Olá! Me chamo Caroline e vou contar uma coisa que aconteceu há 6 anos e fortaleceu muito a minha família.
Meu pai sempre teve comércio no Rio de Janeiro e tínhamos uma condição de classe média alta, quase alta. Ele já era separado da mamãe e eu morava com ele.
Eu tinha 18 anos e ia morar no apartamento que ele havia prometido para mim. Morávamos no Catete, em uma casa bem confortável.
O meu pai sempre cumpria suas obrigações e nunca teve problemas de dívidas ou inimizades.
Todos os dias ele sempre almoçava em casa, tirava um cochilo e voltava para a empresa dele. Normalmente, ele esperava eu chegar do colégio. Eu estava no último ano do ensino médio, era um pouco gordinha nessa época e não estava namorando. Na verdade, eu só tive um namorado de verdade antes disso. O restante eram só ficantes.
Sempre que eu colocava a chave na porta, já ouvia o barulho do RJTV ou do Globo Esporte. Só que nesse dia estava uma música alta dentro de casa e meu pai não escutava muita música.
Eu entrei na sala e a TV estava ligada e o som também. Fui procurar meu pai no quarto...
Quando eu abri a porta do quarto dele, eu o vi totalmente nu e amarrado na cama e um homem prontamente me agarrou e tapou a minha boca.
— Cala a boca, sua puta! Fica quietinha!
— Não fala nada, filha!! Não machuca ela, eu já te falei que eu não tenho mais nada!
— Você vai ficar calada? Se falar, a gente mata ele e te enche de porrada.
Eu só balancei a cabeça que sim. E ele destampou minha boca. Fui correndo abraçar o meu pai.
— Pai, o que está acontecendo?
— Está acontecendo que a gente quer as joias e teu pai não quer falar. Vamos matar todo mundo.
— EU JÁ FALEI QUE NÃO TENHO JOIAS. LEVEM O CELULAR, DINHEIRO E O NOTEBOOK... MAS NÃO TENHO JOIA.
— Cadê as joias do seu pai?
— Eu não sei de joia nenhuma. Não temos isso.
PLAFT! Um dos homens deu um tapa na minha cara.
— Essa pirralha está mentindo. Estupra ela, caralho.
— NÃO!! ELA NÃO ESTÁ MENTINDO. NÃO FAÇAM UMA COISA DESSA. EU IMPLORO!
Os marginais começaram a cochichar um com o outro por dois minutos e falaram:
— Ô, seu velho, então vamos ver se você está mentindo ou não.
— É isso mesmo. Ou você diz onde estão as joias, ou ela vai ter que mamar você. Se ela não fizer, a gente estupra ela. Qual é a verdade? Cadê a joia?
— Eu já disse que não tem joia. Acreditem em mim!!!
— Mama ele, pirralha.
— Não quero, ele é meu pai! (Respondi firme)
— Então você prefere mamar a gente? Vamos comer ela, então.
— NÃO, NÃO... FILHA, OLHA AQUI PRO PAPAI... FILHA.
— Oi, pai?
— Filha... eu não estou mentindo... faz o que eles estão pedindo, se não vão machucar você.
— Ai, meu Deus... Tá bom.
Eu fui para a cintura do meu pai e fiquei lambendo o saco dele e o corpo do pênis, só que não ficava duro.
— Você nunca chupou uma pica, garota? Chupa ele, porra. É com vontade. (Apontou uma arma para mim)
Eu fiquei assustada e guardei a pica inteira do papai dentro da boca, toda mole.
— Glof! Glof! Tô mamando, tô mamando. (Tirava da boca toda babada e respondia para eles)
Com o tempo, o pau do meu pai começou a ficar rígido e devia medir uns 14cm. Sim, eu já havia chupado maiores dos ficantes. Eu chupei ele por uns oito minutos e reclamei.
— A minha boca já está cansada, já está bom? Glof, glof, glof... (Eu sufocando porque o meu pai estava batendo com ele na minha garganta).
— Quer saber? Acho que ele está enganando a gente. Vamos comer ela. (Falou um dos bandidos)
— Não, gente... por favor, ela deve ser virgem. (Meu pai reclamou)
— Eu não sou virgem, pai! Mas já chega disso, não temos joia nenhuma. Vocês viram.
— Tira essa calça jeans aí, sua vagabunda, e sua calcinha.
— Não quero!
Me deram um chute que eu caí da cama. E ameaçaram me dar um tiro.
— Tá bom, tá bom!!
Eu tirei minha calça, minha calcinha e fiquei só com a blusa do colégio. Todos estavam olhando minha xaninha raspadinha de gilete.
— Humm... gostosinha. (Um deles me abraçou)
— Não toca nela, seu filho da puta!! Solta minha filha.
— Relaxa, tiozão... quem vai tocar é você. Agora é a prova real de que não está mentindo. Desamarra ele, que ele vai comer o cu dela.
— Meu cu? Eu nunca fiz isso, gente. Por favor, não!
Um estava desamarrando meu pai e o que estava armado me empurrou em cima da cama, botou o pé em cima da minha cabeça e apontou a arma para o meu pai.
— Vem pra cá quietinho e mete essa rola na bunda dela.
Meu pai encheu os olhos de lágrima e falou:
— Vocês são uns monstros! Me obrigando a fazer isso com a minha princesa. Eu estou falando a verdade.
O papai se posicionou em pé atrás de mim enquanto o louco estava com o pé na minha cabeça e a arma apontada para ele. Ele pincelou... pressionou um pouquinho e tirava. Eu tinha feito um bom trabalho e deixado o pau dele todo babado. Eu acho que ele fazia isso para o meu bumbum abrir, já que era um cuzinho virgem. Entrou a cabeça na minha bunda e eu gritei!
— Aiiiiii, cacete! Minha bundinha!
Meu pai tirou ele de dentro de uma vez só e fez um barulho tipo pote de azeitona abrindo no vácuo. Ele botou de novo. Em pouco menos de dois minutos, ele já estava conseguindo colocar tudo e tirar... bem devagar, para não me machucar.
— Come ela direito, seu merda. Quer tomar um tiro?
Papai começou a acelerar o ritmo e o intervalo das enfiadas. Ele já estava socando, na verdade. Eu intercalava gritinhos de dor e gemidinhos, como se estivesse sem ar.
O bandido tirou o pé de cima da minha cabeça, abaixou um pouco a bermuda, sacou a rola para fora e começou a se masturbar.
— Faz como se ela fosse sua namorada. Fode ela.
Meu pai deu duas voltas no meu cabelo, que na época era grande, no braço dele e puxou para trás, sem diminuir o ritmo da estocada. Ele inclinou o corpo para frente e disse na minha nuca, baixinho:
— Desculpa, meu amor. Papai te ama muito. (Com a respiração muito acelerada)
Quando ele puxou meus cabelos, eu já subi com os olhos revirados. Aquela dor já tinha virado tesão do sexo. Já eram doze minutos dele comendo meu cu de quatro.
O bandido passou a mão por baixo do meu corpo e tocou levemente na minha buceta.
— Agora sim... ela está toda melada, cumpadi. Está pingando aqui no lençol.
Eu olhei por baixo do meu corpo e tinha um fio de fluido vaginal da minha buceta até a cama. Eu estava sedenta de tesão.
— Pai, goza logo em mim, por favor! Não aguento mais.
— Você só vai parar quando gozar, seu merda. Goza no cu dela!
Já eram quinze minutos de foda intensa quando meu pai começou a gemer e gozar dentro do meu rabo. Assim que terminou a última gota, ele tirou o pau de dentro de mim e o bandido gozou olhando meu cu cheio de porra. Caiu um pouco de sêmen dele no meu braço.
— Vamos embora... bora, bora...
— Se vocês denunciarem a gente, voltamos e matamos vocês... seus merdas.
Ficamos estáticos até ouvir o som da porta da sala fechar. Quando ela bateu, o meu pai me abraçou com força.
— Desculpa, minha filha. Eu não queria ter feito isso.
— Eu te amo, pai! Vamos nos mudar daqui, por favor!
— Vamos sim, meu amor. Eu te machuquei muito?
— Não, pai. Só doeu a primeira vez que entrou. Eu aguentei bem.
— Sim. E nem consigo imaginar eles levando o futuro seu e da nossa família.
— Como assim?
— A gente tem o colar esmeralda real da sua avó no fundo falso da geladeira. Vale mais de um milhão. É o recurso que eu tenho para criar você e te dar o futuro sem depender de ninguém.
— Ué, tinha a joia?
— O que importa é que estamos bem e eles não levaram nada. Já vou ver outro lugar para morarmos. Eu te amo!
Abracei meu pai de novo e dei um selinho nele, como sempre fazemos todos os dias. Começou a escorrer esperma pelas minhas pernas e meu pai mandou eu tomar banho. Minha relação com meu pai já era ótima e intensificou. Confiamos muito um no outro e nunca comentamos essa história nem com a minha mãe. Somos melhores amigos até hoje e isso só provou o quanto a gente se ama e ele se preocupa em cuidar de mim e do meu futuro.
