É desse jeitinho que acabo fodendo com todas as MULHERES de minha FAMÍLIA. Aprenda.

Um conto erótico de Anonimo
Categoria: Grupal
Contém 1308 palavras
Data: 14/06/2026 09:29:12
Assuntos: Grupal

Minha mãe sempre foi determinada. Quando decidia algo, não fazia drama: conversava com cada um, ouvia opiniões e seguia em frente. Foi assim com o divórcio. Ela falou primeiro com minha irmã Sofia, que concordou na hora, depois com meu pai, que não teve escolha senão aceitar. Em menos de um mês, os papéis estavam assinados. A casa em Florianópolis continuou sendo nossa, mas o clima mudou. As reuniões familiares diminuíram, as brigas cessaram e, pela primeira vez em anos, respirávamos em paz.Eu, Lucas, me aproximei ainda mais dela naquele período. Aos 22 anos, morando ainda em casa enquanto cursava a faculdade de Design, passei a ser o homem da casa. Tia Clara, irmã da minha mãe, visitava toda semana e, entre um café e outro, me cutucava: “Vai, garoto. Sua mãe tá livre agora. Não perde tempo.” Eu ria, mas guardava as palavras. Sabia que o momento certo ia chegar.Depois da separação, Elena — minha mãe — começou a se cuidar com mais dedicação. Malhava pela manhã na varanda com vista para o mar, trocava o cabelo, comprava lingeries novas. Aos 43 anos, ela era o tipo de mulher que virava cabeças sem esforço: corpo definido, pele bronzeada de quem vive no litoral, olhos verdes que pareciam guardar segredos. Eu sabia que, se não agisse rápido, logo alguém ia tentar ocupar o lugar vago. Ela não procurava, mas o mundo é assim.Certa tarde, ela saiu do banho enrolada na toalha, o cabelo molhado caindo nos ombros. O cheiro de sabonete de lavanda invadiu a sala. Não resisti:— Caramba, dona Elena… Desse jeito, daqui a pouco aparece um padrasto por aí.Ela riu, jogando o cabelo para trás.— Para de bobagem, Lucas. Vira essa boca pra lá.— Uma mulher como você solteira? Qual homem não ia querer?— O problema não é o que eles querem, filho. É o que eu quero.— Então tá bom… Mas falando por mim, uma mulher assim eu queria pra mim.Ela parou, ergueu a sobrancelha e sorriu de lado.— Como é que é, rapaz?— Digo… uma mulher linda, madura, cheirosa como a senhora. Panela velha é que faz a comida boa.Elena caiu na gargalhada, uma risada gostosa, sincera, que eu não via há meses. O flerte estava no ar, e nós dois sabíamos.Naquela mesma noite, ficamos assistindo novela juntos no sofá da sala. Eu detestava novela, mas adorava o calor dela ao meu lado. Na cena quente, a atriz principal aparecia de lingerie, corpo colado no ator. Aproveitei:— Nossa… Coroa bem feita é outra coisa.— Menino! Daqui a pouco você vai sair tarado pelas mulheres maduras da cidade.— Não preciso sair, mãe. Aqui em casa já tem uma que resolve.— Seu sem-vergonha! — Ela me deu um beliscão na coxa, mas não parou de sorrir. — Confesso que a atriz é linda mesmo.— Gostosa pra caralho — completei, intencional.Enquanto falava, segurei meu pau por cima da bermuda e massageei devagar. Ela percebeu. Olhou, desviou o olhar, mas não disse nada. O silêncio ficou carregado. Quando a novela acabou, ela havia cochilado, a cabeça apoiada no meu ombro. Fiquei admirando seu rosto sereno por longos minutos antes de acordá-la.— Ei, dorminhoca… Quase meia-noite.— Meu Deus, Lucas… Me carregue pra cama, vai.Eu ri, mas obedeci. Peguei ela no colo como se não pesasse nada. Elena deu um gritinho de surpresa, mas se agarrou ao meu pescoço.— Uai, garoto! Me põe no chão!— Você tá bêbada de sono, mãe. Deixa eu te levar.Coloquei-a na cama king size do quarto principal, aquele que agora era só dela. Dei um beijo na testa e a cobri.— Meu bebê virou cavalheiro… — murmurou, emocionada. — Lembra quando você dormia comigo até os três anos?— Sério? Não lembro quase nada.— Pois é… Quer dormir aqui hoje? Só hoje.Meu coração disparou. Aceitei na hora.Enquanto ela trocava de roupa no banheiro, tirei a bermuda e fiquei só de cueca. Elena voltou usando um baby-doll azul-claro, curto, decotado. Os seios livres marcavam o tecido fino, a barriga lisinha aparecia, e a calcinha mal cobria a curva generosa da bunda. O cheiro do creme corporal invadiu o quarto. Eu estava duro só de olhar.Ela apagou a luz e se deitou ao meu lado.— Boa noite, meu amor.— Boa noite, mãe. Nem tô com sono.— Nem eu mais. Vem cá… Me dá um abraço.O abraço virou conchinha naturalmente. Meu peito colado nas costas dela, meu pau latejando prensado contra sua bunda macia. Beijei sua nuca devagar. Ela suspirou, a respiração ficando mais pesada.— Assim vai ficar difícil dormir… — sussurrou.— Desculpa.— Não para.Foi o sinal. Beijei seu pescoço com mais fome, lambi, mordi de leve. Elena gemeu baixinho, empinando a bunda contra mim. Puxei seu cabelo com firmeza. Outro gemido, mais alto.— Tem anos que não sinto isso, Lucas…— Isso o quê, mãe?— Essa vontade louca de transar.— Eu posso te ajudar?— Só você, filho. Ninguém mais.Ela guiou minha mão para dentro do baby-doll. Estava encharcada. Dedilhei seu clitóris inchado enquanto ela massageava meu pau por cima da cueca.— Que delícia, mãe… Você tá toda molhada pra mim.— E você tá enorme… Posso pegar?— Pode tudo.Elena virou de frente, desceu a cueca e lambeu meu pau como quem saboreia algo proibido. Olhos nos meus, ela engoliu devagar, fundo, engasgando de leve. O barulho molhado enchia o quarto.— Vou chupar essa pica todo dia, meu amor…Eu a deitei de novo e desci entre suas pernas. Chupei seus seios, mordi os mamilos, desci até a boceta depilada e lambi com vontade. Elena se contorcia, puxava meu cabelo, gemia meu nome.— Me fode, Lucas. Me come agora.Entrei nela devagar, centímetro por centímetro. Quando estava todo dentro, comecei a estocar com força. O som de pele contra pele, os gemidos, o cheiro de sexo… Era perfeito.— Sou sua puta agora, filho… Me arromba!Mudei de posição, coloquei ela de quatro e meti com tudo. Elena gritava de prazer, implorando para eu não parar. Gozou forte, tremendo, apertando meu pau. Eu não aguentei: tirei e gozei na boca dela, jatos grossos que ela engoliu com gosto.Caímos exaustos, rindo, suados, felizes.Depois de um tempo, ela confessou algo que mudou tudo:— Filho… Eu vendo conteúdo adulto na internet. Perfil secreto. Fotos, vídeos… Sem rosto. Depois da separação, as contas apertaram. Já gravei até com ator profissional duas vezes.Mostrou o perfil: “Lara Casada”. Vi os vídeos. Fiquei excitado pra caralho. Enquanto assistíamos, ela sentou no meu pau novamente, dessa vez no cuzinho apertado, rebolando devagar.— Ele só fode a Lara… Você tem a Elena inteira.Confessei meus segredos também: o caso com tia Clara e o caso com Sofia, minha irmã. Elena não se chocou. Pelo contrário. Ficou molhada de novo.— Da próxima vez que sua irmã vier, quero assistir você comendo ela. E quando eu gravar, você pode ser o cameraman… ou o ator principal.A madrugada seguiu com mais sexo, planos safados e risadas. Antes de dormir, tive uma ideia:— Manda um nudes pra Sofia.Elena riu, pegou meu pau, chupou até ficar duro como pedra. Tirei a foto e enviei. Sofia respondeu quase instantaneamente: “Saudade dessa pica, irmão…”Elena leu e sorriu maliciosa:— Diz que tá com saudade da bucetinha dela também.A conversa ficou quente. Sofia mandou foto da boceta molhada. Elena ficou excitada vendo.— De quatro, Lucas. Come ela imaginando que sou eu sendo sua irmã.Fodi minha mãe com força, os dois gemendo o nome de Sofia. Gozamos juntos mais uma vez.Quando o sol começou a clarear o céu de Florianópolis, nós três — eu, Elena e nossos segredos — sabíamos que nada mais seria como antes. E que mal tinha começado.Fim da Parte 1 Para ver e baixar tudo meu com imagens (Aqui não pode) basta buscar na internet por: "Daniel REcife anal" e entrar nos primeiros resultados, para se deliciar, ver e baixar.

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