A Hora das Lobas Tomarem Conta do Condomínio - Parte 01

Um conto erótico de Alessandra
Categoria: Lésbicas
Contém 9917 palavras
Data: 14/06/2026 02:30:55
Última revisão: 14/06/2026 03:11:03

CRONOLOGIA: Os eventos narrados aqui vão de 28 de julho de 2025 (segunda-feira) a 31 de julho de 2025 (quinta-feira).

Eu me chamo Alessandra, tenho 32 anos, sou professora universitária. Na faculdade, dou aulas, oriento estudantes, participo de projetos de pesquisa, corrijo relatórios. Fora dali, nos espelhos da academia e nos corredores do condomínio, eu me via diferente. Como uma mulher livre e gostosa. Tenho 1,69 m, pele clara com fundo pêssego-rosado, sardas e pintinhas nos braços, ombros, abdômen e coxas, olhos castanho-claros, rosto oval-arredondado, bochechas que coravam fácil, nariz fino e boca proporcional. Meu cabelo loiro, ondulado e cacheado, com volume próprio.

Meus ombros são firmes, meus braços têm marca de treino, e minhas pernas denunciam anos de agachamento, escada, funcional e tudo que não pulei em dia da perna. As coxas são robustas, musculosas, daquelas que marcam no short. Minha cintura é marcada e abre para uma bunda larga, cheia, redonda, firme, com boa projeção. Meus seios são médios, naturais, de base larga e projeção moderada. Os mamilos são grandes, de bicos duros. Minha buceta é saliente, com pelos loiros aparados.

Quando passei no concurso, ainda achava que estabilidade traria respeito. Trouxe trabalho, burocracia, aluno enrolado, colega vaidoso e absurdos diários. Um ano depois, saiu a chance do pós-doutorado na Alemanha, e eu agarrei aquilo. Fui atrás da papelada, das cartas e de cada assinatura que me pediram. No final, faltava apenas um pequeno detalhe, a liberação.

Eu tinha entrado há pouco tempo e tinha uma fila de professores na minha frente. Gente esperando chance fazia anos, cada um com sua história pessoal sobre ser uma vítima injustiçada pelo universo. Eu não iria pra lugar nenhum sem a autorização assinada do diretor do departamento, que na época era o Jonas.

Eu já conhecia Jonas o bastante para saber que ele sempre falava em duas camadas. A fala pública servia pras reuniões, corredores e enganar os ingênuos. A real vinha com deboche, malícia e uma leitura fina das fraquezas alheias. Comigo, ele nunca precisou posar de santo. Ele era totalmente honesto em como ele odiava ser o diretor do departamento e ter que agir com uma responsabilidade que ele não queria e não pediu. Talvez, por ser honesto sobre seus defeitos que eu gostasse dele.

O acordo era simples. Ele me ajudaria com a liberação e com as conversas certas. Em troca, eu ficaria devendo uns boquetes recorrentes quando voltasse. Antes da viagem, rolaram algumas transas e um ménage com a esposa dele, Cinthia. Foi a minha primeira mulher. Ela tinha uma inteligência social absurda. Percebia o que a pessoa escondia e sabia a hora certa de falar ou calar. Entrei naquela história achando que seria uma putaria divertida antes de cruzar o Atlântico. Saí com a certeza de que certas cumplicidades nascem melhor quando todos priorizam honestidade à perfeição.

A Alemanha me fez bem. Trabalhei muito, aprendi outra língua, passei frio demais, bebi cerveja boa, vi a neve e senti saudade do calor. Eu sempre recebia uma mensagens do Jonas. Podiam piadas indecentes ou fofocas cruéis do departamento. Às vezes, era só um “lembrei de você” disfarçado de comentário bobo. Uma das partes mais tristes daqueles anos foi constatar que o maior crápula do departamento era o único colega que manteve contato de verdade. O outros só lembravam de mim quando precisavam de favor.

Quando voltei, o acordo voltou comigo. Desde então, toda quinta-feira, eu cumpria o nosso combinado. Meio que virou uma rotina. Mas eu não me sentia obrigada. Eu chupava Jonas porque quis, porque tinha tesão nisso e porque aceitei o contrato que fizemos e não sou uma escrota que descumpre a palavra dada tão logo o outro lado cumpre a sua sob o argumento de que o lado é “mal”. Além disso, havia uma certa graça em ser uma mulher séria, uma professora concursada com pós-doc na Alemanha, ajoelhada toda semana pra pagar um acordo de boquete com outro professor. Eu ria disso sozinha às vezes. E, vez por outra, ficava molhada.

Depois que voltei, também me meti em outras histórias. Algumas por tesão, outras por curiosidade. Gosto de gente interessante com libido alta e pouca paciência para teatro moral. Teve o Antônio. Fui dar pra ele e acabei enrabada com força e maravilhosamente. O rapaz era forte e tinha uma energia bruta e o maior pau que vi na vida. Ainda somos bons amigos e pretendo rememorar aquele pau algumas vezes.

Teve a Letícia também, numa noite em que o Jonas usou os acordos com as duas pra nos juntos. A Letícia era gostosa, esperta e chamava atenção. Fomos a segunda mulher uma da outra, mas não chamaria aquilo de “um momento delicado de autodescoberta”. A gente fez sexo. Um excelente de mulher com mulher, com boca, dedos, buceta molhada e risadas que me fez ter certeza de que curtia pegar mulher gostosa também.

E teve a Andréia. Com ela, a conversa nunca terminava onde começava. A Andréia tinha corpo chamativo, uma bunda absurda e aquele jeito de mulher vivida. Eu transei com a Andréia e gostei.

Depois, a história ficou ainda mais absurda quando, na segunda vez, o porteiro seu Geraldo entrou na equação. Ele literalmente apareceu no quarto, comeu a Andréia e depois me comeu. Ele era velho, barrigudo, feio, discreto e com mais fôlego do que muito homem que paga de atleta. Era um monstro do sexo. Quando pensei nisso depois, ri sozinha no banho.

Foi a Andréia que me levou à Confraria das Lobas, criação da Cinthia. Na teoria, o grupo existia para mulheres de 30 e tantos pra cima conversarem sobre vida, tesão, solidão e liberdade. A embalagem era bonita. Entrei atenta, com a cabeça fria e malícia suficiente pra perceber o que o discurso bonito escondia.

Cada Loba tinha levado uma mulher mais nova, uma favorita, alguém para chamar de protegida enquanto marcava território com sorriso. A Cinthia levou a Letícia. A Andréia me levou. A Odete levou a Débora. A Ângela levou a Jéssica. A tensão sexual naquela mesa era palpável e gritava “festa do velcro”.

Saquei tudo quase de imediato, e aquilo me deixou com uma irritação divertida. Moralismo passava longe de mim. Gente moralista demais costuma esconder vontade mal resolvida. Minha implicância vinha do papel que tentavam colar em mim. Eu me recusava ser aprendiz de alguém, exibida como troféu ou tratada como putinha particular de uma mulher mais velha que se achava no direito de me nomear.

Eu podia transar com a Andréia de novo. Podia dar pro Jonas ou pro Antônio em algum canto escondido da faculdade. Chupar a Letícia ou a Cinthia de novo. Ou dar gostoso pro seu Geraldo toda semana, sempre que a vontade batesse. Mas tudo isso era decisão e escolha minha. O problema estava em me encaixar como uma novata seduzida.

Eu estava segura da minha bissexualidade. Eu sabia do que gostava, que corpo me distraía no elevador, que voz me fazia levantar os olhos no corredor, que mulher me dava vontade de encostar sem pressa e que homem me fazia abrir as pernas sem culpa. O que me irritava na Confraria era que elas queriam dominar as mulheres mais jovens sob uma fachada de acolhimento.

Eu queria tomar a sala. Ser A Loba. Entrar naquele grupo e mudar o tom. Olhar praquelas mulheres veteranas da putaria emocional e assumir o controle sem levantar a voz. Elas tinham criado uma dinâmica em que a mais velha escolhia e guiava. Eu olhava praquilo e pensava que a parte mais gostosa seria desmontar tudo por dentro. Sem chilique ou escândalo, mas com estratégia e tesão.

Na minha cabeça, a reforma da Confraria já estava em andamento. As chamadas aprendizes começariam com alianças silenciosas e conversas no canto, uma fazendo a outra perceber que era uma peça decorativa. Depois, as Lobas veteranas perceberiam tarde que tinham recrutado mulheres com vontade própria e pouca disposição para obediência. Depois do golpe, viria a comemoração que aquele grupo merecia desde o começo. Uma putaria lésbica grande e barulhenta, com várias mulheres gostosas se pegando e parando de fingir que aquilo tudo era só apoio emocional.

Eu pensava nisso e ria da minha própria ambição. Queria derrubar uma confraria secreta de mulheres mandonas e assumir o comando da ala mais gostosa. A Andréia acharia graça, porque ela definitivamente estava entre as mais gostosas. A Cinthia perceberia antes das outras e talvez respeitasse a ousadia. A Letícia entenderia rápido a mudança do vento.

O meu apetite por sexo continuava inteiro, mas a minha paciência pra ser enquadrada tinha acabado. Eu gostava de homens e mulheres, quando vinha junto com tesão mútuo. Mas não queria ser dominada. Eu preferia o comando.

Por isso, sentada entre Lobas veteranas que se julgavam donas da caça, sorri por dentro. Elas me viam como a aprendiz levada por Andréia, a recém-chegada, a possível. Elas achavam que ia me ensinar a ser loba. Mas sabiam que eu já era uma. Faltava só a hora certa de agir.

A minha história começa na segunda de noite.

Cheguei em casa pouco depois das 21h, exausta e com a cabeça cheia. Li as mensagens atrasadas da turma da academia. A operação para ajudar o Rogério contra o Enéias tinha acabado numa noite da sauna com homens e mulheres seminus de cada lado. Deve ter sido divertido. Elas encontraram uma brecha na regra que permitia entrarmos no time e convidarmos gente de fora do prédio pra participar.

Larguei a bolsa sobre a mesa, tirei os sapatos e fui direto pro banheiro. O banho quente caiu nas minhas costas e fiquei alguns minutos deixando a água descer pelos ombros, pelos seios, pela barriga e pelas coxas. Eu daquele tipo de relaxamento após um dia cansativo. Passei sabonete devagar e lavei o cabelo sem capricho. Enquanto a água quente relaxava os meus ombros, a minha cabeça continuava na sauna que eu tinha perdido e lembrei da Letícia.

A Letícia tinha 23 anos, cabelo castanho comprido, boca cheia, seios médios e firmes, cintura marcada, coxas grossas e musculosas e uma bunda redondinha. Eu já tinha transado com ela antes, mas meio que foram exibições pro Jonas. Pra mim, isso não contava. Queria saber como seria tê-la sozinha comigo, sem estarmos nos exibindo pra um homem tarado.

Saí do banho, me sequei e me vesti bem caseira. Uma calcinha confortável, um short curto e uma blusinha leve, sem sutiã. Meus seios não eram enormes como os da Eliana ou da Sarah, mas tinham bicos que ficavam duros com qualquer ar-condicionado mais abusado. Quando a campainha tocou, olhei pelo olho mágico e vi a Letícia.

Abri a porta. Ela estava com o celular na mão. A blusinha marcava os seios firmes, a saia deixava as coxas fortes à mostra e o cabelo castanho caía solto pelas costas.

— Oi. Vim ver se você terminou de ler o livro que eu recomendei ontem.

— Boa noite pra você também, Letícia.

Ela olhou para mim de cima a baixo. O olhar dela bateu nos meus seios marcados pela blusinha, desceu pro short e voltou rápido pro meu rosto.

— Boa noite — corrigiu, com um sorriso.

Fui até a cozinha e trouxe cerveja para nós duas. Quando entreguei o copo, nossos dedos se tocaram. A Letícia não afastou a mão depressa.

— Como foi a sauna?

— Não sou muito próxima do Rogério, mas todas sempre falam bem dele e, se é pra detonar aquele babaca do Enéias, estou dentro.

— Você também detesta o Enéias?

Ela bebeu um gole antes de responder.

— Ele apertou a minha bunda duas vezes na academia. Fora que eu não gosto de caras convencido que acham que a gente baixa a calcinha só com um sorriso.

Peguei o livro no quarto. Ela tinha me recomendado o “Mulheres que correm com os lobos” jurando que eu não tinha me tocado da armação da Confraria. Voltei com ele aberto na página marcada. A Letícia se aproximou para ver minhas anotações.

— Esse trecho funciona — falei.

— Interessante. Tenho anotações no meu celular também.

Eu estava encostada no armário, com o livro ainda aberto numa mão. Ela chegou perto o suficiente pra eu sentir o cheiro de sauna nela. Ficou de costas pra mim, com a bunda encostando na minha coxa, segurando o celular na altura do ombro. Comecei a ler o que estava na tela, mas a minha atenção se dividiu rápido. A blusinha dela deixava parte dos seios firmes à mostra, e o decote parecia provocação.

Ela se encostou mais em mim, cheirosa, com aquela bunda alta pressionando a minha perna. A saia deixava as coxas grossas aparecendo, coxas de mulher que treinava. O cabelo castanho caía pelas costas, e eu senti uma vontade besta de afastar os fios só para beijar a nuca dela. Eu ainda tentei fingir que estava interessada no celular.

— Bem. É isso. Me avisa quando terminar de ler. Até mais.

O meu tesão já estava mandando mais do que qualquer pensamento sensato. Abracei Letícia por trás pela cintura, trazendo o corpo dela contra o meu. A minha pélvis encaixou na bunda dela, e ela respondeu empinando um pouco mais.

— Alessandra? O que deu na sua cabeça?

Subi uma das mãos pela barriga dela. Senti o abdômen firme, a pele lisa, a respiração curta. A mão passou pelos seios durinhos, marcados pela blusinha fina, e parou no pescoço. Puxei o rosto dela pra perto do meu e encontrei seus olhos castanhos, já sem muita defesa.

— Fica. A noite só está começando.

A Letícia ficou me encarando por alguns instantes, de boca entreaberta, até desistir da pose e fechar os olhos. Beijei a boca dela com fome, enfiando a língua entre seus lábios. A boca de Letícia era quente, molhada e macia e ela retribuiu com pressa. A jovem que na frente da turma da academia bancava a responsável estava rebolando contra mim como uma safada.

A minha mão desceu pela barriga dela e chegou à saia. Passei os dedos por cima do tecido, sentindo o calor da buceta através da roupa. A Letícia soltou um gemido baixo dentro do beijo. Ela rebolou mais devagar, esfregando a bunda em mim, e aquilo me deixou com a buceta latejando. Os meus mamilos grandes já estavam duros, espetando o tecido, e cada movimento dela contra mim parecia puxar mais calor pra dentro do meu corpo.

Apertei os seios dela por cima da blusinha. Eram médios, firmes, com base arredondada, do tamanho certo para caberem na minha mão. A Letícia gemeu de novo e virou o rosto para me beijar com mais força. A língua dela buscava a minha sem nenhuma vergonha. O corpo dela perdeu aquela rigidez inicial e começou a pedir tudo que a boca ainda não dizia.

Coloquei as mãos por dentro da saia dela. Encontrei a calcinha entre as nádegas. A bunda de Letícia era larga, alta e arrebitada, cheia o bastante pra minha mão se perder nela. Apertei com força e ela gemeu contra a minha boca. Afastei um pouco o meu corpo do armário, segurei a bunda dela com as duas mãos e a levantei. A Letícia enlaçou as minhas pernas com as dela, rindo pelo nariz no meio do beijo, e eu a carreguei até a mesa.

As pernas grossas se abriram ao redor da minha cintura, e eu enfiei os dedos outra vez por dentro da saia, buscando o reguinho quente da bunda. Ela se arrepiou inteira. Puxei sua blusinha para cima e a tirei de uma vez. Depois foi a vez do sutiã. Os seios apareceram firmes, com aréolas pequenas e rosadas, os bicos mais escuros apontando para frente. Fiquei alguns segundos admirando.

Baixei a boca pros seios dela. Chupei um mamilo e depois o outro, com a mão na sua cintura. A Letícia segurou a minha cabeça e empurrou os peitos pra minha boca. Aquilo me arrancou um sorriso. Eu gostava de mulher que não ficava posando de santa depois do primeiro gemido. Passei a língua pela sua pele, descendo pela barriga. Ao mesmo tempo, empurrei o seu corpo para trás até ela deitar sobre a mesa.

A Letícia deitada ali, cabelos espalhados, seios duros, pernas fortes abertas para mim, a saia levantada e a buceta escondida por pouca roupa. Puxei a saia junto com a calcinha. A buceta dela apareceu com pelinhos aparados, rosada, saliente o bastante pra chamar a minha boca. Afastei mais as pernas dela e me ajoelhei entre suas coxas.

Cheguei perto devagar, sentindo o cheiro dela. Beijei primeiro por cima, só encostando a boca na buceta molhada. Ela gemeu e levantou a bunda da mesa. Segurei suas coxas para mantê-la aberta. Passei a língua pela abertura e senti o gosto dela. Abri seus lábios com os dedos e enfiei a língua com vontade.

A Letícia soltou um gemido mais alto. A mão dela veio pro meu cabelo, puxando meus cachos loiros. Enquanto eu continuava lambendo aquela buceta gostosa. Subi a língua até o grelo e chupei devagar, sentindo o corpo dela estremecer. Voltei pra entrada molhada, enfiei a língua, tirei e lambi de novo. A buceta dela ficava mais encharcada a cada movimento e o gozo escorria pra minha boca.

A mesa rangia um pouco sob o peso dela. Continuei lambendo até as coxas dela começarem a apertar a minha cabeça. A Letícia tinha força nas pernas, e por um instante achei que ia desmaiar asfixiada entre aquelas coxas. Segurei a bunda dela, puxei mais pra beira da mesa e chupei o grelo com mais pressão. Ela perdeu o controle. O corpo arqueou, a mão apertou meus cabelos e a voz saiu quebrada.

— Ah... Alessandra... Vou gozar... Ah... Estou... ah!

Mantive a boca nela enquanto o gozo veio. A Letícia tremia, contraía a barriga, fechava as pernas e abria de novo sem saber o que fazer. Eu bebi tudo que consegui, lambendo a buceta dela enquanto ela gozava na minha língua. Quando as coxas afrouxaram, enfiei a língua mais fundo, arrancando espasmos menores, até ela ficar mole em cima da mesa, respirando como se tivesse corrido doze andares pela escada.

Levantei com a boca molhada e olhei para ela. A Letícia estava corada, os lábios inchados, os seios subindo e descendo com a respiração. A buceta dela continuava piscando, babada, aberta pra mim. Aquilo me deu uma satisfação meio arrogante. Eu gostava de dar prazer. Também gostava de ver a outra pessoa mercê à minha disposição.

Peguei a Letícia pela mão e a levei pro meu quarto. Ela veio sem protestar, ainda meio bamba. Coloquei-a na cama e deitei ao lado dela. Beijei sua boca de novo, deixando que sentisse o próprio gosto na minha língua. A Letícia chupou minha língua com uma entrega linda, como se aquela primeira gozada tivesse destravado algo. Suas mãos começaram a procurar meu corpo, passando pela minha blusinha e pelo short curto.

Eu me afastei apenas para tirar a roupa. Tirei a blusinha, o short e a calcinha de uma vez, deixando meu corpo todo à mostra. Meus seios médios caíram naturais, com mamilos grandes e bicos duros. A barriga tinha tônus, com a pele clara marcada por pintinhas pequenas. As minhas coxas eram robustas, musculosas, com aquele pouco de celulite normal que nunca me tirou um grama de tesão por mim mesma. A minha bunda era larga e cheia, fruto de genética e treino, e a minha buceta ficava saliente entre os pelos loiros aparados, como um arbusto claro e brilhante.

A Letícia olhou para mim com cara tesão e aquilo me excitou ainda mais. Subi na cama, beijei sua boca e fui descendo pelo corpo dela. Passei pelos seios, chupei os bicos duros, mordi de leve a pele macia da barriga e voltei pra buceta, porque ela ainda estava aberta e molhada demais para ser ignorada.

— A Cinthia cometeu um erro crasso naquele jantar de sábado — disse, olhando fixamente nos olhos da Letícia. — Ela pode ser uma loba. Mas eu sou A loba desta torre. E você é a minha cordeirinha.

Em seguida, voltei a chupar aquela buceta.

— Grandes coisas — desdenhou Letícia. — Nós duas já transamos antes.

— Primeiro, aquilo foi exibição pro Jonas — respondi. — Foda de exibição não conta tanto assim. E, segundo, transar uma vez é vencer um jogo e eu quero o campeonato.

— O que seria o campeonato?

— Seja a minha putinha de estimação e me ajude a conquistar nossas amigas solteiras.

Ao ouvir isso, senti a Letícia tentando se afastar, mas não deixei. Virei meu corpo pra cima dela, colando minha boca na sua e dei um longo beijo molhado. Aos poucos, senti a Letícia lentamente ceder até que parou de resistir e passou retribuir o beijo de forma tão intensa quanto eu. Foi quando interrompi o beijo.

— Só as solteiras? — encarou Letícia. — As que tenho certeza de que estão solteiras?

— Eu só fodo com gente compromissada quando é relacionamento aberto e tá tudo ok.

— Posso pensar?

— Claro. A graça de jogar pelo campeonato é a paciência.

Aproveitei que ela estava rendida me ajoelhei diante da cama, caindo de boca nela outra vez. A Letícia reagiu com um gemido rouco quando sentiu a minha língua deslizar pela fenda e parar no grelo. Comecei com lambidas lentas, depois passei a sugar com mais força. Enfiei dois dedos na buceta dela enquanto chupava, sentindo o calor apertado em volta dos meus dedos. Ela se contorcia na cama, empurrando a buceta contra a minha boca.

— Ah! Meu Deus!

Continuei chupando. A Letícia tremia, com uma mão no meu cabelo e a outra agarrada ao lençol. O segundo orgasmo veio mais curto e mais violento, arrancando dela um som quase assustado. Lambi tudo de novo, sem pressa, até a respiração dela falhar e o corpo ceder.

Subi pela cama e beijei a Letícia pra que ela sentisse o próprio gosto mais uma vez e gemesse dentro da minha boca. Havia uma graça enorme em vê-la tão perdida.

— Acho que hoje, vou te ensinar umas coisinhas, Letícia.

Ela sorriu com a boca ainda molhada. Eu me deitei ao lado dela e trouxe sua mão pro meu corpo. A Letícia entendeu sem precisar de aula teórica. Seus dedos passaram pelos meus seios e pararam nos mamilos duros. Ela os apertou com curiosidade e tesão, primeiro sem jeito, depois com mais firmeza. O toque dela me arrancou um gemido. A minha buceta pulsou, e eu senti os pelos loiros úmidos grudarem um pouco na pele.

A Letícia desceu a mão pela minha barriga, passando pelas pintinhas do abdômen, e chegou à minha buceta. Quando seus dedos tocaram meus pelos, ela respirou mais fundo. Abri as pernas e deixei. Ela acariciou por cima, explorando a saliência, sentindo a umidade. Beijei sua boca enquanto sua mão encontrava o meu grelo. O toque veio hesitante no começo, depois mais safado. Ela passou o dedo pela fenda e enfiou um dedo devagar.

Gemi contra a boca dela. A sensação me fez apertar a coxa dela com a mão. A Letícia me dedava enquanto eu mordia seu lábio. Parecia uma aluna aplicada tentando acertar a pressão certa, só que a matéria era a minha buceta. Eu teria rido, se o dedo dela não estivesse entrando e saindo com um ritmo que começou a me deixar mole.

Puxei sua perna por cima da minha e colei nossos corpos. Nossos seios se encostavam, os mamilos duros raspavam uns nos outros, e nossas bucetas ficavam perto o bastante pro cheiro de sexo tomar conta das duas. Beijei o pescoço dela, mordi de leve a pele e desci até os seios de novo.

A Letícia continuava me tocando. O dedo dela entrava na minha buceta, saía melado e voltava pro grelo. Meu corpo respondia com facilidade demais, o que me irritou e me divertiu ao mesmo tempo.

Virei-a de barriga para baixo e puxei sua bunda para cima. A visão da Letícia de quatro na minha cama me fez esquecer qualquer resquício de compostura. A bunda dela era redonda, alta, firme, com o reguinho marcado e a buceta molhada aparecendo por baixo. Passei a mão pelas nádegas, abri um pouco e beijei por trás. Ela gemeu no travesseiro. Desci a língua pela entrada da buceta e subi pelo rego, devagar, sentindo o corpo dela se arrepiar inteiro.

Lambi sua buceta de quatro, com uma mão segurando a bunda aberta. Letícia empinava para mim sem vergonha, rebolando contra a minha boca. Enfiei a língua nela, depois usei os dedos, alternando com lambidas no grelo. Ela começou a pedir com o corpo, mexendo a bunda no meu rosto.

Coloquei-me debaixo dela e a puxei para um 69. A próxima lição, que a Letícia aprendeu rápido. Ela ficou por cima, com a buceta na minha boca e o rosto entre as minhas pernas. Senti a respiração dela bater em mim antes da primeira lambida. Quando a língua da Letícia tocou o meu grelo, meu corpo inteiro reagiu.

— Vem cá, Letícia. Só entre nós... Depois que terminou com o Antônio, você dispensou todos os bonitões do departamento um por um.

— Metade deles eram “amigos” do Antônio. Tenho paciência pra talarico não.

— Não instalou nem um tinderzinho?

— Sim. Mas não tinha muito lá não. Um bando de mediciner exibido. Uns casais malucos querendo ménage. Uns três que me deram medo. E um cara que acabei transformando em amigo de Instagram antes da primeira ficada. Talvez eu tenha parâmetros altos.

— Obrigada pelo elogio... Mas eu acho que você tá enrolando por estar esperando alguém...

— Fala menos e chupa mais a minha buceta!

Voltei a chupar e ela também, com maestria. Chupou com vontade, lambendo a minha fenda e voltando ao grelo como se quisesse arrancar um elogio da minha garganta. Eu segurei as coxas dela e enfiei a boca na sua buceta. O 69 ficou barulhento rápido. As coxas dela apertavam a minha cabeça, as minhas pernas se abriam mais pra boca dela, e a minha mão segurava sua bunda para manter a buceta firme contra mim.

A Letícia chupava melhor a cada minuto. Percebi quando ela entendeu que eu gostava de pressão no grelo. Percebi também quando descobriu que a minha buceta ficava mais molhada quando ela usava a língua inteira. Ela tinha talento e uma disposição que merecia reconhecimento. Eu gemia contra a buceta dela, e cada gemido vibrava na carne molhada. Ela respondia rebolando no meu rosto.

A língua dela desceu pela minha fenda e chegou ao meu rego. Meu corpo travou por um instante, depois abriu mais. A Letícia passou a língua pelo meu cuzinho, tímida no primeiro toque, mais atrevida no seguinte. Senti a boca dela ali e tive que segurar mais forte a sua bunda para não perder o ritmo. A minha buceta latejou. O meu cu piscou contra a língua dela, pedindo mais.

Logo a língua foi substituída pelo dedo. A Letícia lubrificou com o meu próprio gozo e entrou devagar no meu cuzinho. Soltei um gemido abafado na buceta dela. Ela mexeu o dedo com cuidado no começo. Depois ganhou confiança e passou a foder o meu cu com movimentos curtos, enquanto a língua voltava pro meu grelo.

— Ah, minha querida... — disse, entre um suspiro e uma chupada. — Semana que vem, vou te apresentar pra um amigo meu que vai te surpreender... Mas eu preciso que você venha com uma calcinha bem usada...

A voz dela saiu falhada, com a buceta na minha boca e o corpo inteiro tremendo. Chupei o grelo dela com força e ela gemeu alto e rebolou na minha cara. Enfiei um dedo na buceta dela, depois outro, sentindo-a encharcada.

Ao mesmo tempo, Letícia continuava com o dedo no meu cu e a boca na minha buceta. Aumentei o ritmo dos dedos na buceta dela. A Letícia se contorcia por cima de mim, gemendo com a boca cheia da minha buceta. Seus seios balançavam contra a minha barriga. A bunda dela mexia em cima do meu rosto, e eu segurava firme, lambendo tudo que ela me dava. Meu próprio corpo começou a tremer quando ela sugou o meu grelo com mais força e mexeu o dedo no meu cu no ângulo certo.

— Ah! Alessandra! Meu Deus!

A Letícia começou a gozar antes de mim. A buceta dela se fechou nos meus dedos, e o corpo perdeu o ritmo. Continuei chupando, bebendo o gozo que vinha quente, lambendo a abertura molhada enquanto ela tremia por cima de mim. A gozada dela me puxou junto. Senti o calor subir pelas minhas coxas, a barriga contrair, a buceta pulsar na boca dela.

— Letícia! Estou... Ah!

Gozei na boca dela com força. As minhas pernas estremeceram, meus dedos apertaram a bunda dela, e por alguns segundos a minha cabeça ficou vazia. A Letícia chupou como pôde, atrapalhada pelo próprio orgasmo, e isso deixou tudo mais gostoso. Quando o tremor passou, ela desabou ao meu lado, rindo sem som, ofegante, com a boca molhada e os olhos brilhando.

Ficamos abraçadas na cama, trocando beijos lentos. Passei a mão pelas coxas de Letícia, sentindo os músculos ainda tensos. Olhei pro corpo dela com calma. A buceta piscava, toda babada. A barriga subia e descia depressa. Os seios médios estavam suados, com os bicos duros. Os lábios dela estavam inchados, vermelhos de beijo, melados do meu gozo. Aquela visão me deixou orgulhosa.

Ela virou o rosto e beijou minha perna. Acariciei suas coxas, subindo até a bunda, e apertei de leve.

— Vamos tomar um banho?

Ela se sentou na cama, ainda mole, e se espreguiçou com um sorriso safado. Aquilo era um “sim”.

Beijei sua boca e a puxei pro banheiro. Entramos no boxe, e a água quente caiu sobre nós. Ficamos abraçadas debaixo do chuveiro, com os corpos colados e a pele escorregadia. A água descia pelos meus ombros, passava pelos seios e corria pela barriga. Na Letícia, escorria pelos seios firmes, pela cintura marcada e pelas coxas grossas.

Beijei sua boca de novo. A língua dela veio pronta, sem hesitação. Lambi seu queixo, desci pelo pescoço e encontrei os seios. Chupei os mamilos dela enquanto a água batia nas nossas costas. A Letícia segurou meu cabelo e gemeu baixo. Passei sabonete no corpo dela, espalhando espuma pelos seios e pela barriga. Depois desci pra buceta, ensaboando devagar, sentindo-a sensível, ainda inchada das gozada anteriores.

Ela fez o mesmo comigo. As mãos dela passaram pelos meus seios, demorando nos mamilos grandes. Desceu pela minha barriga e chegou aos pelos loiros abundantes. Quando tocou a minha buceta saliente, eu encostei as costas na parede do boxe e abri um pouco mais as pernas. A Letícia sorriu, ajoelhando-se diante de mim com a naturalidade de quem aprendia depressa. A língua dela entrou na minha buceta sem aviso longo, e eu apoiei a mão na parede para não escorregar.

Ela me chupou debaixo do chuveiro, com a água caindo no rosto e no cabelo castanho. Sua língua brincou com o meu grelo, depois desceu para lamber a fenda inteira. Gemi e puxei seu cabelo com cuidado. O meu corpo já estava cansado, mas a buceta queria mais.

Puxei a Letícia para cima e a virei de costas. Ela apoiou as mãos na parede do boxe e empinou a bunda para mim. A água escorria pelo rego dela. Passei sabonete pelas nádegas, deixando a pele lisa sob meus dedos. Ajoelhei-me atrás dela, abri a sua bunda com as mãos e lambi o seu cuzinho. A Letícia soltou um gemido que bateu no azulejo e voltou mais alto. Aquele som me deu mais fome.

Lambi sem pressa, explorando as pregas fechadas, sentindo o corpo dela ceder. Ao mesmo tempo, enfiei dois dedos na buceta molhada. Ela rebolou contra a minha mão e minha boca. A água fazia tudo escorregar, e o gosto dela misturava sexo e sabonete.

A Letícia segurou a parede com mais força. A bunda dela tremia nas minhas mãos. Continuei fodendo sua buceta com os dedos e lambendo o cuzinho dela até o corpo começar a dar sinais de outro limite. Ela rebolava mais rápido, gemendo sem formar frase. A pele das coxas dela ficou arrepiada apesar da água quente. Quando o orgasmo veio, ela se curvou, apertando as minhas mãos entre as pernas.

Lambi a buceta dela enquanto gozava. O gozo escorreu pros meus dedos e pra minha língua. A Letícia ficou de joelhos por um momento, ofegante, apoiada em mim e na parede. Levantei-a com cuidado e encostei o seu corpo no meu. Ela me beijou com força, como se ainda quisesse provar alguma coisa. A mão dela desceu pra minha buceta e voltou a massagear meu grelo.

Ficamos ali, molhadas e cansadas, nos tocando até o tesão subir de novo em ondas menores. Eu encostei uma perna na dela, abrindo espaço para sua mão. A Letícia me acariciou com mais segurança. O dedo dela circulava meu grelo, descia pela fenda e voltava. Eu beijei sua boca enquanto sentia a gozada se aproximar. Meu corpo já estava sensível demais, e isso deixou tudo mais forte. Gozei contra a mão dela, gemendo em sua boca, com a água lavando parte da bagunça antes que eu pudesse ver.

Depois ficamos abraçadas debaixo do chuveiro, quietas por um tempo. A Letícia encostou a testa no meu ombro. Eu passei a mão por suas costas e pela bunda.

Desliguei o chuveiro e puxei a Letícia pra fora pelo braço, sem dar tempo de ela protestar. Secamos uma à outra sem pressa. A toalha passou pelos seios dela, pela barriga e pelas coxas grossas. Ela fez o mesmo comigo, demorando mais do que precisava nos meus seios e na minha buceta, com aquele sorriso safado que denunciava a vontade de recomeçar.

Voltamos pro quarto nuas. A cama estava bagunçada e o lençol marcado. Ela estava encostada no batente da porta, as coxas à mostra, a boca inchada de beijo, os olhos com aquele brilho de quem ainda não tinha acabado. Eu fui até a gaveta do criado-mudo, abri e peguei a minha coleira preta de couro, a guia e o meu cintaralho. A Letícia viu e ficou imóvel por um instante. Depois olhou pra mim, com mais curiosidade do que medo.

— Isso é seu?

— Eu disse que você seria a minha putinha de estimação. Quero você com ela.

Ela pegou a coleira da minha mão, passou os dedos pelo material e sorriu de lado.

— Você é pior do que parece.

— Eu pareço ótima.

Nos encaramos em silêncio por um tempo e ordenei.

— Coloca.

A voz saiu firme. Quase autoritária. A Letícia obedeceu e ergueu o queixo, me oferecendo o pescoço. Os bicos dos seios dela estavam duros, apontando para frente, e a pele do colo tinha ficado toda arrepiada. Eu também estava eriçada.

Coloquei a coleira nela devagar.

— Sempre que você usar essa coleira, você pertence a mim. Eu mando, você obedece. Entendeu?

A Letícia respirou fundo.

— Entendi.

Para mim, aquilo era a Loba tomando posse da Cordeira. A dona marcando a possuída. Segurei a fivela atrás da nuca dela, mas parei antes de prender. E a puxei pra perto de mim. Ela se aproximou mais um passou. O peito dela encostou no meu, os seios firmes roçaram meus seios, e eu senti os mamilos dela duros contra mim.

— Diga. Quando você usar essa coleira, você pertence exclusivamente a mim. Só a mim. Sua boca, seus seios, sua bunda, sua buceta, seus gemidos, sua obediência. Você por inteira é minha enquanto a coleira estiver no seu pescoço.

— Enquanto eu usar essa coleira, eu sou sua.

Fechei a fivela. Conferi o ajuste e segurei a guia. Ela ficou diante de mim, excitada e pronta.

— Minha putinha — falei baixo.

A Letícia veio me beijar. Puxei a guia antes que ela alcançasse a minha boca.

— Pede.

— Me beija, dona.

A frase saiu meio ironia, meio entrega. Puxei a guia e trouxe a Letícia pra minha boca. Ela gemeu no beijo, agarrou minha bunda com as duas mãos e me apertou contra o corpo dela. Deixei por alguns segundos, depois puxei a guia outra vez pra cortar o beijo no ponto em que ela se animava demais.

— Olha pra mim.

Ela olhou.

— Assim é melhor.

— Vai se foder — sussurrou.

— Depois.

Eu a conduzi com a guia até a cama. Quando sentou, puxei a guia de leve para fazê-la erguer o rosto. Depois soltei o suficiente para ela deitar. A buceta dela apareceu entre as pernas abertas. Molhada, aparada, com quase nada de pelo, os lábios inchados de tesão. A Letícia viu meu olhar e abriu mais as pernas. Vesti o cintaralho com aquele pau falso de 20 cm apontado pra ela.

Ela soltou um riso nervoso que virou gemido quando passei a ponta do pau falso pela buceta dela. Primeiro só encostei. Depois deslizei pela umidade, para cima e para baixo, sentindo o quadril dela procurar mais. A Letícia apertou o lençol com uma mão e segurou a guia perto do próprio peito com a outra, como se aquilo também fosse dela. Eu puxei de volta, tirando a guia da mão dela.

Inclinei-me sobre ela, beijei a sua boca e alinhei o pau com a entrada da buceta. Entrei devagar, controlando cada cm. Letícia prendeu o ar, abriu a boca e cravou os dedos no meu braço. O corpo dela tentou recuar por instinto, então puxei a guia com firmeza, trazendo o rosto dela pra mim. Ela me olhou com os olhos arregalados, seios subindo rápido, coxas tensas ao redor do meu corpo.

Empurrei mais um pouco. A buceta dela recebeu o pau falso, que entrou mais fundo, e a fez soltar um gemido rasgado.

— Fode!

Aquilo me arrancou um sorriso que eu nem tentei esconder.

— Assim?

Empurrei de novo, devagar no começo, depois com mais ritmo. A Letícia jogou a cabeça para trás, a coleira marcando a garganta, os seios tremendo a cada investida. A guia esticava na minha mão. Eu puxava quando queria que ela olhasse para mim, puxava quando ela fechava os olhos por tempo demais, puxava quando ela tentava morder o travesseiro para abafar os gemidos. Ela xingava, gemia, ria sem fôlego, abria mais as coxas e me chamava de filha da puta como se fosse elogio.

— Minha putinha gosta de pau.

— Gosto, porra!

Puxei a guia mais uma vez, e ela veio com o tronco um pouco pra cima, seios balançando, boca aberta. Beijei-a enquanto continuava metendo, sentindo a cama bater de leve contra a parede. Eu segurei uma delas por trás do joelho e abri mais, fazendo o pau falso entrar melhor. A Letícia gemeu mais alto e arranhou minhas costas.

— Isso, caralho — suspirou. — Assim.

Mantive o ritmo, alternando investidas lentas e fundas com outras mais rápidas. A cada vez que ela tentava assumir a cena com a boca, eu puxava a guia e fazia o corpo lembrar quem mandava. A Loba mandava, a Cordeira obedecia, mas a Cordeira ainda tinha dentes. E isso que tornava tudo tão bom.

Virei a Letícia de lado, ainda dentro dela, puxando uma das pernas para cima e segurando sua coxa pela parte de trás. O ângulo fez o pau falso entrar mais fundo, e ela soltou um gemido que virou palavrão no meio. A bunda dela ficou exposta para mim. Apertei com força, metendo sem pressa. Puxei a guia e fiz Letícia olhar para mim.

— De quem é essa buceta?

Silêncio.

— De quem é essa buceta?

Ela demorou a responder. Puxei de novo.

— Responde!

— Enquanto eu estiver com a coleira, sua.

Voltei a foder a Letícia com mais força, e Letícia agarrou o lençol, depois minha mão, depois o próprio peito, sem saber onde se prender. Beijei sua boca por cima do ombro, mordi sua nuca, puxei a guia curto para sentir a coleira firmar no pescoço dela.

Puxei o pau falso pra fora e virei a Letícia de bruços antes que ela entendesse. Ela gemeu frustrada, mas a frustração sumiu quando puxei seus quadris para cima e deixei sua bunda alta, aberta para mim. A visão quase me fez parar só para olhar. Passei a mão pelas costas dela, depois pela bunda, depois alinhei o pau de novo.

— Alessandra...

— Fica assim.

Entrei de novo, e ela gritou no travesseiro. Puxei a guia para trás, o bastante para erguer o rosto dela do colchão, e meti mais fundo. A Letícia gemeu alto, sem conseguir esconder nada. A coleira no pescoço, a guia na minha mão, a bunda dela empinada, o pau falso entrando na buceta molhada, tudo parecia ter sido montado para quebrar a última pose que ela ainda tentava manter.

Segurei seu quadril com uma mão e a guia com a outra, alternando força e controle. Meu corpo também estava no limite. O cintaralho roçava em mim a cada movimento, a minha buceta latejava e as minhas pernas começaram a queimar de tanto sustentar o ritmo.

— Fode, Alessandra... fode mais.

— Pede direito.

Ela respirou fundo, voz falhando.

— Me fode, dona. Por favor.

A palavra “dona” na boca dela quase me derrubou. Meti mais forte. A Letícia segurou o travesseiro com as duas mãos e deixou os gemidos saírem sem controle. Eu puxava a guia em intervalos curtos, trazendo o corpo dela para trás, fazendo o pau entrar inteiro. Ela rebolava contra mim agora, sem fingir timidez, tentando buscar o próprio limite.

Quando senti que ela estava perto, puxei-a pela guia até ajoelhar no colchão, de costas para mim, ainda encaixada no pau. Um dos meus braços passou pela cintura dela, a mão desceu até a buceta, e meus dedos encontraram o clitóris inchado. A Letícia soltou um som sem forma. Ela encostou a cabeça no meu ombro.

— Não para — pediu.

— Olha para você. Toda minha.

Eu a beijei de lado, com a língua entrando na boca dela enquanto meus dedos trabalhavam na frente e o pau entrava por trás. Letícia começou a tremer de um jeito diferente, mais descontrolado. A buceta apertava o pau em espasmos, as coxas dela perdiam firmeza, e eu tive que segurá-la pela cintura. Continuei mesmo com minhas pernas queimando, mesmo com meus braços cansados, mesmo com minha respiração falhando.

— Alessandra... eu vou gozar... eu vou gozar muito...

— Goza pra mim.

— Porra, porra, porra...

Puxei a guia, segurei seu queixo com a coleira firme no pescoço e meti mais fundo uma última vez. O orgasmo dela veio alto e violento. A Letícia gritou, a buceta pulsou no pau, as coxas dela tremeram tanto que o corpo quase caiu para frente. Segurei firme, mantendo-a presa contra mim enquanto ela gozava. O movimento do cintaralho contra meu corpo, o som dela gozando, a guia na minha mão, a entrega completa, tudo me empurrou pro meu limite. Gozei também, apertando sua cintura e xingando sem conseguir controlar a voz.

— Caralho... Letícia... porra...

Ela ainda tremia quando perdi força nas pernas. Caímos juntas na cama, exaustas. O cintaralho saiu dela no movimento, a guia escapou da minha mão. A Letícia caiu de barriga para baixo primeiro, depois virou de lado com dificuldade, respirando como se tivesse corrido até o fim do mundo. Eu desabei ao lado dela, suada, molhada, com as coxas ardendo, a buceta latejando e os seios pesados. Por alguns segundos, nenhuma de nós conseguiu falar. Só havia o som da respiração das duas. Ela foi a primeira a falar.

— Você está satisfeita demais.

— Venci o primeiro jogo, você. Mas eu quero esse campeonato e ele é de pontos corridos.

— Besta!

Aproximei-me e beijei sua bochecha, depois sua boca. O beijo foi mais calmo, quase carinhoso. A Letícia era a minha putinha de estimação, a minha cordeira de coleira, mas também seria uma aliada de verdade contra a velha guarda do prédio.

— Pensa no que eu falei — murmurei.

— Sobre a Confraria?

— Claro que vou pensar muito sobre esta noite...

Dormimos perto uma da outra. Antes de apagar, pensei na Confraria e nas mulheres que ainda se julgavam donas daquele jogo. A Confraria podia ainda não ser minha, mas naquela noite eu tinha dado o primeiro passo.

Na terça-feira à tarde, saí de uma reunião de departamento cansada de discussões inúteis. Carregava uma pasta e ia buscar café quando vi a Letícia vindo pelo corredor principal do bloco.

Ela estava com uma saia curta de tecido escuro, blusa clara sem manga e mochila presa em um ombro. O cabelo castanho caía liso pelas costas. A roupa deixava claro o que eu já conhecia muito bem. Seios médios e firmes, cintura marcada, coxas volumosas de quem treinava, pernas grossas, bonitas e musculosas e uma bunda alta, redonda, arrebitada, que empurrava a saia a cada passo.

Um grupo de estudantes perto do mural fingiu continuar uma conversa enquanto três deles viravam o pescoço quando a Letícia passou. Um rapaz que vinha no sentido contrário olhou primeiro para o rosto dela, depois baixou os olhos, passou, voltou a cabeça e quase bateu numa coluna. Dois professores jovens, em conversa diante da secretaria, fizeram um esforço inútil pra parecer indiferentes. Até um sujeito sentado num banco ergueu os olhos do celular quando a bunda dela atravessou seu campo de visão.

Eu parei perto da máquina de café, segurando um sorriso.

A Letícia era gostosa e desejada pra caralho. Bastava atravessar o corredor pra metade dos homens acompanhar sua bunda com os olhos. Eu já tinha visto aquela bunda nua, apertado aquela carne firme com as duas mãos, colocado uma coleira nela e ouvido sua voz falhar de tesão na minha cama. Senti um orgulho indecente. Aquela bunda que fazia os homens errarem seus caminhos tinha sido minha na noite anterior.

Ela me viu perto da máquina. O rosto dela mudou só um pouco. Nada que chamasse atenção dos outros. Primeiro veio o susto rápido. Depois, o canto da boca subiu. E se aproximou sem alterar o passo.

— Boa tarde, professora.

— Boa tarde, Letícia.

Parou diante de mim. De perto, vi que a boca dela ainda tinha aquele aspecto macio de quem tinha passado uma noite beijando muito.

— Estava vendo quantos homens esquecem de andar quando você passa.

Ela olhou de lado, identificando os culpados sem esforço.

— São discretos como um caminhão.

— E você percebe.

— Desde sempre. E você estava olhando?

— Pra sua bunda, principalmente.

Ela corou, sem recuar.

— Em pleno corredor?

— Você escolheu essa saia.

A Letícia chegou perto do meu ouvido, como se fosse apenas se despedir.

— Fiquei dolorida.

Meu corpo reagiu na hora.

— Arrependida?

— Nem um pouco.

— Então, escolheu a saia certa.

Ela seguiu até a escada e olhou para trás. Eu continuava olhando sua bunda. A Letícia sorriu antes de sumir.

Peguei meu café com a boca seca e uma sensação ridiculamente boa de vitória. A Confraria ainda existia, a Andréia continuava achando que eu estava sob sua asa e a Cinthia devia estar mexendo seus pauzinhos. Mas eu já tinha trazido a Letícia pro meu lado.

Só tinha um pequeno porém quase sem importância nenhuma: eu pensei que tinha roubado uma putinha do Jonas pra mim, mas o safado do Jonas nunca me contou o que ela aprontou no instante seguinte ao acordo entre eles ter acabado. E ele também nunca me contou sobre a incrível habilidade da Letícia de dizer qualquer coisa que a pessoa queira ouvir pra ganhar tempo enquanto prepara sua jogada...

Naquela noite, desci pra piscina depois das 21h. Eu tinha passado horas presa a relatórios e precisava de água e silêncio. Vesti um maiô escuro e levei uma toalha no ombro. A área da piscina estava quase vazia. Havia apenas duas mulheres dentro d’água: Débora e Milla.

A Milla estava perto da borda, apoiada pelos braços, falando alguma coisa sobre corrida intervalada e nutrição. Ela era uma loira de 31 anos com um corpão atlético, lábios grossos e barriga enxuta. O biquíni esportivo segurava seios médios, bicudos e firmes. As costas tinham largura de mulher que treinava de verdade. As coxas eram grossas, musculosas, e a bunda enorme aparecia sempre que ela se virava na água. Redonda, muito projetada, cheia em cima e embaixo.

A Débora estava um pouco mais afastada, alongando os ombros antes de nadar. Negra, pele bonita, corpo compacto de corredora. Seus seios eram pequenos e firmes sob o biquíni, a cintura definida, as pernas fortes e bem desenvolvidas. As coxas tinham volume muscular evidente, as panturrilhas eram cheias e a bunda era redonda e empinada.

— Boa noite — falei, deixando a toalha numa espreguiçadeira.

— Boa noite — respondeu Débora. — Entra. A água está boa.

Desci pela escadinha devagar. A água cobriu minhas coxas, minha barriga, meus seios. A Milla me examinou sem pudor.

Eu me aproximei das duas. Conversamos um pouco sobre treino e sobre o grupo do condomínio, até que a Milla começou a nadar. Eu olhei pra Débora.

— Encontrei a Odete ontem.

A Débora levou a mão ao cabelo molhado.

— Ela falou de mim?

— Não precisou. Eu disse o nome dela e você já ficou tensa.

Ela baixou a voz.

— O que você acha que sabe?

— Que vocês transaram e que foi bom.

A Débora conferiu onde a Milla estava. A loira nadava na outra ponta, concentrada na própria vida.

— Está me sondando.

— Estava até você confirmar.

Ela respirou pelo nariz, entre irritada e divertida.

— E isso interessa a você por quê?

— Porque estou com tesão em você.

A Débora abriu um sorriso lento.

— Você é direta.

A Milla voltou pra borda em busca da garrafa de água.

— Vocês estão com cara de conspiração.

— Estamos falando de corrida — disse Débora, rápida.

— Corrida deixa essa cara em você? Preciso correr mais.

— Precisa mesmo — falei. — Seu treino está fraco.

A Milla mostrou o dedo do meio e voltou pra borda, procurando a garrafa de água que tinha deixado fora da piscina. Foi quando senti a mão da Débora debaixo d’água.

Primeiro, os dedos tocaram a minha lateral, perto da cintura. A mão desceu sem pressa e parou na minha bunda. A Débora apalpou minha carne com firmeza, escondida pela água escura e pelo corpo dela próximo do meu. Minha respiração mudou.

Olhei pro rosto dela. A Débora continuava aparentando calma, mas os olhos estavam fixos nos meus.

— Queria ver se você também ficava tensa — murmurou.

Passei minha mão por baixo da água e segurei a bunda dela.

A curva era firme pra caralho. Redonda, alta, com musculatura de corredora e volume suficiente para encher minha palma. Apertei devagar. A Débora prendeu a boca num sorriso e se aproximou mais, como se estivéssemos apenas conversando perto demais.

— Que bunda gostosa — falei baixo.

— A sua também. Aperta de novo.

A mão dela continuou na minha bunda, apertando e explorando sem pressa. Eu fiz o mesmo. Ficamos ali, praticamente coladas, uma apalpando a outra debaixo da água enquanto a Milla bebia água na borda e reclamava de uma dor na panturrilha sem suspeitar de nada.

— Vocês vêm nadar? — perguntou Milla.

Débora soltou a minha bunda primeiro, com má vontade visível.

— Já vamos.

Eu ainda apertei a dela uma última vez antes de afastar a mão.

— Quero fazer isso de novo — murmurei.

— Escolha a hora.

Ela sorriu. A Milla voltou pra perto e começou a falar sobre um exercício novo para glúteo. Eu ouvi pela metade. A Débora nadou alguns metros, virou de costas e se apoiou na borda. O movimento deixou a linha da bunda dela aparecer sob a água antes de afundar de novo.

A Odete tinha encontrado uma mulher mais interessante do que eu imaginava.

Na quarta-feira à noite, encontrei a Andréia e a Larissa na academia. As poucas membras da Turma da Academia presentes estavam espalhadas pelos aparelhos e colchonetes.

A Andréia estava no leg press quando cheguei. Seios grandes presos num top escuro, cintura marcada, coxas robustas e fortes, bunda enorme, pesada e redonda, ocupando o banco do aparelho como se ele tivesse sido desenhado especificamente para ela. Quando se levantava, a legging deixava claro por que tanta gente perdia o raciocínio quando Andréia passava. Sua bunda era grande, suculenta, com volume embaixo e projeção para trás.

A Larissa estava ao lado, anotando o treino no celular. Ela tinha 23 anos, cabelo ruivo escuro preso num rabo de cavalo alto, pele clara com pintinhas nos braços e ombros e corpo de crossfiteira. Usava short esportivo e top. Os seios médios e firmes marcavam discretamente o tecido sob o ar frio da academia. As coxas cheias e musculosas empurravam o short. A bunda era redonda, firme, com projeção moderada. Ela tinha passada forte e expressão sarcástica.

— Demorou — disse Andréia, terminando a série.

— Cheguei a tempo de ver você quase rasgar a legging.

Ela se levantou e ajeitou o tecido na bunda sem cerimônia.

— Então aproveita a vista.

A Larissa riu.

— Vocês duas não descansam?

— E você continua vindo treinar conosco — falei.

— Eu gosto do treino. Provocação, eu tolero.

A Andréia olhou pra mim e depois pra Larissa.

— Você já teve tesão em mulher?

A Larissa hesitou. Respirou fundo e conferiu se as outras estavam longe antes responder.

— Já tive curiosidade.

— Curiosidade de olhar ou de transar? — perguntei.

Ela respirou fundo de novo.

— De transar.

A Larissa respirou fundo e olhou primeiro pra Andréia. Os seios grandes presos no top, as coxas robustas, a bunda enorme marcada na legging. Depois passou os olhos pelos meus seios, minhas pernas e a minha bunda. A resposta sobre quem despertava o tesão dela estava dada. A Andréia sorriu, satisfeita.

— Ah, ruivinha.

— Não começa — disse Larissa, vermelha. — Eu nunca fiz nada com mulher.

A Andréia ficou mais séria.

— Não precisa transformar isso numa identidade definitiva antes de fazer qualquer coisa. Você pode querer experimentar sexo com mulher e descobrir se gosta. Talvez, fazendo você confirme que prefere homem. Pode ser que descubra que gosta dos dois. O importante é você querer, com alguém que respeite a sua vontade e sem um homem no meio que use a sua curiosidade pra taradice dele.

A Larissa ergueu os olhos pra ela. Andréia falava com uma franqueza mais séria do que de costume. Eu sabia por quê. Ela tinha vivido o bastante para saber que muita mulher se aproximava de outra pela primeira vez em situações montadas para agradar homem. Ela mesma tinha me levado pra cama num plano pra fazer um mimo ao seu Geraldo.

— Isso eu não quero — disse Larissa. — Transar com uma mulher só pra homem assistir e bater punheta, como se eu e ela estivéssemos no final do “Requiem para um Sonho”.

— Então não faça — respondi.

A Larissa mordeu o interior da bochecha, tentando esconder o sorriso e se levantou.

— Vou fazer agachamento antes que eu fale alguma merda.

— Agachamento é ótimo pra bunda — disse Andréia. — E a sua bunda já tem futuro.

A Larissa foi pro rack de agachamento ainda rindo. Eu fui atrás para ajustar a barra com ela. Quando ela ficou de costas para mim, observei o short preso nas coxas grossas e a bunda redonda descendo no movimento. A Larissa tinha um corpo forte, cheio de energia, e um jeito de brigar com a própria curiosidade que me divertia. O tesão já estava ali, faltava a abordagem adequada.

— Joelhos alinhados — falei, ficando perto para corrigir o movimento.

— Eu sei agachar.

— Então, termina a série sem ficar olhando a Andréia pelo espelho.

A Larissa riu no meio da subida, quase perdeu a postura e ficou ainda mais vermelha.

— Vai tomar no cu, Alessandra.

— Postura primeiro. Meu cu depois, talvez.

Sorri e mandei que terminasse a série. A Andréia riu do outro lado da sala.

Depois do treino, fomos para os colchonetes. A Andréia sentou com as pernas abertas e se inclinou à frente, a legging esticando sobre a bunda enorme. A Larissa olhou e tentou disfarçar mal.

— Aquela bunda ocupa metade da sala — disse ela, quando percebeu que eu tinha notado.

A Andréia virou o rosto, sorrindo.

— Pode olhar.

A Larissa guardou a garrafa na mochila, ainda vermelha.

— Tá. Eu tenho bastante curiosidade.

Na quinta-feira de manhã, cheguei cedo à faculdade. O corredor ainda estava silencioso, com poucos alunos e professores.

Encontrei a Natália perto da sala dos professores, guardando uma garrafa térmica na bolsa. Ela estava com calça escura e uma camisa leve, simples, arrumada sem esforço. Seus cabelos ruivos, longos, caíam pelas costas com ondas discretas nas pontas. As sardas davam ao rosto um ar mais jovem do que ela provavelmente gostava de admitir.

A Natália tinha seios médios, arredondados e firmes sob a camisa, cintura estreita, barriga plana, coxas cheias e musculosas, panturrilhas bem desenhadas. A bunda era larga, volumosa, redonda, projetada para trás, forte o bastante para fazer a calça trabalhar mais do que deveria.

Ela me viu e veio até mim. Aproveitei um pequeno momento de bondade com o Everaldo e resolvi contar à musa dele sobre as novidades. Claro que ele provavelmente já deve ter mandado as mesmas notícias em 200 mensagens desesperadas pra ela, que receberiam um joinha de reação.

— Falei com uma pessoa que acompanhou o atendimento do Everaldo. Ele terá alta no fim da manhã. Os joelhos ficaram machucados, mas nada indica cirurgia.

Ela soltou o ar.

— Ainda bem. Ele falou alguma coisa?

— Pediu que avisassem você que sobreviveria.

A Natália sorriu e ajeitou a alça da bolsa.

— Vamos buscar ele na hora do almoço, depois da alta?

Eu não ia perder isso por nada no mundo. E sabia que o Jonas que ia querer assistir o Everaldo levar mais uns 50 foras.

— Claro. Faço questão de ir buscar nosso amigo. Vou falar com o Jonas também.

— Você é tão incrível, Alessandra.

— Eu sei.

— Bem que eu queria que todo mundo fossem como você, o Carlos e o Jonas. — Ela abaixou o volume da voz. — O resto dos professores é muito “cada um por si”. Na hora de contar fofoca ou chamar pra banca, falam comigo. Quando eu preciso de ajuda pra algo deles, todo mundo some.

Sorri e acenei. A Natália era certinha demais e tratava todo mundo como igual. Por isso, quase todo mundo abusava dela. O Carlos a ajudava provavelmente porque ainda a via como sua antiga aluna e tinha um instinto de mentor. O Jonas até queria comer ela, mas ficou com pena de ver ela se desdobrando em duzentas, se esforçando ao máximo pra ser a melhor profissional e colega de equipe possível em detrimento da própria saúde física e mental, e tentou ensinar ela o conceito egoísta de dizer “não” às pessoas quando se já está ocupada demais. E eu? Ela era uma colega e mulher da minha idade, uma excelente profissional e a pessoa mais ética e legal que eu conhecia. Era impossível não gostar dela.

A bunda ajudava a gostar dela ainda mais.

No entanto, a Natália além de certinha, tinha um código bem firme. Nunca a vi ter um deslize qualquer. Ela não ia meter com aluno, homem compromissado ou colega de trabalho por impulso. O problema era que eu gostava de pessoas com critérios difíceis porque isso aumentava a dificuldade e tornava a conquista mais satisfatória.

A Natália abriu a porta da sala dos professores e entrou ainda sorrindo. Fiquei alguns segundos no corredor, vendo a bunda redonda dela desaparecer pela porta antes de seguir para minha sala. Ela era certinha demais, mas aquilo não ia me impedir de tentar. Mais dia, menos dia, ia colocar uma coleira no pescoço dela e fazer dela minha putinha.

Pois bem, leitor. No próximo capítulo, teremos outra narradora (ou não).

Perguntas:

01) Como eu mencionei em uma seção de comentário, a série das Lobas vai ser um repositório pra sexo lésbico sem consequências e a mulherada passando o rodo na mulherada. O que acharam do Piloto da série?

2) Numa escala de 0 a 10, o quão rápida deveria ser a vingança da Letícia contra a Alessandra? Ou vocês não querem que ela se vingue?

Coloquem nos comentários para o que vocês torcem que aconteçam nos próximos capítulos. Em breve, teremos mais capítulos.

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Foto de perfil genéricaAlberto RobertoContos: 147Seguidores: 315Seguindo: 0Mensagem Em um condomínio de classe média alta, a vida de diversos moradores e funcionários se entrelaça em uma teia de paixões, traições e segredos. Cada apartamento guarda sua história, no seu próprio estilo. Essa novela abrange todas as séries publicadas neste perfil. Os contos sempre são publicados na ordem cronológica e cada série pode ser de forma independente. Para ter uma visão dos personagens, leia: Guia de Personagens - "Eu, minha esposa e nossos vizinhos"

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