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Dando banho no padrasto engessado

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Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 3963 palavras
Data: 21/06/2026 02:47:39
Última revisão: 21/06/2026 08:03:12

Antes de iniciar o relato, você precisa saber: William, o novo macho da minha mãe, não vale nada, nunca valeu. Desde a primeira vez que vi dona Célia Regina de conversinha fiada com o borracheiro garanhão da esquina, eu e minhas tias conversamos com ela e contamos sobre a fama de namorador do cara, mas sabe o que ela respondeu pra gente?

- Mais fácil eu botar chifre nele primeiro. Tá pra nascer o homem que vai me enganar. – foram as palavras da minha mãe.

E assim aconteceu. Eles começaram a conversar e a sair juntos, foram pra uns pagodes lá perto de casa e não demoraram a namorar. Só que coroa é foda, eles não namoram que nem a gente que é mais novo. A galera mais velha se conhece ontem e amanhã já tá morando na mesma casa, mesmo que não chame de casamento, de esposa ou marido. Com minha mãe não foi diferente.

Em três meses conhecendo William, a coroa se envolveu legal, chamou ele pra morar com a gente e eu acabei ganhando um padrasto inesperado, apesar de não o chamar e nem o ver dessa forma. Pra mim, ele continuou sendo o dono da oficina da esquina, nada além disso, mas é claro que a rotina mudou, as dinâmicas da casa ficaram diferentes e eu tive que me acostumar com aquela nova presença masculina ocupando o espaço que antes era meu.

A partir daí, começaram os problemas. Primeiro que eu me preocupava com a minha mãe e não queria que ela quebrasse a cara com o William, porém, por outro lado, sempre achei ela muito solitária após o divórcio do meu pai, então às vezes era difícil conciliar essas duas coisas na cabeça e entender que dona Célia era livre pra viver um novo amor.

Em segundo lugar... William. Minha mãe podia namorar ou casar com o homem que ela quisesse, mas tinha que ser justamente com o borracheiro gostoso da rua? Não tenho e nunca tive modos pra conviver com um macho feito ele sob o mesmo teto, e foi extremamente difícil me acostumar com a ideia de acordar e dar de cara com aquele morenão cafuçu só de samba-canção na porta do banheiro, o piruzão marcado na roupa.

Ele devia ter 37 e era atlético, o corpo inteiraço. Peitão forte e cabeludo, antebraços rasgados de veias largas, dedos calejados de mecânico, barriguinha de beberrão, sovacudo, maludo, pezudo e parrudo, um oceano de testosterona dos pés à cabeça. Braços que enchiam as mangas das blusas, um deles tatuado. Um pouco mais alto que eu, pele morena parda, tipo amendoim queimado, cavanhaque de putão e jeito malandreado, o típico carioca suburbano que não recusa o gelo sexta-feira à noite.

Quantas vezes eu não passei em frente à oficina do William e peguei esse macho abaixado de cócoras pra montar bicicleta? Simplesmente delicioso, aquelas cenas que você para o que tá fazendo pra ver. A minha bike mesmo, ele que montou. Debruçado na ponta das botinas imundas de EPI, agachado na posição do sapo e a bagagem prepotente sobressaindo entre as pernas cabeludas, todo suado, sujo de graxa, o cheiro da virilha maltratando meu nariz de longe.

- Tá na mão, moleque. Coroa de inox, bike novinha em folha. Faça bom uso dela.

- Valeu, William. Salvou. Cê acha que tem problema andar com ela aqui? – puxei papo só pra continuar admirando a mala peso pesado no calção sujo dele.

- Só toma cuidado quando for apertar o freio da frente, essa pastilha aí é bem firme. Tem que botar uma suave, mais tarde a gente vê isso na internet.

- Beleza. Quanto tô devendo?

- Nada, Lívio, tu é meu enteado. Não vou cobrar, pô. – ele ficou de pé e o volumão cheio permaneceu armado no short, foi difícil não manjar.

- Para de graça, pode cobrar. Tô com dinheiro.

- Nada, depois a gente resolve. – William piscou o olho esquerdo e eu me controlei pra não ser seduzido.

O macho fechava o combo completo do fetiche que algumas mulheres e gays têm em mecânico: cara de safado, corpo de maridão peludo, forte de tanto carregar pneus e ostentando virilidade, nem parecia ter a idade que tinha. E quanto mais a gente foi convivendo, mais perigoso nosso contato foi se tornando, porque às vezes eu não sabia se ele fazia determinadas coisas de propósito ou se era sem querer.

Por exemplo: nos dias que minha mãe dormia no serviço e ficávamos só nós dois em casa, William chegava da oficina, deixava as roupas espalhadas na sala, se jogava no sofá folgadão e começava a beber sem nem tomar banho. Algumas pessoas achariam isso nojento e anti-higiênico, mas pra mim era a cena do banquete completo, principalmente quando ele apoiava os pés na mesinha, abria as pernas e ficava só de cueca na minha frente.

- É só minha mãe sair que você já fica largadão, né?

- Fala aí, garoto. Tu se incomoda?

- Não, claro que não. – menti.

- Nós somos homens, não achei que fosse ter problema.

- Que problema? Problema nenhum, pode até ficar pelado se quiser.

- Opa! Só se for agora. – o filho da mãe pôs os dedos nas bordas da cueca, ameaçou puxá-la pra baixo e caiu na risada, atento à minha cara de apreensão.

William me testou e eu nem me dei conta, caí feito bobo. Ele mudou o canal da TV com o controle, apoiou o antebraço sobre o joelho dobrado e eu me deliciei com o contorno do sacão na boxer e a visão dos sovacões bombados de pelos. O cheiro de ferrugem exalou, o macho deu aquela coçada escrota nas bolas e me olhou com cara de pidão.

- Arranja outro latão lá pro teu padrasto. Tô morgado, trabalhei pra caralho hoje.

- Pego. – fui, voltei e ele adorou.

- Porra, fortaleceu. Valeu, Lívio. Só tu pra me cuidar, não fosse tu...

- Conta comigo. – dei um tapa no joelho dele e continuei com a mão apoiada, daí o sacana me olhou e mandou aquela piscadela de olho que tanto me seduzia.

O mais difícil ali foi eu fingir que não tava vendo a pele morena do saco quase vazando pela saída da virilha da cueca, ainda mais quando ele coçou e puxou o pano várias vezes seguidas. Formou aquela mancha de umidade proveniente do mijo, as puxadas fizeram a boxer descer na parte da frente e a pentelhada farta do macho da minha mãe foi outra visão que embaralhou minha mente, me entorpeceu ali na sala.

Cansei de cheirar as roupas imundas que o William tirava quando voltava da borracharia. Eu farejava os pentelhos e o cheiro do mijão como se dependesse disso pra viver, até do cecê de ferrugem eu gostava. Botava as meias chulezentas dele no pau, batia punheta e gozava dentro delas, só pra imaginar o safado vestindo e passando horas com a minha porra nos pés enquanto trabalhava. Doideira, né? Culpa do tesão.

Mas apesar das tensões sexuais constantes, das manjadas, dos momentos de intimidade e das piscadas de olho, nunca tive coragem suficiente pra tentar uma abordagem mais direta, tanto por respeito a ele, quanto por não querer trair minha mãe. Até onde eu sei, William não traía ela e se mostrava um homem de caráter, então não poderia ser eu o causador do problema, entendeu?

Tudo mudou perto do fim do ano, quando meu padrasto se acidentou no elevador automotivo da oficina, fraturou as mãos e precisou engessar até os cotovelos. Ele passou quase três meses afastado do trabalho, o primeiro mês foi com as mãos completamente imobilizadas e precisando de ajuda até pra comer, a partir daí ficamos mais próximos do que deveríamos e a intimidade inevitavelmente cresceu.

- Vem cá, como ele vai tomar banho quando você estiver fora, mãe? – foi a única pergunta que eu fiz pra coroa.

- Meu filho, vocês são homens. Ajuda ele aí, vocês têm que saber se virar quando eu tô fora. Dependem de mim pra tudo nessa casa? – ela pegou a bolsa e saiu pra trabalhar.

Pronto, tava instalado o maior problema de todos.

- Relaxa, moleque. – ele viu minha cara de tenso e me tranquilizou. – Não vou encher teu saco, só quero descansar.

- Tudo bem, você não enche meu saco. Se precisar de qualquer coisa, fala. Tem que ter vergonha não.

- Pô... – William abaixou o rosto e hesitou. – Se liga, tô meio apertado. Tu pode só abrir meu zíper lá no banheiro e deixar o resto comigo?

- B-Bora. – cheguei a gaguejar de tensão.

Fomos pro banheiro, o borracheiro parou em frente ao vaso sanitário, me olhou e segurou o riso.

- Posso?

- Vai lá. – ele deu autorização e eu comecei descendo o zíper.

Só que não quis descer e eu tava envergonhado de usar as duas mãos, com medo de acabar tocando no malote acidentalmente. William, então, levantou o antebraço no meu ombro, me olhou sério e falou com bastante convicção.

- Olha, garotão, eu pedi pra me botar pra mijar. Tu também tem pau. Pode encostar, com a gente não tem terror.

- É que sei lá, dá um negócio estranho.

- Tem nada de estranho não. Mete a mão nessa porra e saca logo pra fora, senão vou mijar nas calça. Heheheh.

- Tá, deixa comigo. – fiz conforme ele mandou, pus a outra mão no zíper e finalmente consegui abrir.

Abaixei a bermuda pelas laterais, a cueca volumosa pulou sozinha pra fora e eu precisei respirar fundo antes de ver meu padrasto nu pela primeira vez. E aí, o grande choque: como é que você finge naturalidade e normalidade ao descer a cueca do macho e ficar cara a cara com a maior piroca que cê já viu na vida? Peludona, sacuda, bombada da ponta ao talo. Dá pra se controlar? Eu quase babei.

- PORRA! – saiu sem querer.

- Que foi? Hehehe. – ele conteve a risada de novo, mas sabia a razão do meu susto.

- Não, nada. Deixa quieto.

- Assustou?

- Deixa essa cobra dormindo, tá? Não quero ser picado por ela. Hahahah. – levei na esportiva.

- De boa, ela tá dormindo. Só falta tu mirar ela no vaso, vai rápido.

- T-Tá, vamo lá. – segurei o prepúcio carnudo e quente, senti a textura robusta e ao mesmo tempo macia, e o peso...

O peso, meu amigo, foi de fuder. Ô rola pesada da porra, viu? Não sei se minha mãe se apaixonou pelo William por esse motivo, mas ela acertou em cheio quando botou o macho pra morar lá em casa.

Pensa num cafuçu da rola escura, dono de um pauzão uncut grosso, comprido, cabeçudo e tomado por veias, hiper pentelhudo, peludão raiz. Com bolas imensas de touro e tortão pra baixo, o caralho perfeito pra chegar na goela. Ogro à moda antiga, nunca viu depilação ou coisa do tipo.

- Vai, moleque, agora arregaça. – ele mandou.

- Arregaçar?

- É, arregaça ele. Põe a cabecinha pra fora pra eu mijar.

- Ah... – recuei o prepúcio, descasquei o bananão e o cabeçote vermelho desabrochou tal qual uma flor.

Flor de picão, só se for. De cabecinha, aquilo ali não tinha nada. Detalhe: William tinha acabado de voltar da consulta com o ortopedista, ainda não havia tomado banho e eu vi uma ou outra linha fina e branca na glande, sabe? O cheirão assaltou minha respiração, minha pica cresceu no short e o cuzinho piscou, foi poder demais na palma da mão.

- Valeu, agora pera eu mijar. – ele pediu.

Antes do jato de urina sair, escapou um filetão grosso e esbranquiçado de resto de porra e ele fingiu que não percebeu, mas pra mim foi impossível não ver. Foi tipo um catarro que vazou e puxou a coluna de mijo consigo, daí começou aquele barulho da mijada despencando na água do vaso e eu me senti vendo um copo de shake ser produzido. Vitamina de macho direto da fonte, cheguei a lamber os beiços enquanto segurava a tromba do William.

- SSSSS! Aí sim, garotão... Mais um pouco e eu teria me mijado, falando sério. Heheheh. Nada como um bom mijão.

- Tá relaxando?

- Quê? Pra caralho! Fffff... – ele botou pressão no mijo, a uretra cresceu no meu dedo, o moreno gemeu de alívio e encarou o teto do banheiro.

A mandioca ficou corpulenta na minha mão, deu uma engrossada fora do normal e eu suei frio, mas ele não deu a mínima pro que tava acontecendo. Vai ver, achou normal ganhar meia bomba e por isso não se importou tanto, mas eu me importei, minha língua aguou. A caceta deve ter batido 18cm facilmente e continuava com aspecto de molenga, macia, prestes a despertar a qualquer momento. 18cm assim, imagina em horário de pico!

- Hmmm. Valeu, moleque. Agora dá aquela sacudida pra tirar o resto do mijo.

- Assim? – tentei conduzir a mangueira pra fazer o que ele mandou, mas não deu muito certo e eu me embolei todo com tanto piru em mãos.

- Assim, ó. – William demonstrou como queria e mexeu a cintura lentamente pra frente e pra trás, sendo que seu movimento fez parecer que ele tava metendo devagarinho na minha mão.

Pra você ter noção do meu nervosismo, o coração pulou no peito nessa hora, a piroca duplicou de tamanho e começou a soltar babão, mas o sem vergonha achou tudo normal, tratou como se esse contato íntimo fosse natural entre homens e fingiu que não viu a pica melecar meus dedos de baba. Achei que fosse parar por aí, mas ele foi adiante e fez o próximo pedido.

- Aproveitar que tamo aqui, vou tomar um banho. Tu tira minha roupa?

- Tiro, vamo lá. Prometi que vou ajudar.

Removi a bermuda, a cueca e a blusa, fizemos à moda antiga e eu vesti bolsas plásticas nos gessos, pra eles não molharem. Coloquei o trintão debaixo do chuveiro e ele me olhou com cara de pidão.

- Sabe que é tu que vai me ensaboar, né?

- Tô sabendo. Posso começar?

- Ainda pergunta, garotão? Cai dentro, me deixa brilhando. – pior é que ele tava gostando de ter minha atenção.

Lavei seus pés com sabonete, esfreguei bem entre os dedos e tirei a inhaca das solas grossas de borracheiro, deu pra sentir o cheiro do suor de ferrugem indo embora na água. Fui subindo, ensaboei as panturrilhas, depois as coxas peludas, e bateu nervoso quando cheguei na virilha, mas William riu e fez piada pra tentar quebrar o gelo da situação.

- Pode ficar tranquilo que ela não vai picar, Lívio. Tá dormindo, vai na fé. Hehehehe.

- Acho bom mesmo. Vou limpar, tá?

- Limpa tudão, dá banho no padrasto. Arregaça pra lavar a cabecinha, vai?

- Pode mesmo?

- Deve, pô. Quer me deixar sujo, que porra é essa?

- Tá bem. – passei o dedo na glande, arrastei a pele macia e fiz o queijo branco sair na água.

Foi eu dar a primeira alisada na cabeça e o caralho acordou de repente, as veias inflaram e o comprimento esticou inescrupulosamente. Dessa vez não deu pra disfarçar, o próprio William soltou um assobio e arregalou os olhos quando a piroca ficou monstruosa na minha mão. Ela chegou na meia bomba, deu pulsadas e ameaçou ir além, daí eu alisei de novo e a tora tiniu, chegou a dar pinotes cavalosos nos meus dedos.

- Você disse que não ia acordar... Acordou.

- Tá foda, moleque. Tem mais de uma semana que eu não como, se é que tu me entende.

- Hum, tô entendendo. Desde antes do acidente?

- Pois é. Agora então, vai ser difícil. Pode botar mais um mês de seca na conta. Ainda vou fazer fisioterapia, tô fudido.

- Caralho! Como você aguenta ficar sem gozar?

- Quem falou que eu consigo? E agora não tem punhetinha pra aliviar, nem isso dá pra fazer. Tô puto com esses gessos.

- Você queria bater punheta, é? – minha mão foi com mais fome na vara, eu puxei a pele desde o talo e vi ela cobrir a cabeçona.

- Queria mesmo... – ele olhou pra baixo, percebeu o que eu tava fazendo e não falou nada, só fechou os olhos e respirou.

Desfiz o movimento, arregacei da glande ao talo e me senti descascando uma penca enorme de verdura. Meus dedos não fechavam ao redor do caralho, ele era tão grande quanto meu pulso e precisei das duas mãos pra ensaiar a punheta, porém ainda assim ficou faltando uns centímetros de rola.

Chutaria 20cm no total, com o prepúcio delgado e macio, freio soltinho, aparência de pica experiente e portando um dos maiores pares de bolas que já vi ao vivo, culhões de touro.

Repeti o movimento de descascar a trolha, ela continuou no objetivo de crescer nos meus dedos e acho que bateu na casa dos 22, 23, por aí. Visivelmente envergada pra baixo, com uma curva excêntrica no meio e a glande tão imensa que tomava quase a palma da minha mão inteira. Tinha que ser a borracha do borracheiro.

Seu lábio superior mexeu pra um lado, o beiço inferior foi pro outro, William revirou os olhos e soltou os primeiros gemidos, conforme eu usei a mão direita pra escorregar na cabeça e apertei seus bagos com a esquerda.

No início ele ficou parado e deixou punhetar livremente, mas chegou um momento que o macho se entregou ao prazer, apoiou o antebraço engessado no meu ombro e começou a mexer a cintura devagar pra fuder minha mão, aí sim senti um fogo desgraçado no cu.

Cuspi na chapoca pra ajudar a escorregar, desligamos o chuveiro e eu me deliciei com o barulho escorregadio do NHEC, NHEC, NHEC da mão amiga babada. Toda vez que eu espanava a cabeça com movimentos circulares da palma da mão, William mordia a boca, soltava um gemido e eu passei a masturba-lo só pra ouvir mais desses grunhidos de fome.

Era isso e as bolas chacoalhando nos meus dedos, enquanto eu esticava a pele enrugada do saco e deixava ela soltinha na minha saliva, cuspida após cuspida. Com o chuveiro desligado, o calor tomou conta do banheiro, ele começou a suar e mais uma vez fui seduzido pelo cheiro forte de ferrugem, até cheguei perto da pentelhada pra inalar testosterona direto da fonte.

Quando fiz isso, William resolveu brincar comigo, mexeu a cintura pro lado e fez a piroca dar uma paulada forte na minha cara, depois ficou rindo sozinho dentro do boxe, vendo eu me recuperar do porradão que tomei. Pra me vingar, passei a língua na ponta da rola e a pele do borracheiro arrepiou, os mamilos dele intumesceram na hora.

- SSSSS! Ó a covardia, moleque. Presta atenção, sou teu padrasto.

- Covardia, é? Você vai ver a covardia. – fui além da língua, encaixei a boca no caralho e traguei centímetro por centímetro, até engolir no talo.

E foi fácil, porque, apesar de enorme, o ângulo torto pra baixo favoreceu perfeitamente o encaixe da madeira na goela.

Tão logo dei a primeira engasgada, William debruçou na ponta dos pés, jogou a cintura pra frente e terminou de enterrar a jeba na minha garganta, agoniado de não poder usar as mãos pra segurar minha cabeça. Embora imobilizado, ele apoiou o gesso na minha nuca e me forçou a eu engolir tudo, o que fiz por livre e espontânea vontade.

Sentir meus lábios fecharem na base da caceta enquanto a cabeça latejava na minha goela foi uma das sensações mais gostosas que já tive o prazer de experimentar. A pressão foi tão instigante que eu me segurei nas coxas dele, a tração delas me pegou e meu nariz mergulhou fundo na pentelhada do púbis, paguei boquete cheirando testosterona diretamente da fonte.

Às vezes eu chupava só a cabeça de propósito, porque ele ficava na fome de me botar pra engasgar, mas tava engessado e podia apenas mexer a cintura pra tentar fuder minha boca. A graça era deixar isso acontecer, mas não sempre, só pro William ficar nervoso e aumentar a velocidade das cinturadas, aflito pra arregaçar minha garganta.

- Bora, moleque, abre a boca! Fica de joguinho não, chupa essa pica! Tô precisando, mama!

- Você é meu padrasto, cara. Já pensou se der merda? – fiz psicologia reversa.

- Até parece que tu não curte piru. Quer parar de mamar? – ele ameaçou.

- Não! Vou chupar até tirar leitinho.

- Então continua, pô, me chupa. Bora, abre o bocão e deixa eu meter. Tu que vai tirar leite do meu caralho, quero ver se é bom mesmo.

Obedeci com satisfação, de joelhos no chão do boxe, olhando pra cima e vendo o cafução se apossar da minha boca. A saca cabulosa fez moradia no meu queixo, meu bafo virou a pura ferrugem do William, ele prendeu o gesso atrás da minha cabeça novamente e não quis ficar no vai e vem, só meteu e ficou cravado na minha goela.

- SSSS! Aguenta ou corre?! – ele me instigou.

Senti seu suor de ferrugem escorrer no meu rosto, analisei cada detalhe em suas expressões de prazer e deu até pra confundir com agonia. Depois de nove inchadas consecutivas na garganta e com os pelos pubianos colados no meu nariz, o macho da minha mãe disparou a primeira estilingada de gala, me asfixiou em leite e me impediu de sair.

- AAARSS! ENGOLE TUDO, NÃO COSPE. Tem que engolir.

E eu, como sempre, acatei. Tomei mingau grosso direto da fonte e vi o borracheiro amansar a fera no calor da minha boca, sem deixar eu desperdiçar uma gota sequer do precioso leite. O saco diminuiu de tamanho junto com a bazuca, eu espremi o resto do esperma na língua e fiz questão de engolir as últimas gotas, pro macho ver que comigo não sobra nada.

- Mmm... E agora, será que pode me dar banho?

- Depende. Sua cobra não vai me atacar de novo?

- Vai não, sossegou o facho. É que ela tava com fome, coitada, sem comer. Agora vai dormir, fica tranquilo. – ele deu a piscadela de olho.

- Então tá, quero ver. – liguei o chuveiro de novo, peguei o sabonete e voltei à tarefa.

Foi só eu encher a mão de sabão e pegar na rola do William pra ela crescer de novo e implorar por boca outra vez, mas ele começou a sentir um pouco de dor, a gente se controlou e eu fui buscar os remédios. Dei banho nele, preparei o almoço, botei comidinha no prato e o safado sentou no sofá pra almoçar, em seguida deu dois tapas na perna e me chamou.

- Senta aqui, senta.

- Esse negócio de sentar no colo nunca acaba bem.

- Só um pouquinho. Não vou fazer nada que tu não queira, moleque.

- Só um pouco, então. – sentei, senti o volumão do caralho se acomodar debaixo da minha bunda e o macho teve todo cuidado de apertar o gesso na minha cintura pra ajeitar minha posição na pica.

Alisou meus braços, cheirou meu pescoço, ignorou a comida no prato e quis saber da outra comida, aquela que ele não me deu no banheiro minutos atrás. Percebi isso quando senti o cavanhaque na minha nuca, recebi seu hálito quente no meu cangote e fiquei ouriçado com a piroca pulsando exatamente no meu cuzinho.

- Mmm. Melhor parar, você tem que comer.

- Tenho que comer mesmo, concordo.

- Não, tô falando da comida. Come.

- E tem comida melhor que essa? – mais pinotes do cacete nas bordinhas do meu cu e eu pisquei demais, meu short era a única coisa separando nossas peles e nossas carnes nesse momento.

- Xô botar só um pouquinho, deixa? Nunca fui homem de me contentar só com chupada, moleque.

- Não inventa, macho. Seu pau é enorme, vai me destruir. Não dou conta, não, fora que cê tá quebrado. Prefiro não arriscar.

- Faço com jeitinho. Na portinha, prometo que não vou fundo. Nem consigo ir, pô, tô engessado.

- Por isso mesmo. – levantei do colo dele e vi a vara em pé no short, babando a porra toda.

- Vai deixar teu parceiro na mão? Que vacilo, eu precisando de ajuda. Tô necessitado.

Continuação no On Now.

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