Tenho 37 anos, sou morena clara. Comumente bonita. Todos os dias faço o horário de almoço em uma praça perto do trabalho. Sempre fico ali fumando sentada, e tem uma casa na frente da praça que, todo dia, uns senhores vão ali para almoçar. Certo dia comecei a pensar como seria ser a sobremesa deles. Então, um dia, um vizinho da casa que eu mencionei veio mais perto; ele sempre vem jogar conversa fora. E ele viu o vídeo que eu estava assistindo. Eram 4 velhos fudendo uma menina. Ele ficou meio sem graça e disse que não imaginava que eu gostava dessas coisas. Eu fiquei sem graça, mas resolvi que queria foder com ele; seria a porta de entrada para ser a sobremesa. Aí comecei a falar que gosto sim. Que não é tão simples encontrar gente que dê para fazer isso. E perguntei o que ele achava. Ele disse: "Olha, eu nunca tinha te visto desse jeito, mas agora, com todo respeito, tô de pau duro". Aí eu falei que fiquei com vontade de ver. Mas ele disse que não tinha onde. Ele é casado e não estava sozinho. Eu perguntei sobre a casa ao lado. Falei: "Sempre tem bastante senhores ali no meio-dia, e eu sabia que eram amigos." Falei que no vídeo era mais de um, e é isso que eu queria. Perguntei se dava para ser ali. Porque eu nunca vi mulher ali. Ele disse que ia ver isso pra mim. Perguntei se poderia ir até a casa dele para ir ao banheiro. E, atravessando a rua, falei para ele agilizar isso. Para o dia seguinte. Ele falou que o pau dele estava latejando. Aí cheguei na casa dele. A esposa, uma senhorinha, estava no andar de cima cuidando do pai acamado. E eu peguei no pau dele por cima da calça e falei que nem queria ir ao banheiro. Só queria sentir o pau dele duro. Ele disse que não esperava mesmo que eu fosse tão puta. Aí eu falei que ele não viu nada. Tirei o pau dele para fora e dei uma punhetada. Disse pra ele terminar, imaginando que está me fedendo. E resolver com os amigos dele. Falei que só queria dar a idade dele para cima. Nada de jovem. Ele disse que combinado. Eu voltei para o trabalho com muito tesão Mas me segurei. No dia seguinte, eu estava ansiosa. Cheguei na praça e o velho já estava lá. Sentei no banco do lado dele e perguntei se ele ia meter na minha buceta. Ele só disse que não estava acreditando até fazer. Eu falei: "E aí, cadê os amigos?" Ele disse que só uk acreditou. E perguntou se eu queria ir lá. Levantei e falei que já estava molhada. Atravessamos a rua e o velho tirado, que sempre me olhava, já estava ali. Eu perguntei se foi difícil acreditar e ele disse que achava que o amigo estava caduco. Eu falei que não é, perguntei se o pau dele estava duro já. Ele disse que acabou de ficar. Entramos na sala e ele fechou tudo. Trancou a porta e o primeiro que se chama Luiz já está sentado batendo punheta. Assim é como eu gosto. Tirei minha roupa e coloquei meu vestido. Gosto de feder com vestido velho de ficar em casa. E o Antônio estava incrédulo. Fiquei de vestido sem calcinha. E sentei do lado do Luiz e perguntei o que ele queria. Ele estava vermelho de tesão É meio sem graça. Eu peguei o pau dele MUITO DURO. E dei um lambido. O Antônio já estava batendo punheta em pé. Perguntei se ele queria ligar para mais um amigo, mas tinha que ser rápido. Ele ligou e falou que era verdade. Eles já estavam perto, pois era o horário de almoço deles também. Chegaram mais 2 velhos barrigudos. Quando entraram, não acreditaram. Também o Luiz estava quase gozando, e eu perguntei se não ia me comer. Ele não conseguia falar. Então falei para ele que ia dar uma atenção para o Antônio. O pau do Antônio era grosso. Já molhei mais ainda. Peguei, segurei firme e pedi para os outros dois baterem punheta também e chegarem mais perto. Porque eu adoro ver. Eles nem falaram nada e já estavam com os paus para fora. O Luiz começou a meter o dedo na minha buceta. Dedo de velho, grosso. Meio sem jeito, cheio de tesão O Luiz gozou com o dedo na minha buceta. Mas o pau não amoleceu os outros 2, André e Jairo. Já vieram e começaram a me dedar. O Antônio pediu para me comer. Eu nem pensei, deitei no chão e pedi para ele vir em cima de mim. Adoro sentir como se eu estivesse sendo abusada. Falei isso para eles. Entenderam bem. Pedi para me chamarem de neta. Meus avôs batendo punheta e o outro me comendo. Fiquei de quatro e pedi o pau dos outros para chupar. Eles só falavam: "Que delícia, não acredito, puta!" Eu só pedia: "Vai, Antônio, fode tua neta." Ele tirou e gostou em cima da minha banda. Aí o Jairo foi e já meteu pau com tudo. Estava bem molhada. Fumei com raiva; eu adoro. Aí o Luiz voltou de pau duro de novo Esses velhos têm disposição. Que a gente nem imagina. Como o pau dele não era tão grande, eu pensei em fazer um DP. Ia dar meu cu pro Luiz porque ele merecia. Organizou para eu ser o almoço e a sobremesa dos velhos do bairro. Pedi pro Jairo deitar, que eu ia sentar nele. Sentei e falei para o Luiz. Agora vem gozar dentro do meu cu, seu velho tirado. E ele veio. Estava bem molhado; ele tentou um pouco, mas entrou. Eu não podia gritar, mas a vontade era grande. Só falei. Vai, vovô, fode tua neta. O Jairo falou que ia gozar. Eu parei e chupei ele. O Luiz ficou esperando. Eu voltei e sentei com meu cozinho no pau dele. Pulei até ele gozar de novo O seu André, só olhando no cantinho, batendo a punheta dele. Fui ao banheiro. Lavei-me e voltei. Todo mundo de pau duro de novo Deitei no chão. Olhei para o seu André e perguntei: Vem, André, vem me foder, vem. Ele levantou e veio Sem falar nada. Enfiou o dedo grosso bem bruto, com raiva também. O Antônio veio de novo; já dei uma chupada naquele pausão Pedi pro André ir logo, que minha hora ia acabar. Ele veio por cima e me fodeu devagar e falou que queria o meu cu. Não deixei. Só amanhã, falei. Quero filha de velho para me comer amanhã, se não acabou. Eles não falavam muito. Só na punheta. Doidos de tesão Fiquei de quatro para o André meter e fiquei chupando o pau que aparecesse. O André tirou e gostou em cima da minha bunda... aí pedi pro Antônio meter mais um pouco. E chupei o Luiz de novo Pedi DP de novo para o Luiz. E chupei o Jairo de novo Pedi pro Antônio deixar o sentar no Jairo. Sentei no Jairo e o Luiz meteu no meu cu com vontade. Enquanto eu falava: "Vai, tô achando pouco, quero que foda com raiva." O Jairo era gordo e forte. Me segurou com muita força e quase enfiou as 2 bolas juntas Eu gozei. Fazia tempo que eu não gozava assim. Os outros não conseguiram gozar. Não dava tempo. O Luiz, encheu meu cu de porra de novo Tinha só mais 10 minutos. Arrumei-me rapidinho e voltei para o trabalho, que é super perto. Deixei combinado para o dia seguinte. Prometam uma fila de pau velho para mim. Aconteceu... No próximo eu conto.
Velhos da casa na frente da praça
Um conto erótico de Putinha de velho
Categoria: Grupal
Contém 1286 palavras
Data: 09/06/2026 16:24:50
Última revisão: 10/06/2026 16:03:54
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