Fui Trabalhar Com Meu Sogro e Virei Puta Dele E Dos Seus Clientes Pt2

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3378 palavras
Data: 02/06/2026 13:40:52

Após aquela conversa estranha com Manoel, tentei seguir a rotina normalmente durante o horário de trabalho. Atendia as mesas, servia as cervejas geladas e limpava o balcão, mas minha cabeça não parava quieta. Eu observava cada movimento de Manoel e Kaique. Os cochichos, os olhares que trocavam, a forma como saíam juntos todas as noites por volta das 21h... Tudo aquilo me deixava cada vez mais inquieta.

Numa noite de sexta-feira, o bar estava mais movimentado que o normal. Eu estava atrás do balcão quando a porta se abriu e Fábio entrou. Fiquei surpresa — ele quase nunca aparecia no bar, ainda mais sem avisar.

Manoel, que estava atendendo alguns bêbados no fundo do salão, percebeu a chegada do filho. Ele entregou as bebidas rapidamente e veio em direção a Fábio com passos firmes. Sem dizer nada, Manoel o puxou para um abraço forte, daqueles de urso. Fábio ficou meio sem graça, rígido, mas retribuiu o abraço de forma tímida e rápida.

— Senta aí, filho — disse Manoel com a voz grave, apontando para uma mesa mais reservada.

Ele mesmo foi até a geladeira, pegou uma Brahma bem gelada, abriu e trouxe junto com um prato de petiscos mineiros: torresmo crocante e linguiça acebolada.

Fábio sentou, ainda um pouco desconfortável. Depois de alguns minutos de conversa superficial, ele olhou para o pai e disse em voz baixa:

— Pai, como eles dois estão se saindo aqui? — perguntou, apontando discretamente para mim e para Kaique.

Manoel respondeu com um aceno de cabeça, dizendo que estava tudo bem. Foi então que Fábio virou o rosto na minha direção. Seus olhos pretos encontraram os meus e ele falou, sério:

— Aline, cuidado com ele — disse, apontando discretamente com a cabeça para Manoel. — Meu pai é bem rígido. Não deixa ele passar dos limites.

Senti um frio na espinha. Fábio não sabia o que eu tinha visto naquele dia no quarto, nem o quanto aqueles olhares de Manoel tinham mudado desde então. Apenas acenei com a cabeça, forçando um sorriso.

Manoel, que ouviu o comentário, apenas deu um meio sorriso sarcástico e continuou bebendo sua cerveja, sem dizer uma palavra. O ar entre os três ficou pesado.

Foi então que, no meio da conversa entre Fábio e Manoel, uma viatura da polícia parou bem em frente ao bar. As luzes azuis piscando iluminaram a fachada por um instante. Todos os clientes ficaram mais quietos. Eu observava tudo com atenção, fingindo que organizava as garrafas no balcão.

Manoel se levantou imediatamente, com aquela postura firme de ex-policial, e foi em direção aos policiais. Conversou brevemente com eles do lado de fora. Percebi quando um dos PMs entregou um envelope pardo para ele. Manoel guardou o envelope no bolso da calça com rapidez, quase sem disfarçar, e deu um tapa no ombro do policial antes de voltar para dentro.

Assim que entrou, ele chamou Kaique discretamente e entregou o envelope para o nosso filho. Kaique subiu rápido para o segundo andar, onde Manoel morava.

Minutos depois, falei alto o suficiente para ser ouvida:

— Seu Manoel, vou ao banheiro.

Ele apenas acenou com a cabeça, sem prestar muita atenção. Eu usava o banheiro da casa dele porque era mais limpo e ele havia me liberado para isso. Subi as escadas em silêncio, alguns segundos atrás de Kaique.

Quando cheguei no corredor, ouvi a voz dele baixa, gravando um áudio:

— Hoje nós temos 10 mil reais. O Mané quer vocês todos por lá na mesma hora. Cheguem discretos.

Senti um arrepio. Fiquei parada ali por alguns segundos, com o coração acelerado, extremamente curiosa e preocupada ao mesmo tempo. O que meu filho e meu sogro estavam aprontando?

Voltei para o balcão tentando agir normalmente. Foi então que a porta do bar se abriu novamente. A mesma garota de programa que eu tinha visto chupando Manoel no quarto entrou. Morena, corpo jovem e cheio, vestida de forma provocante com um short jeans curto e uma blusa decotada. Ela foi direto em direção a Manoel, com um sorriso cúmplice, e parou bem perto dele, quase colando o corpo no dele enquanto falava algo baixinho em seu ouvido.

Manoel sorriu de lado, colocou a mão na cintura dela por um segundo e respondeu algo que não consegui ouvir. Fábio, ainda sentado na mesa, franziu a testa ao ver a cena, mas não disse nada.

Eu fiquei atrás do balcão, com a mente fervendo. A imagem daquele pau enorme preto, a conversa do áudio, o envelope da polícia, o dinheiro... tudo estava se misturando na minha cabeça.

Após aquela conversa estranha com Manoel, eu e Fábio ficamos mais um tempo no bar. O clima estava estranho, carregado. A garota de programa ainda estava por ali, conversando baixinho com Manoel.

De repente, Manoel se aproximou de nós e disse com naturalidade:

— Deixa o Kaique dormir aqui hoje. Amanhã cedo eu e ele vamos dar uma corridinha e depois ele me ajuda com a compra de mercadorias pro bar.

Eu sabia que aquilo era mentira. Tinha ouvido o áudio de Kaique falando dos “10 mil reais” e do encontro que o Mané queria. Meu coração apertou, mas fiquei quieta.

Fábio franziu a testa e apontou para a moça que estava com Manoel:

— E essa moça que subiu com você? Ela é uma garota de programa, né? Se ela ficar aqui, o Kaique vai embora.

Manoel olhou firme para o filho, com aquele olhar frio e autoritário:

— Ela eu ajudo. Ela vem aqui, come, bebe e às vezes toma um banho. Você tá viajando, cara.

Fábio balançou a cabeça, visivelmente incomodado:

— Eu não sei se devo acreditar nisso… mas ele já é maior de idade.

Kaique, que estava escutando tudo, interrompeu:

— Pai, tá tudo bem. Relaxa.

Fábio respirou fundo e respondeu:

— Ele é meu pai, mas eu não confio nele 100%. Nunca confiei.

Por volta das 22h, com o bar já quase vazio, Fábio decidiu ir embora. Manoel fechou mais cedo aquela noite.

Eu fiquei esperando do lado de fora. Quando Fábio chegou com o carro, entrei e, assim que ele arrancou, comentei:

— O que você disse pra ele passou o clima, hein…

Fábio ficou em silêncio por alguns segundos, dirigindo com as mãos apertadas no volante. Depois respondeu:

— Você não conhece ele como eu. Até hoje eu não sei como ele só cumpriu 3 anos de prisão.

— Como assim? — perguntei, curiosa.

Ele suspirou.

— Além de corrupto, ele era do tipo de polícia que batia em qualquer um que fosse suspeito. Ele e o parceiro dele… faziam o que queriam.

Fiquei em silêncio por um momento e resolvi tocar no assunto que sempre pairava no ar:

— O pessoal fala que o cara que matou seu irmão morreu assassinado…

Fábio ficou nervoso na hora. A voz dele saiu mais dura:

— Não sei. Nunca acharam o cara. Deve ter fugido. Vamos deixar isso pra lá.

O resto do caminho para casa foi em silêncio. Eu olhava pela janela, mas minha cabeça não parava. A imagem de Manoel pelado, aquele pau enorme, o envelope da polícia, o áudio de Kaique, as saídas misteriosas… tudo girava na minha mente. E o pior: mesmo com medo, eu sentia um calor proibido toda vez que pensava no meu sogro

Chegamos em casa por volta das 23h. A casa estava silenciosa, Kaique ainda no bar. Fábio mal esperou eu trancar a porta. Assim que entramos no quarto, ele me surpreendeu.

Eu ainda estava com a mente longe — pensando em Manoel, no que tinha visto, no envelope, no áudio de Kaique —, mas Fábio estava claramente com a cabeça em outro lugar. Ele me agarrou por trás, pressionando o corpo contra o meu. Senti seu pau já duro, marcando 18 cm rígidos contra minha bunda por cima do vestido.

— Saudades de você essa semana foi puxada… — murmurou rouco no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Eu tava louco pra te comer.

Ele não esperou resposta. Virou-me de frente, puxou o vestido para cima com urgência e tirou minha calcinha de uma vez. Me jogou na cama de bruços. Eu mal tive tempo de me ajeitar e ele já estava em cima de mim, abrindo minhas pernas.

Fábio enfiou dois dedos na minha buceta, sentindo que eu ainda não estava muito molhada. Ele cuspiu na mão, passou no pau e forçou a cabeça grossa contra minha entrada. Com um gemido baixo, ele meteu tudo de uma vez, abrindo-me inteira.

— Ahh… porra, Aline… — grunhiu, começando a estocar forte.

Ele me fodia com vontade, segurando minha cintura com as duas mãos. O barulho molhado dos seus 18 cm entrando e saindo ecoava no quarto. Eu gemia contra o travesseiro, sentindo ele bater fundo, tocando meu colo do útero a cada estocada. Sua mão desceu e apertou minha bunda com força, abrindo-a enquanto metia.

Ele me virou de lado, levantou uma das minhas pernas e continuou metendo, agora mais fundo ainda. Seus ombros largos suavam, o corpo definido pelo trabalho braçal brilhando. Eu sentia suas bolas batendo contra mim ritmadamente.

— Rebola nessa rola, vai… — mandou ele, dando um tapa forte na minha bunda.

Obedeci, rebolando contra ele enquanto sentia seu pau latejar dentro de mim. Fábio acelerou, metendo cada vez mais rápido e bruto. Ele segurou meus seios por cima do vestido, apertando-os com força enquanto me fodia.

Depois de alguns minutos, ele me colocou de quatro, empinou minha bunda e meteu novamente, agora com as duas mãos na minha cintura, puxando-me contra ele. O quarto estava cheio do som de pele contra pele e dos meus gemidos.

— Tô quase… — avisou ele, ofegante.

Aumentou o ritmo, estocando fundo e rápido. Senti ele inchar ainda mais dentro de mim e, com um gemido rouco, gozou forte, enchendo minha buceta de porra quente. Ele deu mais algumas estocadas lentas, esvaziando-se completamente, antes de cair ao meu lado, respirando pesado.

Eu fiquei ali, sentindo o sêmen dele escorrendo entre minhas pernas, o corpo ainda tremendo. Fábio me puxou para um beijo e murmurou:

— Melhoras da semana.

Mas mesmo com o corpo satisfeito, minha cabeça ainda estava longe. A imagem de Manoel e aquele pau preto de 25 cm não saía da minha mente.

No dia seguinte era sábado. Eu já esperava que o bar ficasse movimentado, afinal, final de semana sempre enchia o Bar do Mané. Cheguei mais cedo para organizar as mesas e a estufa de petiscos. Assim que comecei o expediente, notei que Manoel e Kaique estavam estranhamente felizes e animados. Os dois riam baixo, trocavam olhares e pareciam cheios de energia. Kaique, especialmente, estava com um bolo de dinheiro no bolso — eu vi quando ele contou discretamente umas 200 reais e guardou com um sorriso satisfeito.

Por volta das 15h, Fábio apareceu para passar a tarde conosco, já que era sábado e ele não precisava ir para Contagem. Ele sentou numa mesa mais reservada, pediu uma Brahma gelada e ficou conversando comigo entre um atendimento e outro.

Foi então que a porta do bar se abriu e duas pessoas entraram: um homem moreno, forte, de uns 38 anos que depois descobria se chamar Jaime , e uma mulher que chamou minha atenção imediatamente. Eles sentaram numa mesa do canto. A mulher olhou na direção de Fábio, arregalou os olhos e se levantou rápido.

— Fábio? É você?! — exclamou ela, vindo em nossa direção com um sorriso largo.

Ela o abraçou com intimidade, apertando o corpo contra o dele. Fábio sorriu, surpreso, mas retribuiu o abraço:

— Monique... há quanto tempo!

Fiquei observando ela com atenção. Monique tinha 36 anos, aproximadamente 1,70m de altura, morena clara, olhos castanhos expressivos e um sorriso charmoso. Seus seios eram fartos e firmes, bem marcados na blusa decotada que usava. A bunda era grande, empinada e redonda, combinando com um corpo curvilíneo, cintura marcada e quadris largos que chamavam atenção. Ela era o tipo de mulher que preenchia o ambiente.

Enquanto ainda estavam abraçados, Monique falou, com um tom que misturava surpresa e algo mais:

— O Darlan está aqui...

Ela apontou discretamente para o homem que tinha entrado com ela, que agora observava a cena de longe, com um olhar sério. O nome “Darlan” fez um clique na minha cabeça — era o mesmo traficante com quem Kaique havia se envolvido no passado e brigado com Fábio.

O ar no bar ficou mais pesado de repente. Manoel, do balcão, estreitou os olhos ao ouvir o nome. Kaique parou o que estava fazendo e ficou olhando fixamente para a mesa. Fábio soltou Monique devagar, o sorriso desaparecendo do rosto.

Então ele se aproximou, Darlan era negro, 36 anos, 1,83 de altura, atlético e forte, com músculos aparentes que se destacavam por baixo da camisa bem cortada. Estava bem vestido, com visual imponente. Ele foi até Monique, segurou sua cintura e disse:

— Amor... — e a beijou na boca com intensidade. Depois completou: — Liberei o Jaime pra ir embora.

Em seguida, ele cumprimentou Fábio com um abraço firme e disse, sorrindo:

— Quanto tempo, cara! Olha só pra você, tá bonitão!

Darlan se virou para mim, me olhou de cima a baixo sem vergonha e falou:

— Você é a senhora do Fábio? Uma gata mesmo... Manoel tem razão.

Ele olhou para Manoel e Kaique atrás do balcão e acenou com a cabeça para os dois. Eles retribuíram o aceno de forma discreta. Fiquei observando toda aquela movimentação em silêncio, sentindo um desconforto crescente.

Fábio, visivelmente tenso, perguntou direto:

— Você e a Monique são casados?

Darlan sorriu, passando o braço pela cintura da esposa:

— Sim, há um ano.

O resto do sábado foi relativamente tranquilo. O movimento seguiu normal, com gente bebendo, jogando sinuca e comendo petiscos. Porém, no fim da tarde, quando o bar já estava mais calmo, notei algo que me deixou alerta.

Fábio e Monique estavam juntos, cochichando na porta do banheiro feminino. Fábio parecia bravo — a expressão fechada, gesticulando baixo enquanto falava com ela. Olhei ao redor e percebi que Darlan, Kaique e Manoel não estavam mais no salão. Os três haviam subido para o apartamento de Manoel no segundo andar.

Fiquei atrás do balcão, com o coração acelerado, tentando entender o que estava acontecendo.

Aline observou que Darlan e Kaique desceram do apartamento, mas Manoel não apareceu. O bar já estava mais calmo. Ela decidiu subir com uma desculpa: perguntar sobre uma remessa de cachaça que não havia chegado.

Subiu as escadas em silêncio e se aproximou do quarto. Quando levantou a mão para bater na porta, ela se abriu de repente.

Manoel estava completamente pelado, fodendo uma mulher loira oxigenada de maneira bruta. Ele a tinha dobrada sobre a cama, segurando os quadris dela com força enquanto estocava com potência e imponência. O pau preto enorme de 25 cm entrava e saía com violência, fazendo o corpo dela tremer a cada impacto. Os gemidos abafados da loira e o som molhado de carne contra carne ecoavam no quarto. Manoel suava, os músculos negros tensos, metendo como um animal.

Assim que ele a viu, parou por um segundo, ainda com o pau enterrado na mulher, e disse com a voz rouca:

— Aline... você aqui?

Eu congelei por um instante e saí correndo escada abaixo, com o coração disparado.

No resto da noite, evitei olhar ou falar com Manoel. Servia as mesas mecanicamente, mas minha mente não parava. Toda vez que fechava os olhos, via aquela cena: o pau grosso e preto dele metendo com força. Sentia um calor estranho e proibido subir pelo meu corpo.

Já era quase hora de fechar quando Manoel se aproximou de mim, sério, e falou baixo:

— Vem comigo no meu quarto. Agora.

Eu hesitei, mas subi com ele. Assim que entramos, ele fechou a porta e disse:

— Senta.

Ele não perdeu tempo. Fechou a cara , Me olhou de cima em baixo , Me comendo com os olhos e continuou.

— O boquete do outro dia e o que aconteceu hoje... você não deve falar disso com ninguém. Isso nunca aconteceu. Entendeu?

Eu estava nervosa, mas respondi:

— Seu Manoel, eu respeito o senhor... mas o Kaique tava aqui em cima e desceu uns segundos antes de mim subir. O Fábio não vai gostar disso se eu esconder.

Manoel me olhou com aquele olhar frio e intenso, quase ameaçador:

— O Kaique é meu neto. Eu não faço nada pra prejudicar ele. Já o seu marido é um hipócrita. Ele me julga, mas morreu de ciúmes quando viu a ex dele, a Monique, casada com o melhor amigo dele, o Darlan, que ele chama de traficante. Afinal, ele não te contou que conhecia os dois, né?

Fiquei em silêncio, chocada com a revelação. Levantei e falei antes de sair:

— Seu Manoel, eu preciso do emprego. Não vou me meter em nada... mas o que acontece com o meu filho me diz respeito.

Manoel deu um passo à frente, imponente, e respondeu com voz grave e firme:

— Se você desobedecer e entrar nisso tudo... não há como voltar atrás.

Após a revelação pesada de Manoel, o resto da noite no bar transcorreu em silêncio. Quando finalmente fechamos, entramos no carro: eu, Kaique e Fábio. O clima dentro do veículo estava pesado, quase sufocante. Ninguém dizia uma palavra.

Foi Kaique quem quebrou o silêncio do banco de trás:

— Pai... o vô me disse que você namorou a Monique. Caralho, que mulherão hein...

Eu completei, sem conseguir me segurar:

— E que você era amigo do Darlan.

Fábio apertou o volante com mais força, respirou fundo e respondeu sem tirar os olhos da estrada:

— Kaique, respeito é bom e eu gosto. Depois eu te explico tudo — disse, olhando rapidamente para mim e segurando minha mão por alguns segundos.

Chegamos em casa, tomamos banho e, quando estávamos nos preparando para dormir, Fábio finalmente abriu o jogo. Sentado na beira da cama, ele começou a falar:

— Eu, o Darlan e a Monique nos conhecemos desde os 4 anos de idade. Cresemos juntos nas ruas do bairro do bar. Estudamos na mesma escola, brincávamos juntos... nós três éramos inseparáveis. Meu pai passava com a viatura duas vezes por dia só para ver o que a gente estava fazendo.

Ele fez uma pausa, como se relembrar doesse.

— Até que, com 15 anos, eu e a Monique começamos a namorar. O Darlan ficou com uma mulher de 21 anos.

— Ele com 15 anos? — perguntei, surpresa.

— Sim. Ela era filha de um traficante. Foi aí que o Darlan entrou pro crime de verdade. Quando meu irmão foi assassinado, foi o Darlan quem descobriu a identidade do assassino. Nós tínhamos 16 anos. Logo depois veio o boato do que meu pai tinha feito... Minha mãe descobriu todas as traições, os filhos fora do casamento... Eu e a Monique terminamos e eu acabei indo embora com ela para Santa Maria, sem me despedir deles.

Fiquei em silêncio por um momento e completei:

— E agora eles são um casal...

— Sim. Mas eu acho isso estranho. A Monique nunca foi apaixonada pelo Darlan. Eles sempre se trataram como irmãos.

— Isso é ciúme, Fábio — respondi. — Você não os vê há 19 anos e fica se baseando no que viveu há tanto tempo para dizer que ela não ama ele como marido.

Fábio balançou a cabeça, convicto:

— Eu tenho certeza disso.

Deitei minha cabeça no travesseiro, processando todas aquelas informações. Minha mente, porém, não parava em Fábio. Ficava voltando para Manoel. A frase “não há como voltar atrás” ecoava na minha cabeça. A imagem daquele pau preto enorme de 25 cm metendo com força na loira oxigenada também não saía.

Senti um arrepio forte percorrer meu corpo inteiro.

“Eu vou descobrir o que está acontecendo”, pensei.

E, mesmo com medo, meu corpo reagia como se já soubesse exatamente o que viria pela frente.

Na manhã seguinte era domingo. O movimento no bar era baixo pela manhã, por isso eu não precisava trabalhar. Kaique havia saído cedo para ajudar o avô. Eu e Fábio estávamos almoçando tranquilamente quando um barulho no portão chamou minha atenção.

Levantei-me e fui até a rua. Abri a caixa de correio e encontrei um papel dobrado. Nele, escrito à mão com letras maiúsculas, estava a mensagem:

“Cuidado. Você está sendo observada. Aprenda a observar também. Não há como voltar atrás.”

Fiquei parada ali, com o papel tremendo levemente na minha mão. Meu coração acelerou. Seria coisa do Manoel? Ou de outra pessoa? Não sabia dizer.

Mas, no fundo, eu já sentia que não havia mais jeito de não me meter.

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Comentários

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Mei incoerente. Ela diz amar e se preocupar com o filho. Claramento, o velho está colocando o próprio filho em perigo e ela fica inerte só pensando na rola preta de 25cm , não faz com o início da história. Ela está parecendo mais um puta sem amor nenhum do que uma mãe preocupada. Dá a impressão que ela quer que o filho se foda, desde que ela possa saciar sua vontade. Se fosse fiel ela contaria tudo isso ao marido, mas prefere omitir. Ta claro que o velho odeia o filho e está manipulando todo mundo. Dá impressão que ele quer destruir o filho e a sonsa está caindo nessa. Pensa que é desejada, mas é só um objeto estúpido de vingança do velho.

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