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Tomando mijo em público

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Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Gay
Contém 1392 palavras
Data: 16/06/2026 08:21:17

Meus testos misturam fantasia com fatos da minha vida, eu transformo em contos muitas coisas que aconteceram comigo assim, ou quase assim... Vamos ao conto.

Hélio sabia exatamente como dominar sem chamar atenção. Alto, musculoso, com um sorriso fácil e carisma natural, ele adorava empurrar os limites de Juninho de forma que parecesse apenas um casal apaixonado brincando. O shopping estava cheio naquela tarde de sábado, gente andando pra todo lado, mas Hélio mantinha tudo sob controle. Passou o braço direito pelos ombros de Juninho, puxando o garoto magrinho e submisso contra o peito enquanto caminhavam, um gesto que qualquer um veria como puro carinho.

— Você fica tão fofinho quando tá nervoso, Juninho… — sussurrou Hélio bem perto do ouvido dele, voz grave e quente. — Hoje você vai fazer tudo que eu mandar, bem quietinho. Quero sentir você obedecendo pra mim no meio de toda essa gente.

Juninho, com sua pele clara que corava facilmente, corpo magro e sensível, sentiu um arrepio percorrer a espinha e o pau começar a inchar discretamente na calça jeans. Ele apenas assentiu, corando, completamente entregue ao tom mandão mas charmoso do namorado.

Eles fizeram um lanche rápido na praça de alimentação. Enquanto Juninho terminava o hambúrguer, Hélio se levantou segurando o copo grande de plástico vazio, com tampa e canudo.

— Fica aqui sentado, meu bem. Vou no banheiro e já volto com uma bebida especial pra você tomar enquanto a gente passeia. Não sai do lugar.

Hélio caminhou até o banheiro masculino. O lugar era amplo, com azulejos brancos frios cheios de marcas de uso, cheiro forte de urina velha misturado com desinfetante barato e luzes fluorescentes que piscavam levemente. Alguns homens usavam os mictórios, outros saíam das cabines. Hélio ignorou todos, foi até a última cabine do fundo, trancou a porta e baixou a calça.

Liberou o pau grosso e pesado, posicionou o copo grande logo abaixo da glande. O jato saiu forte, concentrado, amarelo-escuro — mijo quente e potente de quem passou a tarde inteira segurando. O líquido batia ruidosamente no fundo do plástico, subindo rápido, fumegante, com aquele cheiro almiscarado e pungente invadindo a cabine. Hélio controlou o fluxo com calma, enchendo o copo até quase transbordar. A superfície tremia, uma fina espuma amarela se formando na borda. Quando estava perigosamente cheio, ele sacudiu o pau devagar, soltando as últimas gotas grossas dentro.

Ainda com um sorrisinho no rosto, Hélio juntou saliva na boca e cuspiu generosamente três vezes no copo — só para aumentar a humilhação. Encaixou a tampa com o canudo com cuidado, limpou qualquer gota externa e saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido.

Voltou para a mesa, sentou bem perto de Juninho e passou o braço pela cintura dele com um aperto possessivo mas afetuoso. O copo parecia um refrigerante comum pelo plástico opaco.

— Prontinho, amor. Uma bebida bem forte, com o meu gosto mais puro pra você. Quero que tome o primeiro gole agora, olhando pra mim.

Juninho pegou o copo confiante, mas franziu a testa imediatamente. O plástico estava morno, quase quente, o que era estranho para uma bebida que ele imaginava ser gelada ou no mínimo fresca. Antes que pudesse questionar, levou o canudo à boca e sugou.

O choque foi brutal.

O líquido quente, salgado, intensamente amargo e com um gosto acre, metálico e almiscarado invadiu sua boca. Era mijo puro de Hélio — forte, concentrado, ainda quente da fonte. Os olhos de Juninho se arregalaram, lágrimas brotando imediatamente. O reflexo foi tentar cuspir ou tossir, mas Hélio foi mais rápido: colou o rosto no dele como se fosse dar um beijo carinhoso na bochecha e sussurrou firme, segurando a nuca dele com a mão:

— Engole. Agora. Nem pense em fazer cena aqui no meio do shopping. É meu mijo fresquinho. Bebe tudinho enquanto a gente passeia, bem devagar. Quero ver você sofrendo quietinho pra mim.

Juninho, com o rosto queimando de vergonha profunda, obedeceu. Engoliu com esforço. O mijo quente desceu queimando pela garganta como fogo salgado, assentando pesado no estômago. O medo o consumia: Meu Deus… é mijo… o mijo dele… e se alguém sentir o cheiro? E se perceberem pela minha cara? Ele olhava ao redor, aterrorizado, enquanto famílias e casais passavam a poucos metros, alheios ao seu tormento.

Hélio sorriu satisfeito, limpou uma gotícula que escapou com o polegar e enfiou o dedo na boca do namorado.

— Lambe tudo. Não desperdiça nem uma gota do que eu preparei pra você.

Eles se levantaram e começaram a caminhar pelos corredores lotados. Hélio mantinha o braço firme em volta dos ombros de Juninho, puxando-o contra si, sussurrando comandos enquanto fingiam olhar vitrines.

— Mais um gole, Juninho. Vai, suga devagar — ordenava com voz suave, quase carinhosa, guiando o copo até a boca dele.

Juninho obedecia, trêmulo de vergonha e excitação. Cada sugada trazia mais daquele mijo morno, com o sabor forte e persistente de urina concentrada. O gosto impregnava sua língua, fazia sua saliva aumentar inutilmente, e o cheiro sutil subia até seu próprio nariz. A barriga começava a inchar, pesada, revirando com o volume. Ele fazia caretas discretas, engasgava baixinho, lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos enquanto lutava para manter a expressão normal. Todo mundo vai saber… vão sentir cheiro de mijo na minha boca… eu tô bebendo xixi quente em público como um putinho obediente. O pensamento o enchia de pânico e, ao mesmo tempo, deixava seu pau latejando dolorosamente, vazando baba na cueca, ainda bem que estava com roupa folgada.

Hélio se divertia visivelmente, apertando a cintura dele e rindo baixinho no ouvido:

— Isso… sente meu mijo enchendo você. Tá sofrendo gostoso, né? Olha quanta gente passando e ninguém faz ideia que você tá bebendo um especial de mijovquente do seu namorado. Continua. Tem bastante ainda. Obedece pro seu macho.

Eles paravam em frente a lojas, Hélio fingindo interesse em roupas ou eletrônicos, e aproveitava para forçar goles maiores. A humilhação era esmagadora: Juninho se sentia exposto, sujo, completamente dominado. Cada gole reforçava sua obediência — ele era o putinho de Hélio, disposto a beber mijo morno em público só para agradar o namorado. O medo de ser descoberto fazia seu coração disparar, mas a excitação era ainda maior.

— Sua barriga tá ficando tão cheia do meu gosto… — provocava Hélio, passando a mão discretamente pela frente da calça de Juninho por baixo da camisa. — Aguenta firme, putinho. Quero ver você lutar pra engolir tudo sem dar bandeira.

A tortura se prolongou por quase meia hora. Eles andaram por todo o corredor principal, subiram uma escada rolante (onde Hélio forçou dois goles seguidos), passaram pela praça de alimentação novamente. A cada gole, Juninho sofria mais: a garganta ardia, o estômago pesado revirava com ondas de náusea que ele lutava para controlar, o gosto amargo e salgado dominava todos os seus sentidos. Ele engasgava, tossia baixo, limpava discretamente os cantos da boca, sempre aterrorizado que alguém pudesse notar o cheiro ou a expressão de nojo e tesão misturados em seu rosto.

Perto de uma saída menos movimentada, em um recuo mais escuro entre duas grandes lojas, Hélio pressionou Juninho de leve contra a parede, fingindo um momento romântico. Segurou o copo inclinado, fazendo o canudo alcançar o fundo.

— Agora o final, amor. Bebe o resto de uma vez. Quero o copo seco.

Juninho, com lágrimas escorrendo, pernas bambas e o estômago inchado e dolorido, sugou as últimas golfadas do mijo morno. O sabor estava ainda mais forte no final, concentrado e repulsivo. Ele engoliu com dificuldade, sentindo o líquido descer e assentar pesadamente. O som do canudo sugando ar no fundo foi humilhante. Hélio jogou o copo na lixeira, segurou o queixo de Juninho com firmeza e deu um beijo profundo, enfiando a língua para sentir o gosto residual da própria urina na boca do namorado.

Ao se afastar, Hélio ajeitou o cabelo de Juninho carinhosamente, deu um tapinha leve no rosto e sorriu vitorioso:

— Bom garoto. Carregou todo o meu mijo direitinho. Agora vamos pra casa… porque o que eu vou fazer com você lá vai ser bem pior.

Juninho, com a voz rouca, barriga cheia, boca impregnada do gosto forte de mijo e o corpo tremendo de vergonha, obediência e excitação, só conseguiu responder baixinho:

— Sim, Hélio… obrigado.

Hélio passou o braço pelos ombros dele novamente e o guiou para fora do shopping, satisfeito com o sofrimento delicioso que havia imposto ao seu putinho obediente.

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