Eu sou Arthur, tenho dezenove anos, 1,70 m de altura, cabelos claros e olhos castanhos.
Moro com meus pais na periferia de São Paulo, o lugar é bom para se morar, temos bons vizinhos. Um deles é o Cláudio, um homem de aproximadamente quarenta anos que mora ao lado e vive sozinho com seu cachorro, um pastor alemão chamado Rex, não é bravo, mas assusta pelo tamanho.
Certo dia Cláudio me perguntou se poderia ajudá-lo com algumas tarefas, ele estava descartando coisas velhas da casa e do quintal, eu disse que sim, que o ajudaria, afinal sempre que precisávamos de algo o Cláudio ajudava. Eu sempre notei que o Cláudio me olhava diferente, lançava algumas indiretas aparentemente inocentes, me elogiava todas as vezes que nos encontrávamos, mas seu olhar era predatório, eu sabia disso, mas nunca me importei, afinal ele me conhece desde que eu era criança.Quando entrei no seu quintal o Rex se aproximou abanando rabo, acariciei sua cabeça, mas ao me virar senti seu focinho na minha bunda, cheirando o meu cu, Cláudio ralhou com ele foi se deitar na casinha.
Começamos a trabalhar, amontoando coisas velhas, madeiras, telhas velhas e outras coisas sem valor que ocupavam espaço no quintal para depois jogar na caçamba.
Teve um momento que eu estava agachado retirando alguns cacos de telhas quando senti o peso do Rex nas minhas costas, com o tranco cai de joelhos ficando de quatro e o Rex montou em mim e eu não conseguia me desvencilhar, ele começou a tentar me comer e eu senti seu pau na direção do meu cu, quase furando a minha bermuda, eu não conseguia sair, o cachorro tinha uma força descomunal, eu gritava para ele sair, mas ele continuava tentando enterrar o pau no meu cu, até que Cláudio gritou com ele e ele saiu. Foi então que olhei para ele e vi tamanho do pau do Rex, era gigantesco e aquilo me assustou. Então o Cláudio começou a rir e disse:
- Até eu fiquei com tesão agora. Acho que ele também gosta de um cuzinho, assim como o dono dele.Eu não disse nada, apenas levantei a camiseta e vi os arranhões nas minhas costelas. Continuamos a trabalhar, mas eu não me descuidava do Rex. O mais estranho foi que eu não esquecia o pau dele no meu cu e me sentia excitado. Mais tarde o Cláudio disse para pararmos um pouco e descansar, tomar uma cerveja.
- Você está bem? Perguntou ele.
Respondi que sim, só estava com as costelas um pouco arranhadas.
Notei que o Cláudio estava me olhando diferente, seus olhos brilhavam, então ele se levantou do banquinho e notei que seu pau estava duro, formando um grande pacote. Ele percebeu que eu estava olhando para sua rola e passou a mão naquele volume como se fosse ocasional, mas eu sabia que ele estava me provocando, estava analisando minha reação. Fiquei meio desconcertado, então ele disse sorrindo:- Não é tão grande quanto o do Rex, mas é quase. Venha, vamos cuidar desses arranhados.
Naquele momento meu cuzinho começou a piscar descontrolado, realmente o volume de seu pau era grande.
O Cláudio pegou um frasco de álcool. É para desinfetar, disse ele.
- Tira a camisa.
Virei de costas e ele começou a passar o álcool gelado nas minhas costas, eu sentia o ardor do líquido e me remexia, até que notei que ele estava alisando minhas costas bem longe dos arranhões, mas eu não disse nada e deixei, senti uma ereção e meu cuzinho começou a se contrair involuntariamente. Ele alisava minhas costas lentamente, sua mão deslizava suavemente e eu sentia um arrepio percorrendo meu corpo.
Então suas duas mãos me envolveram pela cintura, me puxando para ele, senti o volume de sua rola comprimindo a minha bunda,. Ele roçou a barba no meu pescoço, me fazendo gemer, então comecei a esfregar a bunda na sua rola enquanto ele me apertava mais contra si, um beijo no pescoço me fez derreter, eu sabia que não tinha volta, eu precisava sentir aquilo, deixar aquela sensação se tornar realidade, então me deixei envolver naquele clima. Então ele disse no meu ouvido:enorme e babava. Então ele disse:
- Está vendo é quase do mesmo tamanho do pau do Rex.
Eu não sabia o que fazer, ao ver sua rola fiquei assustado, acho que era maior do que a do Rex, eu não sabia se pegava no pau dele ou ia embora, mas eu estava excitado demais.
Então segurei sua rola dura e quente, a apertei e senti meu coração bater descompassado, meu cuzinho piscava e meu pau estava muito duro. Comecei a punhetar seu pau que saltitava na minha mão que quase não o envolviacompletamente. Então com certa delicadeza ele colocou a mão no meu ombro, me fazendo ajoelha à sua frente, seu pau ficou a centímetros do meu rosto, a segurei e abocanhei, comecei a chupar sua rola, sentindo o gosto acre do líquido que dela escorria, ele acariciava meus cabelos e as vezes puxava minha cabeça, enterrando a rola quase inteira na minha boca. Depois começou a foder na minha boca, seu pau ia e voltava e de repente ele gozou enchendo minha boca de porra, eu queria me afastar um pouco porque estava me engasgando, mas ele segurava minha cabeça e eu sentia os espasmos de sua rola, agora mais grossa, eu engolia muita porra e babava pelos cantos da boca, até que ele tirou e eu pude respirar. Passei as costas da mão na boca e no meu queixo limpando a porra que escorria.
Agora o Cláudio me olhava como se fosse meu dono, ele sabia que dali em diante eu seria dele e eu também sabia porque eu gozei sem perceber.
O Cláudio por sua vez começou a me elogiar dizendo que era bonito, que tinha uma boca bonita e gostosa, boca que fez ele gozar como nunca, que sempresonhou em me ver pelado, que eu tinha uma bunda gostosa. E eu que me senti bem com os elogios dele. Então ele disse:
- Meu pau está ficando duro de novo, quero comer o seu cuzinho.
Eu disse que nunca tinha dado o cu e ele tinha o pau muito grande. Mas ele continuou insistindo, disse que só queria esfregar a rola na minha bunda, que não teria penetração se eu não quisesse.
Ele me chamou para o quarto e lá dentro eu olhei para aquele homem pelado de pau duro e senti que meu cuzinho não parava de se contrair. Então ele me segurou por trás, me apertando e eu sentia sua rola dura roçando a minha bunda e foi me empurrando devagar em direção à cama, me fazendo ficar de quatro, eu arrebitei a bunda, deixando meu cuzinho à sua mercê. Então ele segurou a rola e começou a pincelar o meu rego, eu sentia a cabeça de sua rola deslizando de baixo em cima e as vezes parava na entradinha do meu cu e dava uma empurradinha, comecei a gemer alto, ele estava brincando na minha bunda e aquilo foi me deixando cada vez mais louco de tesão. Então ele disse:dava tapas na minha bunda e eu gemia e pedia mais, ele segurava meus quadris e socava a rola com vontade, suas estocadas eram potentes e eu estava gostando daquilo, era uma sensação diferente ser dominado por um homem de verdade.Eu comecei a gozar e enquanto ejaculava meu cu apertava arola de Cláudio que logo começou a gemer, tirou a rola para fora e gozou na minha bunda, eu sentia as esguichadas e a porra quente escorrendo pela minha bunda e pelas minhas coxas. Eu estava cansado e me deixei cair de bruços, Cláudio se deitou ao meu lado, estávamos cansados arfantes e lambuzados de porra. Olhei para ele e me senti um pouco envergonhado, afinal eramos conhecidos de tempos e nunca me passou pela cabeça que um dia ele ia comer o meu cu.
Me levantei e disse que ia para casa tomar um banho, ele segurou meu braço e disse:
- Espera mais um pouco, quero foder mais esse cuzinho.
Eu não disse nada, apenas continuei ali esperando ser enrabado de novo. Meu cu ardia, mas eu queria mais. Até que vi a rola dele começar a crescer e foi ficando enorme, então a segurei, já estava muito dura, ainda melada de porra, estava lisa, escorregadia e comecei a punhetá-la. De repente ele me empurrou, me fazendo deitar de bruços, abriu minhas pernas e montou sobre mim, seu pau duro logo encontrou o meu cu que piscava sem parar e numa estocada forte sua rola entrou sem dificuldade, permanecendo enterrada no meu cu por alguns instantes antes de começar a entrar e sair num ritmo frenético, eu sentia o peso daquele macho sobre mim e gemia enquanto ele socava a rola com virilidade, enterrava aquela tora até o talo e gemia no meu ouvido, falava palavrões e socava num vai e vem ritmado e firme que me fez gozar. Ele continuava metendo com fúria e me pedia para gemer, enquanto enfiava a língua no meu ouvido, então senti que ele enterrou a rola, empurrando-a o máximo que podia no cu, ficou mais grossa e começou a despejar uma grande quantidade de porra dentro de mim, Cláudio gemia e me apertava, seu braço estava por baixo do meu pescoço quase me enforcando. Seu pau, como uma bomba estufava e se contraia, parecia que ia explodir nas minhas entranhas e ele empurrava tudo e eu tinha a impressão que ele queria enterrar até as bolas.Quando enfim senti seu corpo se relaxar e ele soltou todo peso sobre mim, fungando cansado, ficou sobre mim por um logo tempo, nossos corpos estavam colados pelo suor. Então Cláudio foi tirando a rola devagar já bastante amolecida e do meu cu começou a escorrer uma enorme quantidade de porra, passei a ponta do lençol no meu cu que ardia demais, me vesti e fui embora. Naquela noite eu não consegui dormit de tanta dor, mas ao me lembrar de tudo meu pau endurecia. Foi bom.
No dia seguinte Cláudio me encontrou na padaria e disse que tinha contratado um rapaz para terminar o serviço.
Nos dias seguintes não nos vimos, até que resolvi bater à sua porta, Cláudio demorou um pouco para atender, então saiu envolto numa toalha, estava tomando banho. Quando entramos eu não esperei ele falar nada, comecei a tirar a roupa, ele tirou a toalha e seu pau estavacompletamente duro, então me chamou para o quarto, onde me fodeu de todas as maneiras, de quatro, de lado, de frango assado…
Saí de lá com o cu ardendo e disse que voltaria ao anoitecer se ele quisesse, ele disse que ia me esperar. E assim seguimos, ele me fodia sempre, quando ele queria me chamava e quando eu queria o chamava.
Hoje continuamos assim, entre metidas continuamos amigos e mantemos o segredo, até quando… Não sei.
Por: JCastelhano