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O Vídeo da Cunhada

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Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 2240 palavras
Data: 25/07/2026 00:21:34

Adriane, 40 anos, fisioterapeuta, corpo magro de estatura mediana, seios pequenos, coxas definidas, bunda média e redondinha, buceta de lábios volumosos. Depois de anos fingindo ser a certinha, naquela tarde ela voltou a ser a safada que sempre foi. Silvio estava viajando. Dois homens chegariam em breve.

Marcelo, o cunhado moreno, barbudo e de pau grosso, voltava mais cedo do trabalho. Ao passar em frente à casa dela, viu tudo começar.

Marcelo estacionou duas casas antes. Observou o carro preto e a moto pararem. Os dois homens desceram: um alto e forte, outro mais magro e tatuado. Adriane abriu a porta de robe curto, puxou os dois para dentro e fechou a porta.

Marcelo se posicionou atrás da cerca viva, na altura da janela do quarto entreaberta. Ativou a gravação em alta qualidade e começou a filmar.

Dentro do quarto, Adriane já estava de joelhos. O robe aberto deixava os seios pequenos à mostra. Ela tirou o pau grosso do homem forte e engoliu até a garganta, fazendo barulho molhado. Com a outra mão puxou o pau do tatuado e alternava entre os dois, chupando fundo, lambendo as bolas, babando nos seios.

Os dois homens ficaram de pé lado a lado. Adriane ajoelhava entre eles, chupando um enquanto masturbava o outro. Depois trocava. O homem forte segurou a cabeça dela e fodeu a boca com força. A baba escorria pelo queixo e pingava nos seios pequenos. Ela olhava para cima com os olhos marejados de prazer.

Adriane subiu na cama de quatro. O homem forte se posicionou atrás, abriu a bunda redondinha e enfiou o pau grosso de uma vez só. Os lábios volumosos da buceta se abriram ao redor dele. Ele segurou as coxas definidas e começou a meter forte, a pélvis batendo na bunda a cada estocada. O tatuado ajoelhou na frente e enfiou o pau na boca dela. Adriane gemia alto entre engasgos enquanto era fodida dos dois lados.

Eles a viraram de barriga para cima. O homem forte abriu as pernas dela, colocou as coxas definidas sobre os ombros e enfiou até o fundo. As estocadas eram profundas e lentas no começo, depois rápidas e violentas. Os seios pequenos balançavam a cada embalo. O tatuado se ajoelhou ao lado da cabeça dela e fez ela chupar enquanto era comida. Adriane gozou nessa posição, a buceta contraindo forte, os lábios inchados brilhando.

O tatuado deitou de costas. Adriane montou nele de frente, encaixou o pau e começou a rebolar. A bunda redondinha subia e descia com força. Ela apoiava as mãos no peito dele e jogava o corpo para trás, expondo os seios pequenos. O homem forte se ajoelhou atrás e chupou o pescoço dela enquanto apertava os seios e dava tapas na bunda.

Adriane virou de costas para o tatuado, ainda sentada no pau dele. Agora Marcelo, pela janela, via perfeitamente a bunda redondinha subindo e descendo e os lábios volumosos engolindo o pau. O homem forte ficou de pé na frente dela e enfiou o pau na boca novamente. Adriane rebolava com vontade, gemendo alto.

Os homens a levantaram. Adriane ficou com as costas na parede, uma perna erguida. O homem forte a penetrou em pé, segurando a coxa definida. As estocadas eram fortes. O tatuado se posicionou ao lado e fazia ela chupar entre um gemido e outro. A bunda batia levemente na parede a cada embalo.

Eles a colocaram de novo na cama. O homem forte deitou de costas. Adriane montou nele, enfiando o pau grosso na buceta. O tatuado se posicionou atrás, abriu bem os lábios volumosos já inchados e, com dificuldade, enfiou o segundo pau na mesma buceta.

Adriane gritou. Os dois paus estavam dentro dela ao mesmo tempo, esticando a entrada ao máximo. Os lábios grossos estavam completamente abertos e brilhantes. Os dois homens começaram a meter juntos, no mesmo ritmo, as virilhas batendo na bunda redondinha e nas coxas definidas. O atrito era intenso. Adriane tremia inteira, gemendo sem parar, a buceta latejando ao redor dos dois paus.

— Isso… os dois… dentro… me enche… goza dentro de mim…

Os homens aceleraram. As estocadas ficaram mais profundas e descompassadas. Adriane gozou com força, o corpo se contorcendo, a buceta contraindo nos dois paus. Poucos segundos depois os dois homens gozaram juntos. Jatos quentes e grossos encheram a buceta dela ao mesmo tempo. Quando eles tiraram os paus, o gozo escorreu em quantidade, descendo pelas coxas definidas e pingando no lençol. Os lábios volumosos estavam abertos, vermelhos e cheios.

Os homens se vestiram rapidamente, beijaram o pescoço dela e saíram. Adriane ficou deitada, ofegante, as pernas abertas, o gozo dos dois escorrendo pela buceta dilatada.

Marcelo parou a gravação. O vídeo estava completo, do início ao fim. Ele guardou o celular e esperou cinco minutos antes de caminhar até a porta da frente.

Cinco minutos depois que os dois homens saíram, Marcelo subiu os degraus da varanda e tocou a campainha com força, duas vezes seguidas.

Adriane ainda estava no quarto, ofegante, o robe semiaberto, o gozo dos dois homens escorrendo devagar pelas coxas definidas. Ao ouvir a campainha, ela se assustou. Passou as mãos pelo cabelo bagunçado, puxou o robe para se cobrir o máximo possível e desceu as escadas com o coração acelerado.

Abriu a porta.

Marcelo estava parado ali, moreno, barbudo, expressão fechada, as mãos nos bolsos da calça. O olhar dele percorreu o corpo dela de cima a baixo em silêncio: o cabelo desalinhado, o rosto ainda corado, o robe mal amarrado que marcava os seios pequenos e as coxas.

— Tá sozinha?

— Marcelo? Que surpresa… Entra. O Silvio viajou pro congresso, só volta amanhã à noite — respondeu ela forçando um sorriso nervoso, a voz um pouco rouca.

Ele entrou sem pedir licença, fechando a porta atrás de si. Andou até o meio da sala e parou, olhando ao redor. O cheiro forte de sexo ainda pairava no ar. Havia um copo de whisky no balcão e, no lixo da cozinha, parcialmente visível, embalagens de camisinha.

— Vi dois caras saindo daqui agora há pouco. Um de carro preto, o outro de moto. Saíram com cara de quem tinha acabado de comer alguém.

Adriane engoliu em seco. Ajeitou o robe, tentando parecer ofendida.

— Aqueles? Eram pacientes. Estou testando um protocolo novo de fisioterapia… mobilização a quatro mãos. Às vezes preciso de duas pessoas para fazer o trabalho corretamente. Nada demais.

Marcelo deu um passo à frente, o olhar fixo nela. O perfume de sexo misturado com o cheiro dela estava forte demais para ser “fisioterapia”.

— Fisioterapia… com você assim? Cabelo bagunçado, rosto vermelho, cheirando a porra e com a perna tremendo?

— Marcelo, pelo amor de Deus! Como você tem coragem de falar uma coisa dessas na minha casa? Eu sou uma mulher casada. Se o Silvio souber que você veio aqui me acusar de algo tão… sujo… — ela ergueu o tom, tentando recuperar a postura.

Ela cruzou os braços, fingindo indignação, mas o tremor nas mãos a traía.

Marcelo ficou em silêncio por alguns segundos. Olhou para o pescoço dela, onde ainda havia uma marca leve de chupão, depois para as coxas que o robe não conseguia esconder completamente.

Por fim, deu de ombros.

— Tá bom. Desculpa o mal-entendido então… “irmã”. Foi só impressão. Na verdade eu só vim buscar a furadeira que o Silvio te emprestou mês passado. A Lívia pediu pra eu pegar hoje porque a gente precisa usar amanhã.

Ele apontou com o queixo para o canto da sala, onde a ferramenta estava apoiada. Adriane, ainda nervosa, foi até lá, pegou a furadeira e entregou na mão dele sem dizer nada.

— Valeu.

Ele se virou, abriu a porta e saiu sem olhar para trás.

Adriane fechou a porta com força, apoiou as costas nela e soltou o ar que estava prendendo. O coração batia descompassado. Abaixou o olhar e viu uma gota de gozo ainda escorrendo pela parte interna da coxa.

Do lado de fora, Marcelo caminhava até o carro com o celular no bolso e a furadeira na mão. O vídeo estava salvo. Inteiro.

Era fim de tarde de quarta-feira. Silvio ainda não tinha voltado. Adriane estava na cozinha, de shorts e camiseta larga, tentando se concentrar em qualquer coisa, quando a campainha tocou de novo.

Dessa vez ela abriu com mais calma. Marcelo estava ali outra vez. Sem sorriso. Sem a furadeira. Só o celular na mão.

Ele entrou sem pedir licença e trancou a porta atrás de si.

— Senta.

Adriane obedeceu, sentando no sofá. Ele ficou de pé na frente dela, desbloqueou o celular e deu play no vídeo.

O áudio encheu a sala imediatamente:

“Isso… os dois… dentro… me enche… goza dentro de mim…”

A imagem mostrava Adriane sendo penetrada pelos dois paus ao mesmo tempo, os lábios volumosos esticados, a bunda redondinha batendo, os gemidos altos, o gozo escorrendo no final.

O rosto dela empalideceu. As mãos tremeram.

— Como… você filmou…

— Fiquei do lado de fora da janela o tempo todo. Gravei do começo ao fim. Qualidade boa. Dá pra ver até o gozo saindo da sua buceta — disse Marcelo, pausando o vídeo no momento exato em que os dois gozavam dentro dela.

Ele guardou o celular no bolso da calça, mas não tirou o olhar dela.

— Agora a gente para de brincadeira. Ou você faz tudo que eu mandar, do jeito que eu mandar, ou esse vídeo vai pro Silvio, pra Lívia, pro grupo da família e pro seu trabalho. Entendeu?

Adriane baixou a cabeça. As lágrimas começaram a descer.

— O que você quer?

— Primeiro… levanta. Tira a roupa. Quero ver de perto a puta que você esconde.

Ela hesitou por um segundo. Depois se levantou, puxou a camiseta pela cabeça e deixou os seios pequenos à mostra. Em seguida desceu o short e a calcinha juntos. Ficou nua na sala, as coxas definidas tremendo levemente, a buceta ainda um pouco inchada do dia anterior, os lábios volumosos visíveis.

Marcelo deu um passo à frente. O volume grosso do pau já marcava a calça.

— De joelhos.

Adriane ajoelhou no carpete, na frente dele, a cabeça baixa.

— Olha pra mim.

Ela ergueu o rosto. Os olhos estavam vermelhos.

— Agora abre essa boca. E não fecha até eu mandar.

Marcelo abriu o zíper e puxou o pau grosso e pesado para fora. Ele ainda não estava completamente duro, mas já era grande, grosso, a veia latejando na parte de baixo. A cabeça rosada brilhava levemente.

Adriane, nua de joelhos, com as coxas definidas encostadas no carpete e os seios pequenos à mostra, se aproximou. Segurou o pau com as duas mãos, sentindo ele pulsar e endurecer aos poucos sob os dedos.

Começou devagar. Lambeu a base toda, subindo pela veia grossa que saltava. Chegou na cabeça inchada e deu várias voltas lentas com a língua, saboreando o gosto dele. Abriu a boca e engoliu só a glande, sugando com força enquanto a língua rodopiava em volta.

— Isso… lambe tudo, cunhada. Mostra como essa boca sabe trabalhar.

Ela desceu mais, sentindo cada centímetro grosso invadir a boca. Quando o pau bateu no fundo da garganta, engasgou. Baba escorreu pelos cantos dos lábios e pingou nos seios pequenos. Não tirou. Ficou com ele enterrado, olhos lacrimejando, olhando para cima.

Marcelo segurou o cabelo dela com firmeza e começou a mover o quadril devagar, fodendo a boca.

Adriane passou a subir e descer a cabeça em ritmo constante. Chupava com sucção forte, fazendo barulho molhado e obsceno. Uma mão massageava as bolas pesadas, a outra punhetava a base enquanto a boca trabalhava na metade superior. Baba escorria pelo queixo, pingava nos mamilos e descia pela barriga magra.

— Caralho… que garganta gulosa. Engole meu pau todo. Olha como sua boca fica esticada no meu caralho…

Ele apertou mais o cabelo e acelerou as estocadas, curtas e profundas. Adriane relaxou a garganta o máximo que pôde, aceitando cada embalo. De vez em quando tirava o pau só para bater a cabeça grossa na língua, lambendo a fresta, depois engolia tudo de novo até o nariz encostar na barriga dele.

Lágrimas escorriam pelo rosto. Baba cobria o queixo e pingava sem parar nos seios pequenos. Ela gemia com o pau na boca, a vibração passando direto para ele.

— Porra, que boquete perfeito… Você nasceu pra chupar pau. Olha como baba tudo… que vadia.

Adriane tirou o pau um momento para lamber as bolas, chupando uma de cada vez com cuidado, depois voltou para a cabeça, sugando com força enquanto punhetava rápido com as duas mãos.

Marcelo respirava mais pesado, o quadril tremendo.

— Tô quase gozando… não para. Continua mamando assim.

Ela acelerou ainda mais, garganta aberta, engolindo fundo a cada descida. Os olhos vermelhos de esforço, o rosto destruído de saliva.

Finalmente ele urrou, segurando a cabeça dela firme com as duas mãos.

— Toma tudo, cunhada. Engole a porra do cunhado.

O primeiro jato forte explodiu direto na garganta. Adriane engoliu. Ele tirou o pau um pouco e continuou gozando: jatos grossos acertaram a língua, o céu da boca e escorreram pelos cantos dos lábios. O resto pingou no rosto, no nariz e no queixo. Ela ficou com a boca aberta, mostrando o gozo branco e viscoso acumulado na língua antes de engolir tudo devagar, olhando nos olhos dele.

Ainda chupou as últimas gotas da cabeça sensível, limpando o pau inteiro com a língua até deixá-lo brilhando.

Marcelo, ofegante, passou a mão no cabelo dela.

— Boa garota… agora sim você é minha puta. Te aviso a próxima vez.

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