A FAMÍLIA G (I)

Da série A FAMÍLIA G
Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Heterossexual
Contém 712 palavras
Data: 13/06/2026 21:58:39
Última revisão: 13/06/2026 22:05:34
Assuntos: Heterossexual

Gláuria é dois anos mais jovem que eu. É mãe de Gilma e avó dos gêmeos Gaio e Giulia, de dezoito anos recém completados. Até tocamos na festa deles, foi meu presente. Tenho uma banda de forró – não é das mais midiáticas mas tem um certo prestígio no noroeste do Nordeste, ou Meio-Norte, como costumam classificar. Sou o dono, o empresário e o baixista. Faz algum tempo que quebrei a barreira dos sessenta.

Conheci Gláuria tocando em Santarém, no Pará. Virou fã. Daquelas que conhecem todas as músicas e coreografias, que fazem questão de se fazer amiga íntima da banda. Sempre que tocamos na cidade dela, Itaituba, ela faz questão de nos visitar no hotel e por vezes me leva para almoçar com a família. Foi assim que nos tornamos amigos e assim somos até hoje.

Gláuria é casada – bem casada, segundo ela faz questão de afirmar e reafirmar – com Bitar (não sei o nome dele até hoje). A mesma persistência matrimonial não se pode dizer de Gilma: anda chegando perto dos quarenta, é uma balzaquiana fogosa, alegre, gostosa e tem a cara e o corpo de “me coma”. Foi casada com Eudes, o pai do casal de gêmeos, durante cinco anos, tempo em que lhe enfeitou a testa com pelo menos uma dúzia de seus amigos. Quando ele teve a certeza (desconfiança não é certeza), arribou de casa, sumiu no oco do mundo. Os filhos foram criados pela família de Gilma, que continuou na sua sina de abrir as pernas para quem tivesse um cacete duro e o mínimo de talento para convencê-la a tal. Chegou a dividir o teto com alguns, sem muita demora; o último começou a se engraçar da enteada, com carícias estranhas, e antes que a fronteira perigosa fosse ultrapassada, Gilma plantou o pé na bunda – depois de fazê-lo nos ovos.

A ideia de Gláuria, quando me descobriu divorciado, era me empurrar a filha, para ver se a doida aquietava a priquita. Terminei comendo a buceta e até o cuzinho de Gilma algumas vezes. Gostei, que ela sabe como enlouquecer um homem na cama ou em qualquer lugar que seja possível foda. Mas nem me interessava amarrar minha rola a buceta nenhuma na vida, nem ela estava a fim de virar dona de casa tradicional. Acabou que me transformei num amigo íntimo da casa, que, de vez em quando, comia a dona.

Na festa dos dezoito anos dos gêmeos, Gaio me chamou a atenção. Seu corpo havia dado uma espichada e ficado cheinho (ele era um graveto). Uma lapa de rola respeitável, pelo que deixava entrever o pacote acomodado nas bermudas justas que usava; uma bunda redonda, perfeita; ralos pelos na cara e pouca conversa; mas um sorriso lindo. Cismei que queria dar pra ele. Mas eu não conseguia chegar junto, quebrar a barreira que ele se impunha. Cheguei mesmo a tocar algumas punhetas em louvor a sua imaginária pica, mas tudo não passava de platonismo.

Giulia, não. Logo entabulamos amizade, principalmente alimentada pelo seu talento musical refinado, sua voz afinada e o carisma com que conquistava o público. Passou a cantar na banda, inicialmente fazendo back-vocal, depois como vocalista... Mas não era o que preenchia suas expectativas de vida. Queria estudar, se formar, ser médica veterinária. Música seria apenas um hobby. Por isso recebia cachê por apresentação, não queria compromisso fixo, embora mãe e avó sonhassem com isso. Eu também, mas não dava para forçar a vontade da garota.

No dia da festa de dezoito anos, Giulia chegou a cantar junto com a banda, fazendo um puta sucesso, todo mundo aplaudindo e cantando junto... Mas ela desdenhava, agradecia e tudo, mas era só diversão mesmo.

Alguns meses depois, após uma pequena turnê pelo Maranhão, voltei para casa, e como tínhamos nos dado duas semanas de folga da banda, fui visitar a família “G” – como jocosamente eu as chamava. Aquela farra toda, logo entabularam um prolongado final de semana numa chácara, à beira do Tapajós; fomos todos. Gaio, ainda retraído, mas saidinho nas roupas de banho: usava uma minissunga que desenhava com perfeição sua rola e expunha sua bunda apetitosa e durinha. Nessa noite comi o priquito da mãe pensando na rola do filho e fodi o cuzinho de Gilma como quem comia o rabo de Gaio.

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