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Minha namorada e eu aprendendo sobre sexo (8)

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Um conto erótico de Theo
Categoria: Heterossexual
Contém 1885 palavras
Data: 21/06/2026 09:40:53

O almoço foi agitado.

O tio da Vitoria havia feito um churrasco e ficamos comendo na sala. Marcelo havia dito para elas que nós dois ajudamos o pai dele, para que as meninas não suspeitassem que eu ou ele havíamos visto a putariazinha delas.

Eu sentia calafrios a quase todo momento. O tesão estava me consumindo, ainda mais que eu e Marcelo havíamos combinado que se acontecesse alguma putaria entre nós todos, íamos deixar rolar.

Vitória comia normalmente, como se o que aconteceu com sua prima putinha e a namorada do seu primo nunca tivesse acontecido. Mas ironicamente eu não havia sentido ciúme como na situação do Marcelo, mas sim MUITO tesão. Além disso, estava fissurado na prima dela, uma moreninha novinha deliciosa, peitinhos pequenos e bucetinha bem fechadinho, doida para receber uma piroca. Os pensamentos mais perversos possíveis estavam passando pela minha cabeça.

Marcelo parecia estar doido para que uma putaria rolasse entre todos. Passou o almoço todo sugerindo nadar no riacho, pegando no pé da Malu, dizendo que ela estava muito bonita (e realmente estava). Ela estava só de sutiã de um biquíni vermelho, que era bem pequeno e empinava seu peitão lá em cima. E uma sainha branca bem transparente, deixando aparecer toda a sua calcinha vermelha, que não parecia ser biquíni por ter umas rendas na borda.

No início da tarde, Malu e Marcelo deram uma sumida, foram para o quarto "tirar uma soneca" de acordo com eles. Eu já logo imaginei que eles poderiam ter ido no quarto fuder, pois o clima no ar era de extremo tesão.

Camily, Vitória e eu ficamos na parte de fora sentados. Conversando enquanto passava o tempo. Eu ficava direto pensando o que poderia vir a acontecer a noite com tanta putaria acontecendo. Mas eu não imaginava que poderia acontecer tão cedo.

Nós 3 ficamos jogando jogo da garrafa, o famoso verdade e consequencia. Iniciamos com coisas bobas, sabendo da vida um do outro. Mas eu estava impenhado em mudar aquele cenário.

Camily: Verdade

Eu: Camily, já beijasse uma menina?

Camily gelou e Vitória ficou um pouco vermelha.

Camily: Já sim, uma amiga minha.

Giramos novamente e começamos um jogo de perguntas bem ousadas. Camily perguntou o tamanho do meu pau, eu prontamente perguntei a ela se ela queria ver. Ela riu, mas não negou. Falei que devia ter uns 17cm, o que era verdade. Vitória perguntou a mim qual a parte do corpo dela eu gostava, logo falei que era a bunda, sou até hoje apaixonado por bundas. Começamos a pedir consequências. Falei para Vitória dar um beijo de lingua na Camily. Elas deram. Um beijo molhado e com desejo.

Na consequência seguinte, Camily duvidou que eu mostrasse meu pau. Com o tom da risada da Vitória, ela pareceu não se importar.

Eu: Estais determinada em ver minha piroca né?

Camily: Oxii, só to curiosa (riu).

Eu: Pra que? ver um pau mole? Ao menos deixa ele duro né.

Ambas riram.

Camily: Isso é trabalho pra prima, né.

Vih: Ué, você que quer ver!

Eu: Pera ai então, que tal as duas fazerem? As duas mostrar os peitos pra mim, isso já ia resolver.

As duas concordaram rindo. Ficaram lado a lado e tiraram a blusa. Vitória estava com um sutiã preto, Camily com um rosa.

Ambas levantaram o sutiã. O peitinho maravilhoso delas fez meu pau subir na hora. Camily tinha um bem pequenininho, mamilos escuros e pequenos, mas maravilhosos, dava uma vontade enorme de chupar.

Eu: Nossa. Assim eu vou estourar minha bermuda.

Decidi ser ousado e pegar no peitinho da minha namorada, ele era extremamente macio, um perfeito peitinho de uma novinha.

Vitória: Já tá duro?

Eu: Tá ficando

Camily: Pega no meu também, aproveita.

Vitória arregalou o olho, mas não em advertência, mas surpresa. Aproveitei a deixa e peguei no peitinho da Camily também. A pele do seu peitinho era mais clara que sua pele, mas ainda morena. Eram pequenos e com mamilos marronzinhos e pequenos, uma delícia de um peitinho adolescente.

Eu: nossa, vocês tão bem safadinhas hein.

Vih: e tu tá odiando, né? (Riu) Seu safado, adorando pegar no meu peito e no da prima.

Eu: Vocês são muito gostosas, daria tudo pra chupar os peitos de vocês.

Elas riram, parecendo adorar o fato de que eu estava ali praticamente babando pra elas.

Camily: Se a vitória deixar, você pode chupar o meu. Não tem nem muito peito pra chupar mesmo (riu)

Eu: Posso amor?

Vih: Pode né, fazer o que (riu)

Ela jamais poderia negar, não depois de eu pegar ela chupando o pau do primo dela.

Abocanhei aquele peitinho, era uma delícia. Lambia o mamilo e dava pequenas sugadinhas nele.

Eu: Nossa, ele é delicioso.

Peguei Camily pela cintura e fui trocando de peito, lambendo toda e extensão de seu peitinho ainda se desenvolvendo.

Camily: Aiin... Theo...

Beijei todo o peitoral dela, chupando e lambendo até quase o umbigo, com uma fome perversa da priminha novinha da minha namorada.

Larguei ela e fui para vitória. O peitinho redondinho dela era extremamente gostoso de se chupar. Seu mamilinho rosado estava durinho. Eu apertava um enquanto chupava o outro. Levei uma mão para o peitinho da Camily, fazendo as duas ficarem ao meu redor.

Eu: Vem cá, prova que já beijasse uma menina e beija a Vitória.

Puxei Camily e ela logo levou sua mão para a parte de traz da cabeça da vitória. Os dois lábios bem desenhados e femininos delas se envolveram em um beijo de língua babado e excitante. Eu trocava de peitinho, revezando entre o peitinho moreno da Camily e o peito branquinho da minha namorada.

Vitória então saiu do beijo e se desvinculou de mim.

Vih: Tá e aí? Pau ficou duro ou não?

Eu: Vem cá ver Camily.

Camily ainda com suas tetinhas de fora, puxou e tirou minha bermuda, me deixando só de cueca box preta. Um volume grande fazia nela, marcando meu pau que estava duro feito pedra.

Camily: Caramba, tá duro mesmo (riu)

Eu: Não tem como não estar né (ri). Mas o desafio era você ver ele.

Camily fez uma carinha de safadinha. Puxou minha cueca para baixo e meu pau pulou na hora para fora. Gostava de deixar ele bem depilado, então estava sem pelo algum, a bola bem lisinha e meu pau brilhava já com a babinha escorrendo de tanto tesão.

Camily: Vih, és muito sortuda prima. O do meu ex era menor. Ele parece uma delícia.

Senti que vitória ficou com ciúme. Pois em um movimento rápido ela deu uma afastada discreta em sua prima e pegou no meu pau.

Vih: É uma delícia sim.

Vitória já foi colocando meu pau na boca. Mamando minha rola me fazendo gemer e contrair o meu corpo. Ela botava quase todo na boca.

Eu: Nossa amor... Que gostoso...

Ela fazia um desce e sobe com a cabeça, deixando meu pau bem babado. Camily olhava com água na boca.

Levei uma mão minha para a cabeça da Vitória, guiando sua mamada. A outra levei novamente ao peitinho da prima dela, apertando seu mamilo pretinho.

Camily tirou seu short ficando só de calcinha, a mesma calcinha azul que havia visto mais cedo. Ela colocou a calcinha para o lado e aquela ninfetinha de mais ou menos 1,50m começou a meter dois dedinhos na buceta fechadinha, a menos de 50cm de mim ela se masturbava olhando sua prima me chupar.

Camily: Nossa prima, você mama muito bem! Eu engasgada com essa rola.

Vitória parecia feliz em ouvir isso. Ela me chupava com ainda mais vontade.

Decidi ser ousado e baixei minha mão que estava no peito da Camily até sua bucetinha. Fui logo metendo meus dedos nela, sentindo ela quentinha e molhada, implorando por uma rola. Camily gemia baixinho. Eu não sabia se vitória conseguia ver ou sabia que eu estava masturbando sua priminha, mas decidi guiar seu movimento da cabeça com minha mão cada vez mais perto da minha virilha, para não correr o risco de ela ver e parar com aquele momento maravilhoso.

Camily revirava os olhinhos, deixando claro que estava excitada. Ela apertava um peitinho com a mão, me fazendo quase gozar de tanto tesão. Decidi usar ainda mais minha namorada, fudendo sua boquinha enquanto eu masturbava sua prima.

Eu: Caralho, eu vou gozar!

Camily: Goza Theo. Goza vai - Sussurrou camily

Não aguentei, esporrei dentro da boca da minha namorada. Camily pareceu quase gozar também, pois sua buceta estava muito melada e seu corpo se arrepiou. Aquela ninfetinha adolescente estava gozando com meus dedos dentro dela.

Ela tratou logo de tirar meus dedos de dentro dela. Se afastou um pouco e continuou a se masturbar.

Vitória engoliu minha gala toda. Uma gostosinha sedenta por porra mesmo. E tudo isso para marcar território na frente de sua prima mais nova.

Vitória olhou para camily e viu que ela estava se masturbando vendo ela chupar.

Vih: Não aguentou prima? Teve que se aliviar?

Camily: Precisei. Fiquei muito molhadinha.

Vitória riu.

Camily: Quem sabe da próxima eu consigo aliviar o tesão do Theo.

Eu: quem sabe né.

Todos rimos, mas vitória ainda pareceu um pouco enciumada.

Eu: Tô todo melado de baba e porra. Vou lá limpar.

Vesti minha bermuda e minha cueca mas deixei meu pau pra fora, que ainda estava duro. Oh adolescência, mesmo gozando o pau permanece em ponto de bala.

Fui até a casa e ouvi uns gemidos do quarto do Marcelo.

"Sabia que eles tavam fudendo, Marcelo não ia se segurar" - pensei.

A porta do quarto dele estava fechada, mas decidi sair pelos fundos para ver se conseguia espiar pela janela.

Andei pela grama alta até chegar na janela do quarto dele. Ela estava semi aberta então dava para ver quase tudo que acontecia lá dentro.

Eu levei um susto sem proporções. A cena lembro até hoje, pois ficou marcada em minha mente.

Malu estava de quatro, seus peitos balançavam a cada estocada de rola que recebia. Uma rola preta e grande.

Malu: Me fode, vai me fode gostoso!

Aquela gostosa de 19 anos estava recendo um pau feito uma puta. Sua buceta parecia amar receber aquele pau negro e grande.

O problema?

Não era o pau preto do Marcelo, o primo da vitória. Mas sim de seu tio. O pai de Marcelo.

-

Leandro fodia sua nora com gosto. O dente rangendo e pele suada e brilhando pelo sexo gostoso que fazia. Ele tinha um corpo musculoso, provavelmente pelo trabalho na fazenda. Seu pau conseguia ser maior do que o do Marcelo.

Leandro: Nossa Malu, que buceta gostosa.

Meus olhos não acreditavam no que via, Malu estava ali traindo o namorada com o próprio sogro!

Malu: Me fode sobrinho. Vai! Castiga essa buceta.

Leandro metia com ainda mais força.

Leandro: Que nota puta eu tenho. Amo te dizer vadiazinha.

Malu: Isso.. fode a sua vadia vai.

Era um sexo tão perverso que eu nem sabia o que pensar. Mas meu susto aumentou em poucos segundos.

Do canto do quarto Marcelo saiu, vestindo apenas uma cueca box branca. Ele se ajoelhou na cama e deu um beijo na boca da Malu, que retribuiu enquanto levava rola do Leandro.

Marcelo deu um tapinha no rosto dela.

Marcelo: Gosta, né amor?

Malu: Tô sim amor... Tá bom pra caralho!

-

Continua.

Galera, comenta o que tão achando. Valeu!

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