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ANAL NA ÁRVORE, com vizinhos olhando e CORNO registrando, para todos beixar.

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Um conto erótico de Ksada anal
Categoria: Grupal
Contém 1610 palavras
Data: 20/06/2026 09:39:01
Assuntos: Grupal

Meus amores, vou contar tudo pra vocês exatamente como foi. Eu sou essa casada safada que vocês estão vendo na foto, empinada na árvore, tomando rola grossa no cu enquanto o sol queima minha pele e o risco de ser vista faz minha boceta pingar. Dar o cu já é bom pra caralho, mas dar o cu em cima de uma árvore, com o quintal do vizinho lotado de gente na piscina, é outra coisa. Vixe, não tem sensação melhor no mundo. Meu cu ainda lateja só de lembrar. Abaixo nos COMENTÁRIOS vou deixar links para voc~e ver e baixar os vídeos e fotos desse dia e de tudo o que faço, desde 2007 até hoje

Tudo começou na sexta-feira à tarde. Cheguei na casa de praia já com a calcinha molhada de tesão. Convidei cinco machos pra esse fim de semana: Rodrigo, o rei da rola grossa; Lucas, o mais bruto; Pedro e Thiago, dois negões com pintos pesados que eu morria de vontade; e o Márcio, que além de comer gostoso, filmava tudo com talento de profissional. Meu marido, o corno manso de sempre, já estava lá com as câmeras prontas, sorrindo igual idiota enquanto arrumava as bebidas.

Assim que desci do carro, tirei o shortinho jeans e fiquei só de biquíni. "Meus machos... vim pra ser usada o fim de semana inteiro. Quero rola na boca, na boceta e principalmente nesse cu guloso. Quem vai ser o primeiro a me arrombar?"

Rodrigo veio logo, agarrou minha cintura por trás e apertou minhas bandas com força, abrindo elas. "Porra, olha esse rabo casado... já tá piscando. Tá louca pra levar pica, né vadia?"

"Estou sim, amor. Meu cu tá pedindo grossura." Eu rebolava contra ele, sentindo o volume da sunga dele crescer. Meu marido filmava de perto, zoom no meu rabo. "Filma tudo, meu corno. Quero ver depois como esses machos me destroem."

Passamos a tarde bebendo cerveja gelada no quintal. Eu ficava de quatro no gramado, chupando um pau enquanto outro metia os dedos no meu cu. "Ai, Lucas... enfia mais dois dedos. Abre esse buraco pra rola de verdade. Quero sentir ele bem esticado."

O cheiro de protetor solar, suor e sexo já dominava o ar. Meu cu fazia barulhinhos molhados enquanto os dedos entravam e saíam. "Tá ouvindo? Ele tá molhadinho pra vocês."

Quando o sol começou a baixar, Rodrigo me pegou no colo. "Vem, puta. Vou te foder naquela árvore ali. Quero te arrombar com o vizinho do lado."

Meu coração disparou. A árvore era perfeita: galhos grossos, tronco retorcido, altura ideal pra empinar o rabo. Subi primeiro, sentindo a casca áspera roçando minha pele nua. Empinei bem, abrindo as pernas, o cu virado pro quintal do vizinho. Dava pra ouvir as risadas da família deles na piscina, crianças brincando, copos tilintando.

"Olha pra mim, Rodrigo. Tá vendo como meu cu tá piscando? Tá todo estufado de tesão." Eu fazia força, contraindo e relaxando o anelzinho, mostrando o interior rosado. O vento morno batia direto na minha boceta molhada, fazendo eu tremer.

Ele subiu atrás de mim, nu, aquela pica monstruosa balançando pesada entre as pernas. Mesmo mole era grossa pra caralho. Quando encostou na minha bunda, começou a inchar instantaneamente, pulsando quente contra minha pele. "Puta que pariu... que rola enorme. Tá crescendo na minha bunda... ai, que delícia pesada."

"Segura firme, vadia." Ele agarrou meus quadris, esfregando a cabeça grossa no meu cuzinho. O pré-gozo dele lambuzava tudo, misturando com meu mel. "Abre pra mim. Empina mais."

Eu fiz força, gemendo alto: "Enfia, Rodrigo! Rasga meu cu casado! Quero sentir cada centímetro abrindo tudo!"

Ele empurrou. A cabeça entrou devagar, esticando meu anel ao limite. Dor gostosa subiu pela espinha. "Aaaaiii caralho! Tá rasgando! Mais devagar... não, mete tudo! Arromba!"

"Que cu apertado da porra..." ele rosnou, forçando mais. Centímetro por centímetro aquela jeba grossa invadia meu intestino. Eu sentia cada veia, cada pulsação. Meu cu estufava obscenamente em volta do pau dele. O marido filmava de baixo, capturando o momento exato da penetração.

"Tá vendo, corno? Olha como meu cu tá engolindo essa rola toda!" Eu gritava, unhas cravadas no tronco. O cheiro forte de sexo subia: suor, cu, pré-gozo. Cada estocada fazia minhas bandas baterem contra a barriga dele — ploc, ploc, ploc molhado e obsceno.

Rodrigo acelerou. "Toma, puta! Toma essa pica no cu!" Ele metia fundo, as bolas batendo na minha boceta encharcada. Eu me peidava sem controle a cada estocada profunda. "Prrrt... ai porra... não consigo segurar... seu pau é grande demais!"

Em vez de nojo, ele ficava mais louco. "Peida mais, vadia! Adoro esse cheiro de cu sendo arrombado!" Ele segurou meu cabelo, puxando minha cabeça pra trás enquanto metia com força bruta.

Eu gozei pela primeira vez ali mesmo, jatos escorrendo pelas coxas. "Tô gozando no cu, caralho! Não para! Me fode mais!"

Márcio subiu com a câmera: "Abre mais as pernas, mostra pro vídeo como tá arrombada."

"Filma meu cu piscando na rola dele... olha como tá vermelho... ai, tô gozando de novo!"

Os outros machos assistiam punhetando. Lucas gritou: "Depois é minha vez, hein? Quero deixar esse cu mais largo ainda."

Rodrigo meteu mais uns minutos até explodir. Senti os jatos quentes enchendo meu intestino. "Toma minha porra, casada! Leva tudo no fundo!"

Quando ele saiu, meu cu ficou aberto, piscando, escorrendo esperma grosso. "Olha o estrago... tá destruído." Eu ri, empinando mais pra mostrar pros machos.

Não deu tempo de descansar. Lucas já subiu, metendo no cu lambuzado de porra. "Agora vai levar sem dó, puta."

O entra e sai ficou ainda mais molhado, barulhento. Porra escorrendo, meu cu fazendo barulhos de sucção. "Que delícia... cu cheio de leite e ainda tomando mais rola... sou uma vadia mesmo!"

O fim de semana virou uma maratona de putaria sem limites.

Sábado de manhã acordei com Pedro e Thiago na cama. Um metendo na boceta, o outro no cu. Dupla penetração logo cedo. "Ai meus negões... me rasguem! Quero sentir esses paus pretos me abrindo inteira!"

Eles me viraram de lado, metendo sincronizados. "Tá gostando, casada? Dois paus te arrombando ao mesmo tempo?"

"Estou amando! Mais fundo! Quero gozar sentindo os dois pulsando dentro de mim!"

Meu marido filmava do pé da cama, pauzinho duro. "Vocês são incríveis com ela..."

Eu ri entre gemidos: "Calado, corno. Só filma enquanto eu tomo rola de verdade."

No almoço, fizemos churrasco no quintal. Eu servia nua, de quatro, enquanto Márcio me comia por trás. "Passa a carne, vadia, enquanto eu passo minha pica no seu cu."

Cada vez que ele metia, eu quase derrubava o prato. "Ai... tá batendo fundo... continua comendo enquanto eu sirvo vocês."

À tarde fomos pra praia particular. Chupei os cinco em roda, de joelhos na areia quente. "Me dá todas essas rolas... quero engolir até o fundo." Babava, engasgava, lambia bolas suadas. O gosto salgado de macho no sol era viciante. Gozaram na minha cara, boca e peitos. Eu lambia tudo, mostrando a língua cheia de porra pra câmera. "Olha o leitinho dos meus machos... adoro tomar banho de esperma."

Mas o momento mais insano foi no final da tarde de sábado, de novo na árvore. O sol dourado batia perfeito. Vizinhos ainda na piscina. Eu subi, empinei o rabo bem alto, cu ainda inchado das fodas anteriores.

"Quem vai me arrombar agora?" perguntei, voz rouca.

Todos os cinco subiram. Rodrigo primeiro de novo. "Esse cu já tá meu." Ele meteu com tudo, sem dó. O ritmo era selvagem. Eu gritava sem vergonha: "Mete! Arromba! Quero que o vizinho ouça minha putaria!"

Cada estocada fazia a árvore ranger. Meu suor escorria, misturando com o deles. O cheiro era puro sexo: cu fodido, porra, suor, boceta molhada. Eu gozava sem parar, pernas tremendo.

Eles se revezavam. Um saía, outro entrava. Meu cu virava um buraco largo, escorrendo porra de vários machos. "Tá vendo, corno? Seu mulher está virando uma puta de árvore!"

"Sim amor... você tá linda sendo arrombada..." ele respondia, filmando close no meu cu destruído.

Eu falava safadezas sem parar: "Quero pica grossa rasgando meu intestino... quero sentir vontade de cagar e ainda gozar... peidar na rola de vocês... lamber depois... sou uma vagabunda completa!"

Quando o último gozou dentro, desci tremendo. Porra escorria pelas minhas pernas enquanto eu andava pro quarto. Meu marido veio lamber tudo. "Limpa meu cu, corno. Come a porra dos machos que me foderam."

Ele obedecia feliz, língua fundo no meu buraco arrombado.

No domingo repetimos tudo: foda na piscina, no sofá, na areia. Eu pedia mais, sempre mais. "Não quero parar... quero levar rola até ir embora."

No final, exausta, corpo marcado, cu inchado e satisfeito, deitei no meio deles. "Esse fim de semana foi perfeito. Vocês me fizeram a puta mais feliz do mundo. Meu cu nunca esteve tão bem usado."

Rodrigo beijou minha boca suja: "Você é viciante, casada. Esse cu guloso merece rola toda semana."

Márcio salvou horas de vídeo. "Material pra caralho. Vamos assistir juntos depois."

Eu sorri, já sentindo o cu piscar de novo só de imaginar. "Pode apostar. Próximo final de semana eu quero mais machos... ou os mesmos, metendo ainda mais forte."

E é isso, meus amores. Olhando pra foto agora, sinto tudo de novo: o tronco áspero nas mãos, o pau grosso abrindo meu cu, o vento no rosto, os gemidos, os peidos, a porra quente enchendo tudo, o risco delicioso de ser descoberta. Dar o cu na árvore é, sem dúvida, a melhor coisa que já fiz.

Se vocês estão de pau duro lendo isso... imaginem eu rebolando na rola enquanto conto. Meu cu tá piscando aqui só de lembrar. Querem mais detalhes? É só pedir.

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