comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 1

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2926 palavras
Data: 10/06/2026 08:27:14

Meu nome é Omar, tenho 60 anos, sou aposentado da firma de obras há 5 anos, eu era pedreiro e estou viúvo faz 2 anos Meu casamento foi muito bom e feliz. minha falecida esposa era uma mulher carinhosa, de respeito e parceira para tudo. Desde que ela partiu, eu vivia num sossego só nesta casa grande, curtindo a minha solidão. O unico parente que eu ainda tenho é meu sobrinho Henrique, gosto muito dele porque ele é o mais perto que eu cheguei de ter um filho meu. Quando ele era pequeno, eu ajudei a cuidar dele, a dar conselhos e vi aquele moleque crescer e se tornar um homem de bem. Ele sempre foi um rapaz trabalhador, calmo e muito respeitoso comigo, do tipo que não esquece de onde veio e sempre me deu valor.

Mas a rotina mudou drasticamente quando recebi o telefonema do meu sobrinho, o Henrique. Ele tinha acabado de ser demitido e, sem ter como segurar as pontas na cidade grande, me pediu para passar uns dias aqui em casa com a esposa até se reorganizar.

O Henrique tem 26 anos, é aquele típico guri branco, magrinho, meio nerd e todo calmo, que quase não fala. Eu estava na varanda tomando uma cerveja gelada para aguentar o calorão quando o carro dele, carregado de malas, parou no portão. Mas quem desceu primeiro foi o verdadeiro motivo do meu sossego acabar: a Mariana, a esposa dele.

Com apenas 24 anos, ela era branca, baixinha — devia ter mais ou menos 1,60 —, mas com um corpo de dar nó na cabeça de qualquer homem. Usava um shortinho jeans bem colado que destacava as suas coxas grossas e o bumbum médio, perfeitamente empinado. A regata fininha, por causa do calor da viagem, deixava bem marcado o formato dos seios médios, firmes por causa da idade.

Eu dei um gole na cerveja, tentando disfarçar o espanto e olhando pro chão pro Henrique não perceber nada. Que situação, rapaz. Eu, um homem de 60 anos, viúvo, acostumado com o silêncio da minha casa, de repente com uma visão daquelas na minha frente. Mas o respeito pelo meu sobrinho vinha em primeiro lugar. O Henrique é como um filho pra mim, e eu nunca ia ser sem-vergonha de ficar cobiçando a mulher do rapaz.

— E aí, meu tio! — o Henrique falou, vindo na minha direção com um sorrisinho sem jeito no rosto, me dando um abraço apertado. — Desculpa o incômodo, viu? As coisas apertaram lá na cidade e a gente não teve outra saída.

— Que isso, meu sobrinho. Casa de tio é casa de pai. Pode entrar, a casa é de vocês — respondi, batendo nas costas dele.

Aí a Mariana chegou perto. De perto, ela parecia ainda mais sem jeito do que eu. Ela ajeitou a barra do shortinho, puxando pra baixo, e deu um sorriso bem amarelo, olhando pro lado, toda vermelha. Dava pra ver de longe que ela era bicho do mato, tímida toda vida.

— Oi, seu Omar... Muito obrigada por receber a gente — ela falou com a voz bem baixinha, quase num sussurro, segurando uma bolsinha na frente do corpo como se estivesse tentando se esconder.

— Que nada, moça. Seja bem-vinda. Pode ficar à vontade — falei, sem olhar muito nos olhos dela pra não deixar a menina mais sem graça ainda.

Peguei duas malas pesadas do porta-malas pra ajudar o Henrique e fomos entrando. O calor dentro de casa estava de lascar. Eu mostrei o quarto dos fundos pra eles, que tem uma cama de casal boa e um ventilador de teto que quebra o galho.

— Podem se ajeitar aí. Vou deixar vocês descansarem da viagem e vou lá pra cozinha adiantar uma janta pra nós — falei, já saindo de perto pra dar espaço pros dois.

Fui pra cozinha, peguei outra cerveja e fiquei pensando na jaca que eu tinha metido os pés. A Mariana era linda demais, não dava pra negar, mas o meu respeito pelo Henrique falava mais alto. O problema é que a casa, apesar de grande, parecia ter ficado pequena de uma hora pra outra, e aquele jeito tímido dela só deixava o clima mais carregado de silêncio.

O tempo foi passando e o resto da tarde voou. Eu fiquei na cozinha picando um alho, tratando de um frango pra fazer com quiabo e tentando focar só nas panelas pra espantar qualquer pensamento besteirento da cabeça. De vez em quando, eu ouvia o barulho do ventilador do quarto deles e o sussurro dos dois conversando baixinho.

Quando a janta ficou pronta, o sol já tinha sumido e o calor deu uma refrescada de leve. Botei os pratos na mesa e chamei:

— Henrique! Mariana! Tá na mesa, vem comer que tá quentinho!

O Henrique saiu primeiro, já de chinelo e com uma cara de mais descansado. Logo atrás veio a Mariana. Ela tinha tomado banho e mudado de roupa, mas parece que o casaco de vergonha ela não tirou. Estava com um vestidinho de florzinha bem solto, que ia até o joelho, e os cabelos molhados jogados pro lado. Mesmo com a roupa mais comportada, o cansaço do banho deixou as bochechas dela meio rosadas, o que deixava a menina ainda mais bonita.

— Nossa, tio, o cheiro tá bom demais! Fazia tempo que eu não comia uma comida caseira assim — o Henrique disse, já puxando a cadeira e se servindo.

A Mariana sentou bem devagarinho do lado dele. Ela pegou a colher com todo o cuidado do mundo, como se tivesse medo de quebrar o prato, e botou só um pouquinho de arroz e um pedaço pequeno de frango.

— Pode comer mais, moça, não precisa ter vergonha não. Aqui ninguém passa fome — falei, tentando ser simpático pra quebrar aquele gelo todo.

— Tá ótimo assim, seu Omar, obrigada... Eu como pouco mesmo — ela respondeu, dando aquele mesmo sorrisinho tímido de antes e olhando pro prato. Ela mastigava bem devagar, sem fazer barulho nenhum.

O Henrique, que sempre foi bom de garfo, ia comendo e me contando das dificuldades na cidade, que o aluguel subiu demais, que a firma que ele trabalhava faliu do nada e que o dinheiro do acerto mal deu pra pagar as dívidas que ficaram. Eu ia escutando, balançando a cabeça e dando uns conselhos de homem mais velho.

Toda vez que eu ia falar e gesticulava, a Mariana dava uma olhada rápida pra mim, com aqueles olhos castanhos bem compenetrados, mas assim que eu olhava de volta, ela desviava o rosto na hora, fingindo que estava limpando a boca com o guardanapo.

Dava pra sentir que ela estava super desconfortável de estar morando de favor na casa de um homem que ela mal conhecia. E eu, por outro lado, fazia de tudo pra mostrar que era um cara de respeito, mantendo as minhas mãos quietas e os meus olhos bem longe de onde não deviam estar.

Terminamos de comer e o Henrique levantou pra me ajudar a recolher as coisas. Foi aí que a Mariana, num estalo de coragem, segurou um prato e falou bem baixinho:

— Deixa que eu lavo a louça, seu Omar... O senhor já teve o trabalho de cozinhar tudo.

Eu olhei pra ela, que estava ali de pé, bem na minha frente, esperando uma resposta com os braços cruzados na frente do corpo.

— Que isso, Mariana, precisa não. Você viajou o dia todo, deve estar moída. Deixa que eu e o Henrique limpamos essa bagunça num instante — falei, tentando livrar a menina da obrigação.

— Faço questão, seu Omar... É o mínimo que posso fazer pra ajudar — ela insistiu, com a voz bem mansa, mas firme. Ela deu um passo pra perto da pia e já começou a arrumar os pratos, sem olhar muito pra mim.

O Henrique deu um tapinha no meu ombro e falou:

— Deixa ela, tio. A Mari não consegue ficar parada e ela se sente melhor ajudando.

— Então tá bom, quem sou eu pra recusar uma ajuda dessas — respondi, dando um sorriso leve pra ela não achar que eu estava sendo ranzinza.

Eu e o Henrique pegamos as nossas cadeiras e fomos pra varanda da frente pra tomar um vento e conversar mais sossegados. O Henrique acendeu um cigarro, olhou pro céu estrelado e soltou um suspiro pesado, daqueles de quem está com o mundo nas costas.

— Tio, o senhor não sabe o alívio que é estar aqui. Eu estava perdendo o sono lá na cidade. Ver a Mari preocupada daquele jeito me cortava o coração. Ela é muito boa, sabe? Mas é muito bicho do mato, tem vergonha de tudo. Estava até com medo de vir pra cá e incomodar o senhor.

— Incomodo nenhum, meu filho. Já te falei. Vocês ficam aqui o tempo que precisar até você achar outro rumo. E a sua mulher é uma moça de respeito, dá pra ver de longe. Fica em paz.

Enquanto a gente conversava, eu ouvia o barulho da água correndo na pia da cozinha e os pratos estalando de leve. Da onde eu estava sentado, se eu virasse um pouco o pescoço, dava pra ver a silhueta dela pela janela da cozinha. Ela lavava tudo com uma calma, se concentrando no serviço pra esquecer do resto.

Passou uns vinte minutos, o barulho da água parou. Daqui a pouco, a Mariana apareceu na porta da varanda. Ela tinha enxugado as mãos num pano de prato e estava com os braços cruzados de novo, naquele jeitinho dela.

— Prontinho, seu Omar. Tudo limpo e guardado — ela falou, limpando uma mecha de cabelo molhado que tinha caído no rosto.

— Muito obrigado, Mariana. Deus te pague — agradeci, balançando a cabeça.

— Bom... Eu vou me deitar, o cansaço bateu. Boa noite pro senhor, seu Omar.

— Boa noite, moça. Descansa bem.

Ela deu um toque no ombro do Henrique, falou um "te espero lá" bem baixinho e entrou. O cheirinho de sabonete que ela deixou no ar quando passou pela porta ficou um tempo ali na varanda. Eu olhei pro meu sobrinho, que continuava pensativo, e percebi que os dias dali pra frente iam testar toda a minha paciência de homem velho.

O Henrique ainda ficou mais uns dez minutos ali comigo na varanda, terminando o cigarro dele e falando sobre umas ideias de procurar serviço nas obras da região no dia seguinte. Eu dei força, falei que conhecia uns mestres de obras antigos que podiam dar uma força, e depois disso nós dois resolvemos fechar a casa pra dormir.

— Boa noite, tio. Até amanhã — o Henrique disse, caminhando pro corredor dos fundos.

— Boa noite, meu filho. Fica com Deus.

Apaguei as luzes da sala, deixando só a da varanda de trás acesa pra não ficar um breu total, e fui pro meu quarto. Deitei na minha cama de casal, que parecia ainda maior e mais vazia aquela noite. O silêncio da casa, que antes me dava paz, agora parecia diferente. Eu conseguia ouvir o barulho do ventilador de teto do quarto deles e, de vez em quando, o ranger da cama de mola quando um dos dois se mexia.

Fiquei um bom tempo rolando de um lado pro outro, com o calorão me incomodando e a cabeça cheia de pensamentos. Eu tentava rezar, pensar na minha falecida esposa, mas aquela imagem da Mariana de shortinho no portão e o cheirinho de sabonete que ela deixou na sala não saíam da minha mente. "Larga de ser velho safado, Omar, o Henrique é como fosse seu filho", eu dizia pra mim mesmo, me cobrando o respeito que sempre tive.

Lá pras duas da manhã, a minha garganta secou por causa do calor. Resolvi levantar pra pegar um copo d'água bem gelada na cozinha. Saí do quarto de shorts e descalço, pisando bem devagar pra não fazer nenhum estalo no chão de taco.

A casa estava naquela penumbra da luz que vinha do quintal. Quando cheguei perto do corredor que dava pra cozinha, passei pela porta do quarto deles, que estava meio encostada por causa do calor. Não resisti e acabei dando uma olhada rápida, bem de de relance.

O Henrique estava dormindo pesado, capotado de bruços, com o lençol no pé da cama. Já a Mariana estava acordada. Ela estava sentada na beirada da cama, de costas pra porta, com o vestidinho de florzinha meio levantado até as coxas por causa do calor, abanando o próprio pescoço com as mãos.

Parece que ela sentiu a minha sombra ou o chão mexer, porque ela virou o rosto bem devagar na direção da porta. Nossos olhos se cruzaram no escuro.

O meu coração deu um solavanco no peito que parece que até parou por um segundo. Eu fiquei estátua ali no meio do corredor, sem saber se corria pra cozinha ou se pedia desculpa.

A Mariana deu um pulo leve na cama, assustada, e na mesma hora puxou a barra do vestidinho pra baixo, cobrindo as pernas. Ela ficou me olhando com uns olhos arregalados, a boca meio aberta, sem emitir nenhum som. Dava pra ver pela luz fraquinha que vinha do quintal que ela ficou vermelha até o pescoço.

— Desculpa, moça... — eu cochichei, com a voz bem rouca de quem acordou agora. — Só vim pegar um copo d'água. Não queria assustar você.

Ela soltou o ar devagar, botando a mão no peito, e confirmou com a cabeça.

— Tudo bem, seu Omar... Que susto — ela respondeu, num sopro de voz, olhando pro Henrique pro marido não acordar. O rapaz continuava lá, roncando baixo, apagado que só ele.

Eu dei dois passos rápidos pra trás e fui direto pra cozinha, com as pernas meio bambas. Abri a geladeira, peguei a jarra e enchi o copo até a boca. Tomei a água num gole só, sentindo o gelo descer rasgando na garganta, tentando fazer meu coração voltar pro ritmo normal. "Que buraco que eu fui me meter", pensei, limpando a boca com as costas da mão.

Quando virei de costas pra guardar a jarra, quase caí para trás de novo. A Mariana estava parada na porta da cozinha.

Ela vinha andando bem de mansinho, sem fazer barulho nenhum com os pés descalços. O vestidinho de florzinha estava bem arrumado agora, mas o cabelo dela estava todo bagunçado de um jeito que deixava a menina ainda mais bonita. Ela segurava um copo de plástico vazio que tinha levado pro quarto.

— O calor tá demais, né? — ela falou bem baixinho, quase sumindo no silêncio da noite, chegando perto da pia.

— Tá de lascar mesmo, Mariana. Parece que vai chover, mas não chove — respondi, dando um passo pro lado pra dar espaço pra ela, mantendo uma distância segura pra não parecer folgado.

Ela esticou o braço pra pegar a jarra da minha mão. Quando os nossos dedos se esbarraram por um segundo no vidro gelado, parecia que tinha tomado um choque. Ela puxou a mão rápido, olhou pro chão toda envergonhada, e depois começou a encher o copo dela bem devagar, com a mão até meio tremendo.

Eu fiquei ali parado, olhando pro lado, tentando fixar meus olhos na parede da cozinha pra respeitar a moça e o meu sobrinho que estava dormindo ali do lado.

— Se o ventilador lá do quarto estiver fraco, me avisa que amanhã eu arrumo um de chão pra botar lá — falei, quebrando aquele silêncio que parecia que ia sufocar a gente.

Ela terminou de beber a água dela, colocou o copo em cima da pia com todo o cuidado pra não fazer barulho e olhou pra mim de rabo de olho, ainda com a bochecha vermelha.

— Não precisa se preocupar não, seu Omar. O ventilador tá bom... É que eu que sou meio ruim de sono mesmo, ainda mais em lugar estranho — ela cochichou, cruzando os braços e apertando o vestidinho contra o corpo.

— É... o primeiro dia é sempre mais difícil de pegar no sono. Mas logo você acostuma com o canto — respondi, coçando a nuca e olhando pro chão da cozinha.

A Mariana deu um passo pra trás, saindo de perto da pia, e ficou me olhando por um segundo. A timidez dela parecia que dava uma trégua e depois voltava com tudo. Ela mordeu o lábio inferior, bem de leve, e falou quase num sussurro:

— O Henrique me falou que o senhor cuidou dele desde pequeno... Ele tem um carinho de pai pelo senhor. E eu... eu agradeço muito mesmo o senhor ter abrigado a gente sem reclamar de nada.

Ouvir aquilo me deu um choque de realidade daqueles de chacoalhar a espinha. O respeito pelo meu sobrinho, que já era grande, pesou ainda mais nos meus ombros. Aquela moça estava ali, indefesa, confiando na minha casa.

— O Henrique é meu sangue, Mariana. Eu faço qualquer coisa por aquele menino. E agora você é a esposa dele, então a obrigação de proteger e ajudar é minha também. Pode ficar sossegada que aqui você tá segura — falei, olhando bem firme nos olhos dela pro meu recado ficar bem claro.

Ela deu um sorriso diferente daquele amarelo de antes. Foi um sorriso mais leve, de quem tirou um peso das costas.

— Obrigada, seu Omar. Boa noite.

— Boa noite, moça. Vai lá descansar.

Ela virou e sumiu pelo corredor escuro, andando feito um gato, sem fazer nenhum ruído. Eu esperei ouvir a porta do quarto deles encostar de novo antes de me mexer. Guardei a jarra na geladeira, apaguei a luz da cozinha e voltei pro meu quarto. Deitei na cama e, dessa vez, o meu peito estava mais calmo. O calor ainda continuava forte, mas o meu respeito pelo meu sobrinho tinha vencido a primeira noite.

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