A transformação de minha esposa tímida em uma deliciosa hotwife (4ª parte)

Um conto erótico de Lael
Categoria: Heterossexual
Contém 3894 palavras
Data: 01/06/2026 14:41:35

Não tenho uma analogia para tentar explicar o que é ter mais de 99% do que ocorrera em minha vida durante seis anos apagado e, de repente, tudo, mas absolutamente tudo mesmo voltar instantaneamente. Aquilo me causou um esgotamento mental tão brutal que não consegui continuar trabalhando naquele dia. Agora me lembrava das muitas orgias, transar com 2 mulheres ao mesmo tempo dentro de uma barraca, viver chapado de maconha e LSD, das músicas, além dos cenários lindos da natureza que eram os locais em que as comunidades hippies que participei viviam.

Fui para casa, disse à minha esposa que não estava bem e acabei dormindo por horas no sofá. À noite, não quis jantar, continuei me lembrando dos anos perdidos, da promessa que fiz a Tânia de voltar para ficarmos juntos, do canalha do Carlos que me jogou do penhasco e dos muitos meses de dor me recuperando.

Tive pesadelos à noite inteira. Para piorar, na mesa do café, Sônia me perguntou desconfiada:

-Quem é Tânia, Paulo?

Engoli o café fervendo, desceu queimando, pois o susto foi grande. “Como assim, ela já estava sabendo?” Pensei, mas me fiz de besta:

-Tânia? Não sei, amor, por quê? Alguma mulher com esse nome ligou para cá?

Com a voz levemente irritada, mas ainda mantendo a postura doce, minha esposa respondeu:

-Não, mas essa noite, além de se virar o tempo inteirinho na cama, ainda repetiu esse nome várias vezes, numa delas, chegou a gritar.

Decidi que negaria até o fim, pois mesmo sendo uma pessoa do meu passado, se contasse 10% do que fiz, talvez minha doce esposa não me visse mais com os mesmos olhos, não suportaria saber que usei drogas por seis anos e que fui um hippie que transou a torto e a direito. Eram outros tempos

-Realmente, não me lembro desse nome. Talvez seja uma personagem de um dos muitos filmes que sou obrigado a ver, mas de cabeça, não sei.

Sônia acabou acreditando ou fingiu acreditar.

Naquele dia, fiz um relatório explicando os motivos para censurar totalmente o filme. Mas a verdade é que não havia razão alguma, exceto o meu desejo de nunca mais ver Tânia ou Nuna Aguilar novamente e acreditei tolamente que aquela era a solução. Uma burrice sem nexo, porém eu estava com medo que meu passado voltasse.

Passei os dias seguintes pensando em tudo o que vivi e fiz de 64 a 70. Agora, era como seu tivesse me tornado 2 homens, um religioso, focado no emprego, na esposa e calmo, e outro que sentia ódio de Carlos, questionava o meu próprio trabalho e que começava a sentir um desejo sexual cada vez maior, olhando para mulheres na rua e querendo reviver as loucuras que já fiz. Entretanto, o meu lado conservador e religioso seguiu falando mais alto e dominando as minhas ações.

Oito dias após ver o filme que me fez recordar de tudo, eu estava um pouco melhor e me obriguei a parar de pensar no passado, pois meu sogro disse que tinha notícias quentes de que minha promoção sairia em breve, isso significava mais poder e dinheiro.

Até que nesse dia, pouco depois do almoço, estava mexendo em uma das gavetas procurando um pacote de carga para o grampeador, quando vejo entrar no escritório de censura, Nuna Aguilar e mais o diretor do tal filme que censurei. Meu coração disparou, queria me esconder embaixo da mesa para que ela não me visse. “O que ela veio fazer aqui? Se me reconhecer e contar sobre o meu passado, estará tudo perdido, emprego, promoção e até meu casamento, pois ninguém aceitará um degenerado.”. – Pensei aflito.

Por sorte, o escritório era grande, havia 11 mesas de censores e secretárias, e os dois iriam falar com Martins para tentar reverter o veto. Nuna estava com uma camisa de botões azul e uma calça de veludo marrom apertada que permitia ver como suas coxas eras grossas e sua bunda maravilhosa era arredondada e arrebitada. Seus cabelos loiros e volumosos lhe davam um ar mais fatal. Todos a olharam, inclusive eu, mas disfarçando para não correr o risco, ainda que pequeno de ser reconhecido. Já o tal diretor estava de terno cinza, camisa preta e de óculos escuros, tinha uma panca de espertalhão.

Os dois foram direto para a sala de Martins, o que me fez suspirar parcialmente aliviado, Certamente, ele os despacharia em alguns minutos e depois iriam embora. A conversa durou uns 15 minutos e após esse tempo saíram com cara de poucos amigos. Achei que estava livre de Tânia ou Nuna como preferirem, mas eis que a mesma parou no meio do escritório e disse alto:

-Qual de vocês proibiu o filme Colegiais da Pesada?

Houve um silêncio grande, ninguém respondeu, o diretor que a acompanhava tentou levá-la para fora, mas ela insistiu:

-Só quero entender como alguém viu mensagens comunistas numa simples comédia picante. Quem foi o censurador? Por favor, só nos deixe explicar por 2 minutos.

Araújo, o hipócrita, deu um olhar para mim, como que me entregando. Nuna captou o gesto dele e veio em direção à minha mesa, seguida pelo diretor que tentava demovê-la daquela ideia.

Ela chegou já apoiando as duas mãos em minha mesa e falando aflita, enquanto eu não tinha coragem sequer de olhá-la nos olhos:

-Por favor, foi o senhor que censurou nosso filme? Deixa a gente explicar. A história não tem nada de subversiva, comunista ou sei lá o que mais, é só mais uma pornochanchada das que lotam os cinemas e além dis... (longa pausa) EI! PERAÍ AÍ!!!!!!

Nuna parou de falar por uns segundos, eu continuava imóvel, morrendo de medo, até que arrisquei erguer um pouco os olhos e percebi que ela tinha me reconhecido, mas por algum tempo, ficou me olhando com pavor e a boca aberta, sem acreditar. Até que voltou a falar:

-Esse cara não é censurador porra nenhuma!! Esse cara...esse cara...seu...seu... seu filho da putaaaaaaaaaaa!!!!

Nuna me desferiu um violentíssimo tapa na cara, que fez meus óculos saltarem para o chão e o meu rosto ferver. Apesar do escritório ser cheio de gente hipócrita e galhofeira, ninguém poderia permitir uma cena daquelas, foi por isso que todos se levantaram irritados, pedindo para que os dois policiais que ficavam no corredor entrassem.

Nuna foi agarrada pelas costas por um deles e o diretor pelo outro. Mesmo assim, ela seguiu xingando:

-Me soltem! Essa cara é um safado que comia meio mundo e vivia drogado, até eu esse filho da puta seduziu e depois sumiu!

Araújo berrou para os policiais:

-Prendam esses dois! Agredir um censor federal dentro de uma repartição pública é crime gravíssimo. Levem esses meliantes para seção do DOPS.

O diretor começou a berrar que não tinha feito nada. Eu, ainda atordoado, coloquei meus óculos de volta, temendo pelo que viria a seguir.

Não entendi como Nuna me reconheceu tão rápido, afinal de contas, no passado, eu usava barba e cabelos enormes, e no presente, tinha os cabelos curtos, cheios de gel e o rosto bem barbeado.

Martins saiu de sua sala quando o alvoroço já estava acabando e berrou:

-Mas que quizomba é essa? Estava falando com o ministro direto de Brasília e até ele ouviu a gritaria.

Explicaram tudo o que tinha ocorrido e Martins disse com os olhos esbugalhados de maneira até cômica:

-Malditos comunistas! Dessa vez, eles foram longe demais!

A conversa sobre a cena insólita que rolou ali, durou um longo tempo, mas depois começaram a rir. Araújo disse:

-Essa Nuna Aguilar o que tem de gostosa, tem de louca, imagina dizer que o Paulo comia meio mundo de mulher, inclusive ela e ainda usava drogas. Logo o Paulo, o santo do escritório! Ahahahahaahaha! Ela é que deve ter cheirado muita cocaína antes de vir para cá.

Os demais também gargalharam, apesar de ter um tom de deboche sobre mim, era bom que achassem mesmo que o que ela berrou não passava de loucura. Porém, Miguel, um dos mais velhos, disse algo que me deixou preocupado:

-É, mas esses 2 estão bem enrolados, o delegado Falcão costuma exagerar, mesmo agora com o Geisel no poder pedindo menos truculência, mas o cara e seus brucutus não dão moleza.

Nessa hora, prendi a respiração, pois naquela época, tudo era motivo para alguém preso por meses, apanhar, ser torturado e até morto. No caso das mulheres, muitas eram estupradas e não podiam sequer denunciar. A situação iria virar uma merda grande e eu não poderia deixar, pois tinha sido o responsável pelo começo de toda a confusão ao censurar o filme.

Decidi fazer uma ligação para o delegado Falcão que prontamente me disse:

-Eles estão cada um numa cela sozinhos, vou deixá-los mais um tempo lá para depois ouvi-los e preciso ouvir você também, mas fique tranquilo, ficarão detidos por um bom tempo e até chegar à Justiça para resolver, será coisa de meses, invento que os papéis se perderam.

-Delegado, preciso de um favor do senhor. Posso descer aí para conversarmos?

-Bem, agora não dá porque tô no meio de um depoimento, mas lá pelas 4, pode vir.

-Ok, mas não vai fazer nada com eles até lá?

-Por enquanto não, mas nem água vão tomar até que possa ouvi-los.

Agradeci e esperei até o horário que ele falou que poderia me atender. Nesse meio tempo, bolei uma história absurda, mas que serviria para justificar o que eu faria. Só que antes, teria que ficar frente a frente com Nuna, o que era irônico, pois pouco antes, não queria que ela me visse.

Desci até o andar em que eles estavam detidos e pedi ao delegado Falcão que me deixasse falar com Nuna. Ela deu um sorriso debochado e esfregou as mãos.

-O que você tá querendo, malandro? Um lovezinho com ela na cela? Olha, eu mesmo gostaria de poder fazer isso com aquela gostosona, assim como já fiz com algumas universitariazinhas comunistas, mas você deve estar por dentro que estão mandando a gente maneirar, esse frouxo do Geisel vai foder tudo. E, porra, ela é uma atriz, tá certo que de pornochanchada, mas ia dar uma merda danada. Infelizmente, não posso te ajudar.

Fiquei enojado ao ouvir aquilo, mas mantive minha calma:

-Delegado, fique tranquilo, só quero uma conversa em particular com a moça. Na verdade, eu a conheço dos tempos de escola, era amigo do irmão dela, daqueles de um frequentar a casa do outro, só quero um dedo de prosa com ela.

-Mas se são amigos, por que ela te agrediu? – Perguntou desconfiado.

-Ela nunca bateu muito bem das ideias e andando com esse pessoal do cinema e da TV devem ter entupido a coitada de drogas.

-Isso é fato! Esse pessoal é de outro planeta, tudo pederasta, puta e drogado! Bom, se é só uma conversa mesmo, pode ir.

Em seguida, ele gritou para o carcereiro me levar até a cela em que Nuna estava. Durante a caminhada pelo corredor, meu coração disparou, voltei a ficar nervoso. Quando o homem abriu a cela com força, ela olhou e me viu entrando. Sua expressão era de um bicho acuado. O rímel borrado no rosto denunciava que já havia chorado.

Pedi ao carcereiro que nos deixasse à vontade. Ele se virou e disse que quando quisesse, o chamasse. Fiquei uns longos segundos calado, com as mãos no bolso, olhando para a parede que tinha uma pequena janela. Eu queria encontrar a palavra certa para começar, mas não a achava. Nuna, que estava sentada numa espécie de cama de cimento, que era usada para colocarem colchões (quando tinha) cortou o silêncio e falou:

-Olha, senhor, me desculpa pela confusão, eu achei que fosse outra pessoa que agora sei que jamais estaria trabalhando aqui, por favor, estava nervosa com a censura do filme e vi um fantasma. Sei que foi grave o que fiz, mas peço que tenha piedade.

É claro que Nuna estava com medo das consequências e quis me enrolar fingindo que tinha me confundido. Cortei-a e falei de maneira calma:

-Deixe de fingimento, Tânia. Você sabe que sou o Paulo.

Ela engoliu seco e me olhou como que querendo ter ainda mais certeza, porém, o medo era maior e Nuna começou a falar baixo:

-Paulo? É você mesmo? Não, não precisa me explicar... só peço que me perdoe pelo escândalo e pelo tapa, foi um choque revê-lo. Não quero apanhar, ficar presa...não me meto em política...(começou a chorar)

A reação dela deixava claro como era terrível viver naqueles tempos. Resolvi ser sincero:

-Fique calma, precisamos conversar. Serei direto. Apesar de há anos não ser mais a mesma pessoa, nem fazer nada errado, há coisas sobre o meu passado que você berrou lá em cima, que se forem bem explicadas, podem...digamos me atrapalhar, por isso, quero te propor um acordo.

-Acordo?

-Sim, mas antes quero que me escute.

Eu me sentei na outra “cama” de cimento de frente para ela e comecei a explicar:

-O motivo de eu não ter aparecido mais foi que...

Nuna me cortou, desesperada:

-Não precisa explicar, tá tudo bem, já faz tanto tempo, sei lá 7, 8 anos?

-Preciso te contar, só assim posso te oferecer um acordo.

A partir daí contei exatamente tudo o relatei no conto anterior, que estava voltando da comunidade hippie quando o irmão dela me jogou do penhasco, dos muitos meses me recuperando, da perda de memória, da conversão religiosa e de meu casamento.

Nuna não acreditou que o irmão tinha feito aquilo e tratou de discordar de maneira educada:

-Não acho que o Carlos faria isso, vocês eram unha e carne, mas, como te falei, não precisa me explicar nada, se decidiu ir para outro acampamento com uma hippie argentina e depois sumiu, não tínhamos nenhum compromisso mesmo.

-Claro que tínhamos, eu ia deixar de ser hippie, voltar para minha casa, arrumar um emprego e ficar com você, foi o que combinamos...mas espera, que história é essa de hippie argentina?

Já começando a ficar em dúvidas sobre o que ouvira do irmão, Nuna falou:

-É...foi o que eu soube muito tempo depois, que na ida para o acampamento, você conheceu uma linda hippie argentina, se apaixonaram e foram para outro país.

-Que absurdo! Nunca teve hippie argentina nenhuma, eu passei uma noite no acampamento me despedi de todos e no dia seguinte estava indo até a cidade para pegar um ônibus e voltar, só que teu irmão me enrolou e fez o que fez.

-Desculpa, Paulo, mas não acredito.

-Tenho cicatrizes bem feias pelo corpo, só não posso mostrar aqui porque teria que tirar a roupa. Sem contar o traumatismo craniano que deve ter sido o responsável pela minha perda de memória. Você pode estar confusa, porque por anos acreditou numa outra história, mas pergunte ao Carlos e veja qual será a reação dele ao saber que estou vivo e pronto para fodê-lo sem dó.

Nuna parecia começar a acreditar em mim, mas me revelou com ar triste, algo surpreendente:

-Bom, ainda que seja verdade, você não terá como foder meu irmão. Ele morreu há 3 anos...

-Morreu?!... Como?

-Enlouqueceu de tanta droga. Passou a ter surtos psicóticos por causa do LSD. Chegamos a interna-lo, mas acabou morrendo atropelado de maneira bem besta.

Não seria hipócrita de dizer que lamentava, na verdade, se Carlos estivesse livre, eu realmente me valeria do sistema para mata-lo, tamanho era o ódio que tinha desde que recuperei a memória.

-Bem, vamos deixar isso de lado. O que quero que entenda é que podemos chegar a um acordo, onde os dois não sejam prejudicados. Apesar de eu não ter feito nada errado há anos, não pega bem para o futuro diretor da Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo, ter no currículo um passado de hippie drogado e cheio de mulheres, por isso quero te propor o seguinte, você sabe que se meteu numa baita confusão aqui e que pode passar meses em cana, não sabe? Isso se não ocorrerem coisas piores.

Nuna balançou a cabeça afirmativamente.

-Mas eu posso te tirar daqui talvez ainda hoje.

Ela arregalou os olhos, aquilo era luz no meio das trevas.

-Fala o que tenho que fazer? Quer que eu fique calada?

Nuna poderia até não me denunciar formalmente, mas era provável que com o passar do tempo, começasse a contar em sua rodinha de amigos atores, sobre nosso passado e o choque que teve ao ver que o hippie por quem se apaixonara ainda na adolescência era agora um censurador de filmes. A partir daí, um falaria para outro e logo isso chegaria aos ouvidos do sistema. Foi por isso que tive que fingir ser perigoso e disse num tom ameaçador, encarando-a:

-Olha, Tânia, eu realmente farei de tudo para te tirar daqui e posso até conseguir a liberação do filme, mas se daqui a uma semana, um mês ou um ano, você contar para alguém sobre mim...o meu passado, prometo que agentes do DOPS vão te buscar até no inferno e na melhor das hipóteses, te deixarão deformada de tal forma que nem para filme de terror você servirá. Por isso, quero que mais do que me prometer, pense na sua segurança. Se ficar calada, não te acontecerá nada, esquece que me viu aqui hoje e segue com a tua vida.

Nuna disse umas 20 vezes que não contaria a ninguém. Me senti péssimo tendo que ameaçar alguém que nunca me fez mal, mas era o jeito de me resguardar. Resolvi então combinar uma versão com ela:

-Eu disse ao delegado que fui amigo do seu irmão e teu nos tempos de escola e depois nos afastamos. Repita isso também, inclusive para esse basbaque que veio com você. Você negará que tivemos algo, vamos alegar que surtou ao me ver, se lembrou do Carlos, ficou muito emocionada e simplesmente misturou as estações, mas que eu entendi e decidi te ajudar.

Ela concordou e resolvi ir falar com o delegado, mas antes pedi que lhe trouxessem água. No caminho pelo corredor, o tal diretor que se chamava Petry, ainda de óculos escuros, estava em uma das celas e tentou falar comigo:

-Por favor, senhor, me deixa explicar. Eu não fiz nada, foi a Nuna, o senhor viu, me deixa sair! A culpa é toda dela! Ela que pague!

Senti desprezo pela covardia do sujeito, ter medo de estar naquele lugar, tudo bem, mas tentar jogar sua atriz para as feras visando salvar sua pele, foi golpe baixo. Parei diante de sua cela, olhei para o relógio e disse:

-São 17h, está chovendo e o senhor está num ambiente fechado, por favor, tire esses óculos ridículos e deixe de ser um cagão.

Ele tirou óculos e ficou bem sem graça.

Conversei com o delegado Falcão, não foi fácil, pois o mesmo achou um absurdo liberar os dois como se nada ocorrera. Mas resolvi jogar minha cartada.

-Delegado, como o senhor sabe sou genro do general Fontana, que goza de muito prestígio em Brasília, tenho certeza de que se atender a esse grande favor, ele ficará sabendo e saberá retribuir no momento certo.

O delegado me olhou com ódio, pois entendeu que o que eu estava dizendo era exatamente o contrário, se ele não fizesse o que estava pedindo, o general ficaria sabendo e não gostaria. Investigadores e delegados do DOPS eram da polícia civil e apesar de serem os mais violentos, não tinham 1% do poder de alguém do exército, tinham que acatar ordens e pronto.

O delegado me olhou feio, balançou a cabeça afirmativamente, e disse num tom irônico:

-Tudo bem, se o general prefere mesmo assim, vamos fingir que nada ocorreu.

Fui soltar Nuna e Petry que me viram como um anjo salvador. Não pararam de me agradecer, mas tratei de encurtar a conversa e disse:

-Talvez, o filme seja liberado, mas terá que refazer alguns diálogos e mudar algumas cenas.

Eu me virei e disse que para irem embora logo. Entretanto, Nuna após dar alguns passos em direção à saída, veio até mim e disse:

-Será que a gente não pode pelo menos conversar um dia, saber mais sobre o que cada um fez nesses anos todos?

Respondi bravo, porém num tom baixo:

-Cumpri com a minha parte, cumpra com a sua! Cada um segue o seu rumo!

Ela ficou séria e balançou a cabeça afirmativamente.

Ao chegar em casa, tomei um banho de quase uma hora. Tinha sido um dia exaustivo. Entretanto, após o jantar, comecei a me lembrar de Nuna, do sexo que fizemos, eu tirando sua virgindade, fazendo-a gozar em minha boca, e gozando na dela, e comendo até seu cuzinho. Também me lembrei das cenas de nudez dela no filme, estava mais encorpada do que já era, coxonas, bocetona e uma bunda grande.

Ao ver minha esposa com uma camisola azul clarinha de renda, não resisti e agarrei-a por trás, o que a levou a dar um grito de surpresa. Joguei-a na cama e passei a me despir. Ela entendeu que eu estava louco como na noite em que a peguei com volúpia, apesar de pudica, teve que lutar para esconder a vontade de sorrir diante do que viria.

Coloquei-a de 4 e praticamente rasguei sua calcinha, fiquei olhando para sua boceta e seu cuzinho. Sônia ficou ofegante. Enfiei meu rosto entre suas pernas e bunda, chupei sua boceta por um bom tempo, enfiando dois dedos nela, também chupei seu cuzinho. Minha esposa gemia e rebolava lentamente.

Um tempo depois, fiquei em pé ao lado da cama e de maneira até rude, puxei seu pescoço de encontro ao meu pau para que me chupasse. Sônia passou a mamar suavemente, tentando engolir ao máximo, de vez em quando, passava a língua na cabeça, nas bolas, depois abocanhava novamente. Tentava focar nela, minha esposa era linda, mas Nuna não saía da minha cabeça, imaginava-a ali.

-Isso, sua safada gostosa, chupa minha rola, vagabunda!

Eu nunca usei aquele tipo de linguajar chulo com minha esposa, ela estranhou, mas creio que gostou, pois passou a mamar com mais vontade.

Fizemos um 69, onde a levei a gozar em minha boca, berrando como louca. Depois, a peguei num papai-mamãe feroz por alguns minutos, mas eu queria algo fora do convencional e levei-a até de frente a uma cômoda que havia em nosso quarto. Fiz com que Sônia ficasse com os cotovelos apoiadas nelas e passei a socar forte por trás. Arrancando berros da mesma. Fodemos assim por uns bons minutos, eu imaginava que estava fodendo Nuna, e cheguei a socar meu polegar esquerdo no cu da minha esposa que não curtia isso, mas no auge do tesão não falou nada, ou melhor, só berrou com as estocadas furiosas que eu dava sem parar.

Sônia estava prestes a gozar novamente, então acelerei ao máximo e quando gozamos, cometei um ato falho e berrei:

-Ah! Nuna, sua puta gostosa, quero foder sua boceta e seu cu novamente. Ah! Tânia! Que saudades do cheirão da tua boceta.

Sônia, que acabara de gozar, se soltou do meu pau com olhos esbugalhados, levou a mão a boca já chorando e se jogou na cama. Eu não entendi no momento, mas a verdade é que a casa tinha caído para mim. Eu havia fodido tudo, ao dizer os nomes Nuna e Tânia e isso me custaria muito caro. Tudo seria diferente a partir dessa gafe.

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Foto de perfil de Lael Lael Contos: 330Seguidores: 868Seguindo: 12Mensagem Aviso: o site está infestado de contos produzidos por IA e/ou copiados de sites gringos. Mais grave: a maioria desses contos está sendo postada apenas por UMA OU DUAS PESSOAS, porém com nicks diferentes. Resta saber o que e se será feito algo realmente enérgico para que o site volte a ter apenas contos produzidos por autores de verdade. Aos leitores atentos e decepcionados que vêm falar comigo, quero dizer que entendo a frustração, mas o que poderia fazer, já fiz: informar e mostrar provas ao dono do site. Se algo será feito, já não depende mais de mim.

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