O dia em que tudo mudou, eu minha esposa e minha sogra na balada

Um conto erótico de Contos reais
Categoria: Heterossexual
Contém 680 palavras
Data: 02/06/2026 23:55:08

Capítulo 1 - A Noite que Tudo Mudou

Felipe era um negro alto, forte, de 31 anos, com corpo definido, barba bem feita e um olhar que misturava carinho e dominância. Rafaela, sua esposa, tinha 28 anos, pele negra macia, cabelos cacheados longos, bunda grande e empinada, seios firmes e um sorriso que conseguia ser inocente e safado ao mesmo tempo. Lorena, mãe de Rafaela, tinha 52 anos e ainda carregava um corpo impressionante: pele negra retinta, quadris largos, coxas grossas, bundão carnudo e peitos pesados que chamavam atenção mesmo quando ela tentava esconder.

Lorena estava passando por um divórcio traumático. Depois de 28 anos de casamento, descobriu que o marido a traía há mais de uma década com uma mulher bem mais nova. O processo estava sendo doloroso, cheio de brigas, humilhações e solidão. Rafaela, preocupada com a mãe, teve a ideia de tirar Lorena de casa para espairecer.

— Mãe, você precisa sair dessa casa. Vamos pra balada hoje. Eu, você e o Felipe. Só pra dançar, beber e esquecer um pouco essa merda toda — insistiu Rafaela.

Lorena relutou no começo, mas acabou aceitando. Queria mesmo sentir-se viva novamente.Chegaram à balada por volta das 23h. O lugar estava quente, lotado e com luzes vermelhas pulsando. Os três beberam bastante: caipirinhas, shots de tequila e whisky. Quanto mais Lorena bebia, mais o corpo dela relaxava. Na pista, ela rebolava devagar, o vestido preto colado marcando cada curva madura. Felipe dançava atrás de Rafaela, mas seus olhos vez ou outra caíam sobre a sogra.Rafaela percebeu e, estranhamente, aquilo a excitou.Depois de quase duas horas de dança e bebida, Lorena avisou:— Vou ao banheiro, volto já.Assim que a mãe sumiu no meio da multidão, Rafaela puxou Felipe pela mão e praticamente correu com ele até o carro estacionado no fundo do estacionamento escuro.Entraram no banco de trás. Rafaela não perdeu tempo: abriu o zíper da calça do marido, puxou o pau grosso e preto pra fora e já desceu a boca nele com vontade. Um boquete babado, molhado, sem vergonha. Ela chupava fundo, babando bastante, saliva escorrendo pelo pau e pelas bolas enquanto fazia barulho obsceno de garganta.— Caralho, Rafaela… tá louca hoje — gemeu Felipe, segurando o cabelo cacheado dela.Ela tirou o pau da boca só para responder, com fio de baba ligando os lábios ao pau:— Tô com muita tesão… quero você agora.Rafaela subiu no colo do marido, puxou o shortinho jeans pro lado e desceu devagar, sentindo a rola grossa abrindo sua buceta encharcada. Começou a cavalgar gostoso, rebolando fundo, gemendo alto enquanto os peitos pulavam.Felipe segurava a bunda grande da esposa com força, metendo para cima. O carro balançava no ritmo das estocadas molhadas.Foi então que Felipe viu, pelo vidro traseiro, Lorena caminhando em direção ao carro.— Amor… sua mãe tá vindo — avisou ele, ainda metendo devagar.Rafaela, completamente bêbada e dominada pelo tesão, nem pensou em parar. Ao contrário, rebolou mais fundo e gemeu mais alto:— Continua, Felipe… não para. Tá gostoso pra caralho… deixa ela ver.Felipe hesitou por um segundo, mas o tesão falou mais alto. Segurou a cintura de Rafaela e continuou metendo, estocadas firmes enquanto Lorena se aproximava.Lorena parou a alguns metros do carro. Seus olhos se arregalaram ao ver a cena através do vidro: a filha cavalgando o pau grosso do genro com força, o rosto de prazer, os gemidos abafados ecoando no silêncio do estacionamento.Ela ficou paralisada. O choque inicial deu lugar a algo diferente. Fazia meses que não transava, que não se sentia desejada. A carência acumulada do divórcio, aliada ao álcool, fez um calor subir forte entre suas pernas. Os mamilos endureceram sob o vestido e sua buceta, que há muito tempo estava esquecida, começou a latejar.Lorena sabia que deveria virar as costas. Mas não conseguiu. Ficou ali, olhando, respirando pesado, apertando as coxas uma contra a outra.Dentro do carro, Rafaela virou o rosto, ainda empalada no pau do marido, olhou direto nos olhos da mãe e, com voz rouca de tesão, murmurou:

— Mãe…

Fim do Capítulo 1

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