Dia dos namorados com o calouro da PUC - Parte 1

Um conto erótico de Rainha da Orla
Categoria: Heterossexual
Contém 3015 palavras
Data: 13/06/2026 15:30:36

Meus amores, vocês não têm noção do sufoco que eu passei nessas últimas semanas. A minha rotina de corretora e de mãe exemplar engoliu todo o meu tempo livre. O resultado? Eu estava simplesmente subindo pelas paredes de tesão, roendo as unhas de tanta abstinência. Ficar tanto tempo sem transar com um novinho estava me deixando genuinamente perigosa.

Mas, como o universo sempre conspira a favor de quem tem disposição, a minha sorte mudou em plena sexta-feira de Dia dos Namorados. O meu ex-marido passou aqui para buscar o nosso filho para passar o final de semana inteiro com ele. Quando eu fechei a porta daquele apartamento, sabendo que todos os casais certinhos estariam se amontoando em restaurantes caros e clichês, e me vi completamente sozinha, a única coisa que passava pela minha cabeça era que eu tinha a noite inteira livre e uma urgência tremenda para resolver.

Eu estava com zero paciência para abrir o Tinder, ficar jogando conversa fora, flertando, mandando fotinho e fazendo todo aquele doce de sempre. Minha necessidade era física e imediata.

Normalmente, não costumo repetir muito o mesmo novinho, porque vocês sabem como é a cabeça desses meninos, né? Eles se apaixonam, começam a se apegar, e a corretora aqui gosta de rotatividade, sem contratos de longo prazo. Mas o desespero era tanto que decidi abrir uma belíssima exceção. Peguei o celular e mandei uma mensagem direto para aquele calouro da PUC, o branquinho do sedã preto, lembram? Eu sabia que com ele não teria erro. Uma foda certeira e deliciosa, exatamente o que o meu corpo de quarentona estava implorando.

Mandei apenas uma mensagem pelo WhatsApp fazendo o convite. Não demorou nem dois minutos para o celular vibrar com a confirmação dele, acompanhada de um emoji malicioso. Eu já sabia que a noite seria longa...

Quando deu a hora que combinamos, o interfone tocou. Eu já estava esperando por ele com um look daqueles, um roupão de seda preta que deixava as minhas pernas bem à mostra e um decote estratégico.

Abri a porta e lá estava ele, com aquele sorriso de playboy, exalando perfume importado e com aquela carinha de quem sabia exatamente o que tinha vindo fazer. Eu não quis perder tempo com rodeios. Assim que ele cruzou o batente da porta, eu o recebi com um beijo daqueles de tirar o fôlego, profundo, molhado, para deixar claro o tamanho do meu desespero e ditar o tom da noite. Ele correspondeu na hora, segurando a minha cintura com força e me puxando contra o corpo dele.

Quando finalmente desgrudamos os lábios, dei um sorrisinho malicioso, passei a mão pelo peitoral dele e comentei, tentando recuperar o ar. "Vai indo para o sofá que eu já volto."

Fui até a cozinha e retornei para a sala com duas taças e uma garrafa de vinho tinto já aberta. Entreguei uma taça para ele, me sentei bem perto, cruzando as pernas de um jeito que o roupão se abriu um pouco mais, e sugeri: "Pensei em pedir um japa para a gente. O que você acha?"

Ele olhou para a minha taça, deu um gole no vinho sem desviar os olhos do meu decote e soltou aquela risadinha confiante: "Por mim está perfeito. Mas confesso que, olhando para você assim, a comida japonesa é o segundo prato que eu mais estou com vontade de comer aqui hoje."

Eu ri alto da audácia dele. Adoro essa marra de menino criado em condomínio que acha que domina a situação. Mal sabia ele que quem estava no controle de cada detalhe daquele era eu...

Sentada ali bem pertinho dele no sofá, o clima já estava quente, mas a gente começou a rir lembrando de como tudo tinha começado. Entre um clique e outro na tela, voltamos direto para aquele nosso último encontro de semanas atrás.

"Você não existe." Ele disse, com os olhos brilhando enquanto dava mais um gole no vinho. "Mandar aquela mensagem do nada... Eu quase bati o carro de ansiedade vindo para cá."

Eu dei um sorriso de canto, provocando:

"Ah, é? Então o playboyzinho ficou bem impressionado com a corretora? Pensei que você já estivesse acostumado com as meninas da sua faculdade."

"Que garotas da faculdade o quê... Nenhuma delas tem a sua pegada, nem de longe." Ele rebateu na hora, mudando o tom de voz para um sussurro mais grave. Ele se inclinou um pouco mais na minha direção, tirou o celular do próprio bolso e continuou. "E por falar em impressionado... Você achou mesmo que eu ia esquecer o que você aprontou antes de ir embora do meu apartamento?"

Eu fiz uma carinha de santa, fingindo demência.

"Ih, o que foi que eu fiz? Minha memória às vezes falha..."

"Não brinca comigo. Você sabe muito bem." Ele riu, balançando a cabeça. "Aquela sua calcinha que você deixou em cima do meu celular... Você tem noção do que aquilo fez com a minha cabeça?"

Ele segurou o meu queixo com suavidade, me obrigando a olhar bem nos olhos cor de mel dele, e confessou: "Eu guardei aquela calcinha com o maior carinho do mundo no meu armário, como um verdadeiro troféu de recordação. Toda vez que eu olho para ela, eu só consigo pensar no momento em que a gente vai foder de novo. E pelo visto esse dia chegou."

Apertei o botão de confirmar o pedido do japa no celular, joguei o aparelho de lado no sofá e passei os braços pelo pescoço dele, colando nossos corpos de vez:

"Chegou sim, novinho..." Não aguentei mais aquela provocação toda e num movimento rápido e decidido, mudei de posição. Passei as pernas por cima das dele e subi direto no colo do calouro, sentando de frente para ele, bem encaixada.

O rapaz nem teve tempo de reagir antes de eu puxar o seu rosto e colar nossas bocas de novo. Mas agora o beijo era outro. Tinha gosto de vinho tinto, misturado com aquela urgência acumulada de semanas de pura seca. Nossas línguas se encontravam com uma força quase violenta, ritmadas, enquanto a respiração de ambos começava a ficar curta e pesada.

Com as minhas mãos espalmadas na nuca dele, puxando os cabelos da nuca com força, comecei a rebolar devagar. No início, foi só uma pressão suave, mas logo comecei a me esfregar com gosto bem em cima daquele volume nítido e crescente que já deformava o jeans da calça dele. O efeito foi imediato, ele soltou um gemido abafado contra a minha boca, perdendo totalmente a postura de playboy seguro de si.

As mãos dele largaram a taça de vinho em algum lugar da mesa de centro e foram direto para o meu corpo. Aquelas mãos grandes e quentes começaram a mapear tudo, subindo pelas minhas coxas expostas, descobrindo a textura suave da seda do meu roupão. Ele apertava a minha cintura com força, tentando ditar o ritmo do quadril, me puxando ainda mais contra ele, enquanto os dedos subiam pelas minhas costas, arranhando de leve a pele por baixo do tecido fino.

Aquele roçar insistente, estava me deixando completamente maluca. O calor que subia do colo dele parecia incendiar exatamente onde eu mais precisava. Afastei a boca da dele por um segundo, descendo os beijos pelo maxilar até o pescoço, mordendo de leve a pele dele, e sussurrei bem perto do seu ouvido, sentindo o corpo dele inteiro tremer. "Eu to doida pra te dar de novo."

Ainda no colo dele, dei uma esticada no braço, tateei o sofá e peguei o meu celular. Dei uma olhada rápida na tela para checar o status do aplicativo de entrega. O japa ainda estava sendo preparado na cozinha do restaurante.

Olhei para o calouro com um sorriso de canto e sussurrei bem perto da boca dele. "Olha só... o restaurante ainda está preparando o pedido. Então, tempo nós temos. E muito."

Joguei o celular de lado novamente e me levantei do colo dele em um movimento lento, calculado. Fiquei de pé bem na frente dele, prendendo o seu olhar ao meu. Com toda a calma do mundo, desatei o nó do cinto de seda e deixei o roupão preto escorregar suavemente pelos meus ombros, descendo pelos meus braços até cair em um monte macio aos meus pés.

Eu queria que ele visse exatamente o que estava levando. Me exibi ali, de corpo inteiro, usando apenas um conjunto de lingerie de renda preta bem provocante, que valorizava cada curva e deixava pouquíssimo espaço para a imaginação. O queixo dele caiu na hora, e os olhos do novinho fixaram no meu corpo como se estivesse diante de uma obra de arte.

Dei uma risadinha da reação dele, fiz um charme e dei as costas, caminhando em direção ao meu quarto com aquele rebolado lento de quem sabe perfeitamente o poder que tem. Fui até a mesinha de cabeceira, abri a gaveta e peguei uma camisinha.

Voltei para a sala segurando o pacotinho entre os dedos, balançando-o de leve como quem mostra o passaporte para o paraíso. O calouro continuava ali no sofá, os olhos brilhando e completamente pronto para o próximo passo. Caminhei de volta na direção dele, parei entre suas pernas me ajoelhei entre as pernas dele, no tapete da sala, mantendo os olhos fixos nos dele para saborear cada segundo da expectativa que tomava conta daquele espaço. Com calma, levei as mãos até o cós do jeans do calouro e abri o botão. O som do zíper descendo pareceu ecoar pelo apartamento, quebrando o silêncio pesado da nossa respiração.

Segurei o jeans junto com a cueca e puxei tudo para baixo de uma vez, descendo até os joelhos dele. Quando me vi de frente com o membro dele, completamente ereto, pulsando e apontado para cima, não pude deixar de dar um sorriso de total satisfação. O vigor da juventude era realmente algo espetacular, e era exatamente do que o meu corpo estava precisando.

Segurei a base dele com uma das mãos, sentindo a pele quente e firme, e comecei a bater uma punheta lenta, num ritmo compassado e provocante. Subia e descia devagar, mas a urgência que eu sentia nas últimas semanas não me deixaria ficar só na punheta por muito tempo. Sem pressa, mas com muita autoridade, levei os lábios até a ponta. Dei uma lambida inicial na cabeça, ouvindo um gemido rouco escapar da garganta dele, e logo em seguida abri a boca para dar uma bela mamada.

Envolvi por completo com os lábios, descendo o máximo que conseguia enquanto usava a mão livre para massagear a base e as bolas dele. Eu sugava com gosto, alternando movimentos rápidos com chupadas mais longas e intensas, usando a língua para contornar cada detalhe. O calouro enterrou os dedos nos meus cabelos, tentando guiar o ritmo, completamente entregue ao controle da quarentona aqui.

Chupei mais um pouco, sentindo ele pulsar forte na minha boca, mas a verdade é que a minha própria paciência já tinha esgotado. Aquele calor na boca só me fez lembrar do vazio que eu sentia há semanas, e a urgência de ser preenchida falou muito mais alto. Não dava mais para esperar.

"Calma aí..." Sussurrei, interrompendo o boquete e deixando um rastro de saliva na pele dele enquanto subia o olhar.

Ele abriu os olhos, completamente grogue de prazer, tentando entender o movimento. Sem dar tempo para ele raciocinar, subi novamente no seu colo, ficando de joelhos sobre as pernas dele. Peguei o pacotinho de camisinha que estava no sofá, rasguei com os dentes e, com a habilidade de quem sabe exatamente o que faz, encaixei no membro dele, desenrolando até o fim com precisão.

Minha calcinha de renda preta ainda estava no corpo, mas eu não ia perder tempo tirando. Com uma das mãos, puxei a tirinha lateral da lingerie, afastando o tecido para o lado e deixando o meu caminho completamente livre e molhado.

Olhei bem no fundo dos olhos do calouro, segurei firme nos ombros dele para ter apoio e, de uma vez só, abaixei o quadril, sentando com gosto no pau do novinho.

A sensação foi um impacto delicioso. Senti cada centímetro dele me preenchendo, esticando tudo e ocupando aquele espaço que estava abandonado há tanto tempo. Era um encaixe perfeito, quente e absurdamente firme. Soltei um gemido longo, alto, jogando a cabeça para trás enquanto sentia tudo dele bem fundo dentro de mim. O calor que subiu daquele encaixe me fez arrepiar dos pés à cabeça. A abstinência das últimas semanas tinha valido a pena só para sentir aquela pressão maravilhosa me tomando por completo.

Assim que senti toda aquela firmeza me preenchendo, não consegui ficar parada nem por um segundo. Apoiei as minhas mãos com força no peitoral do calouro, firmei os joelhos no sofá e comecei a quicar com toda a vontade do mundo. Eu subia quase até a ponta e descia de uma vez, deixando o meu peso cair com gosto sobre ele. A cada descida, o encaixe era tão profundo e exato que um gemido alto e arrastado ecoava pela sala do meu apartamento. Eu estava completamente sem filtro, entregue ao tesão acumulado daquelas semanas de seca.

"Caralho, novinho... puta que pariu, que pica deliciosa!" Soltei enquanto acelerava o ritmo.

O calouro estava enlouquecendo. Ele segurava a minha cintura com as duas mãos, me puxando para baixo com força a cada rebolada, tentando ditar um ritmo ainda mais bruto. Ouvir aquelas baixarias saindo da boca de uma mulher mais velha parecia ser o combustível definitivo para o ego e para o prazer dele.

"Você é muito gostosa..." Ele disse cravando os dedos na minha pele. "Você aperta demais, caralho!"

"Aperto, né, safado? Olha bem para mim..." Continuei provocando, jogando a cabeça para trás e rebolando em círculos, sentindo a pressão lá dentro me levar quase ao limite. "Olha o que essa coroa faz com você."

O som dos nossos corpos se chocando ritmadamente começou a preencher o ambiente, misturado com os meus gemidos sem pudor nenhum e com as palavras sujas que eu fazia questão de sussurrar a cada estocada mais funda. Eu estava no comando absoluto daquela situação, tirando o atraso do jeito mais selvagem possível.

O ritmo na sala já tinha atingido o ponto de não retorno. Eu continuava ali, cavalgando o calouro com uma intensidade selvagem, sem dar trégua para nenhum dos dois. Meus cabelos estavam bagunçados, o suor começava a deslizar pelas minhas costas e cada vez que eu descia com força no pau dele, o som do impacto e os meus gemidos ecoavam alto.

Ele já não conseguia mais manter aquela marra de playboy seguro de si. O rosto do novinho estava contraído pelo prazer, a respiração totalmente descontrolada, e as mãos dele apertavam a minha bunda com uma força desesperada, me puxando para baixo a cada estocada na tentativa de cravar ainda mais fundo.

"Caralho, não para... eu não vou aguentar!" Ele entregou o jogo, com a voz completamente falha e os olhos fixos nos meus.

"Não paro mesmo, novinho! Goza pra mim, vai!" Respondi, no ápice do meu próprio tesão, acelerando ainda mais as quicadas e rebolando com força bem na base dele. "Vai, goza para a sua piranha, goza!"

A provocação foi o gatilho final. O calouro deu uma última jogada de quadril para cima com uma força absurda, prendendo o ar nos pulmões enquanto o corpo dele inteiro dava um estalo de tensão. Ele soltou um gemido longo, rouco, vindo do fundo do peito, enquanto cravava os dedos na minha cintura. Deu para sentir perfeitamente os jatos quentes e fortes pulsando dentro da camisinha, preenchendo o látex enquanto ele desabava a cabeça para trás no encosto do sofá, completamente esvaziado e exausto.

Eu dei mais duas reboladas lentas para saborear o final daquela pulsação deliciosa, soltando um suspiro longo de pura satisfação. O atraso das últimas semanas estava oficialmente tirado com louvor.

O pós não poderia ter sido mais perfeito. Algum tempo depois a gente conseguiu finalmente recuperar o fôlego, a campainha tocou. Era o timing impecável. O delivery do japa tinha acabado de chegar.

Eu me levantei do sofá, recolhi o meu roupão de seda do chão e o vesti novamente, dando aquele laço na cintura. O calouro ainda estava ali no sofá, com aquela carinha de nocauteado e um sorriso bobo no rosto, tentando recompor a dignidade enquanto vestia a calça.

Fui até a portaria, peguei as embalagens e voltei para a sala. Nós nem nos demos ao trabalho de ir para a mesa de jantar. Espalhamos os combinados de sushi e sashimi ali mesmo, na mesa de centro, bem na nossa frente.

Sentamos bem juntos no chão, apoiados no sofá, dividindo os hashis, mergulhando os sushis no shoyu e devorando tudo com a fome de quem tinha acabado de queimar um milhão de calorias. Abrimos a segunda garrafa de vinho tinto para acompanhar, e o clima mudou de puramente selvagem para uma cumplicidade deliciosa.

Entre um gole de vinho e um salmão, a gente ria comentando sobre como eu estava realmente subindo pelas paredes. O calouro, já recuperado do susto e tentando recuperar a banca de galã, olhava para mim com os olhos brilhando.

Comemos, bebemos e curtimos o resto da noite sem pressa, com o corpo relaxado e a alma lavada.

Com as embalagens do japa vazias de lado e a garrafa de vinho chegando ao fim, o calor do álcool começou a cobrar o seu preço. O relaxamento foi sumindo e dando lugar a uma dormência quente que subia pelas pernas, fazendo o sangue ferver de um jeito diferente, mais denso, mais lento e ainda mais sinuoso.

Eu olhei para o novinho e notei que os olhos dele estavam fixos na minha boca, com aquela intensidade de quem já tinha recuperado o fôlego da juventude e queria mais. Eu não precisei dizer uma palavra. Fiquei de pé, estendi a mão para ele e o guiei pelo corredor escuro do apartamento até o meu quarto.

Gente, ta tudo tão fresquinho na memória que to deixando bastante detalhe e isso aqui ta ficando imenso. Então vou dividir em duas partes, ta bom?

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