Psicóloga Sexóloga - A sessão que confirmou meu diagnóstico

Um conto erótico de Júnior Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 1068 palavras
Data: 14/06/2026 14:26:38

Olá, pessoal, Júnior retornando para continuar.

Fiquei olhando para a cama e imaginando o que não deveria acontecer ali, tendo em vista o recém acontecido na minha sessão.

— Quem você quer que deite nessa cama? - perguntou Laura.

— Sei quem eu não quero, o Carlos.

— Tá certo. Você quer que eu faça o quê? - perguntou ele.

— Sente na poltrona e fique olhando. - respondi.

Ele se sentou.

— Laura e Catarina, deitem na cama - pedi.

Elas se deitaram, eu subi na cama e pedi para Laura ficar no meio, comigo deitado atrás dela e Catarina na frente dela. Meu pau estava explodindo. Ficamos assim uns minutos.

— Quero comer a Catarina, essa buceta gostosa! - pedi.

Catarina pegou uma camisinha e encapou meu pau. Eu dei uma lubrificada com o gel que estava à disposição e antes de penetrá-la comecei a chupar aquela gruta gostosa, que estava melada, escorrendo sucos. Lambia e chupava, sugando o clitóris dela, até que ela apertou minha cabeça com as pernas e gozou. Eu, então, encaixei meu pau na buceta dela e iniciei o vai e vem na posição papai e mamãe, beijando-a enquanto a comia. Meti até que quis comê-la de quatro. Coloquei-a no pé da cama e enterrei meu pau de uma vez. Ela gritou, talvez de prazer. Molhei o cu dela com lubrificante e coloquei o dedão. Ela não protestou. Enfiava meu pau na buceta e fazia um vai e vem com meu dedão no cu dela.

— Quero comer seu cú, pode? - perguntei.

— Vem, me come, seu safado! - respondeu Catarina.

Tirei da buceta e empurrei no cu apertado. Ela passou a rebolar, e eu fiquei parado. Pedi pra deitar na cama e ela ficar por cima. Mudamos a posição e ela iniciou o rebolado, alternando com sobe e desce.

— Vou gozar! - eu exclamei. Ela parou e olhou pra mim.

— Quer continuar?

— Quero me divertir com a Laura - respondi. — Pode sentar no colo do Carlos e se divertir com ele, se quiser.

Ela sentou no colo dele e começaram a transar. Eu fiquei olhando aquele pau grosso abrindo a buceta dela. O contraste dos corpos. Tudo me excitava.

— Vem cá, gostoso. Como vai querer fazer? - perguntou Laura.

Caí de boca no pau dela. Chupei, alternando pressão e velocidade. Ela quase gozou na minha boca.

— Pára!!! - exclamou ela — não quero gozar agora!

— Então me dá esse cu para eu comer - falei.

O ambiente cheirava a sexo. Catarina e Carlos pararam, e sentaram para nos olhar. Lubrifiquei o buraco dela e enterrei o pau lentamente.

— Seu cu é mais apertado que o da Catarina. Você não costuma dar não?

— É que o Carlos come muito mais o cu dela do que o meu, não é amor? - falou Laura.

— Eu tenho mais sorte - riu Catarina.

— Eu tenho namorada - respondeu Laura — namoro uma mulher, sou teoricamente lésbica. Mas agora sou sua fantasia. Continua, que a sessão tá rolando.

Empurrei ela de bruços na cama e continuei a comê-la. Soquei sem dó, fundo. Meu pau doía de tanto tesão, mais do que quando comi a Catarina. Virei-a de frente, segurei o pau dela e continuei a enterrar fundo naquele cu apertado. Ela gemeu. Soltei o pau dela na barriga dela e aumentei o ritmo, que ficou frenético.

— Vou gozar! - gritou ela. E seu pau tremeu, jorrando porra na barriga dela. Eu gozei em seguida, enchendo a camisinha de leite denso.

— Você me deu um orgasmo prostático! Gozei dando o cu! - disse Laura, me puxando para um beijo de língua.

Tirei o preservativo e mostrei pra ela, como quem exibe um troféu.

Caí exausto na cama, ao lado dela, e chamei a loira pra deitar do meu lado. Falei pro Carlos que se ele quisesse poderia deitar do lado de Laura.

Deitamos os quatro na cama. Carlos não tinha gozado. Laura iniciou um boquete nele, que logo a colocou de quatro, encapou o pau e socou fundo nela. Ela gritou, e ele não parou. A grossura do pau dele rasgava aquele cu apertado. Era visível que Laura sofria. Ele continuava, ritmicamente. Até que urrou, e encheu a camisinha de porra. Ouvimos um grito, de Laura, que gozou mais uma vez, pau semirrígido escorrendo leite, lambuzando o lençol. Colocou do lado da minha, e tinha umas 3 vezes mais quantidade.

Laura, exausta, sentou-se na cama, ao meu lado.

— E aí, Júnior. O que você, após essa sessão, pode me dizer acerca de suas fantasias e suas dúvidas?

— Nunca esperava ter uma experiência dessas. Foi maravilhoso. Agradeço pela metodologia. Bom, pegar o pau de um negro, comparar com meu pau, é uma fantasia. Os negros realmente tem um pênis maior e mais grosso, e possuem mais energia sexual. Amei comer a Catarina, sou aficionado por loiras! E você, Laura, me surpreendeu por ser trans, você é muito mulher, e ter um pau não muda nada em você.

— Então você se considera o quê? - perguntou Laura.

— Apaixonado - respondi. Todos riram.

— Engraçadinho.

— Eu confirmei que sou hétero, gosto de mulheres, sejam cis ou trans. E um homem continua sendo homem, sem preconceito de pegar no pau, mas desde que não tenhamos uma troca sexual entre nós. Podemos até fazer uma dupla penetração com Catarina - sugeri.

— Catarina, Carlos, agradeço a participação.

— Não tem de quê, doutora. O cachê é bom. - respondeu Carlos.

— Vocês não recebem nada, são voluntários sempre - retrucou Laura.

— A experiência com seus pacientes sempre são interessantes - falou Catarina.

Vestimos nossas roupa, o cheiro de sexo pairava no ar. Peguei o contato de Catarina e eles saíram. Eu permaneci, sentado na poltrona.

— E então? - falou Laura.

— Quero vir aqui te comer outras vezes - respondi.

— Se for terapia pode vir. Se for encontro não pode - respondeu ela.

— Entendi. Relacionamento profissional.

— 100% - afirmou ela - e lembre-se que tenho namorada - me repreendeu, sorrindo.

— Acho que, no fundo, vai do "match" com a pessoa. A Catarina e você tem coisas diferentes que me atraíram. Então, hoje aprendi que o que vale é o momento com a pessoa, não a questão de gênero.

— Que bom, você aprendeu mais sobre si mesmo. A próxima consulta trarei um relatório psicológico sobre o que aconteceu hoje aqui, e você vai entender os detalhes da sua mente. Até lá. Cuide-se.

Nos despedimos com um selinho.

Na próxima seção ela me explicou teoricamente sobre desejo, masculino, feminino, complexo de Édipo, e outras teorias da psicologia e da psicanálise. Não voltei mais lá, afinal não precisava, aprendi sobre meu íntimo através de três sessões esclarecedoras.

FIM?

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