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Dia dos namorados com o calouro da PUC - Parte 2 (Rolou anal)

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Um conto erótico de Rainha da Orla
Categoria: Heterossexual
Contém 2496 palavras
Data: 16/06/2026 19:55:49

Gente, desculpa a demora pela parte 2. Como eu falei, a vida anda corrida por aqui, mas enfim.

Assim que entramos no meu quarto, a luz que vinha da janela iluminava o colchão de casal. O calouro me puxou pela cintura, fechando a porta com o pé, e me jogou na cama sem muita cerimônia. Dessa vez, com o vinho na cabeça, o ritmo mudou. O desespero da primeira foda tinha dado lugar a um tesão mais arrastado, daqueles que a gente saboreia cada centímetro de pele.

Ele subiu por cima de mim, tirando a camisa dele e jogando no chão, enquanto eu desfazia o nó do meu roupão pela segunda vez naquela noite. As mãos dele, agora mais ousadas pela intimidade que a gente já tinha criado, começaram a apertar o meu corpo com força, subindo pela minha cintura até preencher os dedos no meu cabelo, puxando a minha cabeça para trás.

O beijo veio pesado, com o gosto marcante do vinho tinto misturado ao calor das nossas respirações. Ele desceu os lábios pelo meu pescoço, mordendo de leve a pele perto da clavícula, arrancando de mim um gemido abafado que ecoou pelo quarto silencioso.

Enquanto ele espalhava beijos molhados pelo meu peito, eu tateei a mesinha de cabeceira as cegas, buscando o próximo pacotinho de camisinha. Eu sentia o volume dele firme e quente pressionando contra a minha coxa, implorando pelo segundo round. O sangue estava fervendo, o corpo estava entregue, e a noite na minha cama estava só começando.

Nós não perdemos tempo com as roupas que tinham restado. No calor daquele quarto, o que restava da minha lingerie e a calça dele foram parar no chão num piscar de olhos. Ficamos ali, completamente nus, pele com pele na penumbra. Com a agilidade de quem já conhecia o caminho, ele pegou o pacotinho, rasgou com os dentes e encapou o pau com a camisinha, sem desviar os olhos de mim por um segundo sequer.

Assim que ele terminou, deitou por cima do meu corpo. Eu abri as pernas, envolvendo a cintura dele, e guiei a cabeça daquela pica firme direto para a minha entrada, que já estava completamente molhada e implorando por ele.

Ele empurrou o quadril e entrou de uma vez só, de frente, me olhando bem nos olhos.

“Caralho…” Ele soltou um gemido abafado, colando o peito dele contra o meu enquanto se afundava por inteiro.

O encaixe de frente era outra coisa. Tinha aquele calor do contato visual, o som das nossas respirações batendo no rosto um do outro e os nossos peitos colados, subindo e descendo no mesmo ritmo. Ele começou a ditar o ritmo com estocadas longas e profundas, subindo devagar e descendo com o peso do corpo, fazendo o colchão ranger de leve.

Com o vinho fazendo o sangue ferver, cada movimento parecia mais intenso, mais elétrico. Eu cravei as minhas unhas nas costas dele, arranhando a pele firme do novinho enquanto jogava o meu quadril para cima a cada investida, tentando buscar ele ainda mais fundo. Os nossos lábios se procuravam no meio dos gemidos, trocando beijos molhados, profundos e cheios de luxúria.

“Gostoso... me fode, vai...” Eu sussurrava entre um beijo e outro, completamente entregue àquela pegada firme.

Ele acelerou o passo, segurando as minhas duas mãos e prendendo-as em cima do travesseiro, me dominando por completo de frente. O som dos nossos corpos se chocando ritmadamente preenchia o quarto, ditando o tom de um segundo round que prometia ser ainda mais inesquecível que o primeiro.

Quando ele reclinou o tronco para trás, a dinâmica mudou completamente. Ele esticou os braços, jogando o peso do corpo um pouco recuado, e segurou firme nas minhas coxas, abrindo as minhas pernas ainda mais. Com as minhas pernas bem elevadas e apoiadas nos braços fortes dele, o ângulo de penetração ficou absurdo. Cada estocada entrava de um jeito que parecia raspar em tudo lá dentro, alcançando lugares que me faziam perder totalmente o rumo.

“Puta que pariu, novinho... assim você me quebra...” O xingamento saiu em um fio de voz, seguido por um gemido agudo que eu nem consegui controlar.

Com aquela pegada firme e o controle total do meu quadril nas mãos dele, o calouro acelerou o ritmo de vez. Não eram mais movimentos lentos e arrastados pelo vinho. Agora eram estocadas brutas, rápidas e profundas. O som do impacto dos corpos ecoava estalado pelo quarto, ritmado e violento.

Ver ele ali, de cima, com os músculos dos braços e do abdômen travados pelo esforço, me olhando com os olhos fixos e aquele sorrisinho de quem sabia exatamente o estrago que estava fazendo, era de enlouquecer. A cada vez que ele afundava, eu sentia a pressão da base dele batendo com força contra mim, me fazendo arquear as costas na cama e cravar os dedos nos lençóis, já que minhas mãos não alcançavam mais o corpo dele.

“Olha para mim.” Ele mandou, com a voz grossa, dando uma pancada ainda mais forte. “Olha o tamanho do tesão que você me deixa.”

Eu não conseguia nem responder. Só conseguia jogar a cabeça para trás no travesseiro, mordendo o lábio inferior para tentar não gritar e acordar o prédio inteiro com ele no comando absoluto segurando as minhas coxas, estava me levando direto para o topo do penhasco. O calor na minha intimidade estava tão intenso que parecia que eu ia derreter a qualquer segundo sob o ritmo frenético daquele calouro...

O meu corpo inteiro entrou em curto-circuito. Sob aquele ritmo frenético, com ele segurando as minhas coxas e me dando aquelas estocadas brutas e certeiras, a pressão lá dentro ficou insuportável de tão gostosa. Eu travei as pernas nos braços dele, apertei os olhos com força e desabei num orgasmo daqueles de tremer até os dedos dos pés. Soltei um gemido longo, agudo, sentindo as paredes da minha boceta morderem o pau dele com espasmos involuntários que pareciam não ter fim.

Mas o vinho que fervia no meu sangue e a abstinência acumulada criaram uma química perigosa na minha cabeça. Aquele orgasmo maravilhoso não foi o ponto final da noite, foi só uma vírgula. Uma transição.

Ainda trêmula, enquanto recuperava o fôlego e sentia o corpo dele estático em cima de mim saboreando os meus espasmos, olhei bem no fundo dos olhos do calouro. Uma onda de audácia pura e selvagem me invadiu.

“Come o meu cu?” A frase saiu da minha boca num sussurro rouco, quase sem filtro.

O novinho abriu um sorriso de canto a canto, daqueles de quem acabou de ganhar na loteria. O olhar dele acendeu na hora, e ele obviamente aceitou a proposta sem hesitar nem por um segundo.

Nem eu mesma sabia direito de onde aquele pedido tinha vindo. Sim, a coroa aqui já tinha feito sexo anal antes, não era nenhuma iniciante puritana, mas a verdade é que eu nunca fui exatamente apaixonada por isso… Talvez não ainda, acho que essa experiência pode ter mudado um pouco a minha opinião. A atmosfera daquela noite, a marra daquele garoto e o tamanho do meu tesão me fizeram querer quebrar todas as minhas próprias regras.

Eu me estiquei de lado na cama e abri a gaveta da mesinha de cabeceira mais uma vez, tateando até encontrar o tubo de lubrificante à base de água.

O clima no quarto mudou de figura instantaneamente. O ar ficou ainda mais denso, pesado de expectativa. Entreguei o lubrificante na mão dele, sentindo os meus batimentos cardíacos acelerarem numa mistura deliciosa de nervosismo e pura luxúria...

Deitei de bruços, espalmando as mãos no colchão e esticando o corpo ao longo do lençol. O quarto parecia mais silencioso agora, quebrado apenas pelo som da nossa respiração pesada e pelo estalo sutil do lubrificante que ele espalhava com os dedos. Sentir o toque gelado do gel na minha pele contrastando com o calor do quarto me fez dar um leve arrepio, travando a musculatura por um segundo antes de me forçar a relaxar.

“Relaxa, que eu vou bem devagar.” O calouro sussurrou, a voz bem mais grave e rente à minha nuca, enquanto eu sentia o peso do corpo dele se posicionar logo atrás de mim.

"Espera. Tira isso." Eu disse interrompendo o movimento dele por um segundo. Ele parou na hora, prendendo o ar. Eu virei um pouco o rosto no travesseiro, olhei para trás e, num impulso de pura entrega e loucura por causa do vinho, mudei as regras do jogo: "Sem camisinha. Eu deixo."

Ele não pensou duas vezes. Num movimento rápido, tirou o látex e jogou de lado. Voltou a se posicionar atrás de mim, e dessa vez foi a pele quente dele, pura e lubrificada, que tocou a minha entrada.

Apoiei o rosto no travesseiro, fechando os olhos para me concentrar na sensação. Ele não teve pressa. Com muita calma, pressionou de leve, esperando que o meu corpo se acostumasse com aquela presença.

Soltei o ar devagar pela boca à medida que ele começou a empurrar o quadril. A penetração foi milimetricamente lenta. Sentir o anel do ânus se expandindo devagar, foi uma sensação absurdamente intensa. Eu dei um gemido abafado contra o lençol, apertando o tecido com as duas mãos conforme sentia ele entrar mais um pouco. O calouro mantinha uma das mãos firme na minha cintura, ancorando o movimento enquanto avançava.

Eu soltei um suspiro longo, enterrando o rosto no travesseiro. A sensação era completamente diferente. Sem a barreira da camisinha, o calor do membro dele parecia queimar direto na minha pele, um contato absurdamente íntimo.

Com o pau dele totalmente enterrado em mim, pele com pele, ele parou por alguns segundos. Ficou ali estático, apenas pressionando o quadril contra a minha bunda, dando o tempo necessário para que o meu corpo assimilasse aquele preenchimento tão intenso e a musculatura relaxasse de vez. Eu respirava fundo, de boca aberta contra o travesseiro, sentindo a pulsação dele direto na minha carne.

Quando ele percebeu que eu já tinha me acostumado com o tamanho e com a pressão, o calouro começou a se mover.

No início, eram movimentos curtinhos, quase um roçar, recuando apenas um terço e voltando a empurrar devagar. A cada investida sutil, o lubrificante cumpria o seu papel, e a sensação de queimação inicial foi se transformando em um calor absurdamente gostoso, um prazer diferente que começou a irradiar por toda a minha cintura.

"Tá gostoso assim?" Ele disse segurando a minha cintura com as duas mãos.

"Tá... vai, novinho... continua comendo meu cuzinho..." Murmurei, a voz abafada pelo travesseiro, já entregue ao ritmo.

Sentindo o meu aval, ele foi acelerando aos poucos. As estocadas foram ficando mais longas, mais firmes e ritmadas. Ele puxava o quadril quase todo para fora e entrava de uma vez, fazendo um som úmido e estalado a cada impacto contra as minhas nádegas. A falta da camisinha tornava tudo tão visceral que eu conseguia sentir a textura exata da pele dele se esfregando lá dentro, um encaixe perfeito que me fazia soltar gemidos curtos e sôfregos a cada empurrão mais ousado. Ele estava sendo cirúrgico, firme o suficiente para me dar prazer, mas paciente o bastante para não quebrar o encanto daquele momento.

Sentindo que eu estava totalmente no ritmo, o novinho perdeu a timidez e passou a foder com vontade. Estocadas brutas, profundas e ritmadas. O impacto do corpo dele batendo com força contra a minha bunda gerava um som úmido e estalado que preenchia todo o quarto, ecoando na penumbra.

"Caralho... você é perfeita, olha como entra tudo..." Ele arfou alto, com a respiração completamente descontrolada, enquanto mantinha o ritmo frenético.

Eu já não conseguia formular nenhuma frase coerente. Minha cabeça balançava contra o travesseiro e os meus gemidos saíam altos, roucos, sem nenhum tipo de filtro ou pudor. Eu estava completamente dopada pelo tesão, pelo vinho e pela audácia daquela entrega. Sentir um novinho com toda aquela energia me pegando daquele jeito, quebrando as minhas próprias barreiras, era o ápice de tudo o que eu tinha desejado naquelas semanas de seca.

"Vai, goza dentro! Goza tudo no meu cu!" implorei alto, com a voz completamente desesperada. "Joga tudo em mim, por favor!"

Ouvir aquele meu clamor desesperado foi o estopim para o garoto. O calouro soltou um rosnado alto, vindo do fundo do peito, e cravou as mãos com tanta força que os dedos quase afundaram na minha pele. Ele deu três estocadas seguidas, violentas, afundando o pau como se quisesse rasgar tudo por dentro, e na última, ele se prensou com todo o peso do corpo contra a minha bunda, travando o quadril.

O corpo dele inteiro estancou, tremendo dos pés à cabeça. Deu para sentir perfeitamente o pau dele pulsar de um jeito absurdo lá no fundo. Ele jorrou com toda a força da juventude, despejando uma onda de sêmen quente que inundou o meu interior, criando uma sensação de preenchimento e calor que me fez dar um grito abafado no travesseiro. Nós ficamos ali, colados, os corações batendo no mesmo ritmo acelerado, enquanto ele desabava com o rosto na minha nuca, completamente exausto e entregue, deixando claro que aquela noite tinha entrado para a história.

Depois que a respiração de nós dois finalmente voltou ao normal e aquele calor intenso começou a assentar, o calouro se afastou devagar, soltando um suspiro longo de quem tinha deixado até a alma naquela cama. Eu fiquei ali deitada por mais um minutinho, saboreando a dormência gostosa e o relaxamento profundo que tomaram conta de cada músculo do meu corpo. A corretora estava oficialmente com a alma lavada.

Com calma, me apoiei no colchão e me levantei. Minhas pernas estavam até meio bambas, um sinal claro de que o novinho tinha entregado tudo o que prometeu e mais um pouco.

Caminhei até o banheiro da suíte na penumbra. Liguei o chuveiro e deixei a água morna escorrer pelo meu corpo, tirando o suor, o excesso de lubrificante e fazendo aquela higiene caprichada no chuveirinho. A sensação da água batendo na pele depois de uma foda daquelas é um dos maiores prazeres da vida, parecia que cada gota levava embora o estresse das últimas semanas.

Me sequei rapidamente na toalha, passei um hidratante cheiroso e não fiz questão de colocar roupa nenhuma. Afinal, estávamos em clima de total intimidade.

Voltei para o quarto com o corpo fresco e relaxado. O calouro continuava ali, de barriga para cima, com o lençol cobrindo apenas a metade das pernas e os braços atrás da cabeça, me olhando voltar com um sorriso de pura admiração.

Subi na cama sem pressa, deslizei para debaixo do lençol e me deitei bem coladinha nele. Apoiei a minha cabeça no peitoral firme do garoto, sentindo os batimentos cardíacos dele já calmos, enquanto ele passava o braço pelos meus ombros, me puxando para mais perto e começando a fazer um carinho gostoso no meu cabelo. Naquele momento, com o quarto silencioso e o corpo perfeitamente saciado, a gente não precisava de mais nenhuma palavra.

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