João o Amigo do meu Pai, apaixonou pelo meu cuzinho.

Um conto erótico de C0nt0s.Divers0s
Categoria: Gay
Contém 748 palavras
Data: 09/06/2026 09:35:52

A cumplicidade com o João na mercearia "Ponto Certo" ganhou uma força que eu não conseguia mais frear. O que começou como uma chantagem pesada, nascida do medo daquele vídeo no Lageado, virou uma rotina de obsessão e, para a minha surpresa, de um carinho sufocante. O João estava completamente viciado no meu corpo. Aquele homem grande, rústico, de quase um e noventa, mudava completamente quando a porta de aço da mercearia descia com aquele estrondo metálico e a gente ficava a sós na penumbra do escritório.

Nas quartas e sextas, o ritual se repetia, mas o tratamento dele tinha mudado. Ele não era mais apenas o predador bruto; ele tinha ficado apaixonado.

— Vem cá, meu amor... — ele dizia, com a voz grossa e arrastada, mas cheia de uma doçura que me arrepiava.

Ele se sentava na cadeira de madeira do fundo, abria a calça de brim e libertava aquela pica negra, imensa e latejante. Eu já ia direto, sem que ele precisasse mandar. Tirava a calça e montava no colo dele de frente, envolvendo o tronco dele com as minhas pernas brancas. O contraste da minha pele pálida contra a escuridão do corpo dele era sempre violento, mas a forma como ele me recebia era de uma intensidade absurda. Ele me guiava devagar, deixando que a tora dele me preenchesse por completo até encostar no fundo.

— Nossa, Igor... — ele sussurrava, colando a boca na minha, me dando beijos demorados, quentes, com gosto de café e desejo. — Eu nunca comi um cuzinho tão gostoso assim na minha vida. Nem o da minha mulher chega perto disso aqui. Você é perfeito, meu bem. Vai ser a minha putinha para sempre.

Ele começava a me movimentar no colo dele, me subindo e descendo com força, mas intercalando a brutalidade das estocadas com apertos carinhosos na minha cintura e nas minhas nádegas. Ele segurava meu rosto com aquelas mãos imensas e calejadas, tirando meus óculos com cuidado para beijar meus olhos, minhas bochechas coradas, meu pescoço. Enquanto a pica dele me partia ao meio por dentro, ele desfazia toda a minha resistência com palavras de adoração.

— Um dia eu ainda te levo para morar comigo, te tiro daquela casa... Você não tem noção do que faz com a cabeça de um homem velho — ele gemia no meu ouvido, enquanto metia gostoso, fazendo a cadeira ranger no ritmo da nossa luxúria. — Eu como muito mais você do que a minha patroa, Igor. Só penso em você o dia inteiro.

O prazer daquele preenchimento total, misturado com o ego inflado de ver um homem daquele tamanho rendido por mim, me fazia rebolar com ainda mais vontade. Eu travava as pernas nas costas dele, gemia alto na boca dele, misturando minha saliva com a dele até que nós dois chegássemos ao limite juntos. Quando ele gozava, era uma explosão: ele despejava jatos e jatos de porra quente dentro de mim, me enchendo por completo enquanto me apertava contra o peito peludo dele com um abraço esmagador.

Mas o que vinha depois era o mais surpreendente. A gente não se vestia logo. Ficávamos ali, namorando na penumbra do escritório, no mormaço da noite de Minas. Eu continuava sentado no colo dele, com a pica dele ainda amolecendo dentro de mim, e o João ficava me fazendo carinhos calmos no rosto, limpando o suor da minha testa com os polegares grossos. Ele distribuía beijos suaves pelo meu peito, pelos meus ombros marcados, e descia as mãos para apertar minha bunda com uma posse carinhosa, curtindo o pós-sexo como se fôssemos um casal de namorados legítimos.

E antes de ir embora, olhando para ele ali, todo derretido e apaixonadinho, o meu tesão reascendia. Eu escorregava do colo dele e me ajoelhava no chão de cimento batido entre as pernas dele. Pegava o membro dele, que ainda estava meio mole e lambuzado, e começava a fazer mais um boquete daqueles que eu tinha aprendido a dominar. Minha língua trabalhava a cabeça, chupava a extensão inteira com vontade, fazendo uma sucção faminta até sentir a carne negra crescer e endurecer de novo na minha boca.

O João jogava a cabeça para trás, enterrando as mãos no meu cabelo, soltando grunhidos graves de pura entrega. Eu chupava até arrancar mais uma carga dele, deixando ele me dar mais leitinho direto na minha boca, que eu engolia com prazer, limpando os lábios com o dorso da mão enquanto ele me olhava com os olhos vidrados, completamente dominado pelo nerd de óculos.

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Comentários

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Que delícia de putinha sortuda. Dois amantes apaixonados e bem diferentes. Vai ter pau sempre e não vai enjoar.

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