Negão arrombou meu cuzinho ( parte 3)

Um conto erótico de Larissa
Categoria: Heterossexual
Contém 1143 palavras
Data: 02/06/2026 19:03:15

Depois daquela noite com Paulo, Marcelo e Rafael, eu não conseguia mais ser a mesma Larissa de antes. Meu corpo inteiro parecia marcado. Durante os dias seguintes, eu sentia um latejar constante no cu e na buceta, uma dorzinha gostosa que me lembrava como fui completamente aberta e usada por aqueles três paus enormes. Às vezes, só de andar pela casa, eu sentia um fio de lubrificação escorrendo só de lembrar dos gemidos, do cheiro forte de macho, da sensação de estar empalada nos dois buracos ao mesmo tempo, enquanto o terceiro fodia minha garganta.

A porra deles secou no meu cabelo e no meu corpo, mas o cheiro parecia ter ficado impregnado na minha pele. Eu tomava banho e ainda sentia aquele aroma almiscarado. Dormia pensando naquilo. Acordava molhada. Meu marido Roberto continuava o mesmo de sempre: chegava cansado, jantava, via TV e, quando tinha vontade, me fodia por uns cinco minutos no papai-mamãe, gozava e virava pro lado. Eu ficava lá, olhando pro teto, com a buceta latejando de frustração.

Durante aquela semana inteira, eu me tornei uma vadia obcecada. Roberto saía pro trabalho e eu já corria pro quarto. Deitava na nossa cama de casal, abria as pernas e me masturbava pensando naqueles três negões. Enfiava dois dedos na buceta e um no cu, imaginando que era o pau grosso do Marcelo me arrombando. Gozava gemendo baixinho o nome deles. Uma vez eu gozei tão forte que precisei morder o travesseiro pra não gritar.

Na sexta-feira à tarde, eu já estava decidida. Peguei o celular várias vezes pra ligar pro Paulo. Queria implorar pra ele me usar de novo, nem que fosse só ele. Queria sentir aquele pau veioso me destruindo mais uma vez. Estava digitando a mensagem quando algo inusitado aconteceu.

Eu estava na janela da sala, olhando pra rua, quando vi. Duas casas depois da minha, tinha uma casa que vivia pra alugar. Um negão alto, forte, pele bem escura, estava pintando a fachada. Sem camisa, só de bermudão jeans surrado, o corpo brilhando de suor sob o sol da tarde. Os músculos das costas e dos braços se mexiam enquanto ele passava o rolo na parede. Era grande, imponente. Meu coração acelerou e minha buceta contraiu imediatamente.

Fiquei uns dez minutos só olhando, sentindo o tesão subir. Ele era diferente dos outros — mais bruto, mais “obra”. As mãos grandes, os ombros largos, a barriga com aqueles gomos de quem trabalha pesado. Eu já estava molhada só de imaginar.

Não pensei duas vezes. Tomei uma decisão impulsiva. Troquei de roupa rapidinho: vesti um vestidinho leve de alcinha, sem sutiã, sem calcinha. O tecido era fino, quase transparente quando batia a luz. Desci o cabelo, passei um batom vermelho e saí “passeando” com o pretexto de levar o lixo.

Parei em frente à casa. Ele me viu e parou de pintar, limpando o suor da testa com o braço.

— Boa tarde — eu disse, com a voz mais doce e manhosa possível. — Tá pintando a casa toda sozinho?

Ele sorriu, olhando meu corpo de cima a baixo sem disfarçar. Seus olhos pararam nos meus mamilos marcando o vestido.

— É, sozinho mesmo. O dono tá com pressa pra alugar. Você é da vizinhança?

— Sou sim… moro ali — apontei pra minha casa. — Tá calor hoje, né? Você deve tá morrendo de sede. Quer uma água gelada? Posso trazer.

Ele hesitou por um segundo, mas sorriu malicioso.

— Pode ser. Tô morrendo de calor mesmo.

Voltei em dois minutos com um copo grande de água gelada. Entreguei pra ele e fiquei conversando, rindo das piadas bobas que ele fazia, rebolando discretamente. Percebi que ele olhava bastante pra minha bunda e pros meus peitos. Quando ele terminou de beber, eu soltei:

— Sabe… você tem um corpo bem forte. Deve trabalhar bastante. Eu adoro homem que trabalha com as mãos… — falei isso passando o dedo no braço dele, sentindo o suor quente.

Ele ergueu a sobrancelha, surpreso, mas claramente interessado.

— Cuidado, hein moça… casada, né? Tá olhando pro preto aqui de um jeito perigoso.

Eu mordi o lábio e cheguei mais perto, quase sussurrando:

— E se eu gostar de perigoso? Tô sozinha em casa agora… e tô louca pra sentir um homem de verdade. Um negão forte como você.

Ele olhou pra rua dos dois lados. Não tinha ninguém. Segurou meu braço com firmeza e me puxou pra dentro da casa vazia, ainda cheirando a tinta fresca.

— Tu é safada hein, caralho… — murmurou, já apertando minha bunda por baixo do vestido. — Tá sem calcinha, vadia?

— Tô… — respondi gemendo baixinho quando senti os dedos grossos dele roçando minha buceta molhada. — Tô encharcada desde que te vi pintando.

Ele não perdeu tempo. Me virou de costas contra a parede recém-pintada e levantou meu vestido. Ouvi o zíper dele descendo. Senti um pau pesado e grosso batendo na minha bunda.

— Caralho… que bundinha branca gostosa — grunhiu ele, esfregando a cabeça grossa entre meus lábios. — Tu quer rola de negão, né?

— Quero… me fode. Me usa aqui mesmo — implorei, empinando a bunda.

Ele cuspiu na mão, passou no pau e enfiou de uma vez na minha buceta. Soltei um gemido alto. Era grosso, quente, latejando. Ele começou a meter forte, segurando minha cintura com as mãos grandes sujas de tinta.

— Porra… que bucetinha apertada… tá me engolindo todo, sua casadinha safada.

O som molhado dos tapas da barriga dele na minha bunda ecoava na casa vazia. Ele metia fundo, com força bruta, diferente dos outros. Mais cru. Eu gemia alto, sem me importar se alguém ouvisse.

Ele me virou, me levantou no colo (como se eu não pesasse nada) e me fodeu contra a parede. Minhas pernas tremiam em volta da cintura dele. Eu sentia o cheiro de suor, tinta e macho dominando tudo.

— Me fode mais forte… me arromba — pedia entre gemidos.

Ele me colocou de quatro no chão frio, ainda sujo de poeira de obra, e dessa vez começou a colocar aquele pau enorme no meu cuzinho, demorou um pouco pra acostumar mas logo voltou a meter com tudo. Segurava meu cabelo como rédea. Eu gozei duas vezes, tremendo inteira, gozando na rola dele.

No final, ele puxou o pau e mandou:

— Abre a boca, puta.

Gozei quente, grossa e abundante na minha língua e no meu rosto. Engoli boa parte, sentindo o gosto forte de homem trabalhando o dia todo.

Ele ficou ofegante, olhando pra mim ajoelhada, melada de porra e tinta.

— Caralho… tu é louca mesmo. Qualquer dia eu te fodo de novo.

Eu sorri, limpando o canto da boca:

— Pode vir quando quiser. Meu marido nunca vai saber. Minha buceta e meu cu sempre precisa de rola preta. Ele riu...

Saí da casa com as pernas bambas, o vestido amarrotado e um sorriso safado no rosto. Sabia que aquilo era só o começo de mais uma fase da minha nova vida de puta da negada.

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