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O Demônio e a Megera – Episódio 18 (deliciosa tortura, aprendendo novos prazeres)

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Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Grupal
Contém 3863 palavras
Data: 16/06/2026 11:35:14

Há alguns passos na vida que não tem como voltar atrás. Determinadas linhas, quando transpostas, simplesmente desaparecem atrás de nós, fazendo com que a nova realidade seja a única que temos.

Aquela noite com Cínthia, em novembro de 2022, marcou muito fundo, porque ampliou minha visão do prazer e me deixou insegura acerca de minha capacidade de simplesmente ancorar e permanecer na segurança do cais.

O mar chama o marinheiro para as delícias da incerteza, para a ilusão do controle e o sabor do desafio, mas o mesmo mar que pode oferecer a melhor pescaria, também pode virar o barco e afogar.

De todo aquele período sexualmente intenso da minha vida, aprendi que a ousadia oferece recompensas, mas o risco deve ser encoleirado. Desejo sem controle é como liberdade sem responsabilidade. Pode dar merda.

André tinha sobre mim o poder do amor incondicional e da paixão selvagem e, ao mesmo tempo, acolhedora e segura. Ayanna tinha o poder da doçura e da simplicidade de fazer tudo valer a pena. Gabriel tinha o poder de equilibrar as coisas, de fazer a paz reinar em meio à tempestade, mesmo que fosse ele o trovão.

Cínthia tinha algo perigoso demais para ser ignorado, que era a capacidade de acessar pontos profundos, inexplorados e sensíveis. Sua magia estava no equilíbrio entre o toque que arrepiava todo o corpo, quebrando as defesas, e o domínio que não deixava espaço ao exercício da vontade ou da contestação.

André percebeu isso com sua sabedoria precoce, eu só senti. Naquela noite, meu corpo ficou marcado, minha mente ficou marcada. Nos dias que sucederam minha entrega plena ao controle da amiga, meu corpo pedia por ela. Eu havia desejado aquilo, agora eu já não sabia o que desejava, eu só sentia, como quem sente sede ou fome.

Na faculdade, sua proximidade provocava sensações diferentes em meu corpo, necessidades que eu não sabia explicar. Minha voz saía mais baixa que o normal ao falar com ela. Havia um quase indissimulável nervosismo e excitação. Talvez eu possa explicar como uma mistura de desejo e medo de desejar. Uma sensação de que meus joelhos só queriam um motivo para se dobrarem e havia pouco que eu pudesse fazer com relação aquilo.

Pela primeira vez, eu sentia desconforto diante de alguém que amava verdadeira e profundamente. Um desconforto ante a iminência de um prazer que desafiava a compreensão. Nunca fora assim com meu namorado, com Ay ou com Gabriel. O único que senti foi quando acordei para a necessidade de contabilizar o que sentia pelo casal de amigos frente ao meu relacionamento com André. Naquela manhã de janeiro de 2022, acordei entre André e Gabriel, cujo pau estava duro entre minhas coxas. Estávamos de conchinha e André dormia de bruços.

Senti o abraço de Gabriel mais forte, sua mão deslizando pelo meu corpo e sua boca em meu pescoço. Instintivamente, pressionei minha bunda contra sua pélvis. Virei meu rosto e deixei que beijasse meus lábios. Estava toda assada depois de levar pica no cu e na buceta dos meus dois namorados, mas não resisti quando Gabriel esfregou a cabeça do seu pau na minha entradinha e meteu devagar, me preenchendo aos poucos e me fazendo gemer baixinho. Seus carinhos em meus seios, meu rosto, meu pescoço, minha barriga, meu corpo todo, me faziam sentir arrepios deliciosos que só sentimos com carícias matinais.

Eu não me sentia traindo meu namorado fazendo amor matinal com outro homem enquanto ele ainda dormia ao nosso lado. Fazer amor com Gabriel ou com a Ay era, na minha cabeça, o mínimo que se poderia esperar para justificar o que estávamos fazendo. Mas foi essa mesma convicção que fez acender em mim a luzinha amarela. Tudo bem que explicar sentimentos seja uma perda de tempo. É como qualquer coisa na vida: não é o sentimento em si, mas o que vamos fazer com ele.

Até que ponto eu tinha o controle? Qual era o limite entre seguir as pegadas do prazer e se perder na floresta? Chegaria a hora, e não estava distante, em que teria que tratar do assunto com meu namorado, mas naquele momento eu queria o prazer que Gabriel me proporcionava, queria saborear a paixão mútua e gozei empinando minha bunda para sentir seu pau o mais fundo que pudesse dentro de mim. Gabriel não resistiu aos movimentos e gozou me apertando com paixão. Em seguida, me virou para si e ficamos abraçados, trocando carícias.

Quando percebi que André começava a despertar, me levantei e corri para o chuveiro. Tomei banho, me vesti e me dirigi à cozinha para preparar o café da manhã, mas lá encontrei Ay de baby-doll.

- Bom dia, luz da minha vida – anunciei minha presença, ganhando um abraço e um beijo estalado na boca.

Tenho que convir que essa é uma forma bem agradável de passar as primeiras horas do dia.

- E aí, Megerinha linda, está toda assadinha, ardida e amarrotada? Teve sua noite de puta completa?

- Tive e a-do-rei, princesa.

- Uau, depois quero saber de tudo. Tive que tocar várias siriricas ouvindo seus gritinhos desesperados, levando pau por tudo quanto era buraco.

- Kkkkkkkkkkkkkkkk. Pervertida!

Tomamos café da manhã os quatro juntos, mas tivemos que nos separar. Ay teria que trabalhar na parte da manhã. Então, eu, André e Gabriel fomos à praia, onde fui paparicada pelos dois.

- Estão com a consciência pesada por terem me maltratado daquele jeito essa noite e agora estão me paparicando, né?

- Amor, tratar nossa mulher bem é o normal, mas vai dizer que você não adorou o tratamento vip – reagiu André.

Nossa mulher? Qual foi a parte da história que eu perdi?

Respondi mordendo os lábios e minha buceta até reagiu só com a lembrança.

- Por falar nisso, hoje é o dia de o Demônio ficar só na punhetinha – provocou Gabriel.

- Vou considerar isso como um merecido descanso, não é meu caro?

- Podes crer. Três noites seguidas satisfazendo essas mulheres é tarefa para quem tem colhões – reagiu Gabriel.

- Até parece que vocês não gostam de fazer esse sacrifício – reagi.

Era a última noite dos joguinhos de Ay e eu não tinha ideia do quanto ainda seria surpreendida. Para que Ay não se preocupasse com preparar almoço, comunicamos que almoçaríamos na rua. Acabamos esticando e meus donos decidiram beber uns chopps. Fui tentar acompanhar com uma caipirinha e cheguei em casa quase cambaleando de sono.

Passei parte da tarde roncando com o Demônio deitado ao meu lado em nossa cama. Ficamos apagados até umas 17h. Claro que acordei pior do que fui dormir, o que seria solucionado com uma ducha e um café quente e meio amargo. Gabriel também havia cochilado, mas Ay já estava agitadíssima, o que não era novidade. Enquanto nos reunia à mesa para o lanche, já preparava a janta.

Após o lanche, Gabriel colocou uma playlist de jazz deliciosa. Como não poderia ser diferente, abriu a primeira cerveja. Acho que André bebeu mais naqueles dias no Rio do que em toda a sua vida. Até eu acompanhava, mas naquela hora o meu corpo pedia um pouco de sossego. Diferentemente de Ay, que se revezava entre nossa companhia e a cozinha, sempre dando goles na cerva gelada.

- Amiga, bebe alguma coisa para ver se anima e entra no clima – brincou Ay.

Eu estava no sofá, deitada com a cabeça em seu colo, que até hoje é um dos lugares mais gostosos onde eu já estive. Ela fazia carinho na minha cabeça, me deixando mole. Os meninos estavam em outra dimensão, conversando sobre futebol e combinando a ida ao Maracanã no domingo.

- É que tá tão gostoso aqui, que dá vontade de não sair mais – choraminguei.

- É, meu bebezinho lindo? Está gostando de ficar no colinho da mamãe, tá? – provocou.

- Ih, Gabriel, a Ay está com instinto maternal, melhor começar a planejar o casório para a criança não nascer de mãe solteira – brinquei.

- Opa! Quero ser o padrinho! – interveio o Demônio.

- E eu quero dar uma volta para tomar ar – brincou Gabriel, fazendo cara de desesperado.

- Seu monstro desalmado, rejeitando nosso bebê, fruto do nosso amor, que nós nem fizemos ainda – protestou Ay, fazendo cara de indignada.

- Verdade, Gabriel, que coisa feia, eu já estava me sentindo a dindinha, com meu bebezinho lindo no colo – endossei.

- Só por causa disso, vamos fazer uma noite de rainhas com você hoje – ameaçou Ay.

- Vai ter xixi? – interveio o Demônio, que adorou a história do xixi da Ay.

- Das duas – respondi, com cara de severa.

- Nada disso, Megera! Você não vai fazer xixi em outro homem antes de fazer em mim. Isso é adultério. Se for fazer xixi no Gabriel, tem que fazer em mim primeiro – protestou o Demônio.

- Que homem ciumento. Já tirou o lacre da boquinha, da bucetinha e do cuzinho. O que custa deixar pelo menos o xixi para os amigos? – interveio Gabriel.

- É inacreditável que quatro pessoas com nível universitário estejam tendo uma discussão acalorada sobre xixi – brincou Ay.

- Você está é com ciúme do xixi da Megera – provocou Gabriel.

- E você vai pagar caro mais tarde por rejeitar nosso bebê.

- Se você continuar dizendo que eu rejeitei nosso bebê, eu vou te pegar de jeito mais tarde e vou fazer logo trigêmeos.

- Nossa, amor, será que essas crianças todas vão caber dentro de mim?

- E se as três forem obesas? – emendei.

- Amor, dá para a gente ficar só naquela parte do “me pegar de jeito”? Vamos deixar esse assunto do bebê para mais tarde. Ter trigêmeos vai fazer o enxoval ficar muito caro. Fora, depois, a mensalidade da escola para os três. E eu vou ficar muito cansada tendo que trabalhar e cuidar de três pestinhas correndo pela casa. Depois, amor, o mundo anda tão esquisito ultimamente para nós termos um monte de filhos logo de uma vez. Acho que tem que ser uma coisa bem pensada, sabe? Fazer um planejamento mesmo. Essas coisas é melhor a gente não fazer de improviso, você não concorda Megerinha linda?

Não consegui responder, porque estava às gargalhadas com a performance de Ay, enquanto Gabriel a olhava com cara de espanto simulado.

- O que foi, amor?

- Nada, Ay, só estou aqui pensando em como será a formatura dos trigêmeos.

- Ai, amor, não exagera, tem muito tempo ainda para se preocupar com isso.

A gargalhada do Demônio pode ser ouvida a alguns quarteirões de distância de nós. E lá estava a nossa boa e velha dinâmica, cheia de conversas absurdas e gargalhadas intermináveis. Por volta das 20 horas, já estávamos todos bem alegres quando servimos o jantar, só que, dessa vez, sem cartas ou sorteios.

André decidiu descer para beber uma cerveja na rua, pois morreria de tédio sozinho no quarto. Antes que saísse, nos abraçamos e beijamos demoradamente, com a promessa de que passaríamos a noite seguinte só nós dois, pois estávamos já sentindo falta de sermos um casal.

Alguns minutos depois, eu estava deitada na cama da suíte, algemada à cabeceira, com os braços erguidos e esticados sobre a cabeça. Naquele momento, a única coisa que me preocupava severamente era se eles decidissem me fazer cócegas.

- Megerinha do meu coração, hoje você vai experimentar uma coisa nova, que eu espero que você sinta muito prazer – prometeu Ay.

Além dessa situação, até então inédita para mim, embora inspiradora, ainda fui vendada. A sensação de estar imobilizada e vulnerável era uma novidade bem excitante. Não tiraram minha roupa de imediato. Sentaram-se junto a mim na cama e percebi um movimento de que estavam se pegando. Podia ouvir os estalos de beijos e as respirações ora aceleradas. Os putos estavam namorando e eu ali, imobilizada, mas, às vezes, ganhava carícias, que podiam ser nos pés, no pescoço, na barriga e no rosto.

Tive que interpretar aquilo como uma espécie de tortura, já que estar ali alimentava progressivamente o meu desejo de interagir com meus amores. O curioso é que aquilo mexia comigo e cada toque que recebia parecia ter efeito ampliado no meu corpo.

- Está gostando, Megerinha? – provocou Ay com voz meiga ao pé do meu ouvido, fazendo meu corpo todo se arrepiar.

- De ser torturada? – protestei.

- Olha, amor, nossa gatinha que receber mais carinhos, não quer Megerinha?

- Então, não podemos decepcioná-la.

“Lá vem merda”, eu pensei.

Senti que os dois se deitaram ao meu lado e logo duas bocas beijavam o meu rosto, antes de descerem para o meu pescoço. Senti a mão de Gabriel na minha barriga, a outra no meu rosto, antes de me beijar a boca de um jeito lento e carinhoso, que estava me tirando do sério.

- Vocês planejaram me enlouquecer? – resmunguei.

- De prazer, meu amor – sussurrou Ay em meu ouvido, fazendo com que eu soltasse um gemido na boca de Gabriel, cuja mão desceu para a minha cintura, fazendo carícias nas imediações na minha região pélvica por cima do short do meu baby-doll.

Ay acariciava meus seios, enquanto beijava meu ombro e meu pescoço. Fiquei até zonza quando os dois começaram a lamber e beijar meus lábios ao mesmo tempo, o corpo todo se contorcendo de aflição.

- O que você acha de nós tirarmos um pouco da sua roupinha, Megerinha? – provocou Ay, de novo falando em meu ouvido.

Não consegui responder, só me entregar àquele delicioso martírio.

- Eu acho que ela quer ficar peladinha para se sentir mais fresquinha e receber melhor nossos carinhos, não é meu amorzinho? – sussurrou Gabriel.

Eles queriam realmente me enlouquecer e estavam conseguindo. Eu respondia com uma risada nervosa e os seios já subindo e descendo. A buceta latejava de um jeito gostoso. Foi quando a parte de cima do meu baby-doll foi retirada e passei a ganhar beijos e lambidas delicados nos seios, mas a parte maior da tortura era um dedo deslizando para a minha rachinha, por cima do short, que eu já não sabia mais de quem era. A pontinha daquele dedo fazia um suave vai e vem, passando em cima do meu grelinho, como se estivesse me coçando. Só que aquilo era desesperador de gostoso e eu já não conseguia mais parar de gemer, o que meus algozes deviam estar adorando, com os meus seios na boca e aquele monte de mãos explorando meu corpo.

Depois de algum tempo, a parte de baixo do meu baby-doll foi retirada e eu fiquei só com minha pequenina calcinha, mas aquele dedinho atentado não parou. Ao contrário, senti beijos e mãos subindo dos meus pés para as minhas coxas e minha bunda. Era um prazer torturante, que eu nunca experimentara. Sem que aquele dedo parasse com aquele movimento, só que agora mais acelerado, quase me enlouquecendo, fui colocada de bruços.

- Tão linda, nossa Megerinha, não é, amor?

- Concordo. Por ser tão linda, merece ganhar carinho a noite inteira – reagiu Gabriel, me arrancando uma risada nervosa.

- Isso é tortura - protestei, antes de ganhar uma sequência de beijos e lambidas na nuca do Gabriel, que quase fui à lua.

Enquanto isso, Ay dava mordidinhas em minha bunda e acariciava minhas coxas, que às vezes ganhavam uma sequência de lambidas.

- Amor, olha como a bucetinha da Megerinha está molhada. Acho que ela está adorando os carinhos, não está minha princesa?

Os xingamentos da noite anterior pareciam carícias perto daquelas palavras carinhosas dos meus amigos, que me espetavam como lâmina fria atravessando o bucho.

- Vocês estão é me enlouquecendo – falei com a voz tremida, com as mãos de Gabriel entrando por dentro do meu cabelo, sua boca beijando meus ombros e subindo pelos meus braços, uma completa sinfonia de sensações se espalhando por todo o meu corpo.

- Fala para a gente o que você quer, meu amor – sussurrou Gabriel em meu ouvido, para me levar ao desespero.

- Aaainnn Gabriel. Eu quero aaaaaahhhhh, meu Deus, Ay.

Minha amiga tinha acabado de dar uma sequência de lambidas na minha buceta por cima da minha calcinha, que me deixaram perto do gozo, mas parou e voltou a fazer carinhos suaves, donde concluí que o objetivo deles era me enlouquecer.

Se era! Eu estava o tempo todo à beira de um orgasmo que nunca vinha. Pensei que Ay fosse tirar minha calcinha e me fazer gozar com a linguinha, mas não foi o que aconteceu. Ao contrário, senti uma coisa gelada descendo da nuca para o vão das costas, deslizando lentamente em direção à minha cintura. Gotas geladas desceram pelo meu pescoço, me dando uma sensação de aflição.

- Não se mova, minha flor! – ordenou Gabriel, vendo que eu tentava me virar.

Logo não era mais só uma, mas eu já perdera as contas de quantas pedrinhas de gelo se apoderavam do meu corpo. Uma delas era esfregada na sola dos meus pés, a outra no pescoço. Uma terceira veio parar dentro da minha calcinha, no vão da minha bunda, fazendo o liquidozinho gelado escorrer para dentro do meu cu e da minha buceta. Tudo isso sem contar com os beijos e lambidas por todo o corpo. Aquilo era tão torturante, que eu tinha vontade de pedir para parar, mas só conseguia arfar, gemer, ter tremedeiras e arrepios.

Fui colocada de frente e minha calcinha, que já estava ensopada com meus fluidos e a pedrinha de gelo no meio da minha bunda, ganhou mais uma pedrinha, que se instalou entre os lábios. As outras pedrinhas se concentravam no meu pescoço, nos meus seios e na minha barriga. Eu estava descobrindo que é possível torturar uma pessoa com carícias deliciosas e palavras doces. Aprendi que Ay e Gabriel brincavam com minhas sensações e aquilo era um delicioso martírio. E que desejar um orgasmo com aflição pode ser até mais impactante do que ter um.

A minha vida sexual com o Demônio era maravilhosa. O fato de estar na cama com aquelas duas pessoas incríveis era a maior prova disso, mas eu sabia, naquele dia, que estava passando de fase, pela primeira vez fazendo sexo com outras pessoas sem a presença dele.

Fazendo sexo ou sendo impiedosamente torturada?

- Amor, não aguento mais. Vem – pediu Ay, se dirigindo a Gabriel.

Senti dois corpos desabando ao meu lado e ouvi um gemido sentido da minha amiga.

- Ainnnn, amor, mete. Que delícia!

Sentia o calor dos seus corpos e até toques de suas peles em minhas pernas. Não tinha dúvidas de que estavam trepando ao meu lado, enquanto minha buceta congelava com aquelas pedrinhas de gelo, com risco até de pegar um resfriado, mas aquilo me dava um prazer estranho, diferente. Os gemidos da Ay, a respiração dos dois. Eu só podia ouvir, mas as sensações eram intensas, com meu estômago revirando, o coração acelerado.

- Ai, Megerinha, eu vou gozar no pau do nosso namorado, você também quer? – choramingou Ay, me provocando.

- Isso é maldade – sussurrei.

Quase enlouqueci quando Ay aumentou o volume dos gemidos, os choques de seus corpos criando uma sonoplastia indecente.

- Aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh, amooooooooorrrr, uhnnnnnn...

Eu quase gozei junto.

Após fazer um escândalo, Ay permaneceu ofegante.

- Amor, dá o seu pau para a Megerinha mamar. Chupa o pau do nosso dono – provocou Ay.

Fui virada de lado na cama e senti a cabeçorra do pau de Gabriel nos meus lábios, pedindo passagem. Aquilo elevou muito minha excitação, pois eu adorava chupar aquele pau, ainda mais com o cheirinho e gostinho da buceta da minha amada. Mamei como uma esfomeada, do jeito que dava, com movimentos limitados e sem poder usar as mãos. Então, Gabriel começou a foder minha boquinha, ora fazendo aquele movimento de entra e sai, ora tirando e esfregando nos meus lábios, dando batidinhas em minha língua. Aquilo estava uma delícia e minha buceta latejava horrores. Ay ainda acariciava minha cabeça.

Ficamos uns dez minutos assim, até que Gabriel começou a meter mais fundo e acelerado, com seus gemidos aumentando.

- Vou gozar, Megera. Quer dentro dessa boquinha safada ou nesse rostinho de princesa?

- Um pouquinho de cada, amor – Ay respondeu por mim.

O movimento frenético e a pulsação do pau de Gabriel na minha boca me fizeram gemer alto com a boca cheia. O primeiro jato de porra veio na minha língua, com parte escorrendo para dentro. As outras vieram no rosto, nos lábios, com fartura tal, que descia pelo queixo e pelo pescoço. Meu corpo, àquela altura, convulsionava implorando por um orgasmo, porque o tesão estava insuportável.

E só podia mesmo piorar (ou melhorar, eu já não sabia mais) quando Ay começou a lamber meu rosto e enfiar aquela língua macia na minha boca. Eu quase surtei, não conseguia mais parar de gemer, mas a tortura estava longe de terminar. Ay subiu em meu tronco e se debruçou sobre mim, esfregando seus seios maravilhosos em meu rosto. O contato de seus mamilos com minha pele era delicioso, o cheiro maravilhoso. Com as limitações de movimento que eu tinha, cheirava, lambia e beijava minha mulher, que fazia questão de colocar os biquinhos em minha boca para que eu mamasse.

Eu juro que eu estava prestes a surtar, mas Ay resolveu me dar um presente delicioso. Subiu no meu rosto e me deu sua buceta para lamber, o que eu fiz gemendo sem parar, o corpo todo se convulsionando de êxtase.

- Posso gozar na sua boca, amor da minha vida – pediu, com uma voz manhosa.

Respondi intensificando minhas chupadas em seu grelo e enfiando a língua em sua entradinha, elevando a volúpia dos movimentos, fazendo minha amiga gritar de prazer, se tremer toda e desabar sentada em meu rosto, quase me matando sufocada. Quando Ay saiu de cima de mim, eu estava completamente ofegante, o corpo implorando por um orgasmo, apesar do prazer que tudo aquilo me proporcionava.

Foi quando fui surpreendida com minha calcinha sendo subitamente puxada para baixo, ganhando uma sequência de beijos e lambidas de Gabriel, que fizeram meu corpo ter uma onda medonha de choques, arrepios e tremedeiras. Eu estava terrivelmente sensível e fui à lua quando Gabriel arreganhou minhas pernas e foi metendo seu pau lentamente, deitou em cima de mim e me tomou num beijo carinhoso, de um jeito que acho que só ele sabe.

Eu mesma comecei a fazer movimentos pélvicos agitados, desesperada para gozar. Ay tirou minha venda. Tive que fechar os olhos, porque mesmo a pouca luz me incomodava. Gabriel não intensificou os movimentos. Ficou num entra e sai vagaroso.

- Por favor, meu amor, me fode com força, eu imploro.

- Vai, amor, faz a coitadinha gozar, se não ela vai odiar a gente – brincou Ayanna.

Gabriel obedeceu a namorada e começou a socar no fundo da minha buceta.

- Pronto, minha gatinha, linda, agora goza bem gostoso para mim – provocou Gabriel.

Meu corpo obedeceu. As ondas de prazer percorreram toda a minha pele e minhas entranhas, enquanto a boca emitiu sons que até hoje não sei descrever. Só sei que foi um dos orgasmos mais brutais que já tive e uma noite valiosa de aprendizado sobre amor e sexo.

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Esse é um conto 100% autoral e exclusivo para a Casa dos Contos.

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Adoramos comentários e respondemos a todos. Ficamos felizes, também, quando as pessoas nos seguem.

Até o próximo episódio!

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Foto de perfil genéricaTheodor e AlineContos: 18Seguidores: 19Seguindo: 45Mensagem O erotismo é uma forma de expressão.

Comentários

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Vou concordar com o Ramses, é interessante ver a cumplicidade do casal! Mais um ótimo conto!

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Mais um excelente capitulo mas com uma pitada de seriedade sobre o sentimentos que Ana Clara começa a ter. Eu vou ser sincero, fico com medo de no futuro dar alguma merda nesse relacionamento. Mas ao mesmo tempo é muito legal ver a cumplicidade dos dois. Sorte minha que o capitulo da Cinthia se passa 1 anos depois da viagem do RJ pq não gostei de ver a megera apaixonada por Gabriel.hahaha.

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