MLK SAFADO DO ORFANATO 02

Um conto erótico de Gustavo
Categoria: Homossexual
Contém 2496 palavras
Data: 14/06/2026 22:14:02

Entramos no quarto e meu irmão subiu pro beliche de cima, apagou rapidinho. Eu deitei na cama de baixo, mas o sono não vinha de jeito nenhum. Meu cuzinho ainda ardia um pouco, latejava, e o gosto da porra do Cris ainda estava na minha boca mesmo depois de escovar os dentes. Tudo tinha acontecido em um intervalo de menos de 12 horas: fui enrabado pela primeira vez, chupei uma rola e engoli leite de macho. E, o pior, eu tinha adorado.

Nem tive tempo de me perder nos meus pensamentos, só senti uma mão quente subindo devagar, deslizando por baixo do lençol pela minha perna na penumbra do quarto. Era o Cris, ele me chamou com a mão pra dividir com ele o colchonete que minha mãe deixava para quando os garotos do orfanato viessem.

Nem pensei duas vezes, rolei devagar do beliche e me enfiei debaixo do lençol com ele, me aconchegando nos seus braços quentes. Eu vi seu sorriso no escuro e ele me deu um selinho na boca.

— Como tá esse cuzinho, Gugu? – Sussurrou me aninhando ainda mais no seu colo.

— Ainda dói um pouco... – respondi baixinho.

Ele deu um sorrisinho maroto e falou no meu ouvido:

— Depois que você tomar rola mais vezes, vai se acostumar rapidinho — sussurrou ele, com a voz rouca. — Um rabão gostoso desses nasceu pra ser fodido, Gugu.

Me puxou pra cima dele e começou a me beijar, sem pressa, enquanto apertava a minha bunda por cima do short, suas mãos iam apertando minha nuca e eu sentia seus lábios e língua preenchendo espaços da minha boca que eu nem imaginava. Ele nos afastou por uns segundos e perguntou:

— Não tá afim de me dar a bunda de novo?

Meu cuzinho piscou só de ouvir. Eu senti seu pau por baixo de mim e dei uma leve rebolada e balancei a cabeça em um sim.

— Me mama um pouquinho então pra me deixar no ponto de te enrabar.

Não me fiz de rogado. Baixei o calção dele, segurei aquela piroca e comecei a chupar com gosto. Lambi a cabecinha melada pelo suquinho de gala, dei beijos por toda a extensão e, sem nem que ele pedisse, me abaixei pro saco e coloquei as bolas na minha boquinha, sugando devagar uma por uma. Apesar do pauzão, as bolas do Cris eram meio pequenas e rentes ao corpo, não sei se pelo frio. Voltei pra cabeça do pau e comecei a mamar com vontade, eu ainda não conseguia engolir todos os seus 18cm, mas não me impedia de tentar e deixar aquele mastro lustrado na minha saliva.

Ele gemia baixinho, deixou uma mão na minha cabeça que as vezes controlava o ritmo e as vezes só me fazia carinho, a outra ele brincava com minha bunda e meu cuzinho expostos depois que, em algum momento, ele tirou meu short.

— Caralho, que boquinha gostosa... eu vou ficar viciado na tua mamada desse jeito. – Ele sussurrava enquanto enfiava um dedo em mim, mal ele sabia que quem estava viciado era eu, na piroca dele.

Passei uns bons dez minutos mamando aquele cacete com dedicação. Lambia, chupava, babava e tentava descer o máximo possível, mesmo sentindo a garganta apertar. O Cris gemia baixinho, claramente adorando.

— Fica de quatro. – Ele ordenou me puxando pelo cabelo pra desengatar os lábios do seu pau.

Eu me posicionei no colchonete e ele abriu minha bunda, senti sua respiração perto do meu cu, antes dele enfiar a língua quente e começar a me lamber com vontade, a pontinha da sua língua entrava e era logo seguida por um dedo, depois dois, abrindo e girando enquanto mordia de leve as polpas da minha bunda, assim como de tarde ele abria meu cuzinho com maestria. Eu já estava delirando de tesão, me contendo pra não gemer mais alto, de quatro no meu próprio quarto, só com a blusa do pijama, enquanto meu irmão dormia a menos de três metros de nós.

— Tá molhadinho e aberto pra caralho… — murmurou ele, satisfeito. — Agora sim tá no ponto de levar rola.

Depois de me deixar bem molhadinho e aberto, o Cris se posicionou atrás de mim e eu ouvi o som de uma cuspida antes dele segurar minhas ancas e mirar aquela cabeça grossa na entradinha.

Ele tentou forçar mais e, dessa vez, a dor veio diferente da primeira penetração. Era uma queimação forte, profunda. Por instinto, meu corpo tentou fugir para frente, mas o Cris segurou firme minhas nádegas com as duas mãos, me mantendo no lugar.

— Aguenta, Gustavo... a cabeça já entrou. Relaxa o cuzinho pra mim, vai... — sussurrou rouco, quase gemendo de tesão.

Tentei aguentar, mas quanto mais ele enfiava, mais ardia. Reclamei de novo, choramingando:

— Tá doendo muito, Cris... — Coloquei minha mão pra trás na esperança dele se afastar um pouco.

Aquela cabeça era muito grande, não sei como tinha entrado em mim tão fácil de tarde, acho que o tesão e a manteiga tinham me salvado.

— Calma, maninho… eu vou tirar.

Senti suas mãos deslizarem pelo meu rosto e ele começar a puxar devagar, relaxei as pregas do meu cuzinho, aliviado. Quando só a cabeça gorda ficou dentro, ele me empurrou com força para baixo, jogou meu corpo de bruços no colchonete e meteu a pica toda de uma só vez até o fundo no meu pobre cuzinho.

Gemi alto de dor e surpresa, mas o som abafado pela mão que o safado já tinha colocado pra cobrir minha boca, com certeza, prevendo o grito. Por uns segundos eu quase perdi os sentidos. Só sentia o peso enorme dele em cima de mim e aquela giromba me preenchendo, os movimentos pra frente e pra trás me deixavam tonto. Aos poucos fui voltando, e mesmo a dor ainda latejando, eu já estava sentindo um calor gostoso se espalhar pelo meu corpo.

— Viu? Não foi tão difícil aguentar meu pau entrando todo… agora vou te deixar acostumar com ele bem atolado no seu cuzinho.

Ele ficou parado alguns segundos, saboreando a sensação do meu cu apertando em volta da rola. Depois começou a meter devagarzinho, quase com preguiça, puxando apenas metade e empurrando de novo bem fundo. Seus olhos estavam fixos lá embaixo, observando com tesão o próprio pau entrando e saindo do meu buraco rosado, agora levemente avermelhado.

— Olha só isso… — murmurou, quase para si mesmo, a voz carregada de luxúria. — Seu cuzinho tá engolindo minha rola tão gostoso…

Não demorou pra eu me render e começar a gemer baixinho graças a sensação de estar sendo completamente comido por aquele cara dotado. Eu empinava a bunda contra ele e o sacana percebeu na hora, mordiscando meu pescoço e rindo, me beijava e lambia minha orelha enquanto metia.

— Isso… agora você tá gostando, né sua putinha? — murmurou, acelerando.

Ele já me fodia do jeito que queria, as vezes rápido me rasgando, ora bem devagar, com força ou girando a pica como um saca-rolhas dentro do meu cu. Eu já rebolava contra ele, totalmente entregue. Depois de vários minutos assim, ele mandou:

— Agora fica de lado pra mim — ordenou o Cris, ainda com a rola enterrada fundo no meu cu, a voz rouca e cheia de tesão.

Eu pisquei, confuso. Não fazia ideia do que ele queria dizer com “de lado”.

— Como assim? — perguntei baixinho, ainda ofegante.

Ele deu um sorrisinho sacana, puxou a pica devagar até quase sair e explicou enquanto me guiava com as mãos:

— Deita de lado assim, maninho. Estica essa perna de baixo bem reta… isso… agora dobra a de cima e abre um pouco pra trás, empinando essa bundinha gostosa pra mim. Isso, perfeito.

Obedeci, me sentindo um pouco desajeitado no começo. Deitei de lado no colchonete, esticando a perna esquerda completamente e deixando a direita semi-dobrada e aberta, o joelho apontando para cima. Minha bundinha ficou naturalmente empinada e exposta pra ele.

Cris se encaixou imediatamente atrás de mim, colando o peito suado nas minhas costas, uma mão segurando minha cintura e a outra levantando minha perna aberta. Pela primeira vez tomei rola de ladinho… e caralho, eu adorei.

Naquela posição ele conseguia meter bem fundo sem precisar fazer tanto esforço, e eu não cansava tão rápido. Sentia a cabeça me abrindo todo, deslizando devagar, centímetro por centímetro, daquela delicia de 18cm, até os pentelhos roçarem na minha pele. Cris me abraçava por trás, apertava meu peito, lambia meu pescoço e elogiava meu rabo, tudo sem parar de me comer com estocadas que pareciam cada vez mais profundas.

— Assim tá bom pra caralho… olha como seu cu tá apertando minha pica gostoso, viadinho.

Naquele ponto eu só gemia baixinho, acho que os dois já tinham esquecido de a possibilidade da minha mãe entrar no quarto ou do meu irmão acordar, só estávamos entregues ao prazer. Ou talvez isso só estivesse deixando tudo ainda mais perigoso e excitante. A dor já tinha sumido faz tempo. A cada socada lenta e funda eu sentia minha próstata pulsar e meu corpo todo ficar quente.

Depois de uns 15 minutos, ele mandou eu ficar de quatro de novo.

Me posicionei rapidamente e ele agarrou minhas ancas com força e começou a me foder como um cachorro fode uma cadela no cio, socava de forma bruta, funda e ritmada, sem parar. Eu estava de olhos fechados delirando naquele sexo. Sentia cabeça da pica dele quase tocar minha barriga enquanto ouvia o som molhado de plof! plof! plof! Da cintura dele contra a minha bunda e do saco dele sacudindo. O som da rola molhada entrando e saindo do meu cuzinho fazia o gosp! gosp! Preencher o quarto. Eu estava no paraíso.

Depois de saciar a sua vontade o puto rosnou:

— Puta que pariu, Gustavo… — rosnou ele, aumentando o ritmo das estocadas. — Vou encher esse seu cu apertado de porra quente! Você já é o melhor viadinho que eu comi na vida. Quero te foder todo fim de semana, porra… vou te arrombar sempre que der!

Até que deu uma metida violenta, me segurou bem apertado pela cintura e preencheu todo meu buraquinho com leite quente. Depois da primeira golfada ele ainda deu mais duas metidas fundas, como se fosse pra ter certeza que o leite ia ficar o mais fundo possível.

Em seguida, só desabou em cima de mim, suado, respirando pesado, me esmagando de uma forma gostosa contra o colchonete quente, mesmo a noite estando fria. O peso dele, a pica ainda latejando e amolecendo devagar dentro de mim, o melado quente da porra saindo devagar do meu cu... aquilo era a sensação mais gostosa que eu já tinha experimentado na vida.

No escuro, ainda ofegantes, o Cris me virou de lado com carinho surpreendente depois de me arrombar. Segurou meu queixo com delicadeza e me deu um beijo de língua demorado, molhado, profundo e cheio de tesão, parecendo que queria sugar a minha alma com a sua boca.

Assim que nossos lábios se separaram, ele encostou a testa na minha e sussurrou rouco, quase sem fôlego:

— Eu to te adorando, Gustavo, caralho... Seu cuzinho é uma delícia. Apertadinho e quente...

Fez uma pausa, passou a mão devagar na minha bunda, e sentiu o melado do estrago que ele tinha deixado nas minhas ex-pregas.

— Você é viadinho agora? — perguntou, com aquele tom possessivo que fazia meu estômago revirar.

Balancei a cabeça com um sim devagar, envergonhado e com o rosto queimando. Ele riu baixinho e aquela brutalidade do sexo voltou com ele agarrando meu pescoço e cintura.

— Fala direito, vai... quero ouvir da tua boca.

Engoli em seco, com a voz embargada só soltei:

— Sou seu viadinho...

Vitorioso, ele sorriu satisfeito e eu vi seus olhos brilhando no escuro. Me puxou mais forte contra o peito e me deu outro beijo, mais lento e carinhoso dessa vez.

- Isso ai, meu viadinho particular. — Murmurou contra meus lábios. — Esse rabão é todo meu...

Ele se levantou devagar, o pau ainda estava meia-bomba balançando entre as pernas, vestiu o seu short de dormir e foi para o banheiro se limpar, mas não sem antes exibir o comprimento da sua rola de novo pra mim. Fiquei ali deitado, sentindo o cu latejando e o resto da porra dele escorrer quente pela minha coxa e o corpo todo deliciosamente dolorido, satisfeito.

Ele voltou do banheiro já com o short no lugar, mas ainda com aquele volume marcando. Deitou ao meu lado no colchonete e me puxou pra junto dele, me abraçando por trás. Meu corpo ainda tremia um pouco do arrombamento.

O Cris passou a mão devagar pela minha barriga, descendo até minha pica, que continuava dura, babando, quase dolorida de tanto tesão acumulado.

— Olha só o estado dessa rolinha... — sussurrou no meu ouvido, mordiscando minha orelha. — Você nem gozou ainda, né meu putinho?

Começou a bater uma punheta lenta e gostosa, enquanto a outra mão apertava minha bundinha melada de porra. De vez em quando ele enfiava um dedo no meu cu arrombado, mexendo o leitinho dele lá dentro.

— Goza pra mim, Gugu... quero ver você gozando depois de tomar rola a noite toda.

Ele acelerou o movimento, apertando firme, polegar roçando a cabeça sensível. Eu gemia baixinho, rebolando contra a mão dele e contra o corpo quente dele. A sensação do cu cheio da porra dele mais a punheta habilidosa estava me deixando louco.

— Cris... vou gozar... — choraminguei.

— Goza, viadinho. Goza pra seu macho — ordenou rouco, acelerando.

Gozei forte, jatos quentes espirrando na minha barriga, no peito e até um pouco no queixo. O orgasmo foi longo e profundo, fazendo meu cu apertar em torno dos dedos dele que ainda estavam dentro de mim.

— Gostoso pra caralho... — murmurou, me apertando contra ele.

Fiquei ali tremendo, completamente esgotado. Meu cu latejava, cheio da porra dele, e minha barriga estava toda melada com minha própria gozada. O cheiro forte de sexo dominava o colchonete.

Depois de uns minutos abraçados, senti que não aguentava mais ficar todo melado daquele jeito. Meu corpo estava dolorido, suado e grudado.

— Cris... vou me limpar rapidinho — sussurrei, envergonhado.

Ele riu baixinho e me soltou do abraço. Deu um tapinha leve na minha bunda.

— Vai lá, putinho. Mas não demora.

Levantei com as pernas moles e fui pro banheiro. Limpei o cu o melhor que pude, tirei o grosso da porra que escorria e lavei a barriga e o peito. Quando voltei pro quarto, o Cris já estava dormindo, deitado de peito pra cima no colchonete. Eu fui pro beliche de baixo e me acomodei pra dormir.

Aquele safado tinha conseguido tudo aquilo em um intervalo de menos de 12 horas: fui enrabado pela primeira vez, chupei uma rola e engoli leite de macho, fui enrabado de novo no quarto com meu irmão dormindo... aquele feriado ainda tinham mais 3 dias... e eu mal podia esperar.

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Desculpa a demora, pessoal. Tá ai a parte 2, amanhã já posto a parte 3.

Reforço, caso o autor original veja esta publicação e não concorde com a adaptação, pode entrar em contato pelos comentários. Sem problemas, eu removo a postagem imediatamente.

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Comentários

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Cada dia melhor. Tesao de história! Continua que tá gostoso!

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Que história maravilhosa e excitante .

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