Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 5

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3087 palavras
Data: 14/06/2026 06:34:09
Última revisão: 14/06/2026 06:35:44

Estamos no top 25 das mais lidas do mês, muito obrigado a todos😍

No outro dia, o despertador do Henrique tocou bem cedo. Ouvi aquela correria de sempre no corredor, o barulho dele escovando os dentes e se despedindo da Mariana com um beijo rápido. Logo em seguida, a porta da frente bateu e o silêncio tomou conta da casa de novo. O relógio na parede marcava seis da manhã.

Eu continuei deitado na minha cama, olhando pro teto, esperando o tempo passar pra levantar e tomar meu café. Mas não deu nem dez minutos e ouvi um barulho bem leve de passos descalços vindo na direção do meu quarto.

A porta, que estava só encostada, abriu devagarinho.

A Mariana entrou no quarto com o dia ainda meio escuro. O meu queixo quase caiu quando olhei pra ela. Para me provocar de vez, ela tinha tirado a camiseta cinza folgada e estava vestindo uma camisete de alcinha branca, de um tecido tão fino que dava pra ver perfeitamente o desenho pontudo dos mamilos dela por baixo. E na parte de baixo, ela estava só com uma calcinha de renda vermelha, bem cavada, que deixava aquela bunda empinada e as coxas grossas e claras totalmente de fora.

— Seu Omar... — ela sussurrou com aquela voz rouquinha de quem acabou de acordar, caminhando até a beirada da minha cama, rebolando aquele corpo que me tirava o juízo. — O Henrique já foi... Eu tentei dormir, mas meu corpo tá queimando desde ontem. Não faz isso comigo não...

Ela subiu na cama de joelhos, engatinhando por cima do colchão até ficar bem em cima de mim. O cheirinho de mulher acordada misturado com o perfume da pele dela grudou no meu nariz. Ela se abaixou, encostando aqueles seios fartos e quentes direto no meu peito, e olhou bem no fundo dos meus olhos com uma safadeza que cortou qualquer juízo que eu ainda tinha.

Olhar para aquela tentação todinha nua em cima de mim, com a calcinha vermelha marcando tudo, quebrou a minha pose de homem sério num estalo. O meu pau acordou no ato, dando uma latejada forte dentro da cueca, subindo feito um mastro.

— Ah, Mariana... Você quer me desgraçar mesmo, né? — falei com a voz grossa de tanto tesão, perdendo a linha de vez.

Enfiei as minhas duas mãos calejadas por baixo da calcinha dela, apertando aquela bunda gostosa com força, sentindo a carne macia ceder nos meus dedos. A Mariana deu um gemido alto, bem manhoso, e colou a boca dela na minha num beijo desesperado, enfiando a língua com vontade, enquanto jogava o quadril dela pra frente pra sentir o tamanho do meu pau esticado esmagando contra a bucetinha dela por cima da roupa. O fogo tinha tomado conta da casa de vez e agora não tinha mais quem apagasse.

A Mariana soltou um gemido bem alto na minha boca, rebolando com força em cima do meu pau duro que estava quase rasgando a cueca. Eu não quis saber de mais nada, o juízo sumiu por completo. Apertei a bunda dela com tanta vontade que os meus dedos afundaram na carne macia daquela racha gostosa.

Com uma mão só, puxei a camisete de alcinha dela pra cima de uma vez, arrancando pela cabeça e jogando no chão. Os seios dela pularam para fora, fartos, com os bicos bem duros e vermelhos de puro tesão. Eu dei uma pegada firme em cada um, apertando até ela arfar alto, e desci a minha boca direto neles, dando mordidinha e chupando com vontade, fazendo um barulho molhado que tomou conta do quarto.

— Ai, seu Omar... Desse jeito você me mata! Pega com força... — ela murmurou, jogando a cabeça pra trás e cravando as unhas nos meus ombros calejados, toda arrepiada.

Sem perder tempo, enfiei a mão por dentro da calcinha vermelha dela. Quando meus dedos tocaram ali no meio, senti que ela estava ensopada, uma poça de água de tão tarada que aquela menina estava. Passei o dedão bem em cima do grelo dela, subindo e descendo, e a Mariana deu um estalo com o quadril, se esfregando na minha mão com os olhos fechados, suspirando fundo.

— Enfia o dedo, seu Omar... Enfia que eu tô morrendo de vontade — ela pediu com a voz bem sumida, chorando de tesão.

Enfiei dois dedos na bucetinha dela, que estava apertada e quente demais, tirando e botando com força enquanto ouvia aquele barulho de água estalando. Com a outra mão, puxei a minha calça e a cueca de uma vez para baixo. O meu pau pulou para fora esticando, latejando de tanto sangue, com a ponta já babando.

A Mariana abriu os olhos e, quando viu aquele monstro armado bem na frente dela, a boca dela chegou a abrir. Ela não aguentou: segurou o meu pau com as duas mãos, sentindo a grossura e a quentura das veias saltadas, e subiu o corpo, jogando a calcinha vermelha pro lado. Ela se posicionou bem em cima de mim, mirou a ponta do meu pau bem na entrada da buceta dela e desceu o quadril de uma vez só, engolindo tudo até o talo.

A Mariana deu um grito abafado, com os olhos regalados e a boca aberta, sentindo o meu pau entrar rasgando e encher aquela bucetinha apertada até o fundo. Ela deu duas reboladas bem lentas, jogando o peso do corpo para baixo, com a cara de quem estava no céu de tanto tesão. Mas, de repente, ela deu um estalo na mente e travou o corpo no alto.

— Ai, meu Deus, seu Omar! — ela deu um grito num sussurro, segurando no meu peito. — A camisinha! A gente esqueceu da camisinha por causa da pressa!

Eu dei uma levantada no quadril, querendo continuar o movimento porque o negócio estava gostoso demais, mas ela segurou firme e começou a subir o corpo devagarzinho, tirando o meu pau de dentro dela. O bicho saiu estalando de tão molhado que estava, babando o mel dela na minha barriga.

— Espera aí, não se mexe! Não goza não, pelo amor de Deus! — ela falou, com a respiração cortada, saindo de cima de mim e pulando da cama todinha nua.

Ver aquela menina correndo pelo quarto sem roupa nenhuma, com aquela bunda empinada balançando e os seios fartos sacudindo, me deixou ainda mais maluco. O meu pau continuou apontado pro teto, latejando de tanto sangue, parecendo uma barra de ferro de tão duro.

A Mariana foi direto na cômoda onde ela tinha deixado o resto do pacotinho ontem. Ela abriu a gaveta num desespero só, jogando as roupas pra trás até achar a borracha. Ela catou o saquinho com a mão trêmula, deu um sorriso safado pra mim por cima do ombro e veio andando de volta pra cama, rebolando devagarinho, com o saquinho de camisinha bem preso no meio dos dentes.

A Mariana subiu de volta na cama bem devagar, engatinhando feito uma gata e sem tirar os olhos do meu pau, que continuava erguido e latejando. Ela tirou a camisinha da boca com uma mão e, num segundo, rasgou o pacotinho com os dentes, jogando o plástico na cama de qualquer jeito.

Ela se ajoelhou bem no meio das minhas pernas. Com aquela boca bem vermelha e úmida do mormaço, ela encaixou a bordinha da borracha bem na cabeça do meu pau e, usando só os lábios e a língua de novo, foi desenrolando o negócio com uma calma de maltratar. O toque molhado da boca dela descendo por aquela pressão toda me fez segurar o lençol com tanta força que os nós dos meus dedos ficaram brancos.

Quando ela terminou de cobrir tudo até a base, ela deu uma lambida comprida por cima da borracha só pra me provocar e deu uma risadinha safada, vendo o meu quadril dar um solavanco pra cima.

— Pronto, seu Omar... Agora ninguém segura a gente — ela cochichou, com a voz bem rouca de desejo.

Ela se levantou um pouco, abrindo bem as pernas compridas e se posicionando de novo por cima de mim. A Mariana segurou no meu peito calejado, mirou bem a racha dela na ponta do meu pau e desceu o corpo com tudo, engolindo a barra de ferro de uma vez só até encostar os pentelhos com os meus.

— Ai, caralho... Que delícia! — ela soltou um gemido alto, jogando a cabeça pra trás e fechando os olhos, enquanto começava a rebolar e a quicar com vontade em cima de mim, fazendo o colchão velho de mola chiar no compasso daquela safadeza.

— Vai, seu Omar... Bate com força, me rasga inteira! — ela gemia alto, jogando o cabelo na minha cara enquanto quicava feito louca em cima de mim. — Que pau grosso do caralho... Eu tava morta de saudade de homem de verdade!

Eu segurei firme naquela cintura fina dela, travando o corpo da Mariana para ela não escapar, e comecei a dar as estocadas de baixo para cima, com tudo, sem dó. O barulho de buceta batendo com força no meu pau, dentro do quarto estava de lascar.

— Olha aí como a tua bucetinha aperta o meu pau, sua safada! — falei grosso no ouvido dela, sentindo o calor lá dentro quase me fazendo derreter. — Você gosta de homem velho te pegando assim, não gosta?

— Gosto... Meu Deus, eu amo! O Henrique não me joga na cama assim, ele não tem essa força — ela soltou, num fôlego só, revirando os olhos e cravando as unhas no meu peito. — Soca mais fundo, seu Omar... Enche tudo, não para!

Eu dei uma virada rápida no corpo, jogando ela de costas na cama sem tirar de dentro. Puxei as duas pernas grossas dela pro alto, jogando por cima dos meus ombros, e comecei a bombar com vontade, olhando bem praquela carinha toda suada e vermelha de tesão.

— Você quer tudo, Mariana? Toma então! — eu dizia, metendo com gosto, vendo os seios dela balançarem inteiros a cada pancada.

— Quero... Quero mais! Me bota de quatro agora, vai... Quero sentir entrar lá no fundo! — ela implorou, mordendo o lençol e já se virando de joelhos na cama, empinando aquela bunda imensa bem na direção da minha cara, completamente ensopada e pronta pro arregaço.

Eu não esperei ela pedir duas vezes. Com ela de quatro, a visão daquela bunda empinada, com as bochechas abertas e a racha completamente molhada brilhando na penumbra do quarto, me subiu um sangue tão quente que a cabeça chegou a rodar.

Segurei firme com as duas mãos no quadril dela, puxando o corpo da Mariana bem contra mim, e mirei a ponta do pau direto na entrada da buceta. Dei uma estocada firme, de uma vez só, entrando até o talo e batendo com o meu saco na bunda dela com força.

— Ai, caralho! — a Mariana soltou um grito abafado, cravando as mãos no colchão e afundando a cara no travesseiro. — Entrou tudo... Meu Deus, vai até a alma desse jeito!

— Gosta assim, né, sua safada? Olha o tamanho disso entrando todinho em você! — joguei as palavras bem no ouvido dela, enquanto começava a meter num ritmo forte, ritmado, fazendo a cama de mola estalar alto.

A cada batida, a Mariana jogava o quadril para trás com vontade, querendo receber o pau ainda mais fundo. O barulho molhado da foda estava alto no quarto, misturado com a respiração opressa de nós dois. Eu metia com gosto, sentindo as paredes da bucetinha dela esmagando a borracha da camisinha, num aperto que estava me levando direto pro limite.

— Soca, seu Omar... Bate com força... Eu sou sua piranha hoje, vai... Me quebra inteira! — ela gemia sem nenhum pudor, totalmente entregue àquela loucura.

Eu puxei o corpo dela mais para cima, segurando pelos ombros e descendo as bochechadas com ainda mais ignorância. O tesão acumulado desde o dia anterior estava saindo todo ali. Eu sentia a minha porra subindo com força, o cano do pau esticando no máximo, e sabia que não ia aguentar muito tempo antes de despejar tudo.

— Eu vou gozar, Mariana... Segura que tá vindo! — avisei com a voz completamente rouca, acelerando as últimas metidas com tudo o que eu tinha.

— Goza dentro, seu Omar! Goza tudo na camisinha, mas não tira de dentro de mim! — ela gritou, rebolando desesperada na ponta do meu pau, travando a buceta com força enquanto eu dava os últimos socos profundos, explodindo de gozo lá no fundo dela.

Assim que o meu pau pulsou lá dentro, descarregando tudo na borracha, a Mariana deu um estalo com o corpo inteiro. As paredes da bucetinha dela começaram a esmagar o meu pau num espasmo tão forte, mas tão forte, que parecia que ia arrancar a pele.

— Ai, meu Deus... Eu vou... eu vou junto! — ela deu um grito agudo, cravando as unhas no lençol com tanta força que o tecido quase rasgou.

Ela jogou o quadril para trás com tudo, se empalando no meu pau que ainda estava esticado feito uma barra de ferro, e começou a tremer as pernas feito vara verde. O orgasmo dela veio com força total, uma onda de calor que deu para sentir de fora, fazendo a buceta dela bombear e sugar tudo num ritmo louco. Ela revirou os olhos e desabou com a cara no travesseiro, soltando uns gemidos chorados, completamente exausta e anestesiada de tanto tesão.

Eu continuei ali deitado por cima dela por uns segundos, sentindo o nosso suor colando e os corações batendo no mesmo compasso acelerado, parecendo duas baterias. O mormaço do quarto parecia ter evaporado tudo ao redor.

Depois de um tempo, o meu pau começou a amolecer devagar. Eu fui saindo de dentro dela com cuidado pro negócio não vazar, segurando a bordinha da camisinha. A Mariana deu um suspiro comprido e se virou de lado na cama, com as pernas ainda abertas e o corpo todo vermelho, olhando pro teto com um sorriso de canto, totalmente largada e satisfeita depois do estrago que a gente tinha feito.

Eu tirei a camisinha com cuidado, dando um nó na ponta para não sujar nada, e sentei na beirada da cama para recuperar o fôlego. Minhas costas calejadas estavam cobertas de suor, e a minha respiração demorou uns bons minutos para voltar ao ritmo normal. Olhei pro lado e vi a Mariana ali, jogada de travesssado no colchão, com os cabelos castanhos todos bagunçados no travesseiro e aquele olhar de quem tinha flutuado e estava voltando pro chão agora.

— Rapaz... Que loucura foi essa — murmurei, passando a mão no rosto e sentindo o peso da realidade começar a assentar de novo no quarto.

A Mariana deu um risinho bobo, esticando os braços para cima e dando uma espreguiçada boa, sem vergonha nenhuma da nudez.

— O senhor é um perigo, seu Omar... Acho que nunca liguei tanto o foda-se na minha vida — ela disse, com a voz ainda mansa e preguiçosa.

— Pois é, mas o foda-se agora tem que voltar pro lugar — respondi, levantando da cama com as pernas meio pesadas. — O Henrique está na obra, mas o dia corre rápido. Vamos levantar, dar uma geral nesse quarto e sumir com qualquer rastro.

Fui até o banheiro com a camisinha na mão, dei o sumiço nela e tomei uma chuveirada fria para tirar o cheiro do pecado do corpo e clarear a mente. Quando voltei pro quarto, já vestido com a minha roupa de brim de sempre, a Mariana já tinha sumido pro quarto dela para se ajeitar também.

O lençol da minha cama estava meio amarrotado, mas dei uma esticada boa e joguei a colcha por cima, deixando tudo do jeito que sempre ficava. Quando pisei na cozinha, o sol já estava batendo forte na janela, mostrando que a manhã já ia no meio. A casa estava naquele silêncio pacato de novo, como se nada tivesse acontecido, mas eu sabia que o segredo agora estava trancado a sete chaves entre nós dois, e que a linha que a gente tinha cruzado não tinha mais volta.

O dia foi passando naquele compasso arrastado do interior. Eu saí para a varanda da frente, sentei na minha cadeira de balanço com o rádio de pilha ligado baixinho e fiquei olhando o movimento da estrada de terra, tentando focar em qualquer outra coisa que não fosse o calor daquele quarto.

Lá pelas onze e meia, a Mariana apareceu na cozinha. Pelo barulho das panelas, ela já estava preparando o almoço. Dessa vez, ela estava vestida com um vestido longo de florzinha, bem comportada, com o cabelo preso num rabo de cavalo firme. Quando ela veio até a porta da varanda para me chamar, o olhar dela estava diferente: não tinha mais aquela safadeza descarada da manhã, mas sim uma calmaria de quem estava satisfeita e, ao mesmo tempo, atenta.

— Seu Omar... O arroz e o feijão já estão prontos. Se o senhor quiser almoçar antes do Henrique chegar, já tá na mesa — ela falou com a voz natural, mas mantendo a postura.

— Obrigado, Mariana. Vou esperar o guri. Ele não deve tardar a chegar pro almoço da obra — respondi, mantendo o meu tom de homem velho.

Ela só balançou a cabeça e voltou para dentro. Não demorou dez minutos e o barulho do motor do ônibus da prefeitura ecoou lá na entrada do distrito. Logo em seguida, vi o Henrique cruzando o portão, com a marmita vazia na mão, a testa suada, mas com aquele mesmo sorrisão de quem estava vencendo na vida.

— Benção, tio! Rapaz, o sol hoje tá de rachar o crânio lá na cidade! — ele entrou na varanda, batendo a mão no meu ombro cheio de alegria. — Mas o serviço rendeu bem, batemos três traços de massa antes das dez.

— Deus te abençoe, meu filho. Entra, vai lavar esse rosto que a Mariana já botou a mesa — falei, levantando da cadeira e sentindo uma pontada fina de culpa no estômago ao olhar para a inocência daquele rapaz.

Entramos os três na cozinha. O Henrique sentou, serviu um prato montanhoso e começou a comer com vontade, elogiando o cheiro da comida. A Mariana sentou do lado dele, servindo um copo de suco pro marido e conversando sobre as coisas da obra, agindo como a esposa perfeita que sempre foi.

De vez em quando, enquanto o Henrique estava distraído mastigando e falando com as mãos, a Mariana desviava o olho castanho na minha direção por cima do prato. Era um olhar rápido, de cumplicidade pura, que me lembrava que, por mais que a rotina estivesse normal ali na mesa, a nossa história tinha mudado de figura debaixo daquele teto.

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Comentários

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Eita que delícia hein comeu gostoso a Mariana votado

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