Se você está acompanhando a minha história, então sabe que eu sou uma mulher de muita sorte. Meu marido me ama, me apoia, meus filhos também. E isso é tudo o que importa. Eu sempre me defini como uma mulher livre. Uma mulher que não se esconde por trás de convenções sociais. Eu sou intensa - tão intensa que meus filhos até batem punheta na minha frente enquanto olham para meu corpo nu.
É. A cena na cozinha, de manhã. Eu falei que quando o pai deles chegasse, eu ia contar tudinho — “Amor, seus filhos estavam na cozinha batendo punheta pra mãe deles. Um escândalo!”, e eles riam enquanto gozavam. Porra, que sujeirada fizeram. Mas limparam tudinho, como bons meninos que são - eu não criei apenas dois taradinhos, mas dois homens funcionais. Depois de tomarem café da manhã, um tanto quanto silenciosos (acho que bateu aquela coisa que os homens sentem depois de gozar, uma espécie de remorso pós-gozada), os dois sumiram, cada um para um canto. Só apareceram mais tarde, na hora do almoço. Disseram que tinham sido convidados por um amigo para jogar video game na casa dele, me perguntaram e eu deixei ir - meio triste, porque gosto da casa cheia desses moleques para eu provocar. Mas nem tudo é como a gente quer.
Os meninos saíram por volta das três da tarde, empolgados para jogar videogame na casa de um amigo. Assim que a porta bateu, eu sorri sozinha. A casa finalmente estava só nossa.
Quando meu marido chegou, por volta das seis, eu já tinha tomado um banho demorado e estava completamente pelada na sala. Deitada no sofá, pernas cruzadas, vendo uma série qualquer só pra passar o tempo. Meus peitos grandes caídos de lado, buceta à mostra. Ele parou na porta da sala, ainda de camisa social, e soltou uma risadinha rouca.
— Boa tarde… que recepção é essa?
— Demorou pra chegar, amor — respondi, abrindo as pernas devagar pra ele. — Tô aqui há uma hora, já molhada só de esperar.
Ele não perdeu tempo. Tirou a camisa no caminho e foi tomar banho. Dez minutos depois voltou só de toalha na cintura. Eu já estava de joelhos no sofá, esperando.
Assim que ele sentou, puxei a toalha e segurei o pau dele, ainda meio úmido do banho. Comecei a lamber devagar da base até a cabeça, olhando nos olhos dele.
— Preciso te contar uma coisa que aconteceu hoje de manhã… — murmurei, passando a língua na glande.
— Hum? — ele gemeu baixinho, já segurando meu cabelo.
— Os meninos… ai, amor… eles perderam completamente a vergonha. Quando eu desci de camisetão, o mais velho já perguntou se eu tava sem calcinha. Eu confirmei, claro. Aí ele começou a falar do barulho que ouviu ontem à noite.
Eu enfiei o pau na boca, chupei devagar, subindo e descendo enquanto continuava a história.
— Ele disse que ouviu tudo… meus gemidos, você me chamando de puta, a cabeceira batendo na parede, o barulho molhado da buceta e da bunda sendo comida… — falei, tirando o pau da boca com um fio de saliva. — Fiquei contando pra ele como você me fodeu gostoso. Como você meteu no meu cu. Como eu gozei três vezes.
Meu marido gemeu mais alto, apertando meu cabelo.
— Porra… e ele?
— Ficou duro na hora. Pau latejando na bermuda. Eu debochei, claro. Perguntei se ele tinha batido punheta pensando na mãe sendo arrombada.
Eu voltei a chupar, agora mais fundo, fazendo barulho de propósito. Babava bastante no pau dele.
— Aí o caçula chegou e entrou na conversa também. Disse que ouviu tudo, que era um lar feliz, todo mundo comendo e deixando os outros ouvirem a alegria. Falou que estimulou os hormônios dele pra caralho.
Meu marido riu, rouco, empurrando o quadril devagar contra minha boca.
— Esses dois estão ficando iguais a você… safados demais.
Eu tirei o pau da boca e comecei a bater punheta nele enquanto falava, olhando pra cima:
— Pois é. Daí os dois sentaram na mesa e começaram a bater punheta na minha frente. Sem nem pedir licença. Olhando pra minha buceta e pra minha bunda enquanto eu preparava o café. Eu me inclinei na mesa, mostrei tudo, abri as pernas… e fiquei debochando deles. Falei que quando você chegasse ia contar que os dois estavam punhetando pra mãe na cozinha.
Ele gemeu alto, segurando minha cabeça com as duas mãos.
— E eles gozaram?
— Gozaram quase juntos. Jatos grossos na barriga deles. Eu fingi bronca, disse que ia te contar tudo… e eles gozaram ainda mais forte. Dois taradinhos viciados na mãe.
Meu marido estava louco. Empurrou o pau fundo na minha garganta, fodendo minha boca devagar.
— Você adora isso, né sua vadia? Adora deixar os nossos filhos loucos.
Eu gemi com o pau na boca, confirmando. Tirei só pra responder:
— Adoro. Fiquei molhada o dia inteiro lembrando da cena. Dois paus duros batendo pra mim no café da manhã. Meus próprios filhos gozando olhando pra minha buceta…
Ele não aguentou mais. Levantou o quadril e gozou forte na minha boca, gemendo meu nome. Engoli tudo, olhando pra ele, limpando o resto com a língua.
Quando terminei, subi no colo dele, ainda pelada, e beijei sua boca.
— Então… o que você acha que a gente faz com esses dois monstros que criamos? — perguntei, rindo.
Meu marido apertou minha bunda com as duas mãos e sorriu daquele jeito preguiçoso:
— Deixa eles. Se estão batendo punheta pra você… é porque você tá fazendo um ótimo trabalho como mãe.
Eu ri alto, me esfregando nele.
— Sou a melhor mãe do mundo, né? Livre, pelada e inspiradora.
Ele me deu um tapa na bunda e sussurrou no meu ouvido:
— Agora abre essas pernas que eu quero comer essa buceta que deixou meus filhos loucos o dia inteiro.
E eu abri. Porque em casa, a liberdade sempre vem com sobremesa.
Ainda com o pau meio duro depois de gozar na minha boca, ele me puxou pro colo e me beijou com fome. Eu me posicionei por cima dele no sofá da sala, segurei o pau e desci devagar, sentindo ele me abrir toda.
— Ahhh… porra, que saudade dessa buceta — ele gemeu, apertando minha bunda com as duas mãos.
Comecei a cavalgar devagar, depois mais rápido. Meus peitos grandes balançavam no rosto dele enquanto eu quicava gostoso. O barulho molhado da buceta subindo e descendo no pau dele enchia a sala. Eu gemia sem vergonha nenhuma, rebolando fundo, sentindo ele bater bem no fundinho.
— Isso, amor… me fode — sussurrei, acelerando. — Quero gozar de novo pensando nos nossos filhos batendo punheta pra mim hoje de manhã…
Ele riu rouco e deu um tapa forte na minha bunda:
— Sua vadia safada… vai, cavalga gostoso.
Eu estava completamente entregue, quicando com força, gemendo alto, quando ouvimos o barulho da chave na porta.
Os meninos entraram de repente.
O mais velho e o caçula pararam no meio da sala, mochilas na mão, olhos arregalados. Eu estava bem no meio do movimento: completamente pelada, sentada no pau do pai, peitos balançando, buceta engolindo ele inteiro.
Por um segundo, ninguém disse nada.
Eu olhei pra eles, ainda com o pau do meu marido dentro de mim, e sorri. Sem pânico. Sem tentar me cobrir. Meu marido também sorriu, tranquilo, apertando minha cintura pra eu não parar.
Depois de uns vinte segundos de silêncio chocado, meu marido falou, com a voz calma e rouca de quem estava sendo cavalgado:
— Se quiserem, podem assistir… mas não podem participar. Entendido?
Os meninos ficaram parados, boquiabertos. O mais velho engoliu em seco, o olhar descendo direto pro ponto onde meu corpo se encontrava com o do pai.
— Sério, pai? — murmurou ele.
— Sério — respondeu meu marido, dando um tapa na minha bunda, me incentivando a continuar. — Podem sentar. Mas só olhando. Toque não rola.
Eu ri baixinho, mordendo o lábio, e voltei a me mexer devagar em cima dele, rebolando de forma bem safada enquanto olhava pros meus filhos.
— Sentem aí, meninos — falei, voz manhosa. — Hoje o show é ao vivo. Podem bater punheta se quiserem… mas só assistindo mesmo. Mamãe e papai estão ocupados.
O caçula foi o primeiro a sentar no outro sofá, sem conseguir tirar os olhos da minha buceta engolindo o pau do pai. O mais velho sentou logo depois, ainda em choque, mas já com a mão descendo pro volume na calça.
Eu sorri, orgulhosa e molhada pra caralho, e voltei a cavalgar com mais vontade, gemendo mais alto de propósito agora que tinha plateia.
— Olha como a mamãe cavalga gostoso… — provoquei, olhando pros dois. — Isso tudo porque fiquei lembrando de vocês batendo punheta pra mim hoje de manhã…
Meu marido segurou meus peitos, chupando um mamilo enquanto eu subia e descia.
A sala estava pesada de tesão. Os meninos assistindo. Eu cavalgando. Meu marido gemendo.
E eu, no meio de tudo, só conseguia pensar que liberdade de verdade era aquela: foder na sala da própria casa, com os filhos assistindo, e todo mundo achando aquilo… perfeitamente normal.
Eu continuei cavalgando devagar, sentindo o pau do meu marido bem fundo, enquanto os meninos assistiam hipnotizados do outro sofá. Meu marido apertou minha cintura e sussurrou no meu ouvido:
— Vira de quatro. Quero que eles vejam direitinho como a mãe gosta.
Eu sorri, safada, e me levantei. Virei de costas pros meninos e me apoiei no encosto do sofá, empinando a bunda bem alto, de quatro, olhando diretamente pra eles. Meu marido se posicionou atrás de mim e meteu tudo de uma vez, forte.
— Ahhh… caralho! — gemi alto, sentindo ele me arrombar.
O mais velho estava com a mão dentro da calça, olhos arregalados.
— Puta merda… olha isso…
O caçula só conseguia respirar pela boca, completamente vermelho.
Meu marido começou a meter com força, segurando meus quadris. O barulho molhado da buceta ecoava na sala.
— Isso, amor… mete fundo — pedi, gemendo. — Mostra pros meninos como se fode a mãe deles.
— Olha pra eles enquanto eu te como — ordenou meu marido, dando um tapa forte na minha bunda.
Eu olhei pros meus filhos, mordendo o lábio:
— Tá gostando do show, filhos? Olha como o pau do pai entra e sai da buceta da mamãe…
O mais velho respondeu, voz rouca:
— Mãe… você é louca… tá molhada pra caralho.
— Tô mesmo. Fiquei assim o dia inteiro pensando em vocês batendo punheta pra mim de manhã.
Meu marido acelerou as estocadas, batendo fundo, fazendo meus peitos balançarem.
— Abre mais essa buceta pra eles verem — disse ele, puxando meu cabelo de leve.
Eu abri mais as pernas, empinando ainda mais.
— Olhem bem… olhem o pau do pai entrando inteiro. Tá vendo como a mamãe leva rola gostoso?
O caçula gemeu, já com o pau pra fora:
— Caralho, mãe… o jeito que sua bunda balança quando ele mete…
— Vocês querem ver ele comer meu cu também? — provoquei, gemendo entre as palavras.
Meu marido riu e cuspiu na minha bunda, espalhando com o pau.
— Hoje não. Hoje eu vou encher essa buceta que deixou nossos filhos loucos.
Ele meteu mais forte, rápido, batendo contra minha bunda com força. O sofá inteiro balançava.
— Ahhh… vai, amor… me fode mais forte! — gritei.
O mais velho, punhetando rápido:
— Mãe… você geme tão gostoso…
— Goza pra mim, amor — pedi, olhando pro meu marido por cima do ombro. — Goza dentro. Mostra pros meninos como enche a mãe.
Meu marido grunhiu, apertando minha cintura com força. Ele deu mais algumas estocadas profundas e gozou forte dentro de mim, gemendo alto. Senti os jatos quentes me enchendo.
Eu gozei junto, tremendo inteira, apertando o pau dele lá dentro, gemendo sem controle:
— Isso… me enche toda… ahhh, porra!
Fiquei alguns segundos tremendo, gozando forte, olhando pros meus filhos que também gozavam nas próprias mãos, assistindo tudo.
Meu marido saiu de dentro de mim devagar. Um fio grosso de porra escorreu pela minha coxa. Eu ainda de quatro, virada pra eles, sorri ofegante:
— Gostaram do espetáculo, meninos?
Os dois estavam suados, ofegantes, pau na mão, olhando pra mim completamente destruídos de tesão.
— Vocês são… muito doidos...— murmurou o mais velho, ainda recuperando o fôlego.
Eu ri, lambendo os lábios:
— Sim, nós somos. E aqui ninguém finge.
Meu marido deu um tapa leve na minha bunda e completou, rindo:
— E a sessão da tarde ainda nem acabou.
