A maldição de Paris 14 (final)

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 942 palavras
Data: 14/06/2026 10:08:24
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 14: O Fim da Guerra

1979, Casinha Isolada, arredores de Serrana

O tiroteio explodiu como um trovão.

As caminhonetes pararam bruscamente, levantando poeira. Portas bateram com violência. Menelau gritou do lado de fora, voz rouca de ódio: “Sai daí, seu desgraçado! Devolve minha mulher ou eu mato vocês dois!”

Eu peguei a espingarda com a mão trêmula. Helena, ainda nua e suada da nossa foda monstruosa, vestiu uma camisola às pressas, o tecido colando no corpo molhado. “Páris, não vai! Eles são muitos!”

A porta foi arrombada a chutes. Menelau entrou primeiro, revólver na mão, olhos injetados de fúria. Seis capangas armados atrás dele.

Eu atirei. Acertei dois no peito. O terceiro tiro veio de Menelau — passou raspando meu ombro, queimando a carne. Helena gritou e se jogou na minha frente, o corpo delicado cobrindo o meu.

O projétil destinado ao meu coração acertou o peito dela.

Ela caiu nos meus braços, sangue quente jorrando do ferimento, manchando minha pele. “Helena!” Segurei ela com força, apertando o peito, lágrimas escorrendo pelo meu rosto. Seus olhos encontraram os meus, um sorriso fraco e triste nos lábios pálidos. “Valeu a pena… eu te amo, Páris… pra sempre.”

O corpo dela amoleceu. Morreu ali, nos meus braços, o cheiro de sexo ainda misturado ao sangue.

Menelau rugiu como um animal ferido. Seus homens me cercaram. Levei coronhadas na cabeça, chutes nas costelas, pancadas brutais na barriga. Senti ossos quebrando. O mundo girou em vermelho e escureceu. A última imagem foi o corpo de Helena caído no chão, o sangue formando uma poça ao redor dela.

Menelau cuspiu no meu rosto. “Deixa esse filho da puta aí. Ele já tá morto.”

Mas eu não morri.

Sobrevivi por milagre. Um peão encontrou meu corpo quase sem vida dias depois. Otávio, por algum motivo que nunca entendi, me acolheu de volta na fazenda. Passei anos me recuperando, trabalhando pouco, vivendo como um fantasma entre os canaviais. O dom enfraqueceu, mas nunca morreu completamente. Envelheci ali, entre arrependimentos e silêncio. Quando fiquei velho demais para qualquer coisa, me mandaram para o Asilo São Lucas.

2025, Asilo São Lucas, Ribeirão Preto

Depois que terminei de contar a história, o quarto ficou em silêncio absoluto. Thiago, Carla, Roberto e Jéssica me olhavam com expressões mistas de choque, pena e fascínio.

“Seu Alexandre… que fim trágico,” murmurou Carla, limpando uma lágrima.

Eles saíram um por um, apagando a luz principal, deixando apenas o abajur baixo aceso. A porta fechou com um clique suave.

A noite estava profunda e silenciosa quando o ar mudou.

O cheiro doce e inconfundível de jasmim invadiu o quarto. A luz do abajur ficou dourada, quente. Afrodite apareceu ao lado da cama, completamente nua, o corpo perfeito brilhando como se fosse feito de luz e desejo. Seus olhos verdes me encararam com fome antiga.

De repente, meu corpo rejuvenescido. As rugas sumiram, os músculos voltaram firmes, o pau endureceu como nos meus 28 anos. Eu estava novo novamente.

“Chegou a hora, meu Páris,” ela sussurrou, subindo na cama com graça felina.

Eu a agarrei com fome selvagem. Afrodite abriu as pernas, a buceta rosada, inchada e brilhante de umidade. Mergulhei o rosto entre as coxas dela, chupando com voracidade. Minha língua abriu os lábios macios, penetrou fundo, sugou o clitóris inchado enquanto dois dedos fodiam a buceta apertada. Afrodite gemeu alto, quadris se mexendo contra minha boca. Gozou forte, um jorro quente enchendo minha boca. Não parei. Continuei chupando, lambendo, sugando. Ela gozou de novo, e dessa vez o prazer foi tão intenso que ela mijou — um jato quente, dourado e abundante acertou meu rosto, peito e boca enquanto o corpo dela convulsionava violentamente, gritando meu nome.

“Porra, Páris! Não para!”

Ela me empurrou de costas e engoliu meu pau inteiro. Garganta profunda, sem esforço, nariz encostando na minha barriga, saliva escorrendo em fios grossos. Chupou com fome sobrenatural, garganta apertando, língua trabalhando a cada estocada. Eu fodi sua boca com força, segurando o cabelo, metendo até o fundo enquanto ela gemia ao redor do meu pau.

Levantei ela e meti na buceta quente e molhada, fundo e forte. Afrodite cavalgou selvagem, seios grandes balançando, unhas cravando no meu peito. Gozamos juntos, eu enchendo a buceta dela de porra grossa. Meu pau continuou duro. Virei ela de quatro e entrei no cu apertado, metendo com brutalidade. Ela gritava de prazer, empurrando contra mim.

Alternei sem parar: tirava do cu e socava na buceta, depois voltava pro cu, depois na buceta novamente. Rápido, profundo, sem piedade. Afrodite gozava sem parar, o corpo tremendo, jorrando líquido, mijando de novo de tanto prazer, os gemidos ecoando no quarto. Eu gozei várias vezes — dentro da buceta, dentro do cu, no ventre dela — mas o pau permanecia duro, latejando, pronto para mais.

Finalmente, ela se ajoelhou na minha frente, boca aberta, língua para fora. “Goza na minha cara, Páris. Me marca.”

Segurei o pau e gozei com força. Jatos grossos e abundantes explodiram, acertando o rosto perfeito dela, enchendo a boca aberta, escorrendo pelos seios, pingando no queixo e pescoço. Afrodite lambeu tudo, gemendo, os olhos verdes brilhando de satisfação absoluta.

Ela me beijou uma última vez, o gosto dela e meu misturado. “Agora descanse, meu amor.”

Na manhã seguinte

O enfermeiro Thiago entrou no quarto às 7:15 AM, trazendo o remédio matinal.

“Bom dia, seu Alexandre…”

Parou de repente.

Alexandre Páris estava sentado na cadeira, corpo imóvel, olhos fechados, um meio sorriso sereno e satisfeito no rosto enrugado.

Thiago correu, pegou o pulso. Nada.

“Carla! Chama o médico! Rápido!”

Enquanto o quarto se enchia de gente em pânico, o cheiro suave e doce de jasmim ainda pairava no ar.

Fim

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