glande encaixada empurrando com força seu canal para os lados, seu corpo já começou a tremer e suas unhas arranharam minhas costas.

– Vou gozar Vikkkkk. Eu amo seu pau grandãooooooo.

Eu olhava seu rosto lindo tentando olhar para mim com sua expressão de dor e prazer, muito prazer. Enquanto seu corpo tremia em êxtase, continuei me afundando naquele pocinho super apertado onde já tinha estado em minha primeira vez, mas parecia ser novamente a primeira vez.

Quando seu corpo parou de tremer e conseguiu olhar para mim com seu gozo no final, fiz o que queria e a beijei tão selvagemente como ela me beijou naquela manhã. Era um estupro em sua boquinha adocicada e ela reagiu me beijando da mesma forma e de novo, mordeu meus lábios, mas sem sangue dessa vez.

Apesar da intensidade das outras, Monica era a mais selvagem delas até aquele momento, talvez por ter passado necessidade e não ter aproveitado tudo que poderia naquela primeira vez. Com muitos gemidos de dor e prazer em minha boca, cheguei de novo a seu colo de útero, onde achei que jamais voltaria naquela bucetinha que sempre seria especial tendo sido minha primeira.

– Aaaaahhhhuuuuu. Como não amar esse pau Vik? Estou tão deliciosamente cheia. Nunca mais vou conseguir ficar sem ele.

Mesmo em meu tesão extremo não deixei passar o que Monica falou. Ela iria me querer como amante? Com certeza eu toparia.

– Sua bucetinha é gostosa demais e estou fazendo um esforço enorme para me segurar. Posso começar?

– Deve Vik. Deve. Pode gozar quantas vezes quiser. As outras contaram que você se recupera rápido. Goza na bucetinha de sua irmã. Não era o que queria quando recebeu aquele vídeo, seu pervertido deliciooosoooo?

Dessa vez me chamar de pervertido teve um sentido completamente diferente daquela primeira vez.

– Era sim e de todas, as primeiras de minha lista eram você e a mamãe e não me importo que dizem ser errado.

– Nem eu me importo mais Vik. Agora mostre que é o único homem que preciso em minha vida.

Novamente Monica falava algo estranho, mas imaginei que me considerava mais homem do que o noivo por causa do tamanho e não porque seria o único, já que se casaria exatos 7 dias depois.

A beijei vorazmente novamente e comecei o vai e vem, cada vez mais longo e mais intenso. Quando já tirava tudo e tinha intensidade, a sinto rasgar a pele de minhas costas, seu corpo tremer e sua bucetinha ficar ainda mais apertada, se é que era possível.

Monica gozava mais uma vez, mas não parou aquele beijo de gata selvagem que me dava. Esperei que terminasse mantendo o ritmo e quando perdeu forças, iniciei aquele meu vai e vem impiedoso, quase brutal que tinha feito com as outras e todas adoraram.

Seu corpo delicioso parecia o de uma boneca subindo e descendo naquela cama a meu bel prazer e dela, pois seus olhos giravam não conseguindo olhar para mim. Tudo o que eu queria era inundar o útero de minha irmã noiva com meu sêmen, mas podia esperar uns 2 ou 3 minutos para que a fizesse ter o orgasmo mais longo de sua vida.

Monica ia gozando parecendo estar em outro mundo e eu ia adiando o meu para dar a ela a melhor trepada e gozada de sua vida que a faria se lembrar todas as vezes que fizesse amor com o marido.

Precisei até parar de beija-la para podermos tomar ar, olhando para seu rosto lindo em êxtase tentando respirar mais profundamente. Seus gemidos antes abafados agora ecoavam pelo ar a cada encontro de minha glande com seu colo de útero.

– Aaahhhmmm. Aaahhhmmm. Aaahhhmmm. Aaahhhmmm. Aaahhhmmm. Aaahhhmmm.

Eu já tinha feito mulheres lindas e gostosas gozarem daquela forma, mas nenhuma que dizia me odiar até alguns minutos antes. Sua lista de insultos naquele dia me marcou profundamente e não esquecia deles. Maldito, desgraçado pervertido, monstro, miserável, fora ter dito que meu pau era uma abominação e que eu tinha arruinado sua vida, e naquele momento por vontade sua, gozava em meu pau desesperadamente, deliciosamente.

Continuei a devorando impiedosamente por minutos, querendo que aquele gozo fosse o mais longo que dei entre todas elas. Monica não demonstrava estar sofrendo, porque com seus braços me puxava junto a cada estocada. Quando achei que já deveria ter dado o maior tempo de orgasmo que consegui proporcionar a uma mulher, liberei o meu, segurado a força por minutos.

– Aaahhhmmm. Vou gozar um mar de esperma em você minha irmãzinha deliciosa.

Eu estava há dois dias sem gozar e quando aconteceu tinha a força de uma erupção ejetando meu esperma fervente como lava. Sentindo, seu corpo se retesou em arco gozando ainda mais intensamente enquanto sentia o esperma se esparramando em seu útero.

Quando senti acabar, seu corpo alguns centímetros alto do colchão, despencou sem forças com Monica parecendo estar entre a consciência e inconsciência, com os olhos arregalados. Desmaiada não estava, pois quando tentei sair querendo dar uma alivio a ela, me segurou com as mãos.

Eu estava cansado e ainda me refazendo de um gozo imenso, mas a poucos centímetros de seu rosto lindo comecei a acariciar seus cabelos, sua pele, suas sobrancelhas, seus lábios....

Mamãe disse que eu sentia algo mais por Moana, daí nossos atritos. Eu sempre achei que sentia algo mais por Monica. Talvez estivéssemos os dois enganados, pois possivelmente sentia algo mais também por Morgana. Não é que eu amava mais uma delas. A verdade era que eu não conseguia amar menos uma delas.

– Eu te amo tanto Monica, de apertar o peito e fazer disparar o coração.

Ela abriu os olhos ainda naquele torpor pós gozo e curtiu um pouco meus carinhos antes de falar.

– Também te amo Vik e que bom que me ama assim, porque vai ter que assumir a responsabilidade do que fez comigo. Não vou mais me casar e amanhã vou contar ao papai e a mamãe.

Monica parecia estar me testando, mas não hesitei um segundo.

– Eu assumo, da forma que for preciso, mas você dizia amar tanto seu noivo.

– E eu amo, mas nesses dias que te evitei e te maltratei, percebi que amo mais você. Se não tivesse me feito fazer amor com você, levaria uma vida de esposa feliz e satisfeita, sem saber que poderia ter mais, muito mais do que ele me dá. Como é impossível esquecer, se me casar jamais ficarei satisfeita e cedo ou tarde vou deixa-lo por isso. Você poderia ser meu amante, aí resolveria um problema e arrumaria outro com a chance de sermos pegos. Só me resta não casar e ficar com você. Sei que não serei a única, mas você vai me dar prioridade por ter arruinado meu casamento, me cobrou séria.

Deveria ter ficado assustado com um compromisso desses beirando os 19 anos, mas fiquei foi empolgado. Monica não queria só fazer amor comigo, ela queria mais. Queria ser cuidada, paparicada e receber carinho. Estranhamente o que sempre imaginei ter com ela e mamãe principalmente, mas com as outras também. Ela tinha toda a razão que estraguei seu casamento por não abrir mão de querer fazer amor com ela, então teria peso na consciência se não desse a preferência que pediu.

No entanto, uma ideia safada me veio em mente para resolver isso.

– Concordo com tudo o que disse Monica. Você será minha prioridade, mas se me quiser em cima da hora quando eu já tiver compromisso com outra, te levo junto e satisfaço as duas.

Sua bucetinha que comprimia o tempo todo contra as pulsações de meu pau duro que se recusou a diminuir com aquela gostosura encaixada nele, o comprimiu bem mais forte mostrando que se excitou.

– Você não é desse planeta seu safado. Não disse que é pervertido? Como sendo virgem até há poucos dias e tendo 18 anos, pensa nessas perversões, perguntou excitada.

– Quase 19. Tenho ao meu redor as mulheres mais lindas e gostosas do mundo, então vem naturalmente. Se não quiser, jamais te obrigaria.

– Eu vou, mas nunca farei nada com nenhuma delas, seja quem for. Já era totalmente hetero, agora com esse pau não quero nada além dele, mas pode ser excitante fazer do lado de alguém. Está vendo o que você fez comigo? Se casasse jamais teria isso. Agora me come até amanhã de manhã. Vou precisar estar relaxada para dizer que não vou mais me casar para nossos pais e meu noivo. O papai ficará furioso comigo.

O momento de usar o que descobri sobre nosso pai e após o que conversamos no restaurante chegou muito antes do previsto.

– Não posso dizer o que é, mas tenho uma carta na manga contra o papai e por mais que ele fique bravo, vai aceitar. Confie em mim.

Monica me olhou curiosa.

– Você o pegou em flagrante com uma amante junto com o titio?

Se todos desconfiavam era o mais simples não os comprometendo mais do que já estavam.

– Sim, tenho até vídeo e hoje ele me chamou para conversar e sabe o que eu tenho. Prometi a ele não mostrar a ninguém se ele não interferir na minha vida com a mamãe e com vocês, se vocês quiserem.

– E ele aceitou, perguntou incrédula.

– Quase me agrediu no restaurante, mas teve que aceitar. Por favor, não conte a ninguém ou perderei essa carta que vai nos ajudar.

– Não vou contar. Você me aliviou a preocupação pelo pior, mas ainda assim quero essa abominação deliciosa me fazendo gozar para compensar a vontade que passei esses dias sabendo o que você fazia com as outras. Me come de novo Vik. Desconte sua raiva pela forma que o tratei.

Comecei o vai e vem na mesma posição.

– Não senti nenhuma raiva, só tristeza. Não tenho que descontar, mas te desejo muito, então te quero assim de novo olhando para você. Meu corpo sobre o seu gostoso sentindo sua pele quente, suas curvas e seus seios deliciosos. Sério que você é minha agora?

– Eu sou sua Vik. Não de agora, mas desde daquele dia que fizemos amor. Saí correndo de seu quarto ou eu iria querer mais, mas ainda achava que poderia salvar o casamento. Ahhhmmmmmm.

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