SOCIEDADE SECRETA DO TERCEIRO ANO PT 11 DIGNIDADE

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 2906 palavras
Data: 15/06/2026 13:09:33

Antes mesmo do último sinal tocar, meu celular vibrou no bolso. Olhei discretamente. Era Barreto.

Atendi baixo, quase sussurrando:

— Alô?

— Matheus, vem pra minha casa. Urgente. Preciso de um favor.

Ele mandou o endereço por mensagem. Uma parte nobre do Rio em um condomínio de alto padrão.

— Eu ainda estou em aula… a escola não me deixa sair assim.

Barreto riu do outro lado, confiante.

— Já conversei com o Ricardo. Ele manda mais que o diretor. Pode vir susegado.

Desliguei. Meu coração acelerou. Ricardo realmente tinha poder. Levantei, peguei minha mochila e saí da sala sem dar explicação. Aline me olhou de longe com aquele ódio contido, mas não disse nada.

O Corolla Cross que Ricardo tinha me emprestado ainda estava comigo. Eu avisei por mensagem que não devolveria hoje. Ele respondeu apenas: “Tudo bem. Pode ir com ele.”

Dirigi até o endereço. Era um condomínio de luxo, portaria com seguranças armados, jardins impecáveis. A casa de Barreto era absurda — uma mansão moderna de três andares, com pelo menos três piscinas visíveis (uma infinita com vista para o mar, outra coberta e uma terceira com bar). Várias empregadas uniformizadas circulavam pelos jardins. O lugar cheirava a dinheiro luxo e poder.

Um mordomo de terno impecável me recebeu na porta.

— Sr. Matheus? Por favor, me acompanhe.

Ele me levou por corredores largos, cheios de quadros caros e esculturas. Entramos em um escritório enorme. As paredes eram cobertas de troféus de caça — cabeças de animais empalhadas, alguns claramente em extinção: leopardos, tigres, elefantes. Eu senti um desconforto imediato. Não gostei daquilo. Parecia ostentação de quem acha que pode possuir tudo.

Barreto estava sentado atrás de uma mesa de madeira nobre, sorrindo.

— Matheus! Senta, garoto.

Sentei. Ele se levantou, veio até mim e me deu um abraço forte, batendo nas costas.

— Parabéns pelo nível 12. Nunca ninguém na história da Seita subiu assim tão rápido. Você pulou níveis como se fosse nada. Impressionante.

Eu agradeci, tentando manter a compostura.

— Obrigado.

Ele sentou de novo, servindo um copo de whisky pra si.

— Olha, preciso de você pra alguns favores.

— Quais?

Ele sorriu, direto:

— Quero que você coma minha esposa, Lucia… e minha filha também. Não juntas, separadamente. Só por um tempo. Elas gostaram tanto de você naquela noite que querem mais. Mas lembre-se: evite comentar sobre Lucia com Pamela e vice-versa. Isso pode não ficar bom no final. Mas sei que você vai resolver isso.

Eu fiquei em silêncio, processando. Ele bateu nas minhas costas de novo.

— Você já almoçou?

— Ainda não.

— Almoça com a Lucia. Já já ela desce. Vou precisar viajar e só volto na sexta. Depositei 50 mil reais na sua conta, pra caso precise. Creio eu que não precise, mas se precisar, vai ter.

Pensei: 50 mil porra… caralho que disgracera e essa…

Barreto sorriu, como se lesse meus pensamentos.

— Use bem. E me dê orgulho muleque.

Eu saí do escritório com a cabeça girando. O mordomo me levou até a sala de jantar. Lucia desceu minutos depois, linda, usando um robe curto de seda. Ela sorriu ao me ver.

O almoço foi estranho. Ela falava pouco, mas os olhos diziam tudo. Eu comia em silêncio, sentindo o peso de mais uma ordem da Seita.

E eu, mais uma vez, não recusei.

Logo após o almoço, Lucia limpou o canto da boca com o guardanapo de linho e me olhou com um sorriso malicioso, quase brincalhão.

— Estava delicioso, não é? — disse ela, voz suave. Depois inclinou o corpo para frente, os seios grandes pressionando contra o robe de seda. — E então, garoto… está preparado?

Eu engoli em seco, sentindo o calor subir pelo corpo todo.

— Sempre — respondi, tentando manter a voz firme.

Ela riu baixinho, um riso rouco e provocante.

— Primeiro vamos dar uma volta. Quero comprar algumas coisas.

Saímos da mansão. Lucia tinha um carro de luxo — um Bentley Continental GT, preto brilhante, bancos de couro creme imensos no banco de trás. Eu sentei ao lado dela. O motorista ficou na frente, silencioso, olhos fixos na estrada, como se fosse treinado para não ver nada.

Paramos em uma sequência de lojas chiques no Leblon. Lucia me puxou pela mão, animada como uma menina em dia de compras. Entramos em boutiques de grife. Ela experimentava vestidos caros — um de 20 mil, outro de 30 mil, tecidos leves que marcavam o corpo dela de forma absurda. Eu ficava sentado nas poltronas, observando ela girar na frente do espelho, perguntando minha opinião.

— Esse fica bom? — perguntava ela, virando de costas, a bunda empinada marcando o tecido.

— Fica perfeito — respondi, sincero.

Depois fomos para lojas de lingerie. Ela escolhia peças cada vez mais provocantes: conjuntos de renda preta, bodys transparentes, calcinhas fio dental que mal cobriam qualquer coisa. Experimentava na cabine e saía para me mostrar, girando devagar, os seios quase saltando.

— E essa? — perguntou, vestindo um conjunto vermelho mínimo.

— Você fica… insana — murmurei.

Ela sorriu, satisfeita.

Voltamos pro carro. Lucia sentou no banco de trás comigo. O motorista dirigia em silêncio, como se fosse invisível. Ela olhava as sacolas, mas de repente virou pra mim.

— Será que essa lingerie fica bem em mim?

Era um soutien fininho de renda preta e uma calcinha fio dental minúscula. Antes que eu pudesse responder, ela tirou o robe ali mesmo no banco de trás. Ficou completamente nua. O corpo dela era uma obra — seios siliconados perfeitos, cintura fina que parecia ter metade da idade, bunda grande e empinada, pele bronzeada brilhando.

Ela abriu as pernas devagar, mostrando a buceta depiladinha, rosada, já molhada. Olhou pra mim com aquele olhar provocante.

Eu fiquei quieto, pau duro latejando na calça. Ela vestiu o conjunto devagar, a calcinha fio cobrindo apenas o risco da buceta, provocando. Depois colocou o vestido por cima.

Meu pau estava latejando. Chegamos na mansão. Lucia me olhou com um sorriso safado.

— Espera no quarto. O mordomo te leva.

O mordomo me guiou por corredores largos até um quarto enorme, com cama king size, vista para o mar e uma banheira de hidromassagem no canto. Sentei na beira da cama, coração acelerado, esperando.

A porta se abriu.

Quando Lucia entrou.o quarto era enorme, luxuoso, com luzes baixas e uma vista panorâmica do mar através da parede de vidro. Eu estava sentado na beira da cama king size, ainda com o uniforme da escola, o coração batendo forte no peito. Lucia fechou a porta atrás de si com um clique suave e virou-se para mim.

Ela sorriu. Um sorriso lento, predatório, cheio de experiência. O robe de seda preta deslizou pelos ombros dela e caiu no chão como uma cascata escura.

O corpo dela era uma obra de arte — seios grandes, siliconados, firmes e empinados, com bicos rosados duros de excitação. Cintura fina, barriga levemente definida, quadril largo e uma bunda grande, redonda, perfeita, que parecia desafiar a gravidade. As pernas longas, torneadas, brilhando levemente sob a luz. Aos 42 anos, ela parecia uma mulher de 20, reconstruída com cirurgias precisas, mas com uma presença natural que fazia meu pau latejar dentro da calça.

— Você tá olhando como se nunca tivesse me visto nua — disse ela, voz rouca, caminhando devagar até mim. Os seios balançavam a cada passo.

Ela parou na minha frente. Seus dedos deslizaram pelo meu peito, descendo até a fivela do cinto. Com habilidade, abriu minha calça e puxou o pau pra fora. Ele pulou livre, grosso, veioso, cabeça brilhando.

— Olha só isso… — murmurou ela, segurando a base com as duas mãos. — Que pau lindo. Grosso. Grande. da ultima vez eu me controlei. Hoje eu quero ele inteiro.

Ela se ajoelhou devagar, como uma atriz em cena. Olhou pra cima, olhos castanhos cheios de desejo, e lambeu da base até a cabeça, devagar, saboreando. A língua quente e molhada girou na glande, coletando o pré-gozo. Depois abriu a boca e engoliu metade de uma vez, gemendo baixo, vibrando ao redor do pau.

— Mmm… que delícia — sussurrou, tirando por um segundo, baba escorrendo pelo queixo. — Tão grande… tão duro pra mim.

Ela chupou com fome. Cabeça subindo e descendo, mão trabalhando na base, língua pressionando a veia inferior. O som molhado enchia o quarto — gluck, gluck, gluck. Ela engolia fundo, engasgando de leve, olhos lacrimejando, mas não parava. Uma mão massageava minhas bolas, a outra apertava minha coxa.

Eu segurei o cabelo loiro dela, guiando o ritmo. Lucia gemeu, aprovando. Ela tirou o pau da boca, bateu na língua, depois chupou as bolas, lambendo devagar, olhando pra cima como uma puta experiente.

— Você gosta assim, né? — perguntou ela com uma voz provocante. — De uma mulher que sabe o que faz com a boca.

Eu assenti, respirando pesado. Ela sorriu e voltou a engolir, mais fundo, garganta apertando a cabeça do pau.

Depois de uns minutos intensos, ela se levantou, empurrou meu peito e me fez deitar na cama. Montou em mim com a buceta molhada roçando de leve no pau duro.

— Agora eu vou cavalgar você — E você vai aguentar até eu mandar gozar.

Ela segurou o pau e desceu devagar, engolindo tudo de uma vez. Soltou um gemido longo, profundo, quando sentiu o pau enchendo ela completamente.

— Porra… que grosso… me abriu toda…

Começou a cavalgar. Devagar no início, rebolando a cintura, sentindo cada centímetro. Os seios balançavam pesadamente. Eu segurei a bunda grande dela, apertando, ajudando o movimento. Lucia acelerou, gemendo alto, unhas cravando no meu peito.

— Isso… me fode… me usa… sou sua puta agora…

Ela cavalgava com força agora, batendo a bunda nas minhas coxas, o som molhado ecoando. Os seios pulavam, bicos duros. Eu apertava eles, torcendo os bicos, fazendo ela gemer mais alto.

— Mais forte… aperta… me machuca um pouco… eu gosto…

Eu obedeci. Apertei os seios com força, dei tapas na bunda. Lucia gemia como uma louca, rebolando selvagemente

A cena era intensa. Ela dominava, mas eu sentia que podia tomar o controle a qualquer momento. O quarto cheirava a sexo, suor e desejo. Seus quadris subiam e desciam com força, batendo contra as minhas coxas com um som molhado e obsceno. A buceta dela estava quente, apertada, encharcada, engolindo meu pau até o talo a cada descida. Os seios grandes balançavam pesadamente no meu rosto,os bicos rosados duros roçando minha pele. Ela segurava meus ombros, unhas cravando, gemendo rouca:

— Isso… me enche toda… que pau grosso… me fode mais forte!

Eu segurei a bunda grande dela com as duas mãos, apertando a carne macia, ajudando o movimento. Cada vez que ela descia, eu empurrava o quadril para cima, socando fundo. Lucia jogou a cabeça para trás, cabelo loiro voando, boca aberta em um gemido longo.

— Ai caralho… assim… me rasga… me usa como uma puta!

O ritmo aumentou. Ela rebolava a cintura de forma selvagem, esfregando o clitóris na base do meu pau, o corpo suado brilhando sob a luz baixa do quarto. Eu sentia cada contração da buceta dela, quente e molhada, apertando como se não quisesse soltar.

De repente, ela parou, ofegante, olhos vidrados de tesão. Levantou-se, meu pau saindo dela com um som molhado. Virou de costas, empinou a bunda grande e perfeita e sentou de novo, agora de costas pra mim. Segurou meu pau e enfiou na buceta, descendo até o fundo.

— Olha pra minha bunda… — gemeu ela, rebolando devagar. — Bate nela. Forte.

Eu obedeci. Dei um tapa forte na bunda direita. O som ecoou. Lucia soltou um gemido alto, quase um grito.

— Mais! Me bate enquanto me fode!

Eu comecei a meter de baixo, socando pra cima, enquanto dava tapas ritmados na bunda dela. A pele clara ficava vermelha, marcando meus dedos. Lucia rebolava mais rápido, gemendo como uma louca:

— Isso! Me machuca… me fode como se eu fosse sua vadia de zona…!

Eu segurei o cabelo loiro dela como rédea, puxando pra trás, arqueando o corpo dela enquanto metia com força. O pau entrava e saía rápido, molhado, brilhando. O som era obsceno — ploc, ploc, ploc — misturado com os gemidos dela e o barulho da cama rangendo.

Lucia virou o rosto, olhando pra mim por cima do ombro, olhos cheios de desejo.

— No cu agora… quero sentir você arrombando meu cu.

Eu cuspi na mão, passei no pau e na entrada do cu dela. Segurei a bunda aberta e empurrei. A cabeça grossa forçou o anel apertado. Lucia soltou um gemido longo, sofrido, mas empinou mais.

— Entra… me arromba… não para…

Eu empurrei devagar no começo, mas ela pediu:

— Mais forte! Quero sentir dor misturada com prazer não cospe mais não quero seco mesmo!

Meti com mais força. O cu dela apertava como um punho quente. Entrei quase todo, começando a meter ritmado, cada vez mais fundo. Lucia gritava, unhas cravando nos lençóis, bunda tremendo a cada estocada.

— Isso! arromba meu cu… me quebra… sou sua puta barata!

Eu segurei a cintura dela e socava com violência, o pau entrando e saindo do cu apertado. Lucia gemia alto, o corpo suado, tremendo. Eu dava tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas.

— Mais! Me bate! Me fode como se me odiasse!

O tesão era insano. Eu metia sem parar, o pau grosso abrindo o cu dela, o barulho molhado ecoando no quarto. Lucia gozou forte, o corpo convulsionando, apertando meu pau no cu, gritando rouca.

— Aaaahhh… tô gozando … porra… continua!

Eu não parei. Meti mais forte, sentindo o cu dela pulsar. O prazer subia rápido. Lucia, ainda tremendo do orgasmo, virou o rosto e pediu, voz rouca:

— Goza dentro… enche meu cu… quero sentir sua porra quente…

Eu segurei a bunda dela com força e gozei fundo no cu, jatos grossos enchendo ela. Lucia gemeu longo, sentindo cada jato, o corpo tremendo de novo.

Nós dois viramos na cama, ofegantes, suados, corpos colados.

Meu pau ainda pulsava dentro dela, gozo escorrendo devagar do cu de Lucia. Ela estava deitada de lado, corpo colado no meu, uma perna por cima da minha coxa. O quarto cheirava a sexo, suor e perfume caro. A luz baixa da cabeceira iluminava a pele bronzeada dela, marcada por tapas vermelhos e mordidas.

Lucia não saiu de cima de mim. Ainda com meu pau semi-duro dentro dela, ela começou a se mover devagar, como se não quisesse que terminasse. Depois, com um suspiro satisfeito, saiu de mim e deitou ao meu lado, nua, pernas entrelaçadas nas minhas. Sua mão desceu e segurou meu pau, ainda melado de porra , e começou a punhetar devagar, preguiçosamente, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

— Fica assim… — murmurou ela, voz rouca e baixa. — Não quero que acabe ainda.

Eu fiquei deitado, respirando , sentindo os dedos dela subindo e descendo no meu pau, apertando de leve a cabeça sensível. Lucia olhava para o teto, um sorriso cansado no rosto.

— Você mete bem pra caralho… — disse ela, quase rindo. — Forte, mas sabe quando ir devagar. A maioria dos homens aqui só sabe meter como animal sem ritmo. Você… você sabe o que esta fazendo.

Eu virei o rosto pra ela. O corpo dela brilhava de suor, seios grandes subindo e descendo, bicos ainda duros. A mão dela continuava o movimento lento, quase carinhoso.

— E o Barreto? — perguntei, voz baixa.

Lucia soltou uma risada amarga, sem parar de me punhetar.

— Ele me trai mais do que eu consigo contar. Modelos, secretárias, até algumas das meninas que ele traz pra essas festas ele tras pra trabalhar aqui. Eu sei de tudo. E sabe o que é pior? Eu não ligo mais. Faz tempo que parei de ligar. Ele me dá dinheiro, status, essa vida… e eu dou pra ele o que ele quer: uma esposa que não faz escândalo.

Ela apertou meu pau um pouco mais forte, o polegar girando na cabeça.

— Mas com você… foi diferente. Você me fodeu como se quisesse me possuir. Não como um brinquedo. Como uma mulher de verdade.

Eu fiquei em silêncio, sentindo o pau endurecer de novo na mão dela. Lucia sorriu, notando.

— Olha só… já tá duro de novo. Que pau lindo… grosso, veioso… me fudeu tão bem. Você mete muito bem, Matheus. Forte quando eu peço, devagar quando eu preciso. A maioria dos homens não sabe fazer isso.

Ela se aproximou, beijando meu peito, subindo até o pescoço, mordendo de leve.

— Fica mais um pouco… — sussurrou ela. — Não vai embora ainda.

Eu virei o corpo, ficando por cima dela. Lucia abriu as pernas, puxando-me para dentro. Eu entrei devagar dessa vez, sentindo a buceta quente e molhada me engolir. Ela soltou um gemido longo, olhos semicerrados.

— Isso… devagar agora… me come… me preenche…

Eu meti com calma, profundo, olhando nos olhos dela. Lucia segurava meu rosto, unhas arranhando de leve minha nuca. O ritmo era lento, mas intenso. Cada estocada era sentida. Ela rebolava por baixo bem de vagar, gemendo baixo no meu ouvido.

— Você é perigoso… — sussurrou ela. — Me faz sentir coisas que eu não devia sentir com homen nenhum.

Eu acelerei um pouco, segurando a bunda dela, metendo mais fundo. Lucia gemeu mais alto, pernas apertando minha cintura.

— Isso… assim… me fode como se fosse a última vez que comesse alguem…

Gozei dentro dela novamente, gemendo no pescoço dela. Lucia gozou junto, apertando meu pau, corpo dela tremendo, unhas cravando nas minhas costas.

Ficamos ali, nus, abraçados, respirando juntos. O quarto estava silencioso, só o som distante do mar.

Lucia passou os dedos no meu peito, voz suave:

— Fica mais um pouco… só mais um pouco.

Eu fiquei.

Porque, naquele momento, era a única coisa que fazia sentido e eu tava gostando de meter nela.

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Comentários

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Gabriel que loucura deliciosa... acredito que vc ainda vai entrar para essa família. Parece mesmo que vc curtiu trepar com ela. Barreto sabe como sossegar a mulher. Se der um neto pro cara vai subir no topo da pirâmide. Geralmente quando a mulher perde a virgindade com alguém e é bom, aquilo marca para a vida. A garota vai se apaixonar. Caraca vai ser o macho da família toda, que tesão.

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