Casada Sim, mas Boquete Pode

Um conto erótico de Pietro Ward
Categoria: Heterossexual
Contém 1498 palavras
Data: 15/06/2026 00:57:42

Aquele era apenas o primeiro dia da competição paralímpica e eu já estava cansado, pois a tarde, principalmente, fora bastante puxada. Estava cansado, mas feliz, pois oito dos 12 atletas da nossa equipe tinham vencido suas primeiras partidas — inclusive Kendra, minha protegida e campeã de xadrez favorita. Mesmo cansado, estava com tesão, mas teria que bater uma punheta, já que Kelly — mãe de Kendra (ver conto: “Eu, a Mãe Gostosa e a Linda Filha Deficiente”) — estava cuidando da filha e auxiliando outras mães.

Quando iniciei a punheta, o celular tocou — causando irritação. Ia deixar tocar, mas era Sílvia, nossa coordenadora, e podia ser algo importante. Na verdade era só para perguntar onde estavam as caixas de água mineral — nada que não pudesse ficar para o outro dia. Acho que estava mesmo era entediada, apesar de também cansada, e querendo conversar.

— Já estava dormindo? — ela perguntou, só para continuar o assunto.

Era uma mulher casada de + ou - 40 anos, um pouco acima do peso e muito alta para os padrões da mulher brasileira. Não era uma mulher que, de cara, chamava a atenção pela beleza, mas tinha seus encantos. Era muito extrovertida e vez ou outra soltava umas brincadeiras picantes — inclusive sobre meu relacionamento meio implícito com Kelly. Ela nunca tinha chamado minha atenção como mulher, até aquela noite. O proibido… ah, o proibido!!! Resolvi arriscar, e se acaso ela se ofendesse, eu sempre poderia dizer que era brincadeira.

— Não, estava batendo uma punheta — disse sorrindo.

— Eita! Que safadeza é essa? Está brincando, né?

A voz dela não pareceu ofendida e tomei como um incentivo, arriscando um pouco mais:

— Não é brincadeira — respondi o mais naturalmente possível. — Gosto de gozar antes de dormir, me relaxa.

— É melhor do que meu Clonazepam, tenho certeza! — sua risada foi sonora.

— Credo, você toma isso!?

— Infelizmente sim. Fazer o que, né?

— Goza gostoso como eu. O resultado é o mesmo, e sem efeitos colaterais.

— Sozinha não gosto… é chato.

— Tenta! — insisti. — Você daí e eu daqui.

— Está doido? Não estou sozinha no quarto… daqui a pouco as meninas chegam e…

— Então me deixe ver sua flor!? — meu tom saiu mais como ordem do que pedido.

— Não, eu não me depilei e…

— Agora que quero mesmo, adoro pelinhos!

Enquanto conversávamos, liguei o laptop, acionando a sincronização do celular com o Windows e liguei a webcam. Ajeitei o laptop sobre o frigobar, de forma que a câmera mostrasse meu pau rijo e continuei me masturbando lentamente, sob o olhar curioso dela.

— Hummm… é grande e grosso. Por que ele é torto, assim? — os olhos dela brilhavam.

— Sei lá — respondi sorrindo —, acho que de tanto bater punheta com a mão direita.

— Se a Kelly souber disso, vai me odiar.

— Vai nada, ela é bem liberal — enquanto falava, lembrei-me da minha experiência com a curiosa Kendra, com o aval da própria mãe. — Mas só para preservar você e seu casamento, ela não precisa saber de nada.

Enquanto falava, toquei a ponta do dedo no líquido pré-gozo que brotava da cabeça inchada do meu pau duro. Ela passou a língua nos lábios e perguntou, meio acanhada:

— Posso ir aí rapidinho?

— Deve — respondi com a voz rouca.

Como ela estava no andar superior, levou alguns minutos eternos para chegar. Com um sorriso entre acanhado e safado, desligou a luz, deixando o quarto à meia-luz que vinha da janela envidraçada. Estava frio e ela usava o agasalho de moletom com as cores e logo da equipe. As vestes não eram nada sexy, mas pouco importava. Quando se sentou na beirada da cama, vi que estava com os longos cabelos úmidos e logo senti os cheiros de shampoo hidratante corporal. Como ela parecia indecisa, guiei-a até meu pau, que pulsou ao toque da mão fria.

Ela apertou e me punhetou por alguns instantes, depois se debruçou e abocanhou com gula. Senti o contraste dos cabelos frios no meu abdômen e os lábios macios e quentes no meu cacete, chupando com vontade. Usei uma das mãos para tirar os cabelos do rosto e o gesto proporcionou uma visão surreal do meu tolete entrando e saindo daquela boca faminta.

Com a ajuda dela, baixei a calça de elástico e, mesmo com pouca luz, vi que a calcinha de renda cor salmão estava com uma mancha de umidade. Enfiei toda a mão dentro da peça e pude sentir os pelos sedosos antes de mergulhar dois dedos na caverna molhada. Ela deixou brotar um gemido entre as chupadas, e afirmou com voz firme:

— Penetração, não! Seria uma traição e o Wilson não merece!

— Tudo bem, não faremos nada que você não queira — falei, sem entender bem o que era traição ou não para ela. Por fim, quando finalmente entendi, concluí que algumas mulheres são muito hipócritas. — Mas quero que você goze também!

Sem parar de me chupar, ela enfiou a própria mão sob a calcinha e começou a bater uma siririca rápida e vigorosa, aumentando os gemidos e bufando sem desgrudar do meu tarugo inchado. Vez ou outra, a boca engolia os testículos — um após o outro —, causando um misto de dor aguda e prazer profundo, uma linha tênue que só tornava tudo mais excitante.

Não demorou muito. Ela parou o boquete de repente, ofegante, e anunciou que ia gozar. A voz saiu trêmula, quase um sussurro sufocado. Daí a nada, começou a gemer mais alto, o corpo inteiro tensionado, e então veio o tremor — primeiro nos ombros, depois nas coxas, até que um espasmo longo a sacudiu por inteiro. Toquei os seios fartos por cima do moletom, sentindo o coração acelerado sob o tecido macio. Não demorou muito: ela parou de tremer, suspirou fundo e tirou a mão melada da buceta, levando-a à minha boca. Lambi, chupei e sorvi os dedos longos, um a um, fechando os olhos por um instante, sentindo o gosto característico do néctar dela — levemente ácido, quente, inconfundível.

Com a mão completamente limpa e os olhos ainda brilhando de tesão saciado, ela ergueu as ancas, vestiu a calça com destreza e, sem dizer uma palavra, voltou a chupar minha ferramenta com redobrado vigor. Às vezes tirava a boca só para punhetar com rapidez, com uma força e violência que chegava a doer — mas uma dor boa, daquelas que anunciam o fim iminente. Ela puxava o prepúcio até cobrir toda a glande inchada, depois o arregaçava com força excessiva, beijando a ponta e engolindo tudo em seguida, num movimento contínuo e faminto. Já não havia mais timidez. O olhar dela, quando erguia os olhos para mim, era sorridente e perverso — o olhar de quem descobriu um prazer novo e não queria mais parar.

— Deixa eu gozar no seu cuzinho? — pedi, a voz grossa, quase um rosnado.

— Não — respondeu, sem parar de chupar, a palavra saindo enrolada no meu pau. — Meu marido é um bom homem, não merece isso.

— Sim, na buceta eu compreendo — insisti, sentindo o orgasmo subir como uma onda prestes a quebrar. — Mas no cuzinho não é pecado! — afirmei, lembrando-me naquele instante exato da mulher do pastor, amiga da minha mãe, e das coisas que ela permitia desde que não fosse penetrada na frente.

Senti o orgasmo se aproximando de vez e segurei os cabelos úmidos de Sílvia com força, calando sua boca com meu cacete pulsante, empurrando fundo até sentir a garganta dela contra a ponta. Ela acelerou a masturbação — mão direita lubrificada de saliva — e, quando o primeiro jato quente atingiu seus cabelos, ela não recuou. Pelo contrário: colocou metade da glande inchada nos lábios e sorveu com força, como quem suga um canudo até o fim, os olhos marejados mas fixos nos meus. Eu espremi alguns rugidos guturais e segui esguichando sêmen, jato após jato, até sentir que não havia mais nada no canal — apenas o eco do prazer e o corpo mole e suado.

Os lábios dela deixaram a cabeça do meu pau reluzente, brilhando à meia-luz do quarto. Ela engoliu todo o leite, sem hesitar, com uma genuína expressão de prazer estampada no rosto — quase um sorriso de quem acabara de se deliciar.

Em seguida, levantou-se devagar, como se saísse de um transe, e se dirigiu ao espelho do banheiro. Limpou a porra dos cabelos com papel higiênico, passou o polegar no canto dos lábios para recolher o último fio de esperma e o chupou discretamente. Depois, olhou o próprio reflexo por um segundo e disse, com um meio sorriso cansado:

— Nós somos loucos!

— Eu não acho — respondi sinceramente, ainda deitado, o pau mole e pesado em repouso. — Na verdade, adorei.

— Nem um pio sobre isso para ninguém, hein!!! — a voz dela tentou ser severa, mas saiu quente, quase afetuosa.

— Claro que não, será nosso segredinho para sempre.

Ela tornou a ajeitar a calça de moletom, passou a mão pelos cabelos ainda úmidos, observou o corredor vazio antes de sair e fechou a porta atrás de si sem fazer barulho.

Estava realmente frio. Puxei o edredom até o queixo, sentindo o cheiro dela misturado ao meu, e dormi como um bebê.

pietroward@gmail.com

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