Os dias seguintes ao retorno dos nossos pais foram estranhos e excitantes ao mesmo tempo. Por fora, éramos os mesmos irmãos de sempre: unidos, carinhosos e companheiros. Por dentro, tudo havia mudado.
Eu mal conseguia olhar para o Franco sem sentir um calor subir pelo corpo. Cada vez que ele passava por mim no corredor, roçava a mão na minha cintura. Quando sentávamos à mesa para jantar, seus olhos encontravam os meus por um segundo a mais do que o normal. Era perigoso. E delicioso.
Como eu vou conseguir fingir que ele é só meu irmão depois de ter sentido ele dentro de mim?
Na segunda-feira à noite, depois do jantar, subi para meu quarto para estudar. Uns vinte minutos depois, Franco bateu de leve na porta e entrou.
Ele fechou a porta atrás de si e veio até mim. Sem dizer nada, me puxou pela cintura e me deu um beijo urgente, mas silencioso.
Franco: Passei o dia inteiro louco pra fazer isso…
Valentina: Franco… nossos pais estão lá embaixo…
Espero que tenham gostado e caso algum irmão ou irmã tenha algo parecido e quiser compartilhar comigo, vou deixar aqui meu e-mail. Para receber o contato de vocês. Beijos e até o próximo capitulo.
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Franco: Eu sei. Só precisava te sentir um pouco.
Ele desceu a mão e apertou minha bundinha por cima do shortinho, gemendo baixinho no meu ouvido. Nos beijamos mais um pouco, mas ouvimos passos na escada e nos separamos rapidamente. Franco sentou na cadeira como se estivesse me ajudando com os estudos.
Quando mamãe abriu a porta, nós dois estávamos fingindo estudar.
Carmem: Tudo bem por aqui?
Valentina: Tudo sim, mãe. Franco tá me ajudando.
Assim que ela saiu, respiramos aliviados e rimos baixinho.
Franco: Isso vai ser mais difícil do que eu imaginava…
Na quarta-feira à tarde, tivemos nossa primeira grande oportunidade. Papai tinha viajado para o escritório em BH e mamãe tinha saído para fazer compras com uma amiga. Ficamos sozinhos em casa por quase quatro horas.
Assim que o carro dela saiu da garagem, Franco me pegou no colo no meio da sala e me carregou até o quarto dele.
Valentina: Franco! Calma… (rindo)
Ele me jogou na cama com carinho e tirou a camisa. Tirei minha blusa e short devagar, ficando só de lingerie branca. Ele veio por cima de mim, beijando meu pescoço e descendo para meus seios.
Franco: Porra, Valentina… esses seus seios são perfeitos.
Ele chupou meus bicos com calma enquanto sua mão descia entre minhas pernas. Eu já estava molhada.
Valentina: Haaaa… Franco… toca em mim…
Ele tirou minha calcinha, abriu minhas pernas e começou a me chupar devagar. Eu gemia baixinho, segurando o cabelo dele.
Valentina: Assim… bem devagar… que delícia…
Quando eu estava quase gozando, ele subiu e me penetrou devagar, com camisinha. Dessa vez quase não doeu. Meu corpo já estava acostumado com ele.
Franco: Olha pra mim enquanto eu te como, Valentina…
Ele metia com ritmo constante. Eu rebolava de baixo, querendo sentir ele mais fundo.
Valentina: Mais forte, Franco… pode meter mais gostoso…
Ele acelerou, segurando meus seios enquanto estocava. Gozei primeiro, apertando ele forte, tremendo inteira. Ele veio logo depois, gemendo meu nome baixinho. Depois ficamos abraçados na cama, suados.
Franco: Eu tô apaixonado por você, sabia? Não é só tesão.
Valentina: Eu também te amo, Franco. Mais do que deveria amar um irmão.
O resto da semana foi uma mistura de tensão e prazer escondido. Às vezes ele entrava no meu quarto de madrugada só para me dar um beijo e dormir um pouco abraçado comigo. Outras vezes eu ia até o quarto dele e o chupava devagar.
No sábado à noite, quase fomos pegos.
Estávamos na piscina, de madrugada. Nossos pais já estavam dormindo. Eu estava só de biquíni, sentada na borda. Franco veio por trás, abraçou minha cintura e enfiou a mão dentro da minha calcinha.
Valentina: Aqui não… e se alguém acordar?
Franco: Eles estão dormindo pesado. Deixa eu te tocar um pouco…
Ele enfiou dois dedos em mim enquanto beijava meu pescoço. Eu mordia o lábio para não gemer alto. Quando eu estava quase gozando, ouvimos um barulho dentro de casa. Corremos para dentro, rindo nervosos, com o coração na boca.
Os dias foram passando e nosso segredo só ficava mais forte. Eu me sentia mais mulher, mais viva. Franco estava cada dia mais carinhoso e protetor. Papai até comentou uma vez:
Alejandro: Vocês dois estão inseparáveis ultimamente. Isso é bom. Família unida é tudo.
Se ele soubesse o quanto éramos “unidos”…
