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Um conto erótico de Ksada anal
Categoria: Grupal
Contém 1906 palavras
Data: 16/06/2026 03:28:48
Última revisão: 16/06/2026 03:32:01

Eu vivo uma vida de excessos, prazeres proibidos e uma entrega total ao que há de mais safado e intenso no sexo. Sou uma mulher liberta, sem limites, uma puta assumida que adora explorar cada buraco do meu corpo, especialmente o meu cuzinho guloso, apertado e insaciável. Olhem pra essa foto que tirei numa noite quente, exatamente como eu gosto: agachada no meio da rua escura, com o vestido curto subindo pelas coxas grossas e bronzeadas, o rabão empinado pra trás de forma provocante, pronto pra ser devorado e arrombado. O colar de contas grandes descendo entre os meus peitos fartos, roçando a pele suada, o sorriso safado no rosto enquanto olho pra câmera, sabendo que logo mais alguém vai estar me comendo como uma cadela no cio, estocando fundo nesse cu que adora virar um buraco aberto e cheio de porra. As pernas abertas, o vestido leve mal cobrindo a bunda redonda, a calcinha de renda branca aparecendo logo abaixo, marcando o contraste com a pele morena. Essa sou eu, uma vadia que vive pra dar o cu e sentir prazer sem vergonha nenhuma. Leia nos comentários, pois vou deixar o caminho para você ver as imagens e vvideos dessa e outras putarias minhas

Como uma mulher insaciável, eu não me contento com pouco. Meu marido, um corno manso e completamente apaixonado pela ideia de me ver sendo usada, sabe bem qual é o lugar dele: segurando a câmera, filmando cada detalhe enquanto eu dou pro mundo. Juntos, temos uma loja de carros, mas enquanto ele cuida dos negócios sérios durante o dia, eu me dedico a uma forma bem mais quente de negociação. Eu me ofereço pra satisfazer nossos clientes casados, machos alfa com paus grossos e pesados que não aguentam mais as esposas frias e sem graça em casa. Eles querem um cu apertado, quente, molhado e que massageie cada centímetro do pau deles até o último jorro grosso de porra quente explodindo lá no fundo.

Minha arma secreta é um gel especial que uso, aquele que deixa o cu escorregadio, ardente de prazer, relaxando os músculos e fazendo qualquer pau ficar duro como pedra, latejando de vontade. Ele intensifica cada estocada, faz o prazer durar mais e transforma o sexo anal numa experiência viciante. Eu passo nele em todos os meus amantes e recomendo sempre.

Naquela sexta-feira, eu estava particularmente insaciável. O dia começou cedo e eu já sabia que ia sair da loja com o cu completamente destruído, aberto e babando. Meu marido me deu um beijo profundo na boca antes do primeiro cliente chegar, apertando minha bunda por baixo do vestido.

— Vai com tudo hoje, minha puta favorita. Quero ver esse cu piscando e vazando quando você voltar pra mim. Filma tudo pra eu ver depois — ele sussurrou no meu ouvido, já com o pau semi-duro só de imaginar o que ia acontecer.

O primeiro cliente era um empresário casado, por volta dos 45 anos, com um pau comprido, grosso e veioso, daqueles que batem fundo e fazem a gente sentir cada centímetro. Ele chegou na loja fingindo interesse em um carro, mas o olhar dele já estava fixo na minha bunda. Eu sorri, mordi o lábio e levei ele pro motel barato ali perto, daqueles com quarto escuro, espelho no teto e lençóis que já testemunharam centenas de fodas sujas.

Assim que a porta fechou, ele me agarrou por trás, apertando meus peitos e esfregando o pau duro na minha bunda por cima do vestido.

— Caralho, você tá mais gostosa que da última vez. Essa bunda nessa foto que você me mandou me deixou louco a manhã toda — ele rosnou, levantando o tecido e expondo minha calcinha.

Eu me ajoelhei no chão frio do motel, puxei o pau dele pra fora e comecei a chupar com vontade, babando tudo, lambendo as bolas pesadas e enfiando a língua na cabeça inchada.

— Mete no meu cu hoje. Quero sentir você me arrombando bem fundo, enchendo tudo — pedi, olhando pra ele com cara de vadia completa, saliva escorrendo no queixo.

Ele me virou de quatro na cama, passou bastante do meu gel especial no meu cuzinho e no pau dele, e enfiou devagar no começo, sentindo o anel apertado resistir e depois ceder. Depois veio com força, estocadas profundas que faziam meus peitos balançarem e o colchão ranger.

— Porra, esse cu tá apertando meu pau como se quisesse ordenhar cada gota! Tá tão quente e molhado... — ele gemia alto, segurando meus quadris com força, deixando marcas vermelhas na pele.

Eu rebolava pra trás com fome, pedindo mais:

— Mais forte, caralho! Arromba esse cu de puta! Não para, enfia tudo, quero sentir suas bolas batendo na minha buceta! Goza dentro, enche meu intestino com porra quente!

Ele meteu como um animal por mais de vinte minutos, alternando ritmos, dando tapas estalados na minha bunda que ecoavam no quarto. Quando gozou, foi um jorro poderoso, fundo, tanto que senti a porra quente descendo pelas minhas paredes internas, enchendo meu reto. Saí de lá com o cu latejando, inchado, mas viciada no prazer.

Mal deu tempo de voltar pra loja e o segundo cliente já estava esperando: um cara mais novo, uns 35 anos, pau veioso, curvo pra cima, perfeito pra acertar todos os pontos de prazer anal. No motel da tarde, ele me comeu primeiro contra a parede, levantando uma das minhas pernas e enfiando devagar enquanto me beijava com fome.

— Você é uma puta safada mesmo, hein? Olha essa foto sua agachada... essa bunda empinada me deixa doido. Quero foder exatamente como você tá aí — ele disse, mostrando o celular.

Eu ri safada, abri as pernas na cama e mostrei o cu ainda brilhando e vazando um pouco da primeira foda.

— Então come ele de novo. Quero mais porra pra carregar na viagem que vou fazer. Me usa como quiser.

Ele lambeu meu cu com dedicação, enfiando a língua fundo, chupando o gosto misturado, depois meteu com força bruta. Eu gritava de prazer, sem me importar se alguém ouvia:

— Isso! Me fode como se eu fosse sua puta particular! Enfia tudo, rasga esse cu! Mais fundo, caralho!

Ele me deu tapas fortes na bunda, puxava meu cabelo longo e metia sem parar, girando os quadris pra sentir cada parede. O orgasmo dele foi explosivo, um jato grosso e quente que se misturou com o que já tinha dentro de mim. Meu cu já estava estufado, babando esperma pelas coxas quando saí.

O terceiro cliente foi o mais bruto e intenso. Ele adora me ver completamente submetida.

— Abre esse rabo pra mim. Quero ver ele piscando pedindo pau — ordenou assim que entramos no quarto do motel.

Eu me posicionei exatamente como na foto: agachada, empinando o rabão bem alto, o vestido levantado, olhando pra trás com cara de tesão. Ele passou bastante gel, enfiou dois dedos, depois três, abrindo meu cu devagar, esticando as paredes.

— Tá preparada pra levar rola grossa e longa, vadia? — perguntou, batendo o pau pesado na minha bunda.

— Sim, senhor. Arromba meu cu bem fundo. Quero sentir amanhã na estrada, vazando o dia todo — respondi gemendo, já molhada de tesão.

Ele me fodeu de conchinha, de lado, me virando de frente com as pernas no ombro dele, depois cavalgando enquanto eu rebolava no pau dele, sentindo cada veia pulsando. Eu gritava, rebolava, pedia tapa, puxão de cabelo. Quando ele gozou, foi um volume enorme, enchendo meu intestino ainda mais. Saí do motel com o cu arrombado, aberto, vazando porra pelas coxas e descendo até os pés. Meu marido me esperava na loja com um sorriso orgulhoso e o pau duro.

— Pronta pra viagem, minha cadela cheia de porra alheia? Olha o estado desse cu... tá lindo assim destruído.

Fechamos a loja e partimos pro interior de Pernambuco. Eu estava com um vestido leve, sem calcinha nenhuma, só pra facilitar o acesso. Mal saímos da cidade e a barriga começou a reclamar forte. O esperma dos três machos misturado, quente, gosmento, espesso, descendo devagar pelo meu intestino, criando uma pressão insuportável e ao mesmo tempo excitante.

— Amor, para o carro... tá descendo tudo — pedi, já suada e com o cu piscando.

Paramos num acostamento escuro da BR. Eu desci rápido, levantei o vestido até a cintura, agachei igual da foto, bem aberta, e comecei a soltar. Eram peidos altos, molhados, verdadeiras explosões saindo do meu cu estufado e arrombado. Longos jatos de porra branca e grossa misturada com fluidos escorriam pra fora, pingando no chão de terra. Meu marido filmava tudo de perto, iluminando com o farol do carro.

— Olha isso... que puta deliciosa. Solta tudo, deixa vazar pra eu ver — ele incentivava, gravando cada detalhe.

Eu gemia de alívio e tesão ao mesmo tempo:

— Tá saindo tanto... eles me encheram demais. Meu cu tá aberto, olha como pisca... quer mais pau ainda.

A viagem continuou assim por horas. Parávamos a cada meia hora. Em um dos pontos, eu me apoiei no capô do carro, empinei a bunda na direção da estrada e soltei mais uma avalanche de porra quente, peidos molhados e barulhentos que ecoavam na noite. O cheiro forte de sexo enchia o ar. Meu marido não resistia e metia os dedos no meu cu, tirando mais esperma pra fora, me fazendo gozar só com isso.

— Você é uma vadia sem limites. Adoro ver você assim, cheia de porra de outros homens, vazando na beira da estrada como uma puta barata — ele dizia enquanto eu rebolava nos dedos dele.

Chegamos ao destino já de madrugada, mas antes paramos mais algumas vezes. Em uma delas, um caminhoneiro que passava viu a cena e parou. Meu marido, corno completo, me incentivou:

— Vai, oferece esse cu pra ele também. Mostra como você é generosa.

O caminhoneiro, um homem forte e barbudo, não pensou duas vezes. Me fodeu ali mesmo, encostada no carro, metendo forte no cu já destruído, gozando rapidinho e adicionando mais carga. Eu gemia alto, sem vergonha, sentindo o quarto pau da noite me arrombar.

Durante a viagem toda, eu contava os detalhes de cada foda pro meu marido, descrevendo como cada pau entrava, como eles gemiam meu nome, como eu pedia pra gozarem fundo. Ele se masturbava enquanto dirigia, parando pra me comer também, usando o cu escorregadio e cheio.

No dia seguinte, no interior, a história se repetiu. Eu saía pra "passear" e acabava encontrando mais homens locais que me comiam em motéis simples ou até no mato. Um deles me fodeu de pé contra uma árvore, outro me fez chupar enquanto o marido filmava. Cada vez que voltava pro carro, mais porra descia, mais paradas na estrada, mais cenas explícitas.

Eu amo essa vida. O risco, o prazer, a sensação de ser usada, arrombada, cheia até transbordar. Quem casa com uma mulher como eu tem que estar preparado pra lidar com as consequências: cu arrombado, vazando, peidos molhados e muita porra alheia. Mas nada me faz desistir. É isso que me motiva, que me faz sentir viva.

A foto que você vê aí captura exatamente esse espírito: eu agachada, pronta, oferecendo o que tenho de melhor. Imagina o que aconteceu depois daquela pose... imagina quantos paus já entraram ali, quantas vezes fui enchida e esvaziada na beira da estrada.

Se você gosta de histórias reais, safadas e sem filtro como essa, acompanhe o tipo de vida que levo. Eu continuo assim, dia após dia, oferecendo meu cu pra quem quiser, vivendo intensamente cada momento de prazer anal.

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