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O corno da Zuleica - O conto que mudou a minha Vida I

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Um conto erótico de don
Categoria: Heterossexual
Contém 4679 palavras
Data: 24/07/2026 20:11:34
Última revisão: 24/07/2026 21:10:09

O Corno da Zuleica – o conto que mudou a minha vida!

Olá, pessoal! Tudo bem com vocês?

Sou o André, tenho 42 anos, sou moreno, tenho 1,75 m de altura, peso 90 kg, cabelo curto e geralmente estou sem barba. Hoje estou com um cavanhaque curto, porque nos últimos cinco dias estou meio que de folga do trabalho kkkkk.

Bom, essa história se passa nos anos 90, logo após a Copa de 1994, quando fomos tetracampeões com Romário e Bebeto. Quase sinto saudade do tempo em que a seleção era ruim kkkkk.

Na frente da minha casa morava uma família bem numerosa. Eram vários irmãos, todos no mesmo quintal. Como a gente sempre jogava bola na rua, todo mundo se conhecia, se encontrava com frequência e acabava conversando.

Uma das irmãs, a Beniga, se casou com um cara um pouco mais velho do que a nossa turma. O nome dele era Ronaldo. Devia ter uns cinco anos a mais que nós. Era gente boa. Não jogava bola, mas estava sempre por perto, batendo papo com a gente. Com o tempo, acabamos ficando amigos.

Em uma dessas conversas, perto do portão, não sei exatamente como o assunto surgiu, mas ele comentou que tinha várias revistas pornôs e que, se eu quisesse, poderia me emprestar, desde que eu devolvesse tudo direitinho e não comentasse com ninguém. Foi assim que comecei a pegar as revistas dele emprestadas rsrsrs.

Muitas vezes, quando eu ia buscar ou devolver as revistas, a esposa dele, Beniga, estava por perto e vinha junto entregar. Ela era uma mulata 1,60 m de altura, seios grandes, bunda avantajada chamava atenção pela presença e tinha um jeito muito simpático, usava roupas sempre curtas shorts apertados que mostravam as curvas, não era linda mais tinha um belo sorriso.

Na época, eu já havia prestado muitas homenagens pra ela, mesmo assim, nunca passou pela minha cabeça tentar qualquer coisa. Eu pensava que ela era completamente fora do meu alcance e, além disso, o Ronaldo era um cara muito gente boa.

Kkkkk... eu era inocente demais...

Um dia estava no quarto sozinho morava com a minha avó nessa época, comecei a ver as revistas e a bater uma, estava lendo os contos do comecei a ler a história a seguir:

O Corno da Zuleica

Quem relatava era o próprio marido.

Meu nome é Flávio. Tenho 26 anos, 1,80 m de altura, peso 80 kg e trabalho com vendas. Não tenho filhos e sou casado com a Zuleica, uma bela mulher baixinha, com 1,62 m de altura e cerca de 56 kg. Filha de pai negro com mãe japonesa, tem os olhos puxados, a pele clara, cabelos pretos até a cintura, seios pequenos, cintura fina e uma bunda maravilhosa, que faz qualquer um parar na rua para olhar rsrsrs. Zuleica tem 29 anos e já havia sido casada antes de nos conhecermos, mas não teve filhos.

Nos conhecemos em uma festa da vila. Eu com 23 e elas com 26 na época . Ela havia se separado e voltou para nossa cidade, onde a família morava. Abriu um salão de cabeleireiro na vila e estava tocando a vida. Quando a vi, eu estava com dois amigos, Antônio e Haroldo, amigos de infância. Todos babamos nela kkkkk. Eu era mais tímido e não tive coragem de me aproximar. Os caras olhavam, mas também não chegavam kkkkk.

Foi quando uma amiga nossa, chamada Renata, começou a conversar com ela. Aí nós encostamos. Eu nunca bebi, então, conforme a conversa fluía, eu me aproximava mais das ideias dela, e o papo ia rendendo. Zuleica tinha um copo na mão que nunca ficava vazio, mas também não ficava bêbada. Eu nem estava vendo a festa ou ouvindo a música; para mim, só existia ela no mundo. Aquela mulher tinha o dom de me encantar.

Ela era filha do Sr. Geraldo e da dona Aparecida, crentes da Assembleia, e tinha quatro irmãos e duas irmãs. Eram uma família muito legal ali da nossa vila, e eu já tinha jogado bola com os irmãos dela, que eram mais novos.

Durante a conversa, ela se mostrava muito diferente. Não sei se por ser mais velha, porque de corpo e de rosto nenhuma menininha de 18 anos dali se equiparava a ela. Naquela época não existia celular; eu nem sabia o que era um celular. E conversa vai, conversa vem, o Haroldo disse que ia embora. O Antônio também. Aí eu teria que sair junto.

Eu não tinha falado muito até aquele momento. Foi quando ela olhou para mim e disse:

— Você é o Flávio, né?

Meu coração foi na boca e voltou! Demorei alguns segundos para entender que ela estava falando comigo. Quando respondi, meio engasgado:

— Sou, sim...

Ela olhou dentro dos meus olhos e disse:

— Também vou embora. Você se importa se eu for com você? Sua casa é caminho, né?

Eu, vermelho e com cara de bobo, olhei para a Rê e para os meninos, querendo saber se aquilo era mesmo verdade. Ela perguntou de novo:

— Pode ser?

Nessa hora ouvi um "hummm" do Haroldo, aquele cretino. A Renata me cutucou e brincou:

— Não vai responder, ô pamonha?

Os meninos riram, e ela ficou me olhando, esperando a resposta.

Foi quando minha voz saiu meio trêmula:

— Claro! É caminho. Será uma honra te acompanhar.

Ela deu uma risadinha e respondeu:

— Nossa, um verdadeiro cavalheiro!

Todo mundo riu.

Quando estávamos saindo, olhei para os meninos, e eles estavam se cutucando. Acho que bateu uma inveja de me ver indo embora com aquela deusa. E eu não vou mentir: me senti poderoso kkkkk.

Durante o caminho fomos conversando. Falei do meu trabalho na empresa, e ela me contou que estava com o salão dela e que tinha ficado triste porque, onde morava antes, já tinha uma boa clientela.

Durante a conversa descobri que ela havia crescido e se casado na igreja. O casamento não tinha sido do agrado dos pais, porque o marido era mais velho e não era crente. Mesmo assim, ela foi teimosa e contrariou a família. Agora ouvia do pai e da mãe que jamais iria se casar novamente, porque era uma mulher separada.

Ela foi se abrindo comigo, nem sei por quê kkkkk. E eu olhando para ela, pensando comigo: quem se importa se uma mulher dessa já foi casada ou não? Kkkkk.

O tempo passou rápido demais e, quando percebi, já havíamos chegado.

Que desespero!

Não tinha o que fazer. Agora era ir embora.

Ela era linda, educada, cheirosa e, não há como negar, muito gostosa!

Quando eu já estava para sair, ela me agradeceu, disse que tinha gostado muito de mim e que adoraria voltar a conversar comigo.

Nessa hora criei coragem e falei:

— Achei você linda demais. Sei que talvez não seja o momento, mas quero muito te ver de novo.

Ela deu uma risadinha, balançou a cabeça de lado e perguntou:

— Você gosta de cinema?

Respondi:

— Claro!

Ela então me deu um beijo no rosto e emendou:

— Sexta-feira, no cinema do centro, então?

Respondi:

— Se você quiser, eu te encontro aqui.

Ela disse que preferia lá. Não queria confusão com os pais dela.

Entendi e perguntei:

— Que horas?

Ela respondeu:

— Sessão das sete da noite. Te espero na entrada, ok?

Assenti com a cabeça e disse:

— Combinado.

Me despedi e saí em direção à minha casa, que não era muito longe. Caminhei uns nove quarteirões. Parecia que eu pisava nas nuvens. Estava apaixonado, coração acelerado, só lembrava dela. Kkkkkkk.

Que semana demorada!

Finalmente a sexta-feira chegou. Cabelo cortado, barba feita, roupa nova, perfumado. Eu não tinha carro, então fui de busão.

Cheguei no horário, mas ela não estava. Fiquei aguardando. Deu 19h e nada. 19h10... nada.

Já comecei a imaginar que alguma coisa tinha acontecido. Que ela tinha se arrependido. Pensei nos caras me zoando, na vergonha de encontrar com ela depois na rua.

Foi quando ela virou a esquina.

Meu coração quase saiu pela boca.

Que sonho de mulher!

Ela estava muito mais linda do que quando a conheci. Parecia andar em câmera lenta. Usava uma blusinha branca amarrada na cintura, uma saia que depois descobri ser tipo escocesa, quadriculada em preto e vermelho, acima dos joelhos, e uma bota preta de salto baixo. O batom vermelho realçava ainda mais a pele clara, e os cabelos estavam soltos.

Fiquei sem ar.

Ela se aproximou, me deu um beijo no rosto, pediu desculpas pelo atraso e reclamou do ventinho frio que soprava.

Naquele momento me ofereci, como bom cavalheiro, para aquecê-la. Ela deu o braço para mim, e seguimos em direção à entrada do cinema.

Entramos rapidamente, pois o filme já estava começando. Ela quis sentar mais para o fundo, porque disse que a visão da tela era melhor. Ficamos mais ou menos no centro. O cinema não estava cheio, e onde nos sentamos não havia ninguém atrás nem ao lado. Duas fileiras à frente já havia algumas pessoas.

Nos acomodamos. Antes que o filme começasse, ela se aninhou pertinho do meu braço por causa do frio, e eu me inclinei um pouco na direção dela.

Ela disse:

— Nossa, como você está quentinho.

Brinquei:

— Todo seu kkkkk.

Ela respondeu:

— Humm... será?

Falei:

— Claro que sim!

Ela disse Você nem me deu um beijo.

Minha boca secou. Senti aquele frio na barriga. Olhei para ela naquela penumbra do cinema e vi seus lábios.

Nos beijamos.

Ela sorriu e disse:

— Que boca gostosa.

Respondi:

— A sua também é... kkkkk.

Ela continuou me olhando, com os lábios entreabertos, e eu a beijei novamente, nessa hora minha mão que estava nas costas dela foi naturalmente explorando o corpo dela!

Já não lembrava mais do filme, sentia o corpo dela o gosto, que boca maravilhosa, como ela beijava gostoso, senti seus seios na minha mão eram firmes macios, minha mão ia descendo , não havia diálogo só o calor do tesão, ela me beijava abraçava e gemia baixinho, parecia uma gatinha ronronando,,, que tesão, a saia era curta.... logo minha mão pousou em suas coxas, que coxas lindas, firmes, grossas, eu estava no paraíso.

Ela Não dificultava em nada, meus dedos avançavam pelas coxas em direção a sua Bucetinha, ela me beijava e gemia baixinho.

Nem sei qual era o filme na tela!

Ela chupava minha língua, beijava meu pescoço, orelha... quando alcancei o fundo da calcinha senti ela quente, úmida, durante um tempo esfregava ela sob o pano quente e úmido, meus dedos pareciam sentir o gosto dela.

Sentia ela apertando meu pau sob a calça, já explodia estava duro, o tesão tomava conta de nós, as pernas dela já estavam escancaradas na cadeira a calcinha cedeu para o lado e meus dedos agora tinha liberdade para trabalhar, era uma bucetinha quente, melada com poucos pelos, pelos estes bem macios, era diferentes de outras bucetas que eu já havia tocado, que pelos macios, conforme eu avançava ela ficava ainda mais quente, sentia o seu grelinho inchado na ponta do dedo, invadia sua bucetinha e sentia o mel escorrer!

Enquanto me beijava e gemia ela não falava, meus dedos desciam pelo reguinho todo melado e ela gemia de uma forma diferente quando tovaca aquela região, como que dizendo que gostava daquilo, eu voltava ao grelinho e tocava circularmente toques suaves e depois acelerava ... estava bom demais!

Derrepente ela aperta meu braço!

Sinto seu hálito quente ... sua boca molhada chupa meu pescoço,,, seu corpo começa a tremer eu não paro mantenho o ritmo, eu olho em volta para ver se alguém está olhando, mas não paro, vejo as pernas dela escancaradas e ela continua se tremendo, sinto a respiração forte pesada ,, o corpo começa a se acalmar a respiração fica mais leve, ela busca o refúgio do meu peito, sinto seu rosto meigo delicado encostado no meu peito ela meio que desfalecida

Ela percebe as pernas abertas e as fechas, procura se recompor, eu a abraço como quem diz estou aqui para te proteger e ela parece que sente isso, pois se aninha no meu peito e fica quietinha com a mão sob meu colo, meu pau está estourando, ela segura sob a calça um toque leve suave, quase sinto que era um brinquedo de infância em suas mãos delicadas e pequenas.

Mesmo não tendo gozado eu me sinto realizado estou feliz!

Que mulher maravilhosa, gostosa, levo minha mão ate o rosto e sinto o cheiro suave gostoso da sua bucetinha, ela me olha cheirando os dedos eu olho pra ela e em um ato de cumplicidade pura coloco os dedos na boca dela que chupa meus dedos olhando dentro dos meus olhos, eu a beijo e sinto o gosto da bucetinha dela misturado com sua saliva!

Ela esta olhando nos meus olhos, quando sinto sua mão apertando meu pau, nenhuma palavra foi dita!

Naquele momento eu sabia que havíamos nascidos um para o outro!

Sua mão apertando meu pau já estava se tornando uma tortura, ela percebe e busca abrir o zíper para liberá-lo , eu a ajudo, solto o botão da calça e o cinto, ela o liberta pela lateral da cueca, olha pra mim e pela primeira vez desde que começamos a nos beijar ela diz ele e lindo!!!

Modéstia aparte não posso reclamar do meu meninão kkkk são 18 cm bem grosso a cabeça parece um morango!

Quase não acredito quando aqueles lábios encostam nele, que boca maravilhosa ela dá pequenos beijos na glande, parecia uma criança quando ganhava um doce!

O cinema estava escuro, só a luz da tela iluminava o local, as vezes eu conseguia ver o rosto dela de relance, ela chupava de olhos fechados ,,, como era linda !!! eu havia levantado o braço da poltrona entre nós e ela se acomodou meio que com a bunda virada para o corredor, eu com a mão por cima das costas ia bolinando ela por traz , sentindo a calcinha de lado e bucetinha muito melada, as vezes parava na entradinha do cuzinho e ficava brincando sem penetrar, ela não parava de chupar,,,, nunca havia recebido uma chupada como aquela !!!! ela babava muito , eu sentia a baba escorrendo , mais nada importava eu estava em outra dimensão, o tempo havia sumido e nada mais havia em volta só eu e aquela deusa!!! Quando percebo que não aguentaria mais pois o gozo estava vindo, tento pedir para ela parar, não queria que ela ficasse puta comigo por gozar na boca dela, ,,, mais para minha alegria, ao perceber que eu estava quase gozando , em vez de parar afastar a boca , ela continua na verdade intensifica a chupada e eu não aguento e gozo, perdi a razão, gemi alto! Com certeza alguém ouviu!

Ela não tirou a boca em nenhum instante, eu sentia os jatos de porra explodindo dentro da boca dela que continuava a chupar!

Quando voltei a realidade percebi que estava com os braços abertos na poltrona, pernas esticadas enquanto ela continuava com meu pau que já dava sinais de amolecer na boca, como já estava sensível pedi pra ela parar, ela chupou mais um pouco ainda, eu insisti para parar estava dando agonia kkkk,

Quando parou e foi subindo em direção ao meu rosto um olhar tão meigo delicado, como podia aquela mulher tão delicada chupar e gozar tão gostoso???

Foi um instante de pensamento, que passou rapidamente quando percebi que ela iria me beijar, nessa hora acho que até o meu coração acelerou.

Nunca havia beijado uma mulher que acabara de me chupar ainda com porra na boca, foi um segundo que demorou uma eternidade!

Sou hetero pó!!!

Como vou beijar uma boca com porra??

Me lembrei que ela havia chupado meus dedos melados da sua própria buceta e que isso havia me excitado e que agora ela estava fazendo a mesma coisa, comigo!

Não teve jeito!

Como iria negar um beijo para uma mulher como aquela!

Senti seus lábios nos meus e o gosto da porra misturado com saliva!

Não vou mentir, não gostei do gosto, mais o calor dela o tesão que ela demonstrava sentir naquele momento me fez ficar contente por satisfaze-la.

O tempo havia voado mais uma vez, as luzes acenderam o filme havia acabado e não vimos uma única cena kkkkkk

Nos ajeitamos e saímos do cinema, ali próximo havia uma doceria chamada Mirella, fomos até lá comemos bolos, salgados com refrigerante..... parecíamos dois namorados apaixonados ....

Quem nos visse nunc imaginaria o que havíamos acabado de aprontar em um cinema... depois voltamos de ônibus para a vila, subimos abraçadinhos, como um bom casal de namorados apaixonados, ela segurando no meu braço e eu todo orgulhoso da bela e safada namorada que havia arrumado! Deixei-a na porta de casa, nos despedimos de maneira comportada e com a promessa de que nos veríamos no sábado!

Já em casa, após o banho fui me deitar e ao lembra de tudo não aguentei e bati uma pensando nela!

O sábado chegou! Um dia lindo, 17h eu estava lá no portão da casa dela.

Ela já estava me esperando, tinha poucas clientes e acabou ficando a tarde toda sem trabalhar!

Quando me viu abriu um sorriso lindo. Me olhou dizendo que eu estava lindo e não deixei por menos exaltei sua beleza, sorrimos e ficamos conversando um tempo, quando decidimos ir a uma lanchonete próxima pra conversar e comer e claro! Kkkk

Nos sentamos mais ao fundo, pedimos dois lanches e bora falar da vida, dos sonhos, das tristezas e falar mal da vida alheia, ela me contou do ex marido que era ignorante, um homem de mete fechada e autoritário, contou sobre as brigas, que ela fazia de tudo pra fazê-lo feliz, mas ele não aceitava fazer nenhum sacrifício pelo bem do casal, ele era muito ciumento, ao ponto de brigar por qualquer coisa, até que não aguentou e se separou, eu ouvia tudo e pensava:

Mano que cara burro da porra, um verdadeiro babaca mesmo, uma mulher dessa não se acha em qualquer lugar!

Eu quase não falava olhava pra ela e só concordava, o tempo foi passado a conversa estava boa quando ela me olha de um jeito diferente e diz: Você gostou de ontem?

Eu Respondi: Você tem dúvidas? Você e um sonho, ate agora estou lembrando kkkk

Ela sorriu e disse: Eu também, estou até quente agora acredita?

Eu: Sério? ...

Sem responder ela pega a minha mão e leva ate as coxas sinto aquele calor ela me olhando sorri e pega no meu pau, que já estava duro.

Ela diz: Nossa ele ta Feliz né? kkk

Eu agora sabendo o quanto aquela mulher meiga e delicada era safada respondo: Você não viu nada ainda!

Ela me pergunta se podemos ir embora?

Eu digo que sim!

Pago a conta e saímos.

No caminho tinha uma obra em construção, quando percebi já estávamos lá dentro.

Ela abriu o zíper da calça libertou meu pau e disse: Que saudade desse pau, você tem noção de como o dia foi longo hoje pensando nele na minha boca?

Eu respondo: Você não tem noção de como ele estava com saudade de você e dessa boca!

Ela ri e já começa a me chupar diferente do cinema ela já o engole todo, nem engasgou ela realmente sabia mamar!

Chupou alguns minutos e logo se levantou me beijou na boca!

Foi se virando e levantando a saia ao mesmo tempo, eu a segurava pela cintura estava com muito tesão, nessa hora ela olhou pra traz e disse:

Fode! vai seu puto, fode, quero esse pau!!

Na mesma hora me encaixei por traz meu pau já estava babado, passei os dedos na buceta dela por traz e senti ensopada.... que mulher,,, coloquei a cabeça pincelei e fui encaixando, quando ela deu um solavanco pra traz e foi ate o tola, buceta quente melada, apertada que loucura eu estava no segundo encontro fodendo aquela deusa!

Ela era D+ a rua estava vazia e estávamos nos fundos mato pra todo lado e ela gemendo eu socava forte, não me lembro de ter socado com tanta força em uma mulher antes da Zuleica!

Ela gritava e pedia rola e eu dava!

As coisas foram ficando mais quentes eu estava suando, ela com vestido levantado a bunda virada pra mim que delicia, e a rola dentro, derrepente ouço um barulho dentro da obra um cara havia ouvido e entrou pra olhar, quando eu vi pensei logo e o dono dessa porra.

Cobri a bunda dela com o vestido.

Zuleica não esboçou nenhuma reação de surpresa, medo ou vergonha na hora nem abriu a boca pra falar!

Já guardei meu pau, o cara ficou olhando sem dizer nada eu a peguei pela mão e fui saindo da obra!

Já estávamos na rua quando olhei pra traz e vi o cara olhando pra gente, ela ria da situação e eu puto com o cara ! naquele dia não rolou mais nada.

Quando fui deixar Zuleica na porta da casa eu não queria ir embora, isso nunca havia acontecido comigo e naquela mesma noite pedi ela em namoro e ela aceitou!

Com dois meses de namoro, qualquer desculpa era motivo para ficarmos juntos e fazermos amor. Para mim, estava tudo normal. Mas ela começou a ficar estranha e, um dia, quando íamos sair, disse que precisava conversar comigo.

Respondi que tudo bem, mas nem imaginava qual seria o assunto.

Então ela começou a falar... e veio a bomba.

Zuleica disse que queria um tempo. Falou que tinha se precipitado, que começamos a namorar muito rápido e que precisava de um tempo para pensar.

Não vou mentir: fiquei arrasado.

Como assim?

Eu queria entender, mas ela não dava um motivo que fizesse sentido para mim. De tanto insistir, ela soltou outra bomba, e essa realmente acabou comigo.

— Na verdade, Flávio, eu adoro você. Sou apaixonada por você. Mas sinto que falta intensidade entre nós, quando transamos o sexo deixa a desejar eu gosto de pegada. Eu queria viver um relacionamento completo, e isso não está acontecendo.

Naquela hora minha cabeça girou.

Como assim?

Ela continuava falando, mas eu já nem conseguia prestar atenção. Minha mente só repetia:

"O que ela está querendo dizer?"

Cada palavra parecia uma paulada.

Perdi completamente o rumo. Quando percebi, já tinha deixado ela na porta de casa e estava na minha. Me senti um lixo. Um fracassado. Eu, que sempre achei que era bom de cama , acabara de ouvir que na verdade era um frouxo.

Meu ego ficou em pedaços.

Nos dias que se seguiram, minha vida virou uma bagunça. Eu nem passava mais na rua da Zuleica.

Na empresa, eu tinha feito um acordo, comprei um Gol branco e dei entrada em um terreno em um bairro próximo. Já estava me organizando para construir minha casa, mas minha cabeça não descansava.

Também me afastei dos meus amigos. Não queria ninguém perguntando por ela. Como eu iria explicar que a mulher que eu amava tinha terminado comigo ruim de cama?

Que fase difícil!

Cerca de vinte dias depois do término, minha amiga Renata apareceu lá em casa e me chamou para ir ao aniversário de um conhecido. Ela sabia que eu estava meio para baixo e só queria me ajudar. Disse que os meninos estariam lá e acabou me convencendo.

Como eu já estava de carro, fomos para a festa.

Cheguei tranquilo. Os meninos me trataram como se nada tivesse acontecido. Tudo corria bem, até que dei de cara com o meu pior pesadelo.

Zuleica também estava na festa.

Na mesma hora quis ir embora.

A Renata não deixou. Os meninos também insistiram para que eu ficasse, e acabei cedendo.

Mesmo não sendo de beber, naquele dia acabei tomando algumas cervejas.

Em determinado momento, recebi um bilhete. Quando abri para ler, levei um susto.

Era da Zuleica.

Havia apenas uma frase:

"Me encontra lá fora em dez minutos."

Na hora eu gelei.

Não mostrei o bilhete para ninguém. Eu queria ir, mas meu orgulho dizia que não.

Fiquei brigando comigo mesmo. Em um momento xingava ela. No outro, lembrava de tudo o que ainda sentia.

No meio daquela confusão, resolvi não contar nada para ninguém. Fingi que ia ao banheiro e saí pela lateral da casa.

Minha intenção era outra.

Fui em direção ao meu carro pensando:

"Vou embora de fininho e ninguém vai perceber."

Só que, quando cheguei perto do carro...

Zuleica estava encostada ao lado dele.

Ela me deu boa noite com aquele sorriso de canto de boca que eu tanto amava.

Respondi:

— Boa noite.

Mas em um tom bem mais sério. Eu não queria demonstrar que, no fundo, estava feliz por vê-la.

Como ela me encontrou perto do carro, imaginou que eu tivesse saído para falar com ela. Não fazia ideia de que eu estava tentando ir embora escondido.

Acabei ficando numa situação delicada.

Foi então que disse:

— Vamos conversar em outro lugar?

Ela concordou na mesma hora.

Mostrei o carro para ela. Zuleica me parabenizou, disse que ele era bonito e que eu merecia.

Agradeci.

Entramos no carro e saímos dali.

Dirigi até a praça da cidade, perto da igreja matriz, onde costumava ser bem mais tranquilo para conversar.

Quando parei o carro, Zuleica, com os olhos meio marejados, olhou para mim e pediu perdão pelo que tinha feito, ou pelo menos pela forma como decidiu fazer aquilo.

Eu não dizia nada. Estava com um nó na garganta, quase chorando.

Foi quando ela segurou minha mão e disse que me amava de verdade.

Nessa hora eu não aguentei e respondi que também a amava, que ela era a mulher da minha vida.

Foi tudo muito instintivo.

Acabamos nos beijando.

Depois, olhando para ela, perguntei por que ela não estava satisfeita com a nossa vida sexual.

Muito sincera, ela respondeu que gostava sexo mais intenso, de viver as emoções de forma mais espontânea, e que se sentia com homens mais brutos que o proibido a instigava. Disse que me amava, mas que também precisava sentir esse lado na relação.

Confesso que fiquei sem entender direito.

Perguntei exatamente do que ela estava falando.

Então ela me olhou por alguns segundos e perguntou:

— Você realmente me ama?

Respondi sem pensar:

— Com toda certeza. Eu quero me casar com você, te vejo como minha mulher pra vida toda.

Ela sorriu de leve e disse:

— Tudo bem. Se você realmente me ama, vai entender e aceitar o que eu vou te dizer.

— Amor... eu preciso ser sincera com você. Eu gosto de viver a intimidade de um jeito mais intenso. Gosto de experimentar coisas diferentes. Fazer amor de um jeito mais romântico também é bom, mas o que realmente mexe comigo é o que foge do comum. Não consigo me imaginar em um relacionamento com alguém que não entenda isso ou que não esteja disposto a viver novas experiências.

Ela fez uma pequena pausa e perguntou:

— Você se lembra daquele dia na casa em construção, quando aquele rapaz entrou lá?

Respondi:

— Lembro... por quê?

Ela continuou:

— Então, amor... por que você parou? Não estava bom? Você não estava gostando?

Eu não conseguia dizer uma palavra.

Ela insistiu:

— Você ficou com ciúmes?

Respirei fundo e respondi:

— Claro! O cara entrou e viu você nua. Como eu não ia ficar?

Ela sorriu de leve e disse:

— Mas olhar não muda nada, não arranca pedaço. Na minha cabeça, você podia simplesmente ter ignorado e continuado até gozar gostoso, mostrando pra ele que você tem uma mulher gostosa safada. Depois nós iríamos embora.

Naquele momento minha boca secou.

Eu jamais tinha imaginado ouvir uma mulher falar com tanta naturalidade sobre aquilo.

Ela mantinha a mão sobre a minha coxa, eu sentia o calor da dela, enquanto eu tentava organizar os pensamentos.

Então perguntei, quase sem perceber:

— Você já viveu esse tipo de experiência antes?

Ela me olhou nos olhos e respondeu com toda a calma:

— Se você me disser que me ama e que vai continuar ao meu lado, independentemente do que eu contar hoje, eu respondo tudo o que você quiser saber. Não quero me abrir com alguém que esteja apenas curioso.

Naquele momento respondi sem hesitar:

— Eu te amo. E não quero te perder. Pode me contar tudo.

Continua em breve.....

Contato Andrefarina_28m@hotmail.com

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Comentários

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Você está relatando um conto de outra pessoa que estava numa revista,é isso? Minha dúvida é saber se vc será personagem do conto ou se colocou como um pq lá na frente vai acontecer algo... enfim,vamos aguardar a continuação pq parece que haverão muitas surpresas.

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Exatamente! Apesar de já gostar de ler contos naquela época, essa foi a minha primeira experiência com esse tipo de história. Logo vocês vão compreender por que decidi contar este conto em específico!

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Tem uma coisa legal aqui que é o fato dela estar abrindo o jogo pra ele desde o inicio. Ou seja ela esta sendo leal e isso é bacana em um relacionamento. Ela está pedindo a ele para ser cúmplice dela e não querendo transformar ele em um corno manso frouxo e humilhado.

Agora resta saber se ela vai dar a ele o direito de reciprocidade ou se a liberdade e as experiências que ela quer continuar a viver só servem pra ela, que ela pode tudo e ele nada.

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Obrigado pela visita, espero que curta!

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O conto está espetacular, continue. Você vai virar corno, e como eu, vai se encontrar e adorar.

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Obrigado pela visita, espero que curta o desenrolar da historia!

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Você se identifica e diz que tem 42 anos.

Depois conta uma história aque aconteceu na época da copa do mundo de 1994.

A matemática me mostra que dessa época até hoje se passaram 32 anos.

E essa mesma matemática diz que 42 menos 32 resulta em 10 anos.

Ou seja, você tinha 10 anos e isso faz de seu conto um relato de pornografia infantil.

Parei de ler quando vi que a irmã de um colega seu se casou com um cara que era 5 anos mais velho, ou seja, casou-se aos 15 anos.

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Oi! Tudo bem com você?

Passando para explicar que, no início do conto, eu conto como conseguia as revistas que lia naquela época. Na sequência, apresento, na íntegra, o relato de um conto que li e que acabou mudando a minha vida sexual.

Espero que você entenda o contexto e aprecie o desenrolar da historia!

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